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05/02/2026
 

Saúde

Covid-19: Nesta sexta-feira, 5, tem segunda dose da AstraZeneca

Redação

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Quem fez a primeira dose da vacina da AstraZeneca até o dia 10 de setembro tem a oportunidade de concluir o esquema vacinal nesta sexta-feira, 5. A segunda dose do imunizante estará disponível nas 27 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e na Central de Vacinas.
Para receber a dose é preciso apresentar documento de identidade com foto, CPF, comprovante de residência e carteira de vacinação.
Nas UBSs o atendimento vai das 8h às 17h, com distribuição de senhas até às 16h45. Na Central de Vacinas, na Estação Canoas, o horário é estendido das 7h às 19h, com senhas até às 18h45.

Sexta-feira (5/11)
– 2ª dose da AstraZeneca para quem fez a 1ª dose até o dia 10 de setembro
– Documentos: Identidade com foto, CPF e Comprovante de Residência e carteira de vacinação

Endereços das unidades

Central de Vacinas – Estação Canoas, da Trensurb, no Centro
UBS CAIC – Rua Vinte e Um de Março, 100, Setor 4 A, Guajuviras
UBS Guajuviras – Av. 17 de Abril, 1991, Guajuviras
UBS Igara – Rua Dr. Alfredo ngelo Filho, 68, Igara
UBS Santa Isabel – Rua Coronel Vicente, 191, Centro
UBS São José – Rua João Pessoa s/n°, São José
UBS Estância Velha – Rua São Mateus s/n°, Estância Velha
UBS Harmonia – Rua Machado de Assis, 201, Harmonia
UBS Santo Operário – Rua da Associação, 331, Vila Cerne
UBS São Luis – Rua Teófilo Otoni, 268, São Luis
UBS União – Rua São Borja, 395, Mathias Velho
UBS Cerne – Rua Eng. Kindler, 1460, Vila Cerne
UBS Natal – Rua Nossa Senhora da Conceição, 285, Harmonia
UBS Praça América – Av. Rio Grande do Sul, 420, Mathias Velho
UBS São Vicente – Rua Walter de Oliveira Ilha, 90, Olaria
UBS Olaria – Rua Alberto Rodrigues de Oliveira Alves, 25, Olaria
UBS Central Park – Av. das Canoas, 272, Central Park
UBS Mato Grande – Rua República, 460, Mato Grande
UBS Concoban – Rua Rodrigues Alves, 769, Niterói
UBS Niterói – Rua Marechal Rondon, 132, Niterói
UBS Fernandes – Rua Gomes Freire de Andrade, 1036, Niterói
UBS Nova Niterói – Rua Quaraí, s/nº, Niterói
UBS Primeiro de Maio – Rua 1º de Maio, 534, Niterói
UBS Boa Saúde – Rua Boa Saúde, 1640, Rio Branco
UBS Prata – Rua Buttenbender, 244, Fátima
UBS Fátima – Rua João Nicolau, 218, Fátima
UBS Pedro Luiz da Silveira – Rua Mauá, 1724, Rio Branco
UBS Rio Branco – Rua Edgar Fritz Müller, 83, Rio Branco

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Saúde

Ministério da Saúde passa a adotar o CPF como identificador único do Cartão SUS

Redação

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Foto: divulgação/MS

O Ministério da Saúde começou a emitir o Cartão Nacional de Saúde, o Cartão SUS, tendo o CPF como identificador único no Sistema Único de Saúde. A mudança passa a valer gradualmente e faz parte do processo de unificação dos cadastros na rede pública.

Segundo o Ministério da Saúde, a alteração tem como objetivo padronizar os registros e concentrar as informações de cada usuário em um único número.

O que muda para o cidadão

O novo Cartão SUS passa a ser emitido com nome e CPF pelo CadSUS Web e está disponível no aplicativo Meu SUS Digital desde outubro de 2025.

Com a adoção do CPF, todos os atendimentos e registros de saúde ficam vinculados a um único identificador, evitando a existência de cadastros duplicados.

Pessoas sem CPF continuam sendo atendidas no SUS. Para populações indígenas, ribeirinhas, nômades, estrangeiros em trânsito e pessoas em situação de rua, será permitido manter cadastros sem CPF, desde que haja justificativa registrada no sistema.

Em casos de emergência, pacientes sem documento também serão atendidos. O registro inicial será feito no CadSUS Web e, se o CPF não for informado posteriormente, o cadastro poderá ser inativado.

O que muda para os profissionais de saúde

A orientação do Ministério da Saúde é que o CPF seja utilizado como número principal de identificação do paciente no SUS.

O antigo número do cartão de saúde passa a ser chamado de Cadastro Nacional de Saúde, o CNS, e continuará existindo como identificador secundário.

