Saúde
Mutirão para completar segunda dose de AstraZeneca segue nesta terça-feira, 31

Canoas segue nesta terça-feira, 31, com o mutirão para completar o esquema vacinal dos canoenses contra a Covid-19. A segunda dose da AstraZeneca estará disponível para quem se vacinou até 14 de junho.
Atendimento
O atendimento acontece das 8h às 17h, com distribuição de senhas até às 16h45. É necessário apresentar documento de identidade com foto e CPF e a carteirinha de vacinação com o registro da primeira dose. Pessoas que tiveram a doença devem aguardar o período de 30 dias após o início dos sintomas ou, em caso de assintomáticos, do resultado positivo do exame RT-PCR ou teste antígeno para se vacinar. Já para quem recebeu a vacina da gripe, o intervalo mínimo é de 14 dias para fazer a da Covid-19.
A Secretaria Municipal de Saúde informa que não haverá aplicação de primeiras doses nos postos de saúde nesta terça-feira. Para quem tem 18 anos ou mais e ainda não se vacinou, haverá uma repescagem na quarta-feira, 1º.
Na Sala de Imunização do Hospital Universitário de Canoas (HU), segue a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades, gestantes e puérperas, das 9h às 15h. Também está disponível no local a segunda dose da Pfizer para gestantes e puérperas que fizeram a primeira dose da AstraZeneca até 5 de junho.
Locais
- UBS CAIC – Rua Vinte e Um de Março, 100, Setor 4 A, Guajuviras
- UBS Guajuviras – Av. 17 de Abril, 1991, Guajuviras
- UBS Igara – Rua Dr. Alfredo Ângelo Filho, 68, Igara
- UBS Santa Isabel – Rua Coronel Vicente, 191, Centro
- UBS São José – Rua João Pessoa s/n°, São José
- UBS São Vicente – Rua Walter de Oliveira Ilha, 90, Estância Velha
- UBS Estância Velha – Rua São Mateus s/n°, Estância Velha
- UBS Harmonia – Rua Machado de Assis, 201, Harmonia
- UBS Santo Operário – Rua da Associação, 331, Vila Cerne
- UBS São Luis – Rua Teófilo Otoni, 268, São Luis
- UBS União – Rua São Borja, 395, Mathias Velho
- UBS Cerne – Rua Eng. Kindler, 1460, Vila Cerne
- UBS Natal – Rua Nossa Senhora da Conceição, 285, Harmonia
- UBS Praça América – Av. Rio Grande do Sul, 420, Mathias Velho
- UBS Olaria – Rua Alberto Rodrigues de Oliveira Alves, 25, Olaria
- UBS Central Park – Av. das Canoas, 272, Central Park
- UBS Mato Grande – Rua República, 460, Mato Grande
- UBS Concoban – Rua Rodrigues Alves, 769, Niterói
- UBS Niterói – Rua Marechal Rondon, 132, Niterói
- UBS Fernandes – Rua Gomes Freire de Andrade, 1036, Niterói
- UBS Nova Niterói – Rua Quaraí, s/nº, Niterói
- UBS Primeiro de Maio – Rua 1º de Maio, 534, Niterói
- UBS Boa Saúde – Rua Boa Saúde, 1640, Rio Branco
- UBS Prata – Rua Buttenbender, 244, Fátima
- UBS Fátima – Rua João Nicolau, 218, Fátima
- UBS Pedro Luiz da Silveira – Rua Mauá, 1724, Rio Branco
- UBS Rio Branco – Rua Edgar Fritz Müller, 83, Rio Branco
Saúde
Simers aciona Ministério Público por falta de pediatra no HU de Canoas e hospital nega desassistência

Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) acionou o Ministério Público neste domingo, 1º de fevereiro, por causa da ausência de médico pediatra no alojamento conjunto do Hospital Universitário de Canoas.
Segundo o Simers, a situação coloca recém-nascidos em risco imediato, já que, conforme o sindicato, o setor estaria há dois dias sem profissional responsável.
A entidade afirma que bebês nascidos nas últimas 48 horas não teriam passado por avaliação médica adequada após o parto e o período de recuperação. Para o Simers, o problema reflete um cenário de fragilização do atendimento no hospital, que já vinha sendo denunciado pelo sindicato.
No ofício enviado à Promotoria de Justiça de Canoas, o Simers pediu uma inspeção urgente na unidade para garantir a segurança dos pacientes, proteger a atuação dos médicos e assegurar atendimento digno à população. O sindicato também lembrou que residentes estão paralisados desde a última quinta-feira, 29, em protesto por melhores condições de trabalho e atendimento.
Hospital nega desassistência e diz que atendimento seguiu normal
Em resposta às acusações, a direção do Hospital Universitário de Canoas e a Associação Saúde em Movimento (AMS), gestora da unidade, divulgaram nota oficial contestando o Simers.
Segundo o hospital, não houve interrupção de atendimento no Centro Obstétrico nem nos setores de Pediatria. A gestão garante que havia número suficiente de pediatras e intensivistas pediátricos em todas as áreas.
Para sustentar essa posição, o HU apresentou dados do fim de semana. Entre sexta-feira, 30 de janeiro e domingo, 1º de fevereiro, foram realizados 23 partos e 73 atendimentos no pronto atendimento obstétrico. O hospital informou ainda que 5 bebês receberam alta do alojamento conjunto entre sexta, 30, e sábado, 31, o que, segundo a gestão, comprova o funcionamento regular dos serviços.
Sobre a menor presença de residentes em alguns setores, o HU atribuiu a situação à paralisação iniciada na quinta-feira, 29, e afirmou que o movimento foi incentivado pelo sindicato. A direção disse que poderá recorrer à Justiça para garantir o atendimento mínimo previsto em lei durante a greve.
Por fim, o hospital garantiu que nenhum recém-nascido ficou sem avaliação médica e que todos receberam atendimento conforme suas necessidades.
O Ministério Público agora analisa o caso.
Saúde
Simers solicita descredenciamento da residência em cirurgia geral do HU de Canoas e anuncia paralisação

