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01/06/2026
 

Política

PSOL DE CANOAS: Evento marca filiação do ex-vereador Cebola

Redação

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O ex-vereador de Canoas conhecido como Cebola, Almiro Rodrigo Gehrat, se filiou ao PSOL em ato político realizado na quinta-feira, 17, na região da praia de Paquetá. O evento contou com a presença de 120 pessoas e a participação da deputada estadual Luciana Genro, presidenta do PSOL no Rio Grande do Sul, e de Paulo Sérgio, que preside o partido em Canoas.

Com forte ligação com as religiões de matriz africana, sendo filho do Babalorixá Júlio de Oxalá, Cebola reuniu em seu ato de filiação a presença de muitas autoridades religiosas. Além do pai Júlio de Oxalá, estiveram presentes os pais Marcos de Xangô, Jauri de Oxum, Maninho de Ogum, Jorge de Ogum, Vinícius de Oxalá, Jorge de Odé, Marcelo de Ogum e Gabriel de Odé. Também participaram as mães de santo Simone de Oyá e Neca de Iemanjá, assim como a cacique Vivaldina do Supremo da Montanha.

Divulgação

“Seja muito bem vindo ao PSOL, Cebola. Temos muitas lutas pela frente para fortalecer em Canoas e junto aos povos de terreiro”, disse Luciana Genro.

Além das autoridades religiosas, estiveram presentes no ato representantes dos metroviários, dos servidores da Brigada Militar e do Banrisul, assim como a comunidade ribeirinha e pescadora da praia de Paquetá, ativistas da juventude, da cultura e do movimento de mulheres.

Com 41 anos de idade, Cebola foi vereador pelo PT em Canoas por 11 meses e tem atuação comunitária junto ao bairro Fátima, onde foi presidente da Associação de Moradores e atualmente é organizador da feira do livro na localidade, que já contou com quatro edições.

“Venho para o PSOL com vontade de lutar para melhorar a vida da nossa população de Canoas e da região. Enxergo no partido uma ferramenta a serviço das causas populares e contra os velhos métodos de fazer política”, disse Cebola.

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Política

Projeto na Câmara de Canoas propõe isenção da tarifa de esgoto para imóveis sem ligação à rede pública

Redação

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O vereador Rodrigo D’Avila (NOVO) protocolou na Câmara Municipal de Canoas um projeto de lei que propõe a isenção da cobrança da tarifa de esgoto em casos em que o imóvel não consegue se conectar à rede pública por limitações técnicas.

Segundo o texto, a medida vale para residências e estabelecimentos que estejam em situação de desnível em relação à tubulação da rua, o que impede o escoamento natural do esgoto. Nesses casos, a ligação só seria possível com uso de sistemas de bombeamento, o que pode gerar custos considerados altos pelos moradores.

O projeto prevê que a isenção seja concedida mediante comprovação técnica da inviabilidade de ligação, por meio de laudo assinado por profissional habilitado ou declaração da concessionária responsável pelo serviço. O benefício deixaria de valer caso a conexão passe a ser possível com eventuais obras ou adequações na rede.

A proposta também abre a possibilidade de devolução ou compensação de valores pagos nos últimos cinco anos por consumidores que comprovarem que já estavam nessa condição de impossibilidade técnica no período.

Na justificativa, o vereador cita o contrato de concessão que prevê a não cobrança quando não há condições de ligação, além de princípios do Código de Defesa do Consumidor e decisões adotadas em outros municípios.

O projeto agora segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser apreciado pelos vereadores.

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Política

Vereador Jefferson Otto recorre à Justiça contra o PSD após alegar perseguição política

Redação

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O vereador de Canoas Jefferson Otto ingressou com uma ação judicial contra o Partido Social Democrático (PSD), alegando ter sido alvo de discriminação pessoal dentro da sigla.

Segundo o parlamentar, os problemas teriam começado após o partido passar a integrar a base do governo municipal, em meados de 2025. De acordo com Otto, desde então seu mandato teria sofrido restrições relacionadas ao exercício das atividades legislativas.

Entre os pontos citados pelo vereador estão a exclusão de comissões especiais, a impossibilidade de apresentar emendas a projetos incluídos na ordem do dia, dificuldades para protocolar pedidos de adiamento de votação e situações de exposição pública que, segundo ele, teriam causado constrangimento.

Em nota, Jefferson Otto afirmou que buscou a via judicial por considerar que não havia outra alternativa para enfrentar a situação.

“Desde que o partido entrou na base do Governo, em meados de 2025, eu passei a sofrer prejuízo das minhas prerrogativas parlamentares que culminaram, por exemplo, na exclusão de participação em comissões especiais, impossibilidade de apresentação de emendas em projetos que constam na ordem do dia, impossibilidade de apresentação de pedidos de adiamento de votação, exposição e constrangimento público, entre vários outros fatores. Dessa forma, não me restou outra alternativa que não buscar a via judicial. Sigo de cabeça erguida e com a certeza que a Justiça vai reparar esse prejuízo que o partido impõe ao meu mandato atualmente”, declarou.

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Política

Câmara aprova texto-base de PEC que altera jornada de trabalho e prevê fim gradual da escala 6×1

Redação

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Câmara aprova texto-base de PEC que altera jornada de trabalho e prevê fim gradual da escala 6x1

A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 27, o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho e estabelece mudanças na escala 6×1. O parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), recebeu 34 votos favoráveis e 4 contrários.

A proposta ainda precisa ser analisada pelo plenário da Câmara em dois turnos e, para ser aprovada, deve alcançar ao menos 308 votos. Em seguida, seguirá para o Senado Federal.

O texto fixa a jornada máxima em 8 horas diárias e 40 horas semanais e prevê redução gradual de até quatro horas na carga semanal. A implementação será feita em duas etapas, ao longo de até 14 meses após a promulgação da PEC. O fim da escala 6×1, com garantia de duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação.

A proposta também prevê exceções para determinadas categorias e estabelece que trabalhadores com diploma de nível superior e remuneração acima de cerca de R$ 21,1 mil ficarão fora das novas regras de jornada e controle de ponto.

O texto foi resultado de acordo entre diferentes propostas em discussão na Câmara e passou por negociações envolvendo governo, parlamentares e representantes do setor produtivo.

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