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23/03/2026
 

Saúde

Região de Canoas implanta novos leitos de UTI e pedirá reconsideração de bandeira

Redação

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A Região de Canoas, composta por 18 municípios, foi classificada com a bandeira vermelha pelo modelo de distanciamento controlado do governo do Estado. O anúncio ocorreu no final da tarde deste sábado, 20. A mudança na bandeira ocorre em função da velocidade do avanço de novos casos e da ocupação de leitos de UTI. Neste domingo ,21, o prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato, reuniu-se com os prefeitos e secretários de saúde das outras cidades para discutir ações em conjunto para frear os crescimento da doença, propor novas medidas de distanciamento social e encaminhar ao governo estadual pedido de reconsideração.

Os municípios irão pleitear a manutenção da bandeira laranja apresentando dados técnicos e algumas novidades que ainda não foram contempladas pelo modelo estadual. Dezesseis novos leitos de UTI serão abertos na Região no início da semana. Serão dez em Canoas e seis em Esteio. Além disso, o Hospital Universitário de Canoas inaugurou 200 novos leitos, na última semana. Além de encaminhar o pedido de reconsideração, o prefeito Busato também solicitou audiência com o governador para tratar sobre o tema. “Respeitamos o modelo estadual e tomamos nossas decisões sempre em dados técnicos e visando a preservação da vida. Não estamos questionando a análise, mas apresentando novos elementos para que sejam levados em consideração”, explicou.
Se confirmada a bandeira vermelha, as medidas restritivas passam a valer a partir de terça-feira (23), quando serão feitas alterações necessárias nos decretos municipais.

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Saúde

Hospital Universitário realiza primeiro mutirão do programa Agora Tem Especialistas neste sábado

Redação

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Hospital Universitário realiza primeiro mutirão do programa Agora Tem Especialistas neste sábado

O Hospital Universitário de Canoas promove, neste sábado. 21, o primeiro mutirão de atendimentos do programa Agora Tem Especialistas, iniciativa do Governo Federal que busca ampliar o acesso da população a consultas, exames e cirurgias especializadas.

A ação ocorre das 8h às 12h na instituição e deve atender 75 pacientes que aguardam por procedimentos nas áreas de cirurgia geral, obstetrícia e ginecologia. de acordo com a gestão municipal, os pacientes serão previamente contatados pela equipe do hospital. Durante o mutirão, os usuários já passarão por consulta médica e realizarão os exames pré-operatórios necessários. Na sequência, ao longo da semana, serão chamados para avaliação clínica final e encaminhamento para o agendamento das cirurgias.

A iniciativa tem como objetivo agilizar o fluxo de atendimento e reduzir o tempo de espera na fila por procedimentos cirúrgicos, garantindo mais resolutividade e cuidado aos pacientes.

O prefeito Airton Souza ressalta que a administração municipal vem trabalhando para garantir o bom funcionamento da rede de saúde de Canoas e o atendimento de toda a demanda.

“O mutirão vai atender pacientes que a gente sabe que estão esperando por procedimentos importantes. É uma ação que vai ajudar muito a reduzir as filas de espera em Canoas e reduzir o tempo de espera em várias especialidades.”

Já o CEO da Associação Saúde em Movimento, Claudio Vitt, destaca a importância da iniciativa para a qualificação do atendimento.

“A nossa prioridade é facilitar a vida do paciente e fazer com que eles se sintam acolhidos dentro do HU. Foi tudo organizado para que aconteça de forma simultânea, mas não é só agora. Teremos uma continuidade destes atendimentos e mais mutirões já estão sendo organizados”, afirma.

O Hospital Universitário de Canoas é o primeiro do Rio Grande do Sul a receber e implementar o programa, consolidando-se como referência na ampliação do acesso a serviços especializados e na redução de filas de espera.

 

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Saúde

Anvisa proíbe nesta quinta-feira, 19, lotes de fórmula infantil Aptamil após detecção de toxina

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira, 19, a proibição da comercialização, distribuição e uso de lotes da fórmula infantil Aptamil Premium 1 (800g), fabricada pela Danone. A medida foi adotada após a própria empresa comunicar o recolhimento voluntário do produto.

De acordo com a Resolução (RE) nº 1.056/2026, publicada no Diário Oficial da União, análises realizadas pelo fabricante identificaram a presença da toxina cereulida em unidades do produto, indicado para recém-nascidos de até seis meses.