O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) enviou, na terça-feira, 27, um ofício à Comissão Estadual de Residência Médica (CEREM-RS), com cópia à Comissão Nacional, solicitando o descredenciamento do programa de residência em cirurgia geral do Hospital Universitário (HU) de Canoas. Segundo o documento, existem deficiências na formação dos residentes e falta de condições adequadas para o desenvolvimento das atividades previstas no programa.
O pedido foi protocolado às vésperas de uma paralisação de residentes de diversas especialidades, aprovada em assembleia geral extraordinária. De acordo com o Simers, os residentes relataram situações que comprometem a qualidade da formação médica e a segurança no atendimento à população. O sindicato destaca que a solicitação de encerramento de um programa de residência é uma medida excepcional, adotada em razão da gravidade do cenário identificado.
Cremers realiza visita ao hospital
Em resposta à situação, a CEREM-RS e a Comissão Nacional de Residência Médica agendaram uma visita técnica ao hospital para avaliar as condições dos programas de residência. Paralelamente, o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) realizou, na quarta-feira, 28, uma vistoria no HU, como parte do acompanhamento da saúde no município de Canoas, que enfrenta dificuldades há vários meses. O conselho informou que a inspeção visa verificar presencialmente as condições de trabalho médico e de atendimento aos pacientes.
Simers cobra direção do HU por atraso nos pagamentos
Na quinta-feira, 29, representantes do Simers se reuniram com a direção do HU e a Associação Educacional Luterana do Brasil (Aelbra), mantenedora da Ulbra, para tratar da paralisação e das condições dos programas de residência. O presidente do Simers, Marcelo Matias, cobrou da Associação Saúde em Movimento (ASM), gestora do hospital, o pagamento de médicos e melhores condições de trabalho.
Segundo Matias, a atraso no pagamento de honorários resultou na saída de profissionais, prejudicando a composição das escalas e inviabilizando a manutenção de preceptores e anestesistas, o que afeta diretamente a residência em cirurgia geral. Ele também destacou outras irregularidades, como médicos sem registro de especialidade e profissionais que precisam se dividir entre setores, como a UTI Neonatal e a sala de parto, comprometendo a segurança do atendimento.
Contraponto
O Timoneiro procurou a Prefeitura de Canoas para se manifestar sobre o tema, que disse que a Associação Saúde em Movimento que reponde pelo HU. Também procurado, até o fechamento desta edição a entidade gestora do HU não havia se manifestado sobre o assunto.
Saúde
Anvisa proíbe venda de tirzepatida irregular e suspende comercialização de retatrutida no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu a comercialização de injeções de tirzepatida das marcas Synedica e TG, que vinham sendo vendidas no Brasil sem registro e ficaram conhecidas como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.
A autarquia também suspendeu todas as vendas de retatrutida no país. A substância ainda está em fase de testes clínicos, não teve aprovação para uso em nenhum país e não possui registro junto à Anvisa.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 21. Conforme a resolução, ficam proibidas a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso dos produtos em todo o território nacional. Segundo a agência, a qualidade, a eficácia e a segurança dessas substâncias não foram avaliadas, o que pode representar riscos à saúde.
De acordo com a divulgação, foi constatada a divulgação e oferta dos produtos sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa, fabricados por empresa desconhecida e promovidos por perfis em redes sociais como @tirzepatida.oficial, @albertotirzepatida e @retatrutida1.
A norma estabelece ainda que as ações de fiscalização se aplicam a pessoas físicas, jurídicas e também a veículos de comunicação que comercializem ou divulguem os produtos proibidos.
Atualmente, a única formulação de tirzepatida autorizada pela Anvisa é o medicamento Mounjaro, da farmacêutica Eli Lilly, indicado para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade. A retatrutida não foi submetida para análise regulatória no Brasil.
Em novembro do ano passado, a Anvisa já havia reforçado que medicamentos sem registro não podem ser vendidos ou utilizados no país, com a publicação de proibições específicas para outros produtos irregulares, como T.G. 5, Lipoless, Lipoless Éticos, Tirzazep Royal Pharmaceuticals e T.G. Indufar.
Na ocasião, a agência informou que as medidas foram adotadas diante do aumento de evidências de propaganda e comercialização irregulares, inclusive pela internet, prática proibida pela legislação brasileira.
A Anvisa também alertou que esses produtos não podem ser trazidos do exterior. Medicamentos sem registro só podem ser importados de forma excepcional, para uso pessoal, mediante prescrição médica e cumprimento de critérios específicos. No caso de produtos com proibição expressa, essa possibilidade também fica suspensa.
Segundo a agência, o uso de medicamentos não aprovados dificulta a rastreabilidade em situações de eventos adversos e impede a adoção de medidas regulatórias necessárias para a proteção da saúde da população.

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