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19/01/2026
 

Saúde

Revitalização da UPA Caçapava tem início após as enchentes de 2024

Redação

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Foto: Vinícius Medeiros/PMC

Teve início na terça-feira, 13, a revitalização da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Caçapava, em Canoas. A unidade está entre os equipamentos públicos da área da saúde afetados pelas enchentes registradas em 2024. A ação faz parte das medidas adotadas pela Prefeitura para recuperar estruturas danificadas e manter o atendimento à população.

A obra prevê a pintura interna e externa do prédio, além da construção de um novo balcão na recepção, com a proposta de melhorar o fluxo de atendimento a pacientes e acompanhantes.

Também estão incluídos no projeto reparos nas redes elétrica, hidráulica e no sistema de encanamento de gás. As intervenções têm como objetivo corrigir danos causados pelas enchentes e prevenir novos problemas estruturais, garantindo o funcionamento da unidade.

O prefeito Airton Souza afirmou que acompanha a execução dos trabalhos e destacou a relevância da revitalização para a comunidade.

“Estou acompanhando de perto esse trabalho, que é muito importante para melhorar o ambiente e o acolhimento da população. Nosso compromisso é garantir que as pessoas sejam atendidas em um espaço mais seguro, organizado e digno”, declarou.

A secretária municipal da Saúde, Ana Boll, explicou que a revitalização envolve diferentes frentes de atuação.

“Estamos fazendo uma revitalização completa, com pintura interna e externa, melhorias na recepção com a construção de um novo balcão e todos os reparos necessários nas redes elétrica, hidráulica e de gás. São ajustes fundamentais para garantir segurança, qualidade no atendimento e melhores condições de trabalho para as equipes de saúde”, afirmou.

Já a secretária de Projetos e Captação de Recursos, Daniela Fontoura, destacou o planejamento envolvido na execução da obra.

“Essa revitalização é resultado de um trabalho técnico, em parceria com a empresa gestora, focado na reconstrução dos equipamentos públicos atingidos pelas enchentes. Nosso objetivo é assegurar que a cidade recupere seus serviços com mais estrutura e resiliência”, disse.

Saúde

Simers afirma que UTI Neonatal do HU estaria operando com capacidade reduzida; Prefeitura nega

Redação

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O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) emitiu nota afirmando que a UTI Neonatal do Hospital Universitário (HU) de Canoas estaria operando com capacidade reduzida, em razão de dificuldades na composição das escalas médicas. No comunicado, a entidade relata riscos à assistência. Em nota, a Prefeitura de Canoas afirma que os pagamentos estão em dia, que as escalas seguem a legislação vigente e que o número oficial de leitos é diferente do apontado pelo sindicato.

A situação trazida pelo Sindicato teria sido verificada na manhã de quarta-feira, 14, durante visita de uma equipe do Simers ao hospital. Segundo o sindicato, o setor possui 35 leitos físicos, dos quais 15 estariam em uso no momento da vistoria. De acordo com os profissionais ouvidos pela entidade, a redução estaria relacionada a atrasos recorrentes no pagamento dos honorários médicos, o que teria dificultado a permanência e a contratação de especialistas.

Ainda conforme o Simers, em alguns turnos haveria apenas um médico especialista responsável pela UTI Neonatal, acumulando também o atendimento ao centro obstétrico. O sindicato aponta, ainda, a ausência de responsável técnico no setor, função responsável por coordenar as equipes e atuar em situações de emergência. Diante do cenário, os médicos afirmam ter solicitado à direção do hospital e ao Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) a restrição de atendimentos, sem retorno até o momento.

A conselheira do Simers, Denise Affonso, alertou para o risco em situações de intercorrências simultâneas. O diretor clínico do HU e diretor do sindicato, Marcos André dos Santos, manifestou preocupação com a dificuldade de recomposição das equipes, citando a perda de credibilidade junto aos profissionais. Segundo a nota, representantes do sindicato teriam se reunido com a direção do hospital e com a Medintegra, empresa responsável pela organização das escalas, para relatar os riscos à assistência e cobrar a regularização dos pagamentos.

PREFEITURA REFUTA ALEGAÇÕES

Em resposta, a Prefeitura de Canoas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informou que, conforme a empresa responsável pelo provimento das equipes médicas da UTI Neonatal e da Sala de Partos, todos os profissionais tiveram os valores integralmente quitados no dia 7 de janeiro de 2026, dentro do prazo previsto no contrato vigente com a Associação Saúde em Movimento (ASM), gestora do HU Canoas.

A administração municipal afirma ainda que a escala de médicos plantonistas está organizada conforme o dimensionamento previsto na legislação. Segundo registros formais da instituição, no dia 14 de janeiro, data da visita do sindicato, a UTI Neonatal contava com dois médicos especialistas em atendimento, além de uma médica atuando na Sala de Partos.

Sobre o número de leitos, a Prefeitura esclarece que a capacidade oficialmente disponibilizada e regulada da UTI Neonatal do HU Canoas é de 20 leitos, conforme protocolo vigente, e não 35, como mencionado pelo sindicato. A Secretaria de Saúde informou também que acompanha de forma permanente a execução dos contratos, o funcionamento das escalas médicas e a organização da assistência neonatal.

