Geral
Feira de Adoção para 100 cães e gatos ocorre neste sábado em Canoas

Com o objetivo de proporcionar um novo lar para os mais de 100 animais, entre cachorros e gatos, que estão na Secretaria de Bem-Estar Animal (SMBEA), neste sábado, 20, ocorre mais uma edição da Feira de Adoção. O evento acontece das 10h às 15h, na sede da SMBEA, localizada na avenida Boqueirão, 1986, no bairro Igara.
Conforme a secretária adjunta da SMBEA, Telma Moraes, a feira é um momento dedicado para a adoção, além de tirar dúvidas sobre os procedimentos e cuidados com os pets.
“Nós temos muitos animais em situação de rua e que são vítimas de maus-tratos. Diariamente recebemos denúncias e resgatamos esses bichinhos, com o objetivo de que tenham uma segunda chance e encontrem um lar repleto de amor e cuidado”, salientou.
Atualmente, a Secretaria Municipal de Bem-Estar Animal conta diversos animais, entre cães e gatos, que foram retirados de situações de vulnerabilidade, abandono e maus-tratos. Esses animais estão agora disponíveis para adoção responsável.
Como adotar
Para a adoção, é preciso apresentar documento com foto, comprovante de residência e responder um formulário de entrevista. O questionário destaca o interesse e perfil do adotante, se a pessoa tem outros animais e se mora em casa ou apartamento.
A adoção deve ser responsável: o interessado deve levar um animal apenas se tiver real condição e interesse de mantê-lo.
Não vai poder ir na feira?
A sede da SMBEA abriga cães, gatos e cavalos disponíveis para adoção e está aberta para visitas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. O local fica na avenida Boqueirão, 1986, no bairro Igara.
Quem não tem disponibilidade para ir neste período pode entrar em contato pelo WhatsApp (51) 9138-5613 e marcar uma visita fora do horário comercial.
Geral
Corsan começa troca de hidrômetros em 317 municípios do RS a partir de fevereiro

A partir de fevereiro, a Corsan inicia uma nova fase de troca dos equipamentos que registram o consumo mensal de água em casas e estabelecimentos comerciais nos 317 municípios atendidos no Rio Grande do Sul. Até julho de 2026, mais de 222 mil hidrômetros antigos serão substituídos por modelos mais modernos e tecnológicos. A companhia destaca que o procedimento não gera nenhum custo extra para os consumidores.
O investimento no processo de renovação chega a cerca de R$ 52 milhões e segue as regras do Inmetro. Segundo as orientações dos órgãos reguladores, esses aparelhos devem passar por manutenção e não podem ultrapassar sete anos de uso, dependendo do modelo.
A engenheira civil responsável pelo Laboratório de Hidrometria da Corsan, Helena Bencke, destaca que a troca é fundamental para manter os aparelhos em boas condições.
“A substituição garante que os hidrômetros informem com precisão a quantidade de água utilizada e permite que o cliente tenha o controle exato de seu consumo”, explica.
Todos os equipamentos instalados são aprovados pelo Inmetro e verificados antes de chegarem às residências. Eles recebem um lacre de segurança para evitar violação e assegurar a confiabilidade das medições. Caso o lacre seja rompido, o responsável pode sofrer penalidades, incluindo cobrança de taxas ou multas definidas pela agência reguladora.
As substituições serão feitas por equipes treinadas e devidamente identificadas. A Corsan recomenda que os moradores peçam a credencial dos profissionais antes de permitir o acesso ao medidor. Para dúvidas ou mais detalhes, os clientes podem usar o aplicativo da Corsan, a Agência Virtual no site da empresa, ou entrar em contato pelos números gratuitos 0800 646 6444, tanto por ligação quanto por WhatsApp.
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Atualização anual do DAS do MEI já está em vigor e altera valor da contribuição mensal
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Consulta pública está aberta para reconhecer a pesca com botos como patrimônio cultural

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan, mantém aberta a consulta pública que avalia o reconhecimento da pesca com botos como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A participação da sociedade é aberta e considerada essencial para o andamento do processo.
A prática, registrada no litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, é conhecida pela cooperação entre pescadores artesanais e botos na captura da tainha. Esse saber tradicional é transmitido há mais de cem anos entre gerações e permanece restrito a poucos estuários do sul do país.
Quem deseja participar pode enviar sua manifestação até o dia 28 de fevereiro. As contribuições podem ser feitas de forma digital ou presencial, por diferentes canais disponibilizados pelo Iphan.
As manifestações podem ser enviadas por e-mail para conselho.consultivo@iphan.gov.br.
Também é possível participar pelo Protocolo Digital do Iphan, disponível no site Aqui.
Outra opção é o envio de correspondência para o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, no endereço: SEPS 702/902, Centro Empresarial Brasília 50, Bloco B, Torre Iphan, 5º andar, Brasília, Distrito Federal, CEP 70390-135.

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