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03/05/2026
 

Saúde

BIVALENTE: Pessoas com comorbidades de 40 anos ou mais podem receber a vacina a partir de quarta-feira

Redação

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A partir de quarta-feira, 19, Canoas amplia a vacinação bivalente para pessoas com comorbidades de 40 anos ou mais, para a população privada de liberdade e para os funcionários do sistema prisional.

As doses serão aplicadas em sete unidades de saúde, das 8h às 17h, e na Central de Vacinas, das 7h às 19h, com distribuição de fichas sempre até 15 minutos antes do fechamento das unidades.

Conforme Nota Técnica do Ministério da Saúde, não há exigência quanto à comprovação da situação de comorbidade, sendo suficiente para a vacinação a comorbidade autodeclarada.

Comorbidades e condições de saúde são: diabetes mellitus, pneumopatias crônicas graves, hipertensão arterial resistente, hipertensão arterial estágio 3, hipertensão arterial estágio 1 e 2 com lesão em órgão-alvo, insuficiência cardíaca, cor-pulmonar e hipertensão pulmonar, cardiopatia hipertensiva, síndromes coronarianas, valvopatias, miocardiopatias e pericardiopatias, doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas, arritmias cardíacas, cardiopatia congênita no adulto, próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados, doenças neurológicas crônicas e distrofias musculares, doença renal crônica, hemoglobinopatias e disfunções esplênicas graves, obesidade mórbida, síndrome de down e outras síndromes genéticas e doença hepática crônica.

Quem já pode se vacinar

A vacina bivalente está sendo aplicada em trabalhadores da saúde, em imunossuprimidos a partir dos 12 anos, gestantes ou puérperas (45 dias após o nascimento do bebê), em idosos de 60 anos ou mais e em pessoas com deficiência permanente.

Para estes públicos, é necessário apresentar carteira de vacinação, CPF, comprovação da condição de saúde por meio de atestado médico ou laudo, boletim de atendimento, exames ou receitas de medicamentos.

O novo imunizante protege as pessoas tanto do vírus primário da Covid quanto de suas variantes, como a Ômicron. Para receber a dose, é necessário que a pessoa tenha recebido no mínimo duas doses de monovalente e espere um intervalo de quatro meses desde a última vacina.

Trabalhadores da saúde

São considerados trabalhadores da saúde a serem vacinados os indivíduos que trabalham em estabelecimentos de assistência, vigilância à saúde, regulação e gestão de saúde ou que atuam em estabelecimentos de serviços de saúde, como hospitais, clínicas, ambulatórios, unidades básicas de saúde, laboratórios, farmácias e drogarias.

Entre eles estão os agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, profissionais da vigilância em saúde e os trabalhadores de apoio (recepcionistas, seguranças, trabalhadores da limpeza, entre outros). Trabalhadores autônomos devem apresentar cópia do alvará do serviço de saúde ou cópia da ficha do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

Deficientes 

Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas. Este grupo inclui pessoas com:

  • Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade de subir escadas;
  • Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo;
  • Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar mesmo com uso de óculos;
  • Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais.

Todos devem apresentar documentos como: comprovante da condição de saúde por meio de atestado médico, laudo médico, receitas de medicamentos, boletins de atendimento ou exames, além de CPF e carteira de vacinação.

Unidades que aplicam doses da bivalente:

De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h (com distribuição de senha até 16h45).

CAIC – Avenida Dezessete de Abril, 241 – Guajuviras
Harmonia – Rua Machado de Assis, 201
Niterói – Rua Marechal Rondon, 132 – Niterói
Fátima – Rua João Nicolau, 218 – Fátima
Estância Velha – Rua São Mateus, s/nº – Estância Velha
União – Rua São Borja, 595 – Mathias Velho
Pedro Luís da Silveira – Rua Barão de Mauá, 1724 – Rio Branco
Central de Vacinas – Estação Canoas, da Trensurb

De segunda a sábado, das 7h às 19h (com distribuição de senha até 18h45).

Saúde

Anvisa proíbe repelentes e protetores solares da Henlau Química por irregularidades na fabricação

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na quarta-feira, 29, a proibição da fabricação, distribuição, venda, divulgação e uso de repelentes e protetores solares produzidos pela Henlau Química. A decisão foi tomada após a identificação de que os produtos estavam sendo fabricados com fórmula diferente da autorizada.

