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14/03/2026
 

Policial

Estado oficializa nomeação de 1.012 novos servidores para a Polícia Penal do RS

Redação

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Foto: Jonathan Silva/Polícia Penal

Foi publicada no Diário Oficial do Estado de sexta-feira, 23, a nomeação de 1.012 novos servidores para a Polícia Penal do Rio Grande do Sul. O chamamento, anunciado pelo governador Eduardo Leite no dia 6 de janeiro, inclui 953 policiais penais e 59 técnicos administrativos.

As nomeações decorrem da Lei Complementar nº 16.449/2025, que institui o Estatuto da Polícia Penal. A proposta foi aprovada pela Assembleia Legislativa em 16 de dezembro e sancionada pelo Executivo estadual no dia 24 do mesmo mês.

Ao comentar as nomeações, o governador afirmou que a ampliação do quadro está inserida no planejamento do governo para o sistema prisional.

“Este é o maior chamamento já realizado pela Polícia Penal e faz parte de um planejamento responsável com as contas públicas. Estamos reforçando o capital humano do sistema prisional porque tudo o que fazemos no enfrentamento ao crime nas ruas se reflete também dentro dos presídios”, declarou. Leite também informou que um novo concurso público está previsto para atender a futuras unidades e ampliações. “Além dessas nomeações, em breve vamos lançar um novo concurso para assegurar que todas as novas unidades e ampliações em andamento operem nas condições adequadas”, disse.

O chamamento ocorre enquanto avançam as obras de cinco novas unidades prisionais no Estado, localizadas em Caxias do Sul, Rio Grande, São Borja, Passo Fundo e Alegrete. A previsão é de que as estruturas criem 5.348 novas vagas no sistema prisional gaúcho.

Com a regulamentação da Polícia Penal, o número de cargos foi ampliado para 6.938 vagas de policiais penais e 50 de técnicos administrativos. Somados aos cargos de analistas, o quadro total da instituição chega a 14.455 posições, a serem preenchidas gradualmente por meio de concursos públicos. Segundo o governo estadual, desde 2019 já foram nomeados 5.364 servidores para a área.

O secretário de Sistemas Penal e Socioeducativo, Jorge Pozzobom, afirmou que o reforço no quadro de servidores impacta diretamente o funcionamento do sistema prisional.

“Investimos em estrutura, tecnologia e ampliamos vagas, mas os servidores são determinantes. O chamamento permite reorganizar o sistema e possibilita que policiais militares retornem às ruas”, afirmou.

Entre as atribuições da Polícia Penal estão atividades de vigilância, custódia, escolta, assistência e orientação de pessoas privadas de liberdade, além da manutenção da ordem nas unidades prisionais, da fiscalização de presos em regime domiciliar e do acompanhamento de pessoas monitoradas eletronicamente.

O superintendente da Polícia Penal, Sergio Dalcol, destacou a responsabilidade da instituição frente à população carcerária.

“Temos a missão de exercer o papel do Estado frente a 53 mil pessoas em cumprimento de pena e à sociedade, que espera eficiência na segurança. Esse chamamento terá reflexo na qualificação do serviço com mais profissionais atuando”, afirmou.

De acordo com dados do governo do Estado, os investimentos no sistema penitenciário entre 2019 e 2026 superam R$ 1,4 bilhão, incluindo a construção de novas unidades, ampliações e aquisição de equipamentos.

Policial

Polícia Civil cumpre 16 ordens judiciais durante Operação Mulher Segura na Região Metropolitana do RS

Redação

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A Polícia Civil participou, na quarta-feira, 4, da Operação Mulher Segura 2026, uma ação voltada ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra mulheres. A iniciativa foi conduzida pela Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher, ligada ao Departamento de Proteção a Grupos Vulneráveis.

Durante a operação, foram cumpridas 16 ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão de armas de fogo e de prisão de suspeitos de violência doméstica. Também foram verificadas 20 denúncias anônimas.

As ações ocorreram nas cidades de Porto Alegre, Gravataí, Alvorada e Viamão. Até o momento, duas pessoas foram presas.

