Geral
Fort Atacadista fará plantio de mudas no Arroio Guajuviras na Semana do Meio Ambiente

O Grupo Pereira, do qual o Fort Atacadista faz parte, vai plantar mudas de árvores em diferentes estados onde está presente, para celebrar a Semana do Meio Ambiente.
No Rio Grande do Sul, a região escolhida para receber as mudas é a Área de Preservação do Arroio Guajuviras, em Canoas, e o plantio será feito com a mobilização de colaboradores da unidade do Fort Atacadista no município, inaugurada há um mês.

Área de Preservação do Arroio Guajuviras, Canoas Divulgação Forte Atacadista
Ao todo, serão 20 mudas de espécies nativas. No Brasil, as cidades em Joinville, em Santa Catarina, e Campo Grande e Dourados, no Mato Grosso do Sul, também serão beneficiadas com a iniciativa.
Além disso, desde 2009, a companhia faz a entrega de mudas de árvores nativas ou frutíferas para novos colaboradores. Até hoje, mais de 25 mil novos funcionários receberam sua mudinha – com isso, foi possível retirar em torno de 375 toneladas de CO² da atmosfera.
De acordo com Simone Cotta, Gerente Nacional de ESG do GP, cuidar do meio ambiente é uma das prioridades no Grupo Pereira. “Quanto mais a companhia cresce, mais conseguimos expandir o alcance e contribuir com uma cultura de sustentabilidade dentro e fora das lojas. Afinal, transformar o ambiente ao nosso redor faz parte do nosso propósito”, afirma a executiva.
Energia limpa e destinação de resíduos
O Grupo Pereira também investe em energia limpa. Atualmente, 85% das lojas e escritórios são abastecidos dessa forma. No plano de expansão para a inauguração de todas as novas lojas das bandeiras Fort Atacadista e Comper e é feito o uso de energia renovável.
O GP conta com usinas de geração de energia fotovoltaica em operação, que produzem cerca de 30% da energia consumida, além da contratação para o fornecimento de energia eólica.
Outro cuidado é com o resíduo orgânico, que vai para a compostagem e é dada a destinação correta para lâmpadas, pilhas e óleo com postos de coleta nas lojas do Grupo.
Clube da Bike
Outro projeto é Clube da Bike, criado com o objetivo de incentivar o uso da bicicleta no dia a dia – uma ótima opção para os colaboradores que moram mais perto das lojas. A iniciativa começou em Santa Catarina, em 2019 e, após o grande sucesso, expandiu para os demais estados.
De acordo com a gerente, o Grupo custeia 50% do valor da bicicleta e dos equipamentos obrigatórios de segurança, o valor restante pode ser parcelado pelo colaborador em até 10 vezes.
Até hoje, já foram entregues mais de 2.600 bikes. “Além de melhorar a saúde, a qualidade de vida dos funcionários, ainda contribuímos com o meio ambiente”, finaliza.
Limpeza dos Mares
Por meio da marca Fort Atacadista, desde 2017, é realizado o patrocínio do projeto Limpeza dos Mares, promovido pela Associação Náutica Brasileira, que já retirou mais de 140 toneladas de lixo dos rios e mares de Santa Catarina – onde o grupo está presente.
Segundo Simone, o que mais a empolga nesse projeto é que o movimento vai se espalhando, disseminando essa ideia de que pequenos gestos fazem muita diferença nas comunidades, e motivando outras empresas a promover ou apoiar outros projetos similares de conscientização ambiental.
“Enxergar que também podemos contribuir de alguma forma, motivando os colaboradores e até clientes do Fort Atacadista a participar, incentivando mudanças de comportamento, é gratificante”, explica.
Policial
PM suspeito de matar ex-mulher e os pais dela no RS deverá passar por avaliação psicológica

