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18/10/2026
 

Geral

ELEIÇÕES: Fernando Uberti defende renovação de nomes e continuidade no Simers

Redação

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ELEIÇÕES Fernando Uberti defende renovação de nomes e continuidade no Simers

As eleições para a próxima gestão do Sindicato Médico do RS acontecem no próximo dia 28, quinta-feira. A chapa de situação, que tem o atual vice-presidente como candidato, visitou redação de OT para apresentar propostas à comunidade médica.

Sob a liderança do candidato à presidência, o Psiquiatra Fernando Uberti, a chapa promete continuar e aprofundar o trabalho de sucesso dos últimos anos, feito a várias mãos.

O grupo aponta o fortalecimento do projeto que alcançou resultados expressivos, tanto na atuação política baseada em combatividade e articulação com lideranças políticas e outras instituições, assim como na ampliação e qualificação de serviços aos médicos associados, exemplificada pela forte descentralização dos escritórios de advocacia ao interior.

De acordo com dados apresentados pela Chapa, o Simers alcançou o melhor resultado em número de sócios e melhor resultado financeiro dos últimos 15 anos, no último ano.

Continuidade com alternância de nomes

O atual presidente da entidade, Marcos Rovinski, destaca que o propósito da atual gestão foi atingido e que agora o médico precisa decidir entre o certo e o duvidoso.

“Tivemos grandes conquistas ao longo da gestão e estivemos sempre cercados por colegas respeitados, sérios e ancorados em valores como a necessidade de renovação de ideias e formação de lideranças. Fernando Uberti, por sua juventude com muita experiência, é o nome que melhor simboliza isso e que melhor representa a estabilidade, segurança e continuidade desse trabalho”, destaca.

A renovação com experiência na atuação representativa

Com uma trajetória marcada por conquistas e forte participação nas esferas estudantil e de política médica estadual e nacional, Fernando Uberti tem liderado reformas estruturais importantes na entidade e na sua forma de atuação.

“O Simers enquanto entidade está cada vez mais sólido economicamente e passou por grande modernização administrativa nesses últimos 3 anos, o que é fundamental para estarmos na ponta, em todas as regiões, com mais força e qualidade, na defesa do médico. Além disso, aperfeiçoamos nossa atuação política para além do necessário sindicalismo combativo, mas também buscando maior articulação com lideranças políticas, entidades e instituições de outros setores, para conquistarmos soluções estruturais, avanços concretos à categoria.”

Conquistas para a categoria médica

A Chapa 1 também defende a importância de um Simers forte, presente e estratégico, tanto nos desafios locais quanto nacionais. Em Brasília, o Sindicato tem avançado em projetos importantes para a proteção e valorização dos médicos. Entre eles, destaca-se o Projeto de Lei 2621, que objetiva mais proteção para os médicos com contratos de pessoa jurídica.

No cenário estadual, uma conquista histórica foi a criação de uma carreira pública específica para médicos, com redução de carga horária e incrementos remuneratórios.

Simers próximo ao associado

A descentralização dos serviços ao interior está entre as principais propostas da Chapa 1. “Nunca se viu o Simers tão presente no interior. Presidente, vice-presidentes e diretores estão ativamente presentes em agendas políticas e palestras que levam mais segurança ao exercício profissional do médico. Esse forte processo de interiorização da atuação política, benefícios, convênios e serviços se aprofundará”, detalha Uberti.

Além disso, o grupo propõe forte atuação jurídica contra a abertura de novas faculdades de Medicina, a exemplo da emblemática vitória na ADC/81, no STF, que proibiu a abertura de 10 mil vagas de Medicina por via judicial no país.

A CHAPA 1 também defende um Exame Nacional de Proficiência a egressos de cursos de Medicina no país, com foco na punição de faculdades com desempenho insuficiente. “Não é o ideal, mas necessário nesse momento, para atenuar o impacto da deterioração do ensino médico no país”.

Gestão estratégica e sem ideologias

Conforme Fernando Uberti, o foco é claro: os interesses da categoria médica. A Chapa 1 propõe uma gestão livre de influências político-partidárias, promovendo uma articulação mais inteligente e estratégica, tanto no Congresso Nacional quanto na Assembleia Legislativa, em pautas estruturais à Medicina. “Nosso foco é o que interessa à Medicina”.

 

Policial

PM suspeito de matar ex-mulher e os pais dela no RS deverá passar por avaliação psicológica

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MPRS denuncia policial militar por homicídio, duplo feminicídio e desaparecimento de família Aguiar

O policial militar Cristiano Domingues Francisco, suspeito de envolvimento nas mortes da ex-mulher, Silvana de Aguiar, e dos pais dela, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, deverá passar por uma avaliação psicológica no âmbito de um processo administrativo da Brigada Militar. O procedimento pode influenciar a continuidade do Conselho de Disciplina que pode resultar na exclusão dele da corporação.