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Saúde

Grupo São Pietro anuncia Hospital de Olhos em Gravataí com início das atividades em fevereiro de 2026

Redação

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O Grupo São Pietro confirmou a implantação de um Hospital de Olhos no município de Gravataí, ampliando sua atuação na Região Metropolitana. A nova unidade será especializada em oftalmologia, contará com centro cirúrgico completo e tem previsão de início das operações em 9 de fevereiro de 2026.

A apresentação oficial do Hospital de Olhos de Gravataí está marcada para o dia 9 de janeiro de 2026. Localizado no Centro da cidade, o hospital terá estrutura semelhante à do Hospital Banco de Olhos São Pietro (HBO), em Porto Alegre, com atendimento por meio de consultas particulares, convênios e também serviços gratuitos viabilizados por contrato com a prefeitura.

Com área construída de aproximadamente 800 metros quadrados, a unidade oferecerá consultas oftalmológicas eletivas e de emergência, além de procedimentos cirúrgicos. A estrutura inclui centro cirúrgico completo, sala de recuperação e área de processamento de materiais. A estimativa é realizar cerca de 8 mil consultas e 400 cirurgias por mês.

Segundo o sócio-fundador do Grupo São Pietro, Daniel Giaccheri, a expansão busca levar para outros municípios o modelo de atendimento já consolidado na capital.

“A ideia é expandir a expertise implementada no Hospital Banco de Olhos São Pietro para mais cidades da Região Metropolitana, oferecendo atendimento oftalmológico qualificado e reduzindo a necessidade de deslocamento até Porto Alegre”, afirmou.

Com a nova unidade em Gravataí, o Grupo São Pietro passa a estar presente em seis municípios com hospitais voltados às suas especialidades médicas, oftalmologia e urologia. Além das unidades em Porto Alegre, o grupo mantém atendimento em Canoas, São Leopoldo, Taquara e Xangri-Lá. A instituição também atua no segmento de sênior living, com modelo de cuidado especializado voltado ao público com mais de 60 anos.

Sobre o Grupo São Pietro

Com cuidado e transformação em seu DNA, o Grupo São Pietro Hospitais e Clínicas destaca-se com atuação em hospitais especializados, em rede de clínicas de Oftalmologia e Urologia e no segmento de sênior living com a gestão do São Pietro Sênior já em operação. Possui em sua rede o Hospital Banco de olhos, o maior centro de ensino e cuidado de oftalmologia do sul do país, e o Prime Day Hospital especializado em múltiplas especialidades. O Grupo São Pietro Hospitais e Clínicas conta com unidades em Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo, Taquara e Xangri-lá, oferecendo à população serviços norteados pela sustentabilidade, qualidade e segurança, inovação e tecnologia, ética e respeito. Mais informações em: www.saopietro.com.br.

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Saúde

Anvisa proíbe venda de lotes de fórmulas infantis da Nestlé por risco de contaminação

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da comercialização, distribuição e uso de determinados lotes de fórmulas infantis da Nestlé devido ao risco de contaminação por cereulide, toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na quarta-feira, 7.

Foram atingidos lotes das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino. Segundo a Anvisa, o consumo de alimentos contaminados pela toxina pode provocar vômitos persistentes, diarreia e letargia, caracterizada por sonolência excessiva e lentidão de movimentos e raciocínio.

A agência esclarece que a decisão tem caráter preventivo e que, até o momento, não há registros de casos de intoxicação associados aos produtos no Brasil ou em outros países. A Nestlé iniciou um recolhimento voluntário global (recall) após a identificação da toxina em itens produzidos em uma de suas fábricas na Holanda.

De acordo com a Anvisa, a cereulide foi detectada em um ingrediente fornecido por um fornecedor global terceirizado de óleos, o que motivou a necessidade do recolhimento. Mais de 30 países participam da ação preventiva.

Em nota, a Nestlé informou que a identificação ocorreu durante análises periódicas de controle de qualidade, que o fornecedor foi notificado e que a empresa atua em cooperação com as autoridades sanitárias para evitar impactos aos consumidores.

Especialistas alertam que o risco é maior em crianças pequenas, especialmente lactentes, devido à menor tolerância do organismo à toxina. Segundo o pediatra Albert Bousso, diretor do Hospital Infantil Darcy Vargas, o principal risco está na desidratação causada por vômitos e diarreia. O tratamento consiste, em geral, em suporte clínico e hidratação, com evolução favorável na maioria dos casos leves em até 24 horas.

Anvisa proíbe lotes de fórmula infantil da Nestlé por risco de contaminação por toxina. — Foto: Anvisa

Anvisa proíbe lotes de fórmula infantil da Nestlé por risco de contaminação por toxina. — Foto: Anvisa

 

Orientação

A Anvisa orienta pais e responsáveis a conferirem o número do lote impresso no rótulo das fórmulas infantis das marcas citadas na medida preventiva. Caso o produto pertença a um dos lotes recolhidos, ele não deve ser utilizado nem oferecido para consumo. Segundo a agência, os demais lotes não foram afetados.

Consumidores que possuírem unidades dos lotes atingidos devem entrar em contato com o Atendimento ao Consumidor da Nestlé para realizar a devolução do produto e solicitar reembolso integral. O atendimento está disponível pelos canais falecom@nestle.com.br ou pelo telefone 0800 761 2500, com funcionamento 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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