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16/09/2026
 

Política

Vereadores discutem proposta de doação de terreno para empresa especializada em roupas impermeáveis

Redação

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em

Vereadores discutem proposta de doação de terreno para empresa especializada em roupas impermeáveis em Grande Expediente

Na terça-feira, 6, ocorreu um importante debate durante o Grande Expediente na Câmara Municipal de Canoas. O encontro, proposto pelo vereador Juares Hoy (PTB), teve como objetivo discutir o Projeto de Lei Municipal nº 25, que trata da doação de um terreno pela prefeitura à empresa Pantaneiro Indústria e Comércio de Capas Ltda., especializada em roupas impermeáveis.

A reunião contou com a presença de representantes do Poder Executivo, incluindo Marcos Daniel, Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação (SMDETI); Melchiades Hertcert Neto, Diretor da SMDETI; Daurinei Alt, Secretário Adjunto da SMDETI; Kamila Kaiser, Secretária Chefe do Escritório de Projetos; e Flávio Luiz Junior, Agente de Fiscalização do Escritório de Gestão.

Objetivo da proposta

O principal objetivo do Grande Expediente foi apresentar e debater o Projeto de Lei Municipal nº 25, que propõe a doação de um terreno à empresa Pantaneiro Indústria e Comércio de Capas Ltda.

Segundo o Executivo, a proposta tem como finalidade incentivar a manutenção e atração de investimentos, aumentar a competitividade no mercado, gerar empregos diretos e indiretos, além de expandir o setor econômico do município de Canoas.

A Pantaneiro Indústria e Comércio de Capas Ltda. é uma empresa com mais de 20 anos de experiência no mercado de produtos impermeáveis, atuando em todo o Brasil e em alguns países do Mercosul.

Com uma produção média anual de 1 milhão de capas de chuva, equipamentos de proteção individual, corta-vento e acessórios, a empresa registrou um faturamento de R$61 milhões em 2021 e R$72 milhões em 2022. Atualmente, a empresa já exporta para o Paraguai, Uruguai e Colômbia, e está em processo de expansão para países europeus.

Em contrapartida aos incentivos econômicos e fiscais solicitados, a Pantaneiro Indústria e Comércio de Capas Ltda. se compromete a gerar 350 empregos diretos, podendo chegar a 537 em um prazo de dez anos.

Além disso, a empresa se compromete a contratar mão-de-obra residente em Canoas, estabelecer convênios com o município para qualificação profissional da mão-de-obra local, incentivar o comércio e a indústria têxtil, e desenvolver ateliês, com contratação de vinte empresas terceirizadas, incluindo microempreendedores individuais (MEIs), que poderão trabalhar em suas respectivas residências.

Incentivos oferecidos

Entre os incentivos econômicos oferecidos pela prefeitura, está a doação de uma área de 8,2 mil metros quadrados, avaliada em R$1,8 milhão, além de créditos municipais em Unidades de Referência Municipal (URM) para abatimento de impostos e taxas municipais.

A empresa também receberá isenção de ISSQN sobre a edificação do empreendimento e isenção de IPTU da área por 10 anos.

Política

Canoas recebe R$ 75 milhões do Governo Federal para construir as Casas de Bombas 9 e 10

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Foto: Bruno Ourique

O repasse de R$ 75 milhões para a Prefeitura de Canoas destinado à construção das Casas de Bombas 9 e 10 foi oficializado na sexta-feira, 11, durante encontro realizado na Base Aérea de Canoas. A cerimônia contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do governador Eduardo Leite e de prefeitos da região.

As duas estruturas serão construídas no bairro Mato Grande e integrarão o sistema de proteção contra cheias do município. Os recursos são provenientes do Fundo de Apoio à Infraestrutura para Recuperação e Adaptação a Eventos Climáticos Extremos (FIRECE).

Segundo o prefeito Airton Souza, a enchente de 2024 atingiu cerca de 60% do território de Canoas e afetou aproximadamente 180 mil pessoas.

“A enchente de 2024 atingiu 60% de Canoas e afetou 180 mil pessoas. Graças ao esforço conjunto da Prefeitura, do Governo Federal e do Governo do Estado, a maioria das obras de reconstrução está em andamento. A oficialização deste repasse representa um avanço decisivo para o sistema contra cheias do Mato Grande. Seguimos trabalhando para que todas as regiões da cidade recebam as obras necessárias”, afirmou.

