Geral
Canoas deve registrar volume de chuva acima do normal durante mês de dezembro

A exemplo dos meses anteriores, dezembro também deve registrar um volume de chuva maior do que o normal para o período. Conforme o Escritório de Resiliência Climática (Eclima), a média histórica em Canoas para o último mês do ano é de 112,1 milímetros (mm). Segundo as projeções meteorológicas, a tendência é de precipitações acima dessa marca.
As chuvas acima do normal na cidade são atribuídas ao El Niño, que segue ganhando força no Oceano Pacífico e resulta em impactos no clima global. Outro reflexo desse fenômeno na região será a oscilação de temperatura, pouco comum nesse período.
Os prognósticos indicam que a primeira metade do mês terá os maiores volumes e frequência de chuva, enquanto a segunda quinzena deve apresentar mais períodos de sol.
Já em relação à temperatura em dezembro, a tendência é de que os primeiros 15 dias sejam mais amenos, enquanto a última quinzena irá registrar mais calor e marcas ao redor dos 30ºC.
Médias superadas
Segundo o Eclima, esses volumes superiores aos projetados vêm sendo observados no município desde junho. O ápice aconteceu em setembro, com 533,2 mm. O mês de novembro, que está prestes a acabar, também já teve a média mensal ultrapassada.
Enfrentamento
Diante das condições do tempo e de eventos climáticos extremos, a Prefeitura de Canoas, por meio do Eclima, desenvolve constantes monitoramentos dos níveis dos rios através da Defesa Civil.
Além disso, divulga previsões meteorológicas e avisa a população com antecedência nos canais oficiais. Em casos mais severos, o Comitê de Gestão de Risco é aberto e mobiliza diferentes setores do poder público para mitigar os efeitos e possíveis transtornos na cidade.
Meses com chuva acima da média:
Mês Total Média
– Junho 290,8 mm 130,4 mm
– Julho 192,2 mm 163,8 mm
– Agosto 139,4 mm 120,1 mm
– Setembro 533,2 mm 147,8 mm
– Outubro 158,4 mm 153,2 mm
Fonte: Eclima
Policial
Homem é morto a tiros no bairro Mato Grande, em Canoas

Um homem foi morto a tiros na noite deste domingo, 30, no bairro Mato Grande, em Canoas, na Região Metropolitana. O crime ocorreu por volta das 20h.
Conforme a Brigada Militar, a vítima estava na Rua Roberto Francisco Behrens, nas proximidades da entrada de um supermercado. O homem estava dentro de um carro preto.
A identidade da vítima ainda não foi divulgada. Também não há informações sobre a motivação do crime.
Até o momento, ninguém foi preso. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Policial
Agência da Caixa é arrombada durante a madrugada em Canoas; duas armas são levadas

Uma agência da Caixa Econômica Federal foi arrombada na madrugada desta segunda-feira, 31, na Avenida Santos Ferreira, no bairro Nossa Senhora das Graças, em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Conforme a Polícia Federal, duas armas de fogo foram levadas do local.
A Brigada Militar foi acionada por volta das 3h. Quando os policiais chegaram à agência, não havia mais ninguém no interior da unidade.
Durante a ação, vidros internos e da porta de entrada foram quebrados. Uma perícia realizada pela Polícia Federal não identificou, até o momento, indícios de que dinheiro tenha sido levado da agência.
O local permanece isolado para a realização dos trabalhos da Polícia Federal. Até o momento, não há informações sobre mudanças no atendimento da unidade.
Policial
Tia de menina de 4 anos morta após agressão é presa por suspeita de omissão em Porto Alegre

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira, 27, na zona Sul de Porto Alegre, Beatriz Eduarda Costa Ramiro, de 22 anos, tia de Samylle Valentina Borba Ramiro, de quatro anos. A menina morreu após ser agredida pelo tio, Nicolas Gabriel Almeida Staubuss, também de 22 anos, que está preso desde 20 de agosto.
Beatriz teve a prisão preventiva decretada e, segundo a investigação, também é responsabilizada pela morte da sobrinha por ter se omitido diante das agressões. Ela deverá responder por homicídio qualificado.
De acordo com a delegada Alice Fernandes, responsável pelo caso, a agressão ocorreu no dia 16 de agosto. Beatriz teria aguardado cerca de três horas antes de levar a menina para atendimento médico. Quando chegaram à UPA Bom Jesus, Samylle já estava morta.
Segundo a polícia, a omissão teria contribuído para o resultado morte. A investigação aponta que Beatriz, na condição de responsável pela criança, teria deixado de buscar socorro em tempo hábil.
Nicolas, companheiro de Beatriz, confessou ter agredido a menina. Em depoimento, afirmou que teria dado apenas palmadas na criança após ela fazer cocô nas calças.
Laudos preliminares do Instituto-Geral de Perícias (IGP) apontaram que Samylle morreu em decorrência de politraumatismo. Conforme a polícia, ainda não é possível determinar se todas as lesões identificadas foram provocadas por agressões ou se tiveram outras causas. A hipótese de violência sexual foi descartada.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito nos próximos dias.

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