Política
PSOL DE CANOAS: Evento marca filiação do ex-vereador Cebola

O ex-vereador de Canoas conhecido como Cebola, Almiro Rodrigo Gehrat, se filiou ao PSOL em ato político realizado na quinta-feira, 17, na região da praia de Paquetá. O evento contou com a presença de 120 pessoas e a participação da deputada estadual Luciana Genro, presidenta do PSOL no Rio Grande do Sul, e de Paulo Sérgio, que preside o partido em Canoas.
Com forte ligação com as religiões de matriz africana, sendo filho do Babalorixá Júlio de Oxalá, Cebola reuniu em seu ato de filiação a presença de muitas autoridades religiosas. Além do pai Júlio de Oxalá, estiveram presentes os pais Marcos de Xangô, Jauri de Oxum, Maninho de Ogum, Jorge de Ogum, Vinícius de Oxalá, Jorge de Odé, Marcelo de Ogum e Gabriel de Odé. Também participaram as mães de santo Simone de Oyá e Neca de Iemanjá, assim como a cacique Vivaldina do Supremo da Montanha.

Divulgação
“Seja muito bem vindo ao PSOL, Cebola. Temos muitas lutas pela frente para fortalecer em Canoas e junto aos povos de terreiro”, disse Luciana Genro.
Além das autoridades religiosas, estiveram presentes no ato representantes dos metroviários, dos servidores da Brigada Militar e do Banrisul, assim como a comunidade ribeirinha e pescadora da praia de Paquetá, ativistas da juventude, da cultura e do movimento de mulheres.
Com 41 anos de idade, Cebola foi vereador pelo PT em Canoas por 11 meses e tem atuação comunitária junto ao bairro Fátima, onde foi presidente da Associação de Moradores e atualmente é organizador da feira do livro na localidade, que já contou com quatro edições.
“Venho para o PSOL com vontade de lutar para melhorar a vida da nossa população de Canoas e da região. Enxergo no partido uma ferramenta a serviço das causas populares e contra os velhos métodos de fazer política”, disse Cebola.
Política
Presidente Lula veta projeto que reduziria punição aos envolvidos no ato de 8 de janeiro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente, nesta quinta-feira, 8, o Projeto de Lei nº 2.162/2023, conhecido como PL da Dosimetria. A proposta havia sido aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro e previa mudanças no cálculo das penas aplicadas a crimes contra o Estado Democrático de Direito, incluindo a tentativa de golpe de Estado.
O veto foi anunciado durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em referência aos três anos dos ataques de 8 de janeiro, quando apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF), em protesto contra o resultado das eleições de 2022.
Durante o evento, Lula afirmou que os condenados pelos atos antidemocráticos tiveram direito à ampla defesa e foram julgados com base em provas. Segundo o presidente, as decisões judiciais seguiram critérios legais e foram conduzidas com transparência.
Lula também destacou a atuação do Supremo Tribunal Federal no julgamento dos envolvidos. De acordo com ele, a Corte agiu dentro dos limites da lei e manteve sua independência diante de pressões externas.
Ao encerrar o discurso, o presidente citou o filósofo George Santayana, ressaltando a importância de preservar a memória histórica para evitar a repetição de episódios que atentem contra a democracia. Lula afirmou ainda que o país rejeita qualquer forma de ditadura, seja civil ou militar, e defendeu a democracia como expressão da vontade popular.
Com o veto presidencial, o projeto retorna ao Congresso Nacional, que poderá analisar a decisão e decidir pela manutenção ou derrubada do veto.
Entenda o projeto
O PL da Dosimetria propunha alterações na forma de cálculo das penas para os crimes de tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado. Pelo texto, quando os dois crimes fossem cometidos no mesmo contexto, seria aplicada apenas a pena mais grave, em vez da soma das penalidades.
A proposta também previa a redução dos tempos mínimos para progressão de regime, do fechado para o semiaberto ou aberto. As mudanças poderiam beneficiar pessoas condenadas pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-integrantes do alto escalão do governo anterior, como Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto e Augusto Heleno.
Política
Felipe Martini assume como secretário adjunto de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do RS

O advogado e gestor público Luís Felipe Mahfuz Martini foi nomeado secretário de Estado de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos Adjunto do Rio Grande do Sul. Atual presidente municipal do Podemos em Canoas, ele passa a integrar a equipe do governo estadual em uma área considerada estratégica da administração pública.
A nomeação marca o retorno de Canoas à estrutura do governo estadual, com representação em uma secretaria de Estado, fato que não ocorria há décadas. Martini está entre os poucos canoenses a assumir um cargo de primeiro escalão no Executivo estadual.
Com trajetória ligada à gestão pública, Martini já atuou em diferentes áreas, tanto no âmbito municipal quanto estadual, com foco em políticas públicas, governança e atendimento direto à população.
Entre os cargos ocupados, foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Canoas em 2017, diretor executivo do Procon RS em 2019, secretário municipal de Governança e Enfrentamento à Pandemia em 2021 e secretário municipal de Saúde em 2023.
“É uma honra assumir essa missão e integrar o governo do Estado em uma área tão relevante. Agradeço ao governador pela confiança e ao Podemos pela oportunidade de seguir contribuindo com politicas publicas que promovam justiça, cidadania e direitos humanos”, afirmou.
Política
Thiago Moyses deixa a Secretaria de Mobilidade Urbana de Canoas e Marcos Junior Melchior assume o cargo

O Prefeito de Canoas, Airton Souza, em suas redes sociais na manhã desta segunda-feira, 5, anunciou que o secretário de Mobilidade Urbana de Canoas, Thiago Moyses, deixou o cargo. A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Município ainda nesta segunda-feira.
Segundo o secretário, está deixando o cargo para novos desafios profissionais e cuidar de sua saúde.
“Minha saída tem dois motivos claros: cuidar da saúde e retomar a advocacia, profissão que moldou quem eu sou. Encerro esse ciclo com a certeza do dever cumprido. Foi trabalho de verdade, daqueles que não apresentam só números, mas que deixam a semente plantada para o futuro.”
No lugar de Moyses, assume o cargo Marcos Junior Melchior, que atuava como assessor do gabinete do prefeito.

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