A avaliação será realizada pela Junta Policial-Militar de Saúde e deverá analisar as condições psicológicas do policial, incluindo sua capacidade de compreender as infrações administrativas atribuídas a ele e de responder ao procedimento disciplinar.

O exame estava previsto para setembro, mas foi adiado.

Processo pode resultar em expulsão

Cristiano responde a um Conselho de Disciplina instaurado pela Brigada Militar. O procedimento administrativo apura a conduta do policial e poderá resultar na exclusão dele da instituição.

O militar está afastado das funções policiais, mas segue recebendo vencimentos e vantagens, conforme as regras aplicáveis ao caso. A avaliação psicológica integra o andamento do processo administrativo e não representa, por si só, uma conclusão sobre a responsabilidade criminal do investigado.

Família está desaparecida desde janeiro

Silvana de Aguiar, de 48 anos, e os pais dela, Isail Vieira de Aguiar, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, desapareceram em Cachoeirinha nos dias 24 e 25 de janeiro de 2026. Até a publicação da reportagem, os três não haviam sido encontrados.

Cristiano, ex-marido de Silvana, é acusado de envolvimento no caso e responde a processo criminal por crimes que incluem feminicídio, homicídio qualificado, ocultação de cadáveres, fraude processual, associação criminosa e falsidade ideológica, entre outras imputações.

Milena Ruppenthal Domingues, companheira de Cristiano, e Wagner Domingues Francisco, irmão dele, também foram denunciados pelo Ministério Público por suposta participação nos crimes investigados.

As acusações ainda dependem de julgamento, e os investigados têm direito à ampla defesa e ao contraditório.

Defesas contestam acusações

As defesas dos investigados questionam aspectos da investigação e apontam divergências relacionadas às provas, aos depoimentos e à cronologia apresentada pela acusação. Também afirmam aguardar a conclusão de laudos e perícias.

A avaliação psicológica de Cristiano faz parte do procedimento administrativo da Brigada Militar e não substitui o processo criminal, que apura a responsabilidade dos envolvidos no desaparecimento da família Aguiar.

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Policial

Polícia investiga suspeita de xenofobia contra juiz sergipano em restaurante de Porto Alegre

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Foto: Amepe/Divulgação

A Polícia Civil investiga uma suspeita de ataque xenofóbico contra um juiz natural de Aracaju, em Sergipe, durante uma visita a um restaurante em Porto Alegre. O caso teria ocorrido no bairro Praia de Belas e envolve relatos de ofensas relacionadas à origem nordestina do magistrado.

Segundo o relato do juiz Francisco Tojal, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o episódio começou quando ele pediu informações sobre o prato à la minuta, tradicional no Rio Grande do Sul. Ao demonstrar que não conhecia a refeição pelo nome, ele teria sido alvo de comentários debochados e xingamentos feitos por um homem que estava em uma mesa próxima.

Conforme o magistrado, as ofensas teriam sido motivadas por seu sotaque e sua origem regional. O homem também teria feito referências políticas durante a discussão.

Investigação policial

A ocorrência foi registrada em 8 de outubro. A Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância solicitou as imagens das câmeras de segurança do estabelecimento, além da identificação do suspeito e de duas testemunhas.

Até a publicação das informações, o restaurante ainda não havia respondido à solicitação, e o suspeito não havia se manifestado à polícia nem apresentado advogado.

Juiz estava em Porto Alegre para palestra

Francisco Tojal estava na Capital gaúcha para ministrar uma palestra sobre violência de gênero na infância e na adolescência.

O caso é investigado como uma possível prática de discriminação por origem regional. A apuração busca esclarecer as circunstâncias do episódio e identificar os envolvidos.

Atos de discriminação contra pessoas em razão de sua origem regional podem ser enquadrados na legislação antirracismo, conforme as circunstâncias do caso.

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Policial

Pastor de 53 anos é morto a tiros dentro de igreja em São Leopoldo

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Foto: Arquivo/Pessoal

Um pastor de 53 anos foi morto a tiros dentro de uma igreja na noite de segunda-feira, 12, em São Leopoldo, no Vale do Sinos. O crime ocorreu na Igreja Esperança em Jesus Cristo, localizada na Rua Eva Moreira dos Santos, na comunidade Santa Marta, bairro Arroio da Manteiga.

A vítima foi identificada como Cláudio Roberto da Silva. Ele teria sido abordado nas proximidades de casa e levado até a igreja por dois homens encapuzados.

No local, os suspeitos efetuaram disparos contra o pastor e fugiram em seguida. Cláudio foi atingido no tórax e morreu no local.

Polícia investiga o homicídio

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Leopoldo. Até a publicação das informações, os suspeitos não haviam sido identificados e ninguém havia sido preso.

A investigação busca esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis pela morte do pastor.

Velório e sepultamento

O velório de Cláudio estava previsto para terça-feira, 13, a partir das 20h. O sepultamento foi marcado para quarta-feira, 14, às 10h, no Cemitério da Feitoria, em São Leopoldo.

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