Com a unificação, os profissionais terão acesso ao histórico de saúde do paciente em qualquer unidade do país.

Mesmo sem CPF, o atendimento deve ser realizado e registrado no CadSUS Web.

O que muda para os gestores

Desde julho de 2025, o Ministério da Saúde afirma ter inativado 54 milhões de registros considerados inconsistentes ou duplicados. A meta é chegar a 229 milhões de cadastros ativos vinculados ao CPF até abril de 2026, número que corresponde aos CPFs válidos na Receita Federal.

O Ministério da Saúde identificou 41 sistemas nacionais que precisam ser ajustados para adotar o CPF como identificador único. A previsão de conclusão desses ajustes é dezembro de 2026.

Os sistemas geridos por estados e municípios deverão ser adaptados pelos próprios gestores, em articulação com o SUS, o Conass e o Conasems.

A partir de outubro de 2025, o Ministério da Saúde passou a oferecer capacitações técnicas para gestores e profissionais, com workshops, manuais, vídeo-aulas e transmissões online sobre o processo de unificação.

Integração com outras bases

Com o CPF como identificador único, o CadSUS passará a operar de forma integrada com bases do governo federal, como IBGE e CadÚnico, seguindo diretrizes da Estratégia Nacional do Governo Digital.

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Saúde

Vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes de dez a 14 anos é estendida a todos os municípios do RS

Redação

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Vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes de dez a 14 anos é estendida a todos os municípios do RS

O governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (SES), informou que a vacinação contra a dengue passa a ser ofertada, a partir deste mês, em todos os municípios do Rio Grande do Sul. A ampliação dos locais de abrangência segue decisão do Ministério da Saúde, publicada recentemente, e mantém como público-alvo as crianças e os adolescentes de dez anos a 14 anos, que devem receber duas doses do imunizante com intervalo de três meses entre elas.

Até então, a estratégia de vacinação estava restrita a regiões específicas, as quais, no Estado, abrangiam 145 municípios definidos com base no histórico de casos. Com a nova medida, a imunização passa a alcançar todo o território gaúcho, beneficiando cerca de 630 mil crianças e adolescentes que se encontram na faixa etária elegível.

A SES orienta que a população acompanhe as informações divulgadas pelas prefeituras e reforça que a vacinação, aliada às ações de combate ao mosquito transmissor, é fundamental para a prevenção da dengue.

Distribuição das doses

Nesta primeira semana de fevereiro, os municípios começarão a ser abastecidos com as vacinas por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs). Ao todo, 61 mil doses disponíveis em estoque na SES serão distribuídas inicialmente.

Os locais e as datas em que as doses estarão disponíveis à população serão definidos por cada prefeitura assim que os municípios receberem seu respectivo quantitativo de vacinas. Novas remessas serão realizadas para os municípios de forma gradual, conforme a disponibilidade de lotes encaminhados pelo Ministério da Saúde.

Esquema vacinal

  • Público-alvo: crianças e adolescentes de dez anos a 14 anos
  • Esquema: duas doses
  • Intervalo: três meses entre a primeira e a segunda doses

Vacinação contra a dengue no RS

A estratégia nacional de vacinação contra a dengue foi lançada em maio de 2024. Desde então, o Rio Grande do Sul recebeu aproximadamente 262 mil doses do imunizante.

Em um primeiro momento, a vacinação foi direcionada a seis municípios da Região Metropolitana, incluindo Porto Alegre, os quais foram selecionados com base no número de casos registrados ao longo dos últimos dez anos. Com o aumento da oferta de vacinas no país, o número de municípios contemplados foi sendo ampliado gradualmente, até alcançar os 145 municípios que integravam a estratégia.

Números da campanha

De acordo com os dados mais recentes, referentes a dezembro de 2025, cerca de 168 mil doses já haviam sido aplicadas nos municípios que participavam da estratégia. Desse total, 120 mil correspondem à primeira dose; e 48 mil, à segunda. Os números reforçam a importância de que crianças e adolescentes que iniciaram a vacinação retornem para receber a segunda dose, etapa fundamental para garantir a proteção adequada e duradoura contra a dengue.

A aplicação incompleta do esquema pode reduzir a eficácia da vacina, enquanto a conclusão das duas doses fortalece a resposta do organismo, diminuindo o risco de formas graves da doença e contribuindo para a redução da circulação do vírus no Estado.

Dengue recorde no RS

Em 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou o pior cenário da dengue em sua série histórica, com 209 mil casos confirmados e 281 óbitos. No último ano, houve redução da circulação do vírus no Estado, com o registro de 44.029 casos e 52 mortes. Entre esses casos, 2.556 ocorreram em crianças e adolescentes de dez anos a 14 anos, faixa etária contemplada pela estratégia de vacinação. Nesse grupo, não houve registro de óbitos ao longo de 2025.