Devem ser recolhidos do mercado os seguintes itens:

Repelente Gel Baby Amorável

Sunlau FPS 30 – loção de proteção solar UVA/UVB com vitamina E

Protetor Solar FPS 30 Wurth

Sunlau Spray repelente Deet

Needs Repelente de Insetos com Icaridina Spray Kids

Needs Repelente de Insetos com Icaridina Gel Kids

Consumidores que possuam algum desses produtos devem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) indicado nos rótulos.

A medida foi oficializada por meio da Resolução RE nº 1.743/2026, publicada no Diário Oficial da União, que também determinou o recolhimento e proibiu a fabricação, comercialização e uso de todos os cosméticos produzidos pela empresa.

De acordo com a Anvisa, uma inspeção realizada entre os dias 14 e 17 de abril constatou o descumprimento das normas previstas na RDC nº 48/2013, que estabelece as boas práticas de fabricação para produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes.

Durante a fiscalização, também foram identificadas falhas na produção de saneantes, em desacordo com a RDC nº 47/2013, que trata das boas práticas para esse tipo de produto. Diante das irregularidades, a agência determinou ainda a suspensão da fabricação desses itens.

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Saúde

UTI neonatal do Hospital Fêmina retoma atendimentos após surto de superbactéria em Porto Alegre

Redação

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A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal do Hospital Fêmina, em Porto Alegre, retomou o atendimento a pacientes após ficar mais de dez dias fechada.

A interrupção ocorreu devido ao controle de um surto causado por uma superbactéria. Durante o período, foram adotadas medidas de contenção e desinfecção no setor. Com a normalização do ambiente, a unidade voltou a operar regularmente.

Relembre o caso

Um recém-nascido extremamente prematuro, com 26 semanas de gestação, morreu após testar positivo para a bactéria na UTI Neonatal do hospital.

O microrganismo, classificado como pan-resistente, foi identificado no dia 16. Ao todo, 34 pacientes estavam internados na unidade no momento do surto. Quatro bebês testaram positivo, incluindo o recém-nascido que morreu. Os outros três permanecem em estado estável, isolados e sob acompanhamento exclusivo.

Diante da situação, o hospital suspendeu novas internações e passou a encaminhar gestantes de alto risco para outras maternidades da Capital.

Segundo o Grupo Hospitalar Conceição, responsável pela unidade, os órgãos de saúde foram notificados e as equipes seguem atuando para evitar novos casos. A Secretaria Municipal e a Secretaria Estadual de Saúde também acompanham a situação e auxiliam no redirecionamento de pacientes.

Superbactéria

Acinetobacter baumannii é um patógeno associado a infecções hospitalares, com maior risco em pacientes internados por longos períodos e com o sistema imunológico fragilizado. A bactéria também apresenta resistência a antibióticos de última linha, como os carbapenêmicos, o que dificulta o tratamento e aumenta o risco de complicações.

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Saúde

Rio Grande do Sul recebe novo lote de vacinas contra a gripe nesta quarta-feira

Redação

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O Rio Grande do Sul deve receber nesta quarta-feira, 29, um novo lote de vacinas contra a gripe enviado pelo Ministério da Saúde. As doses serão distribuídas pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) na quinta-feira, 30, para as coordenadorias regionais, responsáveis pelo repasse aos municípios.

Até o momento, o Estado já recebeu cerca de 1,8 milhão de doses do imunizante contra o vírus influenza. A previsão é de que, até o fim de maio, sejam encaminhadas aproximadamente 5,2 milhões de doses para atender os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde na campanha de vacinação deste ano.

A campanha de imunização começou em 28 de março e, desde então, cerca de 1,4 milhão de pessoas já foram vacinadas no Estado. Entre os públicos prioritários, como crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais e gestantes, a cobertura vacinal está em torno de 30%.

Esses três grupos somam 936 mil doses aplicadas até agora. A meta estabelecida é atingir 90% de cobertura vacinal.

Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 337 internações por complicações causadas pela gripe, número superior ao mesmo período de 2025, quando haviam sido confirmadas 217 hospitalizações. Em relação aos óbitos, foram registrados 21 casos em 2026, enquanto no mesmo período do ano passado o total foi de 25 mortes.

A Secretaria Estadual da Saúde informou que segue monitorando o cenário epidemiológico e reforça a importância da vacinação, principalmente entre os públicos mais vulneráveis, para reduzir casos graves, internações e mortes provocadas pela influenza.

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