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14/02/2026
 

Saúde

Prefeitura diz estar trabalhando com terceirizadas para normalizar atendimentos no HU, UPAs e CAPS

Redação

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Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

A Prefeitura de Canoas informou que está adotando medidas, em parceria com as gestoras dos serviços de saúde municipais, para assegurar a continuidade e a regularização do atendimento à população.

Em relação à UPA Niterói, a administração municipal está trabalhando em conjunto com o IB Saúde, empresa responsável pela gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da cidade, para restabelecer o atendimento integral a partir da manhã desta quarta-feira, 3.

A Prefeitura notificou formalmente a empresa, exigindo a reposição da escala de profissionais e o cumprimento do contrato vigente. Enquanto isso, os pacientes na UPA Niterói seguem sendo acolhidos pela equipe de enfermagem e passam por avaliação para definição da melhor condução clínica. As demais UPAs — Boqueirão, Rio Branco e Liberty Dick Conter — seguem com atendimento normalizado.

Já no Hospital Universitário (HU), a Prefeitura atua em conjunto com a Associação Saúde em Movimento (ASM), entidade gestora da unidade, para manter a assistência à população. A ASM comprometeu-se a organizar um cronograma de pagamento dos profissionais que atuam no hospital, enquanto o Município trabalha para efetuar os repasses referentes aos serviços prestados.

As ações fazem parte dos esforços da administração municipal para garantir estabilidade e qualidade na rede de atenção à saúde de Canoas.

Entenda o caso

Os médicos que atuam no Hospital Universitário (HU) de Canoas decidiram, por unanimidade, em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) suspender os atendimentos eletivos a partir de 17 de setembro. A votação ocorreu na noite desta segunda-feira, 1º de setembro.

De acordo com informações preliminares, alguns profissionais estão sem receber desde fevereiro. Além dos atrasos, a categoria cobra melhores condições de trabalho. O presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Marcelo Matias, abriu a AGE atualizando a categoria sobre a reunião ocorrida durante a tarde com a secretária municipal de Saúde Ana Boll, onde o assunto foi discutido.

“A situação dos profissionais do HU é inadmissível. A decisão da categoria de paralisar é consequência dos problemas históricos da Saúde de Canoas”, salientou Matias. A Associação Saúde em Movimento (ASM) venceu a concorrência da Prefeitura e assumiu a gestão do hospital em dezembro de 2024.

O retorno ao atendimento integral está condicionado à quitação dos valores em aberto e à melhoria das condições de trabalho. A partir de agora, o Simers informa que irá notificar a direção do HU, o Conselho Regional de Medicina (Cremers) e demais órgãos e entidades. A diretora da Região Metropolitana, Alessandra Felicetti, também participou da assembleia.

Saúde

Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Redação

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Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Segundo informações do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), o Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Canoas teve os atendimentos temporariamente suspensos até as 19 horas desta quarta-feira, 11, devido à insuficiência de médicos nas escalas de plantão. A interrupção, de acordo com a nota, ocorreu após a ausência de profissionais para a troca de turno, o que levou os médicos que já estavam em serviço a permanecerem além do horário previsto.

Ainda de acordo com informações enviadas pelo Simers, a decisão foi tomada com orientação da entidade, que ofereceu respaldo ético e jurídico aos profissionais envolvidos. Diante da situação, a administração hospitalar optou por suspender temporariamente os atendimentos no setor, mantendo os médicos em regime de sobreaviso para casos de emergência.

De acordo com o sindicato, os profissionais vinham relatando de forma recorrente falhas na cobertura dos plantões e encaminharam alertas formais à gestão hospitalar sobre possíveis riscos assistenciais. Conforme a entidade, não teriam sido adotadas medidas efetivas para solucionar o problema.

Com orientação do Simers, os médicos registraram boletim de ocorrência e acionaram a Comissão Técnica da instituição. A diretora do sindicato, Denise Afonso, afirmou que os profissionais não podem ser responsabilizados por falhas estruturais da gestão. “Nossa atuação é para proteger o profissional e, ao mesmo tempo, preservar a segurança do paciente”, declarou.

A crise ocorre em meio a uma transição na gestão das escalas médicas. A empresa MedIntegra deixou de atuar no hospital em 1º de fevereiro, e a nova prestadora de serviços, Promed, ainda em fase de negociação, tem previsão de assumir o atendimento em 1º de março. O intervalo entre as contratações teria contribuído para a redução progressiva do número de médicos nas escalas.

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Saúde

Rede Básica de Saúde de Canoas passa a oferecer implante contraceptivo hormonal gratuito

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A partir do dia 23 de fevereiro, a rede de atenção básica à saúde de Canoas começará a disponibilizar gratuitamente o implante contraceptivo subdérmico Implanon. O método é considerado um dos mais confiáveis, com índice de falha de apenas 0,05%, superando até procedimentos como laqueadura e vasectomia.

O implante poderá ser usado por meninas e mulheres entre 14 e 49 anos. Para receber o serviço, é necessário agendar a colocação na Unidade Básica de Saúde de referência, após avaliação médica.

Além de prevenir a gravidez, o Implanon auxilia no tratamento de endometriose, adenomiose, miomas e sangramentos uterinos irregulares. Também contribui para reduzir cólicas e sintomas de TPM. O dispositivo pode ser removido a qualquer momento, e a fertilidade retorna rapidamente após a retirada.

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Saúde

HU de Canoas passa a integrar programa federal que amplia cirurgias especializadas pelo SUS

Redação

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HU de Canoas passa a integrar programa federal que amplia cirurgias especializadas pelo SUS

O Hospital Universitário (HU) de Canoas começou a executar, nesta sexta-feira, 6, as ações do programa federal Agora Tem Especialista, voltado à ampliação do acesso a procedimentos cirúrgicos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa prevê a realização de mais de 1,6 mil cirurgias na instituição, com foco na redução das filas de espera.

A adesão ao programa ocorre por meio de parceria com o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) e contempla áreas com grande demanda reprimida, como cirurgia geral, vascular, dermatológica, urológica, oftalmológica e ginecológica. A expectativa é acelerar o atendimento de pacientes que aguardam por cirurgias eletivas.

A implantação do programa no HU foi marcada por um ato institucional com a presença de autoridades municipais e representantes das entidades envolvidas. Participaram do evento o prefeito Airton Souza, a secretária municipal de Saúde, Ana Boll, o CEO da Associação Saúde em Movimento (ASM), Cláudio Vitti, a superintendente da entidade, Tatiani Pacheco, e o presidente do GHC, Gilberto Barrichello. No primeiro dia de execução, foram realizados cinco procedimentos cirúrgicos.

Segundo informações do GHC, o Hospital Universitário de Canoas é o primeiro hospital da Região Sul a iniciar a segunda modalidade do programa. No Rio Grande do Sul, a previsão é de que mais de 4 mil cirurgias sejam realizadas nos próximos três a quatro meses, considerando todas as unidades participantes.

A Secretaria Municipal de Saúde destacou que o programa amplia a capacidade do hospital para atender pacientes que aguardam cirurgias eletivas, sem comprometer os serviços já prestados, como atendimentos de urgência, centro obstétrico e unidades de terapia intensiva.

De acordo com a Associação Saúde em Movimento, os primeiros procedimentos realizados no HU por meio do programa foram enxertos de pele e cirurgias dermatológicas de média e baixa complexidade. A meta é executar 1.637 procedimentos no prazo de até 180 dias, priorizando moradores de Canoas que aguardam há mais tempo por atendimento.

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