Policial
Guarda Municipal de Canoas prende dupla por tráfico de drogas no bairro Harmonia

A Guarda Municipal (GM) de Canoas prendeu, por volta do meio-dia do domingo, 15, uma dupla por tráfico de entorpecentes na região da Praça da Juventude Martin Luther King, no bairro Harmonia. Ambos com antecedentes criminais pelo delito; o homem, de 26 anos, e a mulher, de 24, estavam com as drogas nas proximidades do ginásio do Centro Cultural e Esportivo (CCE). Os dois juntos estavam com quase 60 porções, a maior parcela de cocaína e uma pequena quantidade de maconha.
Ainda segundo a GM, o rapaz havia saído de uma detenção cerca de duas horas antes de ser detido novamente. A prisão dele por tráfico no domingo também é a quarta efetuada este ano pelos agentes em um curto espaço de tempo.
No instante em que notaram o patrulhamento da GM, os dois suspeitos tentaram abandonar o endereço ingressando em um táxi. O veículo acabou interceptado para a revista pessoal do casal. O homem estava com 36 pinos de cocaína, um celular, carregador, a quantia de R$ 20,00 e anotações de uma chave pix, enquanto a mulher, escondia 15 pinos com cocaína escondidos em uma meia e ainda seis porções de maconha.
Os dois detidos foram apresentados pela GM à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) para o registro da ocorrência.
Policial
Operação Impostores em Canoas prende trio suspeito de arrastões e falsos policiais

A Polícia Civil, por meio da 2ª Delegacia de Polícia de Canoas, deflagrou na manhã desta terça-feira, 23, a Operação Impostores para desarticular um grupo criminoso suspeito de praticar roubos a pedestres em série durante a madrugada em Canoas e outros municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre.
A ação contou com apoio da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana (2ª DPRM) e integração com a Brigada Militar. O trabalho foi coordenado pelo delegado Rodrigo Caldas e cumpriu seis ordens judiciais, sendo três mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão.
Segundo a investigação, que durou cerca de três semanas, o grupo teria cometido ao menos 11 roubos em um intervalo de sete dias. Os crimes aconteciam entre 0h e 6h e tinham como alvo trabalhadores e estudantes em deslocamento.
Os suspeitos utilizavam uma abordagem para enganar as vítimas, se passando por policiais durante as ações.
“A rapidez na identificação desse grupo foi fundamental para frear a escalada da violência na região. Eles se aproveitavam da vulnerabilidade do horário e da boa-fé dos cidadãos, que acreditavam estar diante de forças de segurança”, destacou o delegado Rodrigo Caldas.
De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava um veículo HB20 cinza, locado por um dos envolvidos, para executar os crimes.
Os três suspeitos foram identificados e presos na operação. Durante as buscas, foram apreendidos diversos aparelhos celulares, que agora passam por análise para possível devolução às vítimas.
O diretor da 2ª DPRM, delegado Cristiano Reschke, destacou a gravidade das ações e a necessidade de resposta rápida.
“Eles agiam com extrema ousadia ao se passarem por policiais. Aproveitavam-se da madrugada, quando há pouco movimento, para abordar trabalhadores e estudantes, usando arma de fogo para intimidar e amedrontar as vítimas. Em apenas uma semana, fizeram pelo menos 11 vítimas. São crimes graves que, pelas circunstâncias de horário, local e modo de agir, exigem repressão enérgica, rápida e eficiente. Não podemos permitir que esse tipo de crime se espalhe. A melhor resposta é a inteligência e a investigação qualificada.”
A Polícia Civil orienta que possíveis vítimas procurem a delegacia para registro de ocorrência e reconhecimento dos objetos apreendidos.
Policial
Criança de 10 anos morre em Canela e padrinhos são presos por suspeita de tortura

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga a morte de uma criança de 10 anos registrada na quinta-feira, 18, em Canela, na Serra Gaúcha. O caso levou à prisão em flagrante de um casal suspeito do crime de tortura com resultado morte.
Segundo a investigação, a vítima, natural do Suriname, foi encaminhada ao Hospital de Canela com fortes dores abdominais e diversas lesões pelo corpo. Conforme relato dos profissionais que realizaram o atendimento, a criança teria afirmado, enquanto ainda estava consciente, que sofria agressões.
Diante das evidências observadas pela equipe médica, a Brigada Militar foi acionada e realizou os primeiros procedimentos no hospital. Posteriormente, a Polícia Civil assumiu a investigação do caso.
Os responsáveis pela guarda provisória da criança, um casal de padrinhos, foram conduzidos à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Canela. Segundo a polícia, ambos são naturais do Pará e residem no município desde o ano 2000. As identidades não foram divulgadas.
Com base na análise preliminar de documentos médicos, registros hospitalares e nos depoimentos dos profissionais de saúde que atenderam a vítima, a autoridade policial entendeu haver indícios suficientes para a prisão em flagrante dos suspeitos pelo crime de tortura com resultado morte.
O casal foi encaminhado ao sistema prisional e permanecerá à disposição da Justiça.
O corpo da criança foi levado ao Posto Médico-Legal para a realização de exames periciais que deverão determinar a causa da morte e detalhar a extensão das lesões. A investigação segue em andamento.
Policial
Polícia Civil deflagra operação contra esquema de lavagem de dinheiro do tráfico no RS

