Saúde
COVID: Canoas aplica D1 para crianças de 3 anos com comorbidades

Canoas está vacinando crianças a partir dos 3 anos, com comorbidades, com a 1ª dose da vacina da Covid. Para o público infantil, a D1 também está disponível para crianças sem comorbidades a partir dos 4 anos.
A aplicação segue ainda para jovens e adultos. Para esses públicos, o Município oferece todas as doses recomendadas.
Veja os locais e horários de vacinação desta quarta-feira, 31:
Serviço
COVID INFANTIL
Pfizer pediátrica:
– D1 5 anos
– D2 para quem recebeu D1 até 06/07/2022
Coronavac:
– D1 crianças de 3 anos com comorbidades
– D1 crianças de 4 anos
– D1 crianças de 6 a 11 anos
– D2 Coronavac para crianças que receberam a D1 até 03/08/22
Local:
Unidade de Saúde Santa Isabel – Frei Orlando, 141 – Centro
Horário: 8h às 16h (Entrega de fichas até 15h45)
COVID ADOLESCENTE
– D2 Pfizer para quem recebeu D1 até 06/07/2022
– Reforço 1 para que recebeu D2 até 01/05/2022
Local:
Central de Vacinas – Estação Canoas, da Trensurb
Horário: 7h às 19h (com distribuição de senha até 18h45)
COVID ADULTO
– Janssen 18 anos ou mais. Reforço 1 para quem realizou Dose Única (DU) até 06/07/22
– Janssen Reforço 2 para quem realizou Reforço 1 até 01/05/2022
– Coronavac D2 para quem realizou D1 até 03/08/22
– Astrazeneca D2 para quem realizou D1 até 06/07/2022
– Pfizer D2 para quem realizou D1 até 03/08/2022
– D3 18+ e Profissionais da Saúde com D2 realizada até 01/05/22
– Imunossuprimidos Dose Adicional (DA) com intervalo mínimo de 28 dias da realização da D2 (03/08/22)
– Imunossuprimidos DOSE DE REFORÇO (4°dose) para quem fez a Dose Adicional (DA) até 01/05/22;
– GESTANTES e PUÉRPERAS intervalo de 4 meses da D2 para o reforço (01/05/22)
– D4 para pessoas com 33 anos ou mais e Trabalhadores da Saúde, para quem recebeu a D3 até 01/05/22 (intervalo de 4 meses da D3)
-D4 para pessoas de 18 anos+ com comorbidades que receberam D3 Até 01/05/2022.
Locais:
Central de Vacinas – Estação Canoas, da Trensurb
Horário: 7h às 19h (com distribuição de senha até 18h45)
Unidades de Saúde
Horário: 8h às 17h (com entrega de senhas até 16h45)
Caic – Av. 17 de Abril, 241 – Bairro Guajuviras
Rio Branco – Rua Edgar Fritz Müller, 83 – Bairro Rio Branco
Santo Operário, Rua da associação, 331- Bairro Harmonia.
Estância Velha, Rua São Mateus, S/N – Bairro Estância Velha.
Praça América – Av. Rio Grande do Sul, 420 – Bairro Mathias Velho
São José – Rua João Pessoa s/n.° – Bairro São José
Concoban – Rua Fernando Ferrari, 2674 – Bairro Niterói
Mato Grande – Rua República 460 – Bairro Mato Grande.
Niterói – Rua Marechal Rondon, 132 – Bairro Niterói
Boa Saúde – Rua Boa Saúde, 1640 – Bairro Rio Branco
União- Rua São Borja, 395 Bairro Mathias Velho
Saúde
Rio Grande do Sul confirma primeiro óbito por dengue em 2026

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou na sexta-feira, 17, o primeiro óbito por dengue no Rio Grande do Sul em 2026. A vítima, um idoso de 83 anos com histórico de comorbidades, era residente do município de Jacutinga, na região Norte. O falecimento ocorreu no dia 15 de abril.
Dados Epidemiológicos
Até o momento, o estado registra 596 casos confirmados da doença. O índice atual representa uma queda em comparação ao mesmo período de 2025, quando o balanço somava 20.573 casos e 13 óbitos.
Protocolo de Atendimento
As autoridades de saúde recomendam que indivíduos que apresentem sintomas como febre alta, dores de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, náuseas ou manchas vermelhas na pele busquem as unidades de saúde. O diagnóstico precoce é indicado para monitorar a evolução do quadro e evitar complicações.
Imunização
As doses contra a dengue estão disponíveis na rede municipal de saúde. O público-alvo atual abrange:
Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos;
Idosos;
Gestantes;
Pessoas com comorbidades.
Para o atendimento, é necessária a apresentação do cartão do SUS e do documento de vacinação.
Saúde
Realizada atualização cadastral no HU para mutirão de consultas, exames e procedimentos

