Saúde
Protocolado junto ao Ministério da Saúde ofício solicitando aumento do repasse aos hospitais de Canoas

Na quinta-feira, 5, o prefeito Jairo Jorge continuou sua série de compromissos em Brasília, em busca de recursos para a cidade, com foco especial na área da saúde.
Durante as reuniões, Jairo apresentou ao Ministério da Saúde um ofício que detalha um diagnóstico completo da situação da saúde no município e solicita várias medidas, incluindo o aumento do Teto MAC.
O Teto MAC é o valor repassado pelo Governo Federal para cobrir custos relacionados a serviços de saúde de média e alta complexidade nos estados e municípios, calculado com base na produtividade dos três hospitais.
Valores
De acordo com a Prefeitura, atualmente, o município de Canoas recebe cerca de R$ 7,6 milhões do Teto MAC, mas gasta mais de R$ 9,1 milhões, resultando em um déficit de mais de R$ 1,5 milhão, que está sendo solicitado ao Governo Federal.
Um destaque do levantamento é o aumento substancial dos investimentos no Hospital Universitário, que saltou de quase R$ 70 milhões em 2022 para mais de R$ 113 milhões neste ano.
A Prefeitura é responsável por 34% dos repasses mensais para o HU, totalizando mais de R$ 4,7 milhões, um valor que excede a capacidade financeira do município. Os repasses estaduais representam 29%, e os federais, 37%.
Acúmulo de dívidas
O ofício também aponta que o Hospital Universitário, que atende a mais de 3,5 milhões de pessoas no Rio Grande do Sul, está acumulando dívidas devido a atrasos nos pagamentos a fornecedores, funcionários e rescisões trabalhistas, desde que o contrato com o hospital não foi aditivado a partir da metade do ano passado.
A situação, conforme relata Jairo, é agravada pelos cortes do programa Assistir do governo estadual, resultando em uma perda de recursos de R$ 1,4 milhão por mês, totalizando R$ 14,5 milhões no último ano.
Se não houver mudanças no programa, Canoas enfrentará uma perda mensal de R$ 3,5 milhões a partir de outubro de 2024.
Saúde
Campanha leva testagem de Hepatite C ao Calçadão de Canoas neste sábado

Os quatro Rotary Clubs de Canoas promovem, neste sábado, 8, uma ação de conscientização e prevenção à Hepatite C. A atividade faz parte da campanha mundial Hepatite Zero e será realizada no Calçadão de Canoas, das 9h às 16h.
Durante a ação, serão disponibilizados testes rápidos, gratuitos e seguros para identificação da doença. A Hepatite C é uma infecção que pode evoluir sem apresentar sintomas, o que pode dificultar o diagnóstico precoce.
Segundo especialistas da área da saúde, a identificação da doença em estágio inicial aumenta as possibilidades de tratamento e cura. A testagem é uma das principais formas de detectar a infecção e encaminhar os pacientes para acompanhamento adequado.
A iniciativa é organizada pelos Rotary Clubs Canoas Industrial, Canoas, Canoas Nordeste e Canoas Integração, com o objetivo de ampliar o acesso à informação e estimular a realização do diagnóstico.
Saúde
Começou a campanha de multivacinação para atualizar cadernetas de crianças e adolescentes
Saúde
Anvisa determina interdição de três repelentes após laudos apontarem irregularidades

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta segunda-feira, 3, a interdição cautelar de três repelentes de insetos após análises do Instituto Adolfo Lutz, laboratório de referência do Estado de São Paulo, apontarem resultado insatisfatório no ensaio de DEET.
O DEET é uma substância ativa utilizada em repelentes para afastar mosquitos, carrapatos e outros insetos. O componente atua bloqueando os sentidos dos insetos, dificultando que eles identifiquem o odor da pele humana.
A medida impede temporariamente a fabricação, comercialização, distribuição, uso ou funcionamento dos produtos afetados até a conclusão das investigações e a adequação às normas sanitárias.
Os produtos e lotes interditados são:
• Repelente com filtro solar FPS 30 Above Protec
Lote: 189952
• Above Protect Repelente de Insetos
Lote: 205688
• Repellere Repelente de Insetos Aerossol
Lote: 2601001449
Segundo a Anvisa, a interdição cautelar é uma ação preventiva e temporária, com prazo de até 90 dias, conforme previsto na legislação. Durante esse período, os produtos ficam impedidos de serem vendidos ou utilizados até que a situação seja avaliada.

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