Conecte-se conosco

header-top







 

20/04/2026
 

Geral

Fort Atacadista fará plantio de mudas no Arroio Guajuviras na Semana do Meio Ambiente

Redação

Publicado

em

Fort Atacadista fará plantio de mudas no Arroio Guajuviras na Semana do Meio Ambiente

O Grupo Pereira, do qual o Fort Atacadista faz parte, vai plantar mudas de árvores em diferentes estados onde está presente, para celebrar a Semana do Meio Ambiente.

No Rio Grande do Sul, a região escolhida para receber as mudas é a Área de Preservação do Arroio Guajuviras, em Canoas, e o plantio será feito com a mobilização de colaboradores da unidade do Fort Atacadista no município, inaugurada há um mês.

2 Área de Preservação do Arroio Guajuviras, Canoas Divulgação Forte Atacadista

Área de Preservação do Arroio Guajuviras, Canoas Divulgação Forte Atacadista

Ao todo, serão 20 mudas de espécies nativas. No Brasil, as cidades em Joinville, em Santa Catarina, e Campo Grande e Dourados, no Mato Grosso do Sul, também serão beneficiadas com a iniciativa.

Além disso, desde 2009, a companhia faz a entrega de mudas de árvores nativas ou frutíferas para novos colaboradores. Até hoje, mais de 25 mil novos funcionários receberam sua mudinha – com isso, foi possível retirar em torno de 375 toneladas de CO² da atmosfera.

De acordo com Simone Cotta, Gerente Nacional de ESG do GP, cuidar do meio ambiente é uma das prioridades no Grupo Pereira. “Quanto mais a companhia cresce, mais conseguimos expandir o alcance e contribuir com uma cultura de sustentabilidade dentro e fora das lojas. Afinal, transformar o ambiente ao nosso redor faz parte do nosso propósito”, afirma a executiva.

Energia limpa e destinação de resíduos

O Grupo Pereira também investe em energia limpa. Atualmente, 85% das lojas e escritórios são abastecidos dessa forma. No plano de expansão para a inauguração de todas as novas lojas das bandeiras Fort Atacadista e Comper e é feito o uso de energia renovável.

O GP conta com usinas de geração de energia fotovoltaica em operação, que produzem cerca de 30% da energia consumida, além da contratação para o fornecimento de energia eólica.

Outro cuidado é com o resíduo orgânico, que vai para a compostagem e é dada a destinação correta para lâmpadas, pilhas e óleo com postos de coleta nas lojas do Grupo.

Clube da Bike

Outro projeto é Clube da Bike, criado com o objetivo de incentivar o uso da bicicleta no dia a dia – uma ótima opção para os colaboradores que moram mais perto das lojas. A iniciativa começou em Santa Catarina, em 2019 e, após o grande sucesso, expandiu para os demais estados.

De acordo com a gerente, o Grupo custeia 50% do valor da bicicleta e dos equipamentos obrigatórios de segurança, o valor restante pode ser parcelado pelo colaborador em até 10 vezes.

Até hoje, já foram entregues mais de 2.600 bikes. “Além de melhorar a saúde, a qualidade de vida dos funcionários, ainda contribuímos com o meio ambiente”, finaliza.

Limpeza dos Mares

Por meio da marca Fort Atacadista, desde 2017, é realizado o patrocínio do projeto Limpeza dos Mares, promovido pela Associação Náutica Brasileira, que já retirou mais de 140 toneladas de lixo dos rios e mares de Santa Catarina – onde o grupo está presente.

Segundo Simone, o que mais a empolga nesse projeto é que o movimento vai se espalhando, disseminando essa ideia de que pequenos gestos fazem muita diferença nas comunidades, e motivando outras empresas a promover ou apoiar outros projetos similares de conscientização ambiental.

“Enxergar que também podemos contribuir de alguma forma, motivando os colaboradores e até clientes do Fort Atacadista a participar, incentivando mudanças de comportamento, é gratificante”, explica.