De acordo com o diretor técnico do HU, Fernando Farias, a atualização cadastral é fundamental para dar andamento aos atendimentos represados:
“Estamos enfatizando muito a necessidade de atualização, porque quando o cadastro está correto, facilita o contato. Muitos pacientes não são encontrados, o que acaba gerando vagas ociosas e prejudicando quem está na fila aguardando atendimento”.
A superintendente da Associação Saúde em Movimento (ASM), Dra. Tatiane Pacheco, destacou que o mutirão é uma oportunidade para retomar o vínculo com os pacientes:
“Estamos realizando um mutirão de recadastramento das filas, e é muito importante que as pessoas tragam documento de identidade, comprovante de endereço e telefone atualizado. A proposta é promover o reencontro do paciente com o hospital, para que, após o recadastramento, ele possa ser contatado para a marcação de consultas, exames e, se necessário, cirurgia”, afirmou.
Entre os participantes da ação, o aposentado Adão Gonçalves, de 73 anos, morador do bairro Jardim do Lago, destacou a expectativa por atendimento e elogiou a iniciativa. Ele aguarda desde janeiro de 2025 por um exame de eletroneuromiografia, realizado exclusivamente no local.
“Eu espero que agora saia do papel. Fui muito bem atendido, cheguei e já me encaminharam direto. Já consegui atualizar meus dados e reencaminhar o exame”, contou. Adão também ressaltou a importância da atualização cadastral: “Meu telefone estava desatualizado, fazia tempo que eu não vinha aqui. Hoje consegui corrigir. O atendimento foi rápido, estou admirado”, relatou.
Saúde
RS deve receber mais de 130 mil doses de vacina contra a covid-19

O Ministério da Saúde enviou, nesta semana, mais 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. A medida busca garantir o abastecimento e atender às demandas regionais de imunização.
No Rio Grande do Sul, foram destinadas 130.110 doses do imunizante. Com a nova remessa, o total distribuído pelo governo federal nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses.
Segundo a pasta, os imunizantes disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizados para as cepas em circulação e seguem recomendados, principalmente, para os grupos mais vulneráveis.
“As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.
A distribuição das vacinas aos municípios é feita pelas secretarias estaduais de saúde, que também são responsáveis pela logística, armazenamento e aplicação das doses. O envio ocorre com base em critérios como o tamanho da população-alvo e o número de aplicações já realizadas, podendo ser ampliado conforme a necessidade dos estados.
Abastecimento contínuo
Entre janeiro e março deste ano, o Ministério da Saúde já havia encaminhado 4,1 milhões de doses aos estados, sendo que cerca de 2 milhões foram aplicadas. Nesse período, o Rio Grande do Sul recebeu 197.323 doses.
Com o novo envio, o governo federal mantém o fluxo regular de distribuição e reforça os estoques para ampliar a cobertura vacinal em todo o país.
Público-alvo da vacinação
A estratégia de imunização segue diretrizes atualizadas, com foco nos grupos mais vulneráveis. A recomendação inclui:
idosos a partir de 60 anos, com duas doses e intervalo de seis meses;
gestantes, com uma dose a cada gestação;
crianças de seis meses a menores de cinco anos, com esquema de duas ou três doses;
pessoas imunocomprometidas, com esquema de três doses e reforços periódicos;
população geral de 5 a 59 anos não vacinada, com indicação de uma dose.
Outros grupos também fazem parte da estratégia, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, quilombolas, população em situação de rua e pessoas privadas de liberdade.
A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a imunização em dia.
Cenário da doença
A covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2 e ainda apresenta risco de agravamento, especialmente entre os mais vulneráveis.
Em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal associados à doença. Também houve 30.871 notificações de síndrome respiratória aguda grave, sendo 1.456 casos confirmados para covid-19, com 188 mortes.
Diante desse cenário, o Ministério da Saúde reforça que a vacinação segue como a principal forma de proteção contra complicações e óbitos.

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