As Casas de Bombas 9 e 10 terão a função de retirar a água acumulada na área atendida pelo Pôlder Mato Grande. O sistema será integrado ao Dique Araçá e a outras intervenções previstas para a região.

“Esta assinatura é resultado do trabalho conjunto entre o Governo do Estado e o Governo Federal. Estamos garantindo os recursos para uma obra essencial, que vai ampliar a capacidade do sistema contra cheias de Canoas e reduzir os riscos para as famílias do Mato Grande”, destacou o governador Eduardo Leite.

“O Governo Federal tem uma grande preocupação com os municípios atingidos pela enchente e com as famílias que ainda aguardam a conclusão da reconstrução. Estamos garantindo os recursos para que essas obras avancem e para que as cidades estejam mais preparadas diante de novos eventos climáticos extremos”, declarou o presidente Lula.

Durante o encontro, Airton Souza entregou a Lula um ofício solicitando apoio federal para a realização de obras de contenção de cheias no bairro São Luís.

O prefeito também pediu ao presidente que interceda pela liberação de recursos da Caixa Econômica Federal destinados às obras do Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPS). Segundo a prefeitura, a intenção é acelerar a execução do projeto e concluir a unidade em 2027.

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Política

Prefeito de Canoas entrega ofício a Lula com pedidos sobre obras contra cheias e HPS

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O prefeito de Canoas, Airton Souza, entregou nesta sexta-feira, 11, um ofício ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva com pedidos relacionados às obras de prevenção a cheias no bairro São Luís e à liberação de recursos para a reconstrução do Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPS).

O documento foi entregue durante um encontro sobre a reconstrução do Rio Grande do Sul, realizado na Base Aérea de Canoas. No caso do São Luís, o município solicita apoio federal para viabilizar as obras necessárias para a proteção da região contra alagamentos.

Segundo a Prefeitura, a intervenção no bairro envolve uma solução integrada ao sistema da Bacia do Rio dos Sinos e depende da articulação com outros municípios da região.

Em relação ao HPS, o pedido é para que a Caixa Econômica Federal agilize as etapas necessárias para a liberação dos recursos já destinados às obras de reconstrução do hospital.

“Canoas teve 60% da cidade atingida pela enchente de 2024, o que significa 180 mil pessoas afetadas. Graças ao esforço conjunto da Prefeitura, do Governo Federal e do Governo do Estado, a maioria das obras de reconstrução está em andamento. Agora, precisamos avançar nas obras contra cheias no São Luís e agilizar a liberação dos recursos já aprovados para o HPS, para que os trabalhos avancem mais rapidamente e o hospital seja entregue em 2027”, afirmou Airton.

Durante o encontro, também foi oficializado o repasse de R$ 75 milhões para a construção das Casas de Bombas 9 e 10, no bairro Mato Grande. As estruturas farão parte do sistema de proteção contra cheias do município.

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Política

Prefeito de Nova Santa Rita cobra agilidade da Caixa durante agenda de Lula

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Foto: Divulgação/Arquivo

O prefeito de Nova Santa Rita, Rodrigo Battistella, vai aproveitar a vinda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Porto Alegre, nesta sexta-feira, 11, para cobrar mais agilidade da Caixa Econômica Federal na liberação de recursos destinados a obras.

Segundo Battistella, mais de R$ 80 milhões foram destinados a Nova Santa Rita para áreas como saúde, educação, drenagem e habitação. O prefeito pretende agradecer pelos recursos e, ao mesmo tempo, apresentar ao presidente a reclamação sobre a demora e a burocracia nos processos de liberação pela Caixa.

Battistella também pretende abordar a situação das obras de drenagem e infraestrutura, relacionando a cobrança aos impactos da enchente de 2024 no Rio Grande do Sul.

“Somos gratos ao presidente Lula pelos investimentos destinados a Nova Santa Rita e para todo o estado do Rio Grande do Sul, mas precisamos que esses recursos cheguem à ponta com mais rapidez. As obras de drenagem e infraestrutura não podem esperar. Depois da enchente de 2024, sabemos o preço que a demora pode representar para a população. O recurso precisa virar obra e chegar onde as pessoas precisam”, afirma Battistella.

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