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04/03/2026
 

Geral

O que muda para a população do Rio Grande do Sul com o novo Minha Casa, Minha Vida 

Redação

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Nova Santa Rita - Minha casa minha vida

Na primeira semana de julho, entraram em vigor as novas regras do programa habitacional do Governo Federal, o Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

Com essas mudanças, 90% da população brasileira passa a ser elegível ao programa e a MRV, que participa do projeto desde sua criação, passa a ter 92% de seus empreendimentos enquadrados no MCMV, com cerca de 35 mil unidades disponíveis em todo país. Só no Rio Grande do Sul são mais de 3,5 mil, em 7 cidades.

O atual programa, que substitui o antigo Casa Verde e Amarela, passou por transformações significativas. Entre as mudanças se destaca a atualização das três faixas de renda contempladas no programa.

“Na faixa 1 do programa se enquadram as famílias com renda até R$ 2.640 mensais. A faixa 2 contempla pessoas com renda de R$ 2.640,01 a R$ R$ 4.400 mensais. Já a faixa 3 vai de R$ 4.400,01 a R$ 8.000 mensais. Essa mudança é importante, pois possibilita que mais pessoas sejam elegíveis aos benefícios do programa, realizando o sonho da casa própria”, explica Ítalo Pita, diretor comercial da MRV na região sul.

Aumento do subsídio 

Outra modificação é o aumento do subsídio (parte do financiamento pago pela União) no valor de entrada do imóvel para as famílias nas faixas 1 e 2, que passou de R$ 47,5 mil para até R$ 55 mil.

“Isso amplia a oferta disponível, com taxas de juros mais competitivas frente a outras do mercado”, destaca o executivo.

Ainda há o aumento do valor máximo do imóvel para a faixa 3 (renda entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil), que passou para R$ 350 mil, válido para todo o país.

O teto dos imóveis para as faixas 1 e 2, por sua vez, ficou entre R$ 190 mil e R$ 264 mil — de acordo com a localização do imóvel.

Além dessas mudanças, a população do Sul, com renda até R$ 2 mil, ainda conta com a redução da taxa de juros de 4,5% para 4,25% ao ano.

Policial

MPRS prende responsáveis por escola infantil em Alvorada suspeitas de sedar e agredir crianças

Redação

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O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e com apoio da Brigada Militar, prendeu preventivamente, nesta terça-feira, 3, duas mulheres responsáveis por uma escola de educação infantil em Alvorada. Elas também atuavam como professoras na instituição.

As prisões ocorreram nos municípios de Canoas e Alvorada. As investigadas são suspeitas de sedar crianças sem prescrição médica, além de praticar agressões físicas e psicológicas contra alunos com idades entre dois e cinco anos.

A medida foi solicitada pela promotora de Justiça Karen Mallmann, da 3ª Promotoria de Justiça Criminal de Alvorada, após a conclusão de investigação que reuniu depoimentos, imagens e documentos apontando a gravidade dos fatos. As apurações começaram depois que mães de alunos procuraram a Delegacia de Polícia ao tomarem conhecimento das denúncias.

Segundo o inquérito, as responsáveis administravam medicamentos prescritos a outras crianças para manter os alunos dormindo ou mais “calmos”. A investigação também aponta imposição de castigos, negligência nos cuidados de higiene e alimentação e a adoção de condutas consideradas degradantes. No pedido de prisão, foram anexados depoimentos e imagens que mostram crianças sedadas, compartilhamento inadequado de utensílios e mensagens entre funcionárias sugerindo aumento nas doses de remédios.

Para o MPRS, além dos indícios de autoria e materialidade, ficou evidenciado risco à ordem pública e à instrução criminal. Conforme o órgão, as investigadas teriam influenciado testemunhas durante a investigação. Diante da gravidade dos crimes, que incluem lesão corporal, infrações previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e a apuração do crime de tortura, a promotora requereu a prisão preventiva, que foi acolhida pela Justiça. A ação integra a chamada “Operação Dose de Silêncio”.

De acordo com a promotora Karen Mallmann,

“a gravidade concreta do delito foi um dos principais elementos que tornou necessária a prisão das investigadas. Os crimes foram cometidos contra crianças de tenra idade, cujos pais confiaram os seus cuidados e segurança, e as investigadas, para facilitar o seu trabalho no manejo com os alunos, ministravam-lhes medicamentos com efeito sedativo, além de negligenciar nos cuidados de higiene e agredi-los física e psicologicamente”.

O coordenador estadual do GAECO, promotor Rogério Meirelles Caldas, ressaltou que

“o GAECO também atua para apoiar os promotores de Justiça na atividade-fim criminal, somando expertise para garantir mais efetividade às investigações e operações”. Ele também destacou o apoio da Brigada Militar na operação realizada nesta terça-feira.

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Geral

Governador do Estado oficializa troca de comando do Corpo de Bombeiros no RS

Redação

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O governador Eduardo Leite oficializa, nesta quarta-feira, 4 de março, às 16h, a passagem de comando do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul. A cerimônia será realizada na sede do Comando-Geral da corporação, localizada na Av. Silva Só, 300, bairro Santa Cecília, em Porto Alegre.

O coronel Ricardo Mattei Santos assume o cargo de comandante-geral da instituição. Já o coronel Alexandre Sório Nunes passa a ocupar a função de subcomandante-geral.

O ato contará ainda com a presença do secretário da Segurança Pública, Mário Ikeda.

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Policial

Homem de 42 anos é preso por violência doméstica no bairro Mathias Velho

Redação

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Homem de 42 anos é preso por violência doméstica no bairro Mathias Velho

Um homem de 42 anos foi preso na manhã do domingo, 1, suspeito de violência doméstica, em Canoas. O fato aconteceu no bairro Mathias Velho. de acordo com informações, agentes da Guarda Municipal, que faziam o patrulhamento pela localidade, foram acionados para atender a ocorrência de um homem que estaria ameaçando a companheira com uma arma de fogo. No endereço, os agentes encontraram o suspeito caído na cozinha da residência com um ferimento na cabeça.

Aos guardas, a mulher revelou que teria se defendido das investidas do companheiro, atingindo ele com uma garrafa de vidro. O homem, segundo a Guarda Municipal, possuía extensa ficha criminal, com passagens policiais por homicídio, tráfico e roubo. Ele foi detido, encaminhado para atendimento médico e, em seguida, apresentado na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde foi feito o registro da ocorrência. A suposta arma não foi encontrada com o suspeito.

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