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03/02/2026
 

Policial

Operação Falso Grau: Polícia investiga uso de diploma falso de servidor do Canoasprev

Redação

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Operação Falso Grau Polícia investiga uso de diploma falso de servidor do Canoasprev

A Polícia Civil de Canoas realiza, nesta terça-feira, 16, a Operação Falso Grau. A ação investiga um servidor público suspeito de usar um diploma falso para obter vantagens no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Municipais de Canoas (Canoasprev).

Mandados de busca e apreensão

De acordo com a Polícia, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na casa do suspeito, na sede do Canoasprev, em veículos e contas bancárias. A polícia não divulgou o nome do investigado, que é concursado desde 2013.

Detalhes da investigação

A investigação foi iniciada pela 1ª Delegacia de Combate à Corrupção (1ª Decor) após denúncia da própria autarquia. O servidor é suspeito de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso. Ele já ocupou cargos de presidente e vice-presidente do Canoasprev.

Suposto golpe

Segundo a investigação, o golpe começou quando o servidor apresentou um diploma de jornalismo da PUC-RIO. Com isso, ele conseguiu um aumento salarial significativo. A polícia estima que ele tenha recebido cerca de R$ 400 mil a mais do que o devido. A verificação revelou que o nome do suspeito não consta nos registros da PUC-RIO.

Consequências

As investigações continuam, e a polícia trabalha para reunir mais provas sobre o caso. O servidor poderá enfrentar sérias consequências se as acusações forem confirmadas.

Policial

Operações da Polícia Civil resultam na prisão de 31 agressores de mulheres no Rio Grande do Sul

Redação

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Operações da Polícia Civil resultam na prisão de 31 agressores de mulheres no Rio Grande do Sul

Duas operações especiais, realizadas pela Polícia Civil em janeiro, colocaram foco nos agressores para coibir a violência de gênero, doméstica e familiar, reforçando a proteção às vítimas. A ação policial foi organizada em resposta aos episódios violentos que marcaram o início do ano no Rio Grande do Sul. Foram executados 30 mandados de prisão e uma prisão em flagrante, relacionados ao descumprimento de medidas protetivas de urgência e a novas ocorrências.

Juntas, as operações “Ano-novo, Vida Nova” e “Mulher Segura” mobilizaram mais de 400 agentes da Polícia Civil e terminaram com a prisão de 31 agressores.

Policiais civis e militares de todo o Estado estão preparados para o atendimento às vítimas e, no âmbito da Secretaria da Segurança Pública (SSP), o tema vem sendo monitorado diariamente, como informou a secretária-adjunta da pasta, Adriana da Costa.

“Com apoio de todas as instituições ligadas à SSP e em parceria com outras secretarias, como a da Mulher e da Saúde, temos realizado o combate e a prevenção aos casos, mas a mudança de mentalidade depende também de conscientização. Por isso, são realizados programas de prevenção e educação, além de parcerias com outros órgãos. Esse é um problema de toda a sociedade”, afirmou.

Janeiro

Coordenada pelo Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPGV) e realizada pela Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher (Dipam), a operação “Ano-novo, Vida Nova” foi desencadeada em 20 de janeiro e durou 24 horas, com ordens judiciais cumpridas em 53 municípios gaúchos. A ação envolveu 363 policiais e resultou na apreensão de quatro armas de fogo, além de munições.

Na quarta-feira, 28, foi realizada uma operação integrada com as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher de Porto Alegre. Durante a ação, três armas e munições foram apreendidas. Dois homens foram presos, um deles em flagrante.

Feminicídios

O Rio Grande do Sul registrou 11 feminicídios em janeiro de 2026. Embora outros crimes tenham sido reduzidos no Rio Grande do Sul, a violência contra a mulher é um desafio para toda a sociedade.

“O feminicídio e a agressão à mulher não são um problema contemporâneo. Infelizmente, esse tipo de crime está arraigado em nossa cultura machista, onde o homem pensa que é dono da mulher. Acredito que a sociedade está se transformando: nunca se discutiu tanto esse tema e com tanta disponibilidade de instituições públicas e privadas unidas para combater esse tipo de crime”, disse o diretor do DPGV, delegado Juliano Ferreira.

Reforço nas operações e no atendimento às vítimas

O trabalho policial é sistemático e será intensificado. Na sexta-feira, 30, Ferreira anunciou que o departamento instituirá, no início de fevereiro, a Equipe de Pronta Resposta, voltada ao atendimento rápido e qualificado das vítimas em locais de crimes relacionados aos grupos vulneráveis. A ação representa um avanço significativo na capacidade operacional do DPGV, ao garantir a presença de policiais em todos os locais de crime.

