Saúde
Hospital Universitário realiza cirurgia cardíaca inédita no município

O Hospital Universitário de Canoas (HU) realizou, nesta terça-feira, 15, a primeira cirurgia Transcateter de Válvula Aórtica (TAVI) feita no município. Com este procedimento, a equipe de cirurgiões, composta pelos médicos Gabriel Zago, Alcides José Zago e Eduardo Keller Saadi, abre caminho para que a cirurgia, menos invasiva e com rápida recuperação do paciente, possa ser realizada de maneira permanente na cidade.
O TAVI é um procedimento que pode ser feito sem anestesia geral, apenas com sedação, além de ser mais rápido, ter menor risco de infecção e redução no tempo de internação hospitalar. Para a introdução do cateter, utiliza-se uma artéria, geralmente a femoral, para chegar ao coração e fazer a substituição da válvula.
Zago destaca que a cirurgia convencional para troca de válvula aórtica é realizada abrindo o tórax e colocando uma válvula biológica ou mecânica em substituição a que está com problemas. O procedimento, além de ser muito invasivo, aumenta o risco de infecções, é mais demorado, precisa de anestesia geral e intubação do paciente, além de resultar em, no mínimo, sete dias de internação.
Observa que, inicialmente, o TAVI foi desenvolvido para ser utilizado em pacientes que eram inoperáveis, que não tinham condições clínicas de passar por uma cirurgia de porte convencional. “Ao longo dos últimos anos, as tecnologias estão evoluindo e com elas os procedimentos cardíacos que, cada vez mais, utilizam a cirurgia por cateter para substituição da válvula.” Um método menos invasivo e mais seguro.
Com informações da Assessoria de Imprensa do HU.
Saúde
Paciente com suspeita de ebola tem resultado negativo para a doença no RS

O exame realizado para investigar a suspeita de ebola em um paciente transferido de Novo Hamburgo para Porto Alegre apresentou resultado negativo. A confirmação foi recebida pelo Grupo Hospitalar Conceição na noite de sábado, 13, após análise conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
O paciente, um homem de 64 anos que esteve recentemente em Uganda, país da África Oriental que enfrenta um surto da doença, inicialmente foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Canudos, em Novo Hamburgo. Em razão do histórico de viagem e dos sintomas apresentados, ele permaneceu em isolamento enquanto eram realizados os procedimentos de investigação.
Além da suspeita de ebola, o homem teve diagnóstico confirmado para malária causada pelo parasita Plasmodium falciparum. Segundo as equipes médicas, ele apresentava quadro clínico estável. Na sexta-feira, 12, foi encaminhado para Porto Alegre, onde segue internado.
Em nota divulgada neste domingo, 14, o Grupo Hospitalar Conceição informou que, com a exclusão da hipótese de ebola, o paciente poderá receber todos os recursos diagnósticos e terapêuticos disponíveis na instituição para o tratamento adequado da malária. Ele permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A investigação mobilizou profissionais do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) e do Ministério da Saúde. As amostras coletadas foram levadas ao Rio de Janeiro em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), com destino ao laboratório responsável pela análise.
A Secretaria Estadual da Saúde destacou que a rápida adoção dos protocolos previstos para casos suspeitos demonstra a capacidade de resposta do sistema de saúde diante de situações que exigem atenção especial. O acompanhamento do paciente continua sendo realizado pelas equipes de assistência e vigilância em saúde.
Saúde
RS investiga caso suspeito de Ebola em paciente atendido em Novo Hamburgo

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul acompanha a investigação de um caso suspeito de doença pelo vírus Ebola em um homem de 64 anos, que esteve recentemente em Uganda, país localizado na África Oriental.
O paciente procurou atendimento em uma unidade de saúde de Novo Hamburgo. De acordo com a pasta, diante do histórico de viagem e dos sintomas apresentados, foram adotadas imediatamente as medidas previstas nos protocolos nacionais de vigilância e resposta para casos suspeitos da doença.
Durante a investigação, foi realizado um teste rápido para malária, que teve resultado positivo para Plasmodium falciparum. O tratamento específico foi iniciado logo após a confirmação do diagnóstico. Apesar disso, o caso segue em investigação para Ebola, conforme os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.
O descarte definitivo da suspeita dependerá do resultado dos exames laboratoriais realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), laboratório nacional de referência para esse tipo de análise.
Seguindo os protocolos clínicos, o paciente será transferido para o Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, unidade de referência estadual para acompanhamento especializado e coleta de amostras para exames complementares. Caso a infecção pelo vírus Ebola seja confirmada, ele será encaminhado para um hospital de referência nacional.
A Secretaria Estadual da Saúde informou que o caso foi comunicado ao Ministério da Saúde e que as ações estão sendo conduzidas em conjunto com as autoridades municipais e federais, conforme os protocolos de vigilância, assistência e biossegurança.
Também foi iniciado o rastreamento das pessoas que tiveram contato com o paciente. Os contactantes serão monitorados por um período de 30 dias para a identificação precoce de possíveis sintomas. As equipes dos serviços de saúde envolvidos receberam orientações sobre as medidas de prevenção e controle de infecções previstas nos protocolos vigentes.
Saúde
Anvisa suspende venda de milho para pipoca da marca Provatti por irregularidade na rotulagem

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado e suspendeu a comercialização de todos os lotes do milho para pipoca da marca Provatti. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 12.
Conforme a agência, foram encontradas divergências nas informações presentes na embalagem do produto. Enquanto o rótulo informava que o alimento “não contém glúten”, também havia alertas sobre a presença de trigo ou sobre o risco de contaminação cruzada pelo ingrediente.
De acordo com a Anvisa, as normas sanitárias não permitem que produtos com esse tipo de advertência utilizem a indicação de ausência de glúten.
Com a decisão, ficam suspensos a venda, a distribuição, a divulgação e o uso dos lotes do produto até que as inadequações na rotulagem sejam regularizadas pela fabricante.

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