A operação integra uma mobilização nacional voltada à prevenção e ao combate da violência contra mulheres e meninas. No Rio Grande do Sul, mais de 60 policiais civis do Departamento de Proteção a Grupos Vulneráveis e de outros setores da Polícia Civil participaram da ação.

A Polícia Civil reforça que casos de violência doméstica podem ser denunciados por diferentes canais. As denúncias podem ser feitas pelo site da Delegacia Online, pelo e-mail dpgv-dipam@pc.rs.gov.br ou pelo telefone 180, que atende gratuitamente em todo o Brasil.

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Policial

MPRS prende responsáveis por escola infantil em Alvorada suspeitas de sedar e agredir crianças

Redação

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O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e com apoio da Brigada Militar, prendeu preventivamente, nesta terça-feira, 3, duas mulheres responsáveis por uma escola de educação infantil em Alvorada. Elas também atuavam como professoras na instituição.

As prisões ocorreram nos municípios de Canoas e Alvorada. As investigadas são suspeitas de sedar crianças sem prescrição médica, além de praticar agressões físicas e psicológicas contra alunos com idades entre dois e cinco anos.

A medida foi solicitada pela promotora de Justiça Karen Mallmann, da 3ª Promotoria de Justiça Criminal de Alvorada, após a conclusão de investigação que reuniu depoimentos, imagens e documentos apontando a gravidade dos fatos. As apurações começaram depois que mães de alunos procuraram a Delegacia de Polícia ao tomarem conhecimento das denúncias.

Segundo o inquérito, as responsáveis administravam medicamentos prescritos a outras crianças para manter os alunos dormindo ou mais “calmos”. A investigação também aponta imposição de castigos, negligência nos cuidados de higiene e alimentação e a adoção de condutas consideradas degradantes. No pedido de prisão, foram anexados depoimentos e imagens que mostram crianças sedadas, compartilhamento inadequado de utensílios e mensagens entre funcionárias sugerindo aumento nas doses de remédios.

Para o MPRS, além dos indícios de autoria e materialidade, ficou evidenciado risco à ordem pública e à instrução criminal. Conforme o órgão, as investigadas teriam influenciado testemunhas durante a investigação. Diante da gravidade dos crimes, que incluem lesão corporal, infrações previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e a apuração do crime de tortura, a promotora requereu a prisão preventiva, que foi acolhida pela Justiça. A ação integra a chamada “Operação Dose de Silêncio”.

De acordo com a promotora Karen Mallmann,

“a gravidade concreta do delito foi um dos principais elementos que tornou necessária a prisão das investigadas. Os crimes foram cometidos contra crianças de tenra idade, cujos pais confiaram os seus cuidados e segurança, e as investigadas, para facilitar o seu trabalho no manejo com os alunos, ministravam-lhes medicamentos com efeito sedativo, além de negligenciar nos cuidados de higiene e agredi-los física e psicologicamente”.

O coordenador estadual do GAECO, promotor Rogério Meirelles Caldas, ressaltou que

“o GAECO também atua para apoiar os promotores de Justiça na atividade-fim criminal, somando expertise para garantir mais efetividade às investigações e operações”. Ele também destacou o apoio da Brigada Militar na operação realizada nesta terça-feira.

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Homem de 42 anos é preso por violência doméstica no bairro Mathias Velho

Redação

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Homem de 42 anos é preso por violência doméstica no bairro Mathias Velho

Um homem de 42 anos foi preso na manhã do domingo, 1, suspeito de violência doméstica, em Canoas. O fato aconteceu no bairro Mathias Velho. de acordo com informações, agentes da Guarda Municipal, que faziam o patrulhamento pela localidade, foram acionados para atender a ocorrência de um homem que estaria ameaçando a companheira com uma arma de fogo. No endereço, os agentes encontraram o suspeito caído na cozinha da residência com um ferimento na cabeça.

Aos guardas, a mulher revelou que teria se defendido das investidas do companheiro, atingindo ele com uma garrafa de vidro. O homem, segundo a Guarda Municipal, possuía extensa ficha criminal, com passagens policiais por homicídio, tráfico e roubo. Ele foi detido, encaminhado para atendimento médico e, em seguida, apresentado na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde foi feito o registro da ocorrência. A suposta arma não foi encontrada com o suspeito.

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