O policial militar Cristiano Domingues Francisco, suspeito de envolvimento nas mortes da ex-mulher, Silvana de Aguiar, e dos pais dela, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, deverá passar por uma avaliação psicológica no âmbito de um processo administrativo da Brigada Militar. O procedimento pode influenciar a continuidade do Conselho de Disciplina que pode resultar na exclusão dele da corporação.
A avaliação será realizada pela Junta Policial-Militar de Saúde e deverá analisar as condições psicológicas do policial, incluindo sua capacidade de compreender as infrações administrativas atribuídas a ele e de responder ao procedimento disciplinar.
O exame estava previsto para setembro, mas foi adiado.
Processo pode resultar em expulsão
Cristiano responde a um Conselho de Disciplina instaurado pela Brigada Militar. O procedimento administrativo apura a conduta do policial e poderá resultar na exclusão dele da instituição.
O militar está afastado das funções policiais, mas segue recebendo vencimentos e vantagens, conforme as regras aplicáveis ao caso. A avaliação psicológica integra o andamento do processo administrativo e não representa, por si só, uma conclusão sobre a responsabilidade criminal do investigado.
Família está desaparecida desde janeiro
Silvana de Aguiar, de 48 anos, e os pais dela, Isail Vieira de Aguiar, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, desapareceram em Cachoeirinha nos dias 24 e 25 de janeiro de 2026. Até a publicação da reportagem, os três não haviam sido encontrados.
Cristiano, ex-marido de Silvana, é acusado de envolvimento no caso e responde a processo criminal por crimes que incluem feminicídio, homicídio qualificado, ocultação de cadáveres, fraude processual, associação criminosa e falsidade ideológica, entre outras imputações.
Milena Ruppenthal Domingues, companheira de Cristiano, e Wagner Domingues Francisco, irmão dele, também foram denunciados pelo Ministério Público por suposta participação nos crimes investigados.
As acusações ainda dependem de julgamento, e os investigados têm direito à ampla defesa e ao contraditório.
Defesas contestam acusações
As defesas dos investigados questionam aspectos da investigação e apontam divergências relacionadas às provas, aos depoimentos e à cronologia apresentada pela acusação. Também afirmam aguardar a conclusão de laudos e perícias.
A avaliação psicológica de Cristiano faz parte do procedimento administrativo da Brigada Militar e não substitui o processo criminal, que apura a responsabilidade dos envolvidos no desaparecimento da família Aguiar.
Policial
Polícia investiga suspeita de xenofobia contra juiz sergipano em restaurante de Porto Alegre

A Polícia Civil investiga uma suspeita de ataque xenofóbico contra um juiz natural de Aracaju, em Sergipe, durante uma visita a um restaurante em Porto Alegre. O caso teria ocorrido no bairro Praia de Belas e envolve relatos de ofensas relacionadas à origem nordestina do magistrado.
Segundo o relato do juiz Francisco Tojal, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o episódio começou quando ele pediu informações sobre o prato à la minuta, tradicional no Rio Grande do Sul. Ao demonstrar que não conhecia a refeição pelo nome, ele teria sido alvo de comentários debochados e xingamentos feitos por um homem que estava em uma mesa próxima.
Conforme o magistrado, as ofensas teriam sido motivadas por seu sotaque e sua origem regional. O homem também teria feito referências políticas durante a discussão.
Investigação policial
A ocorrência foi registrada em 8 de outubro. A Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância solicitou as imagens das câmeras de segurança do estabelecimento, além da identificação do suspeito e de duas testemunhas.
Até a publicação das informações, o restaurante ainda não havia respondido à solicitação, e o suspeito não havia se manifestado à polícia nem apresentado advogado.
Juiz estava em Porto Alegre para palestra
Francisco Tojal estava na Capital gaúcha para ministrar uma palestra sobre violência de gênero na infância e na adolescência.
O caso é investigado como uma possível prática de discriminação por origem regional. A apuração busca esclarecer as circunstâncias do episódio e identificar os envolvidos.
Atos de discriminação contra pessoas em razão de sua origem regional podem ser enquadrados na legislação antirracismo, conforme as circunstâncias do caso.
Policial
Pastor de 53 anos é morto a tiros dentro de igreja em São Leopoldo

Um pastor de 53 anos foi morto a tiros dentro de uma igreja na noite de segunda-feira, 12, em São Leopoldo, no Vale do Sinos. O crime ocorreu na Igreja Esperança em Jesus Cristo, localizada na Rua Eva Moreira dos Santos, na comunidade Santa Marta, bairro Arroio da Manteiga.
A vítima foi identificada como Cláudio Roberto da Silva. Ele teria sido abordado nas proximidades de casa e levado até a igreja por dois homens encapuzados.
No local, os suspeitos efetuaram disparos contra o pastor e fugiram em seguida. Cláudio foi atingido no tórax e morreu no local.
Polícia investiga o homicídio
O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Leopoldo. Até a publicação das informações, os suspeitos não haviam sido identificados e ninguém havia sido preso.
A investigação busca esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis pela morte do pastor.
Velório e sepultamento
O velório de Cláudio estava previsto para terça-feira, 13, a partir das 20h. O sepultamento foi marcado para quarta-feira, 14, às 10h, no Cemitério da Feitoria, em São Leopoldo.

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