Inicialmente, o trabalho dessas equipes se intensifica na capital e, em breve, será expandido para todo o Estado. “Nos casos de feminicídio e outras ocorrências que envolvem esses grupos vulneráveis, teremos agentes especializados para o atendimento de diligências específicas, o que vai melhorar muito nossa capacidade de resposta às ocorrências e reduzir o tempo das investigações”, afirmou o delegado.

Ferreira destacou que a ação será repetida, com a checagem de cada uma das denúncias. “O trabalho é repressivo e preventivo. Outra frente em que nos emprenharemos cada vez mais é a qualificação do trabalho do policial. Os agentes que atendem às vítimas estarão cada vez mais preparados para as abordagens e irão colaborar para o fortalecimento da rede de proteção dessas mulheres. Outro ponto importante é trazer atores sociais diversos para a discussão sobre o machismo estrutural, como empresas públicas e privadas, envolvendo também os cidadãos, afinal, é preciso conscientizar a todos sobre a violência, que não é um problema de polícia, mas uma questão que envolve toda a sociedade”, ressaltou.

A diretora da Dipam, delegada Waleska Alvarenga, anunciou que em fevereiro será realizada outra operação especial para o combate à violência contra a mulher. A ação dará continuidade às estratégias do governo estadual para o enfrentamento dos feminicídios e da violência doméstica e familiar, com apoio das instituições vinculadas à SSP – Polícia Civil, Brigada Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Instituto-Geral de Perícias.

Canais de denúncia

Em caso de urgência, a Brigada Militar deve ser acionada pelo 190. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 181 ou pelo site da Delegacia Online.

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Policial

Mulher é assassinada a tiros pelo companheiro em Novo Barreiro; RS registra o 11º feminicídio de 2026

Redação

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Uma mulher de 57 anos foi morta a tiros pelo companheiro na manhã desta quinta-feira, 29, em Novo Barreiro, no norte do Rio Grande do Sul. O crime é o 11º feminicídio registrado no Estado em 2026.

De acordo com a Polícia Civil, o homicídio ocorreu por volta das 10h20, na localidade de Linha Jogareta, na zona rural do município, que tem cerca de 4,2 mil habitantes. A vítima, Marlei de Fátima Froelick, se deslocava com familiares até uma propriedade quando foi atacada.

Ao descer do veículo para abrir o portão do terreno, Marlei foi surpreendida pelo agressor, que estava escondido em uma área de mata próxima. O homem, que era companheiro da vítima, efetuou o disparo e não possuía antecedentes criminais.

Após o crime, o suspeito foi hospitalizado com ferimentos causados por arma branca e também por disparo de arma de fogo. Ele permanece internado na Unidade de Tratamento Intensivo. A polícia ainda não esclareceu como as lesões ocorreram.

A Delegacia de Polícia de Palmeira das Missões informou que a vítima havia registrado ocorrência e solicitado medidas protetivas de urgência à Justiça no dia 12 de janeiro, mas o pedido foi inicialmente negado.

Na quarta-feira, 28, o Tribunal de Justiça concedeu a medida após recurso do Ministério Público. No entanto, o agressor ainda não havia sido comunicado oficialmente até a manhã desta quinta-feira, 29. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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10ª vítima de feminicídio no RS em 2026 é morta a facadas em Santa Cruz do Sul

Redação

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Uma mulher de 44 anos foi morta a facadas dentro de casa na noite de segunda-feira, 26, em Santa Cruz do Sul, na Região dos Vales. A vítima foi identificada como Paula Gomes Gonhi.

Segundo a Polícia Civil, o principal suspeito do crime é o companheiro da vítima, Jucemar Padilha, de 31 anos. Ele foi preso em flagrante após receber atendimento médico. Informações iniciais apontam que o homem teria suspeitado de uma traição.

No local do crime, uma faca foi encontrada sobre a cama. Paula apresentava ferimentos no pescoço.

A Brigada Militar foi acionada pelo filho da vítima, um adolescente de 17 anos. O jovem será acompanhado pelo Conselho Tutelar.

Este é o 10º caso de feminicídio registrado no Rio Grande do Sul em 2026. A média é de uma morte a cada 2,6 dias. O número já supera o total de ocorrências registradas em janeiro do ano passado, quando foram contabilizados 9 casos.

Em situações de violência doméstica em andamento, a orientação é ligar para o 190. Quando a agressão já ocorreu, a vítima pode procurar a Delegacia da Mulher ou qualquer delegacia para registrar a ocorrência e solicitar medidas protetivas. Também é possível fazer o registro pela Delegacia Online.

A Central de Atendimento à Mulher funciona 24 horas pelo telefone 180. A Defensoria Pública presta atendimento pelo número 0800-644-5556.

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