Educação
Assembleia aprova reajuste de 5,4% para professores da rede estadual no RS

O plenário da Assembleia Legislativa aprovou, na tarde de terça-feira, 24, o Projeto de Lei 38/2026, que prevê reajuste de 5,4% no subsídio mensal dos profissionais do magistério público estadual do Rio Grande do Sul. A proposta, encaminhada pelo Executivo, foi aprovada por unanimidade, com 44 votos favoráveis.
O aumento terá efeito retroativo a 1º de janeiro de 2026 e segue o percentual definido pelo governo federal no início do ano para atualização do piso nacional da categoria. A medida contempla tanto os servidores da carreira do magistério quanto os integrantes do Quadro Único do Magistério, atualmente em extinção.
De acordo com o texto aprovado, o reajuste será aplicado sobre as referências previstas em lei, respeitando as regras já estabelecidas para a composição dos subsídios.
Na justificativa enviada ao Legislativo, o governo afirma que a proposta busca garantir o cumprimento do piso nacional e manter o compromisso com a valorização dos profissionais da educação pública.
Reajuste será estendido a ativos, inativos e temporários
O projeto também prevê a aplicação do índice de forma igualitária em todos os níveis da carreira. Serão beneficiados professores ativos, inativos e pensionistas com direito à paridade, além de profissionais contratados em regime temporário.
Segundo o Executivo, o impacto financeiro do reajuste é estimado em cerca de R$ 424 milhões por ano. O valor, conforme o governo, está dentro do planejamento orçamentário, apesar das limitações impostas pela situação fiscal do Estado e pelas regras da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Educação
Professores da rede municipal de Canoas mantêm greve após rejeitarem nova proposta

Os professores da rede municipal de Canoas decidiram manter a greve durante assembleia realizada na segunda-feira, 11, na sede social da ASMC.
A categoria rejeitou a nova proposta apresentada pela Prefeitura e, neste momento, o comando de greve discute os próximos passos do movimento.
Educação
Patrícia Alba (MDB) se coloca à disposição para intermediar diálogo entre Prefeitura de Canoas e professores

A presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba, afirmou nesta semana que está à disposição para auxiliar na retomada do diálogo entre a Prefeitura de Canoas e os professores da rede municipal, que estão em greve há três semanas.
Segundo a parlamentar, a administração municipal precisa ouvir as reivindicações da categoria.
“Nada mais básico do que ouvir a categoria. A recusa não pode ser aceita”, declarou. Ela também defendeu o cumprimento do piso nacional do magistério e melhorias no atendimento aos alunos de inclusão.
“Educação tem que ser prioridade na prática. A lei é muito bonita, mas é preciso dar condições para que o ensino e a aprendizagem tenham resultados”, afirmou a deputada.
Entre as reivindicações dos professores estão a reposição salarial, aumento real de 10%, revisão do plano de carreira e o cumprimento da Lei 15.326/2026. A legislação inclui professores da Educação Infantil na carreira do magistério, garantindo pagamento do piso nacional e aposentadoria especial.
A diretora do Sindicato dos Professores de Canoas, Katielle Felise, afirmou que o governo municipal não estaria mantendo diálogo com a categoria. Segundo ela, a proposta inicial apresentada pela Prefeitura previa reposição salarial de 4,22% parcelada em 12 vezes. Ainda de acordo com a sindicalista, a Câmara de Vereadores aprovou posteriormente o parcelamento do índice em seis parcelas durante sessão extraordinária.
Educação
Prefeitura de Canoas projeta aulas da rede municipal até janeiro de 2027 por conta da greve

Na teça-feira, 5, a Prefeitura de Canoas publicou uma nota em que se diz preocupada com o cenário que se desenha com a manutenção da greve dos professores da rede municipal, que iniciou com paralisação no dia 14 de abril.
No texto, o Executivo cita que, com a continuidade do movimento até 5 de maio, a conta da reposição já chega a 13 dias letivos, o que exigirá medidas de recuperação das aulas para o cumprimento dos 200 dias obrigatórios por lei.
Ainda que, para garantir o ano letivo de 2026, a proposta de reposição deve impactar diretamente os períodos de descanso e a projeção prevê a redução do recesso de julho para apenas dois dias e o avanço das aulas até o dia 12 de janeiro de 2027.
Por fim, a nota diz que “apesar dos avanços propostos pela Prefeitura, que afirma ter atingido seu limite financeiro para atender às reivindicações, o impasse segue penalizando direta e indiretamente 30 mil alunos que, além do prejuízo pedagógico, verão suas férias drasticamente encurtadas”.

Clima7 dias atrásFrente fria avança sobre o RS e provoca alerta para temporais nesta quinta-feira, 7, e sexta-feira, 8

Política1 semana atrásPartido Missão lança Aroldo Medina como pré-candidato ao Senado no Rio Grande do Sul

Saúde6 dias atrásRio Grande do Sul recebe 404 mil novas doses da vacina contra a gripe e reforça campanha de imunização

Saúde7 dias atrásAnvisa determina recolhimento de produtos das linhas Ypê e Tixan após falhas na fabricação

Política6 dias atrásLei sancionada por Lula aumenta penas para furto, roubo e golpes virtuais no Brasil

Saúde6 dias atrásCanoas realiza pré-conferências regionais para discutir prioridades da saúde pública

Educação1 semana atrásEncceja 2026 abre inscrições nesta segunda-feira, 4, para certificação do ensino fundamental e médio

Política1 semana atrásCâmara de Vereadores de Canoas instaura CPI para investigar os serviços da Corsan/Aegea




























































