Saúde
Hospital Universitário realiza cirurgia cardíaca inédita no município

O Hospital Universitário de Canoas (HU) realizou, nesta terça-feira, 15, a primeira cirurgia Transcateter de Válvula Aórtica (TAVI) feita no município. Com este procedimento, a equipe de cirurgiões, composta pelos médicos Gabriel Zago, Alcides José Zago e Eduardo Keller Saadi, abre caminho para que a cirurgia, menos invasiva e com rápida recuperação do paciente, possa ser realizada de maneira permanente na cidade.
O TAVI é um procedimento que pode ser feito sem anestesia geral, apenas com sedação, além de ser mais rápido, ter menor risco de infecção e redução no tempo de internação hospitalar. Para a introdução do cateter, utiliza-se uma artéria, geralmente a femoral, para chegar ao coração e fazer a substituição da válvula.
Zago destaca que a cirurgia convencional para troca de válvula aórtica é realizada abrindo o tórax e colocando uma válvula biológica ou mecânica em substituição a que está com problemas. O procedimento, além de ser muito invasivo, aumenta o risco de infecções, é mais demorado, precisa de anestesia geral e intubação do paciente, além de resultar em, no mínimo, sete dias de internação.
Observa que, inicialmente, o TAVI foi desenvolvido para ser utilizado em pacientes que eram inoperáveis, que não tinham condições clínicas de passar por uma cirurgia de porte convencional. “Ao longo dos últimos anos, as tecnologias estão evoluindo e com elas os procedimentos cardíacos que, cada vez mais, utilizam a cirurgia por cateter para substituição da válvula.” Um método menos invasivo e mais seguro.
Com informações da Assessoria de Imprensa do HU.
Saúde
HU de Canoas passa a integrar programa federal que amplia cirurgias especializadas pelo SUS
Saúde
Ato marcará início de 1,6 mil cirurgias do programa Mais Especialistas no HU

A Prefeitura de Canoas, a Associação Saúde em Movimento (ASM) e o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) realizam nesta sexta-feira, 6, o ato de início das cirurgias do programa Mais Especialistas no Hospital Universitário.
O programa prevê a realização de mais de 1,6 mil cirurgias em diferentes especialidades, com o objetivo de reduzir as filas de procedimentos no município e no Rio Grande do Sul.
A solenidade está marcada para as 11h, no Hospital Universitário, localizado na Avenida Farroupilha, 8001, no bairro São José. Devem participar do evento o prefeito de Canoas, Airton Souza, o CEO da ASM, Cláudio Vitti, e o presidente do GHC, Gilberto Barrichello, além de outras autoridades.
Saúde
Ministério da Saúde passa a adotar o CPF como identificador único do Cartão SUS

O Ministério da Saúde começou a emitir o Cartão Nacional de Saúde, o Cartão SUS, tendo o CPF como identificador único no Sistema Único de Saúde. A mudança passa a valer gradualmente e faz parte do processo de unificação dos cadastros na rede pública.
Segundo o Ministério da Saúde, a alteração tem como objetivo padronizar os registros e concentrar as informações de cada usuário em um único número.
O que muda para o cidadão
O novo Cartão SUS passa a ser emitido com nome e CPF pelo CadSUS Web e está disponível no aplicativo Meu SUS Digital desde outubro de 2025.
Com a adoção do CPF, todos os atendimentos e registros de saúde ficam vinculados a um único identificador, evitando a existência de cadastros duplicados.
Pessoas sem CPF continuam sendo atendidas no SUS. Para populações indígenas, ribeirinhas, nômades, estrangeiros em trânsito e pessoas em situação de rua, será permitido manter cadastros sem CPF, desde que haja justificativa registrada no sistema.
Em casos de emergência, pacientes sem documento também serão atendidos. O registro inicial será feito no CadSUS Web e, se o CPF não for informado posteriormente, o cadastro poderá ser inativado.
O que muda para os profissionais de saúde
A orientação do Ministério da Saúde é que o CPF seja utilizado como número principal de identificação do paciente no SUS.
O antigo número do cartão de saúde passa a ser chamado de Cadastro Nacional de Saúde, o CNS, e continuará existindo como identificador secundário.
Com a unificação, os profissionais terão acesso ao histórico de saúde do paciente em qualquer unidade do país.
Mesmo sem CPF, o atendimento deve ser realizado e registrado no CadSUS Web.
O que muda para os gestores
Desde julho de 2025, o Ministério da Saúde afirma ter inativado 54 milhões de registros considerados inconsistentes ou duplicados. A meta é chegar a 229 milhões de cadastros ativos vinculados ao CPF até abril de 2026, número que corresponde aos CPFs válidos na Receita Federal.
O Ministério da Saúde identificou 41 sistemas nacionais que precisam ser ajustados para adotar o CPF como identificador único. A previsão de conclusão desses ajustes é dezembro de 2026.
Os sistemas geridos por estados e municípios deverão ser adaptados pelos próprios gestores, em articulação com o SUS, o Conass e o Conasems.
A partir de outubro de 2025, o Ministério da Saúde passou a oferecer capacitações técnicas para gestores e profissionais, com workshops, manuais, vídeo-aulas e transmissões online sobre o processo de unificação.
Integração com outras bases
Com o CPF como identificador único, o CadSUS passará a operar de forma integrada com bases do governo federal, como IBGE e CadÚnico, seguindo diretrizes da Estratégia Nacional do Governo Digital.

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