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 10, a Operação Apakani, uma ampla ação voltada ao combate à lavagem de dinheiro vinculada ao tráfico de drogas. A ofensiva resultou, até o momento, na prisão de 26 pessoas, na apreensão de R$ 22 mil em espécie e de uma arma de fogo. Além disso, foram bloqueadas 58 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas ligadas à investigação.
A operação é conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime de Lavagem de Dinheiro (DRLD/DINARC) e pela Divisão de Inteligência Policial e Análise Criminal (DIPAC), sob coordenação dos delegados Antônio Carlos Ractz Júnior e Adriano Nonnenmacher de Souza. A ação integra a Operação Narke 6, iniciativa nacional coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Segundo a investigação, a organização criminosa atuava na distribuição de drogas em larga escala no Rio Grande do Sul e em outros estados, utilizando um sofisticado esquema de ocultação patrimonial e movimentação financeira para lavar recursos oriundos do narcotráfico.
Mandados em dois estados e dentro de presídios
Por determinação judicial, foram expedidos 28 mandados de prisão preventiva, cinco de prisão temporária e 58 mandados de busca e apreensão. A Justiça também autorizou o bloqueio de 58 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas e o sequestro de 14 veículos supostamente vinculados à organização criminosa.
As diligências ocorreram em Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Gravataí, Nova Santa Rita, Farroupilha, Gramado, Caxias do Sul e Santa Maria. Em Santa Catarina, os mandados foram cumpridos em Criciúma, Balneário Rincão, Lauro Müller, Palhoça, São José e Florianópolis.
A operação também alcançou estabelecimentos prisionais no Rio Grande do Sul e no Paraná, incluindo a Penitenciária Estadual de Porto Alegre (PEPOA), a Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ), a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (PASC), o Presídio Regional de Passo Fundo e o Centro de Integração Social de Piraquara, vinculado à Penitenciária Feminina do Paraná II.
Ao todo, 299 policiais civis participaram da ação, sendo 249 do Rio Grande do Sul e 50 de Santa Catarina.
Investigação começou após apreensão de 1,3 tonelada de maconha
As apurações tiveram início em 2023, após a apreensão de 1,3 tonelada de maconha em Canoas. A partir dessa ocorrência, os investigadores identificaram uma estrutura criminosa responsável pela distribuição de cocaína e crack em larga escala, utilizando rotas interestaduais e imóveis alugados em áreas nobres para armazenar entorpecentes e dificultar o rastreamento policial.
Durante mais de um ano de investigação, foram executadas 71 medidas cautelares sigilosas, incluindo quebras de sigilo bancário, fiscal, financeiro e telemático.
Organização movimentou mais de R$ 21 milhões
De acordo com a Polícia Civil, a organização criminosa movimentou R$ 21,3 milhões durante o período investigado. O esquema utilizava mecanismos sofisticados para ocultar a origem dos recursos, como fracionamento de depósitos, triangulação financeira, uso de contas de terceiros, contas de passagem, saques rápidos e movimentações em casas lotéricas e caixas eletrônicos.
As investigações apontam que os valores circulavam entre líderes, gerentes e operadores ligados ao tráfico de drogas, além de pessoas interpostas utilizadas para mascarar a origem dos recursos ilícitos.
Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi a utilização de 21 empresas consideradas peças-chave no esquema de lavagem de dinheiro. Essas empresas estavam localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul e, segundo a polícia, serviam para inserir recursos do tráfico na economia formal.
AÇÃO INTEGRADA À OPERAÇÃO NARKE 6
Segundo os delegados responsáveis pela operação, o foco principal da ação é descapitalizar a organização criminosa e responsabilizar seus líderes, além dos operadores financeiros e logísticos envolvidos no esquema.
Para o diretor da DINARC, delegado Alencar Carraro, a relevância da operação está no enfrentamento de grandes distribuidores de drogas com elevado grau de organização e experiência criminosa. Já o diretor do DENARC, delegado Carlos Henrique Wendt, destacou a importância da integração entre o Judiciário, o Ministério Público e as Polícias Civis do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.
“A atuação conjunta entre as instituições foi fundamental para atingir uma estrutura criminosa com conexões interestaduais e forte capacidade operacional, responsável pelo abastecimento de drogas na Região Sul do país”, afirmou.
A Operação Apakani integra a Operação Narke 6, mobilização nacional que reúne ações de inteligência, cumprimento de mandados, prisões, apreensões e bloqueio de bens para combater o tráfico de drogas, a lavagem de dinheiro e as organizações criminosas em todo o território nacional.

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