Os lotes afetados e que devem ser retirados do mercado são: 2026.09.07 (fabricado em 08/03/2025), 2026.10.03 (fabricado em 03/04/2025) e 2026.09.09 (fabricado em 10/03/2025).

A cereulida é uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. A ingestão de alimentos contaminados pode provocar sintomas como vômito persistente, diarreia e letargia, caracterizada por sonolência excessiva, lentidão de movimentos e dificuldade de reação.

A Anvisa orienta que consumidores que possuam a fórmula Aptamil Premium 1 (800g) verifiquem o número do lote na embalagem. Caso o produto pertença aos lotes indicados, ele não deve ser consumido. Os demais lotes não foram afetados.

Para informações sobre troca ou devolução, a recomendação é entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Danone, disponível na embalagem.

Em casos de ingestão do produto e surgimento de sintomas, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente, informando o alimento consumido e, se possível, apresentando a embalagem do produto.

Acesse a RE 1.056/2026 no Diário Oficial da União (DOU).

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Saúde

Hospital Moinhos de Vento lança projeto Recomeçar para apoio psicológico a vítimas das enchentes no RS

Redação

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Quase dois anos após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em maio de 2024, o Hospital Moinhos de Vento lançou o projeto Recomeçar, iniciativa voltada ao atendimento psicológico de pessoas afetadas pelas tragédias climáticas. A proposta utiliza o protocolo Enfrentando Problemas+, da Organização Pan-Americana da Saúde, com foco na redução de transtornos como ansiedade, depressão e estresse pós-traumático. A previsão é que o programa siga até dezembro de 2026, com meta de triar e avaliar até 10 mil pessoas no Estado.

A iniciativa surge diante dos impactos duradouros causados por desastres naturais. De acordo com o psiquiatra Christian Kieling, do hospital, as populações atingidas apresentam maior risco de desenvolver problemas de saúde mental, especialmente após perdas materiais e deslocamentos forçados.

Além dos transtornos mais conhecidos, o projeto também investiga um fenômeno recente, chamado ansiedade climática.

“Temos um instrumento focado em um conceito novo chamado ansiedade climática. É algo que há poucos anos tem se estudado de maneira mais sistemática. Não é a ansiedade generalizada, que em psiquiatria e psicologia estudamos há mais tempo, mas sim uma ansiedade direcionada a preocupações em relação às mudanças climáticas”, explica Kieling.

Para ampliar o alcance, o Recomeçar foi estruturado em três etapas: pré-triagem, avaliação de sintomas e encaminhamento para suporte psicológico. A fase inicial utiliza questionários padronizados, que podem ser respondidos de forma online, por telefone ou presencialmente, facilitando o acesso de diferentes públicos.

Participantes com maior nível de sofrimento emocional serão convidados para uma intervenção psicológica baseada no protocolo da Organização Mundial da Saúde.

“O protocolo consiste em uma intervenção psicológica de baixa intensidade que oferece ferramentas práticas que empoderam o indivíduo para lidar com o estresse e o sofrimento emocional de maneira mais saudável”, destaca o psiquiatra.

O acompanhamento prevê cinco encontros por teleatendimento, realizados por vídeo e supervisionados por psicólogos. Segundo Kieling, o modelo permite atingir um número maior de pessoas com bons resultados.

“A evidência na literatura mostra que a gente já consegue atender boa parte da população, mesmo com uma intervenção breve, a gente já pode melhorar bastante a qualidade de vida e a saúde mental de muita gente”, afirma.

Casos mais graves ou que demandem acompanhamento contínuo serão encaminhados para atendimento na rede do Sistema Único de Saúde (SUS).

O programa é destinado a pessoas a partir dos 16 anos. Kieling explica que a definição segue critérios do protocolo internacional.

“A gente resolveu flexibilizar a partir dos 16, porque a gente entende que dá para um adolescente mais velho fazer parte, mas a própria OMS não validou tão bem ainda os protocolos para crianças”, justifica.

Além do atendimento, o projeto também pretende gerar dados para estudos científicos e contribuir na formulação de políticas públicas voltadas ao enfrentamento de desastres climáticos no país.

Para participar, os interessados devem preencher um formulário de triagem. Após essa etapa, a equipe do projeto entra em contato para dar continuidade ao atendimento.

Link do Formulário: Clique aqui

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