Policial

Justiça torna réu cardiologista investigado por abuso sexual contra pacientes em Taquara

Redação

Publicado

em

Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu, na quinta-feira, 17, o cardiologista Daniel Pereira Kollet, investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes em Taquara.

A decisão é do juiz Rafael Silveira Peixoto, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Taquara, e tem como base a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. Com isso, o médico passa a responder formalmente ao processo.

Segundo o MP, Kollet é acusado de estupro de vulnerável. A Promotoria sustenta que as vítimas estavam em situação de vulnerabilidade circunstancial, devido à relação de confiança estabelecida entre médico e paciente durante os atendimentos.

De acordo com a denúncia, assinada pela promotora Silvia Inês Miron Jappe, os supostos abusos ocorreram durante consultas em consultório particular, quando as pacientes precisavam permanecer parcialmente despidas para a realização de exames cardiológicos. O Ministério Público afirma que o médico teria se aproveitado da condição profissional e da fragilidade das vítimas no contexto do atendimento.

O órgão também pediu à Justiça a condenação do réu ao pagamento de indenização às pacientes.

Na esfera policial, Daniel Pereira Kollet foi indiciado por violência sexual mediante fraude. Conforme o delegado Valeriano Garcia Neto, três inquéritos já foram concluídos e encaminhados ao Judiciário.

O número de possíveis vítimas que registraram ocorrência chega a 44, conforme atualização de quinta-feira , 17. Outras 20 mulheres também procuraram a polícia e avaliam formalizar denúncia.

A defesa do médico, representada pelo advogado Ademir Campana, não se manifestou ainda.

Continuar a ler

Policial

Corpo de corretora morta em Florianópolis é liberado após um mês e será sepultado neste sábado em Canoas

Redação

Publicado

em

Foto: Redes Sociais

O corpo da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas foi liberado para sepultamento mais de um mês após o crime que chocou o país. O velório está marcado para este sábado, 18, em Canoas.

A liberação ocorreu após a conclusão de exames realizados pela Polícia Científica de Santa Catarina, que confirmou por meio de DNA a identidade da vítima. O corpo havia sido encontrado em um córrego no município de Major Gercino, no dia 11 de março.

Segundo familiares, a espera foi marcada por angústia até a confirmação oficial. Nas redes sociais, parentes manifestaram alívio com a possibilidade de realizar o sepultamento e reforçaram o pedido por justiça.

De acordo com a Polícia Científica, o tempo até a liberação foi necessário para a análise genética, procedimento que busca garantir a identificação correta e preservar a dignidade da vítima e de seus familiares.

Natural de Alegrete, Luciani foi criada em Canoas. Ela deixa a mãe e irmãos. O pai morreu há cerca de 20 anos, também vítima de latrocínio.

Investigação

Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, sendo um homem de 27 anos e duas mulheres, de 47 e 30 anos. Eles moravam no mesmo conjunto residencial que a vítima, em Florianópolis. Os nomes não foram divulgados.

Conforme o delegado Anselmo Cruz, responsável pelo caso, o corpo foi inicialmente avistado por moradores no dia 9 de março e retirado dois dias depois pelas autoridades.

A principal linha de investigação aponta que o crime tenha sido motivado por interesse financeiro. A polícia identificou compras realizadas em nome da vítima após o desaparecimento, incluindo eletrônicos e artigos esportivos.

A dinâmica e a causa da morte ainda não foram totalmente esclarecidas pelas autoridades.

Continuar a ler

Policial

Ex-vereador de Porto Alegre Gilvani Dall Oglio é preso em operação que investiga fraude em licitações

Redação

Publicado

em

Foto: Polícia Civil

O empresário e ex-vereador de Porto Alegre, Gilvani Dall Oglio, conhecido como Gringo, foi preso preventivamente pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira, 17, durante a Operação Effluxus. O mandado foi cumprido na residência dele, na zona norte da Capital.