Já em 2024, três crianças e adolescentes entre dez anos dez anos a 14 anos evoluíram para óbito em decorrência da dengue, reforçando a relevância da estratégia de vacinação associada às demais ações de prevenção e vigilância em saúde.

As mortes por dengue em 2025 concentraram-se principalmente na população com 60 anos ou mais – grupo para o qual ainda não há vacina disponível –, totalizando 38 óbitos, o equivalente a 73% do total registrado no ano.

Em 2026, até o momento, o Estado contabiliza 60 casos confirmados de dengue, sendo oito deles em crianças e adolescentes entre dez anos e 14 anos, sem registro de óbitos. Mesmo com o cenário atual de menor número de casos, as autoridades de saúde mantêm o alerta para a importância da prevenção.

A eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti continua sendo a principal forma de combate à dengue, à chikungunya e ao zika vírus. A vacinação integra esse conjunto de estratégias, somando-se às ações de controle do vetor, ao uso de inseticidas e à incorporação de novas tecnologias, com o objetivo de reduzir a transmissão e proteger a população, especialmente os grupos mais vulneráveis.

Futura ampliação da estratégia

Atualmente, a vacina utilizada na estratégia de imunização contra a dengue no país é a Qdenga, produzida pela farmacêutica japonesa Takeda Pharma. Para os próximos meses, está prevista a ampliação da oferta de vacinas, com a incorporação de um novo imunizante 100% nacional, desenvolvido pelo Instituto Butantan. Denominada Butantan-DV, a nova vacina apresenta um diferencial em relação ao esquema atual por ser de dose única, sendo a primeira com essa tecnologia no mundo, o que facilita a adesão a campanhas de imunização.

A Butantan-DV começou a ser utilizada em janeiro deste ano em municípios-piloto de três Estados – Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG) –, com a vacinação de pessoas entre 15 e 59 anos. A iniciativa tem como objetivo avaliar o impacto da vacinação na dinâmica de transmissão da dengue e reunir evidências científicas que subsidiem a futura implementação da estratégia em todo o país.

A vacinação do público geral deverá ser implementada de forma gradual, conforme a disponibilidade de doses produzidas. A expansão está prevista para iniciar pela população de 59 anos, avançando progressivamente até alcançar o público a partir de 15 anos.

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Saúde

Simers aciona Ministério Público por falta de pediatra no HU de Canoas e hospital nega desassistência

Redação

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Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) acionou o Ministério Público neste domingo, 1º de fevereiro, por causa da ausência de médico pediatra no alojamento conjunto do Hospital Universitário de Canoas.

Segundo o Simers, a situação coloca recém-nascidos em risco imediato, já que, conforme o sindicato, o setor estaria há dois dias sem profissional responsável.

A entidade afirma que bebês nascidos nas últimas 48 horas não teriam passado por avaliação médica adequada após o parto e o período de recuperação. Para o Simers, o problema reflete um cenário de fragilização do atendimento no hospital, que já vinha sendo denunciado pelo sindicato.

No ofício enviado à Promotoria de Justiça de Canoas, o Simers pediu uma inspeção urgente na unidade para garantir a segurança dos pacientes, proteger a atuação dos médicos e assegurar atendimento digno à população. O sindicato também lembrou que residentes estão paralisados desde a última quinta-feira, 29, em protesto por melhores condições de trabalho e atendimento.

Hospital nega desassistência e diz que atendimento seguiu normal
Em resposta às acusações, a direção do Hospital Universitário de Canoas e a Associação Saúde em Movimento (AMS), gestora da unidade, divulgaram nota oficial contestando o Simers.

Segundo o hospital, não houve interrupção de atendimento no Centro Obstétrico nem nos setores de Pediatria. A gestão garante que havia número suficiente de pediatras e intensivistas pediátricos em todas as áreas.

Para sustentar essa posição, o HU apresentou dados do fim de semana. Entre sexta-feira, 30 de janeiro e domingo, 1º de fevereiro, foram realizados 23 partos e 73 atendimentos no pronto atendimento obstétrico. O hospital informou ainda que 5 bebês receberam alta do alojamento conjunto entre sexta, 30, e sábado, 31, o que, segundo a gestão, comprova o funcionamento regular dos serviços.

Sobre a menor presença de residentes em alguns setores, o HU atribuiu a situação à paralisação iniciada na quinta-feira, 29, e afirmou que o movimento foi incentivado pelo sindicato. A direção disse que poderá recorrer à Justiça para garantir o atendimento mínimo previsto em lei durante a greve.

Por fim, o hospital garantiu que nenhum recém-nascido ficou sem avaliação médica e que todos receberam atendimento conforme suas necessidades.

O Ministério Público agora analisa o caso.

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