A ação investiga um suposto esquema de fraude em licitações públicas e ocultação de controle empresarial em contratos ligados a serviços de desobstrução de redes pluviais e esgoto, hidrojateamento, transporte e descarte de resíduos.

Prisões, buscas e bloqueios

Além da prisão, a operação cumpriu nove mandados de busca e apreensão, incluindo endereços de familiares do investigado, como três filhas e um irmão. Dois outros filhos também são alvo de apuração. A Justiça determinou ainda o bloqueio de cerca de R$ 2,5 milhões em ativos financeiros, além da indisponibilidade de imóveis e veículos, e a suspensão do direito de contratar com o poder público dos investigados.

Durante a operação, um dos filhos do ex-vereador foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo. Ele estava em uma das sedes empresariais alvo das buscas e poderá ser liberado mediante fiança.

Segundo a Polícia Civil, o grupo é investigado por fraude à licitação, associação criminosa, corrupção ativa de testemunha, falsidade ideológica e falsidade material.

Como funcionava o esquema

De acordo com as apurações, o esquema teria sido estruturado a partir das empresas Limpservice Prestação de Serviços e Safety Ambiental, que atuariam como parte de um mesmo grupo econômico. A investigação aponta que ambas participavam de licitações de forma combinada, simulando concorrência.

A Limpservice teria vencido todas as cinco contratações identificadas, enquanto a Safety aparecia como concorrente derrotada, com propostas mais altas. Nenhuma das empresas está formalmente em nome de Gringo, mas a Polícia Civil afirma haver indícios de que ele seria o controlador, utilizando intermediários.

A Limpservice está registrada em nome de um dos filhos do investigado, enquanto a Safety já esteve vinculada a um irmão dele e a outro homem apontado como empregado. Uma terceira empresa, a MJM Serviços de Limpeza, registrada em nome do ex-vereador, também é citada na investigação.

Licitações sob suspeita

As licitações sob suspeita envolvem contratos com a Polícia Penal e prefeituras de Capão da Canoa, Gramado, Gravataí e Osório, entre 2024 e 2025, somando cerca de R$ 2,5 milhões.

A Polícia Civil aponta ainda indícios de confusão patrimonial e operacional entre as empresas, como uso compartilhado de e-mails, reconhecimento de dívidas e ações trabalhistas envolvendo os mesmos funcionários. Também foi identificado o uso de estrutura tecnológica ligada ao investigado para participação em disputas eletrônicas de licitações.

Tentativa de obstrução e dumping social

Em depoimento, uma ex-funcionária relatou ter sido pressionada a receber R$ 2 mil para não prosseguir com denúncias relacionadas ao caso.

O inquérito também apura a prática de “dumping social”, com possível redução de custos por meio de descumprimento de direitos trabalhistas.

Segundo o delegado responsável pelo caso, a investigação identificou um esquema estruturado que afetava diretamente a concorrência e trabalhadores envolvidos nos contratos.

Contratos com o Dmae

A Polícia Civil também aponta que o ex-vereador manteve contratos com o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) durante o período em que exercia mandato, por meio de empresas sob suspeita de controle indireto. Um desses contratos, de R$ 3,6 milhões, envolvia transporte e distribuição de água potável. Há ainda registros de pagamentos ao investigado por serviços prestados via outra empresa citada na apuração.

Investigação e cassação do mandato

A operação foi autorizada pela 2ª Vara Regional de Garantias de Porto Alegre e, segundo a Polícia Civil, a investigação se estendeu por mais de 10 meses.

O ex-vereador teve o mandato cassado pela Câmara Municipal em dezembro de 2025, após entendimento de que ele seria o real controlador das empresas envolvidas, com uso de intermediários.

A defesa do investigado ainda não se manifestou.

Continuar a ler
publicidade
festivalSicrediGraduação Lasalle

Destaques