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26/08/2026
 

Geral

Profissionais e estudantes da Unilasalle produzem máscaras em impressoras 3D

Redação

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Divulgação La Salle

Nesta terça-feira, 31, serão entregues materiais de higiene, limpeza e máscaras de proteção individual aos profissionais da saúde de hospitais de Canoas e Porto Alegre.

As máscaras estão sendo produzidas há uma semana, a partir de uma impressora 3D do FabLab da Universidade La Salle. O material utilizado na fabricação é um bioplástico feito através da dextrose (glicose) que é extraída de fontes renováveis. O modelo das máscaras, que lembra uma viseira foi validada em hospitais na Europa.

De acordo com o responsável pelo projeto, o Coordenador do Curso de Tecnologia em Design de Produto, Prof. Me. Fabrício Kipper a peça é feita camada por camada e leva quatro horas para ficar pronta. “O arquivo 3D é processado no computador, que gera o código para que a Impressora 3D consiga fazer a impressão. Para aumentar nossa produção, contamos com o apoio do egresso de Design de Produto Eron Silveira, ele é proprietário da Imaginar Impressões, empresa especializada em impressão 3D”, explica o professor.

O empresário e egresso Eron Silveira afirmou ser motivo de muito orgulho poder aplicar o que aprendeu durante a graduação. “Me sinto satisfeito em estar contribuindo com o meu conhecimento nesse projeto das máscaras. Assim, ajudamos o próximo e abraçamos uma causa, que é combater a COVID-19”, ressaltou o designer.

Os insumos de higiene foram adquiridos através de uma parceria da Unilasalle com seus fornecedores e serão recebidos inicialmente pela Secretaria Municipal de Saúde de Canoas, pelo Hospital Nossa Senhora das Graças e posteriormente pela Rede de Saúde Divina Providência e Santa Casa, ambas de Porto Alegre. Além das máscaras de proteção estão entre os itens, luvas, água sanitária e sabonete líquido.

Divulgação La Salle

Outros serviços disponibilizados nos próximos dias

Ainda nesta semana, a Universidade La Salle colocará à disposição comunidade um serviço de acolhimento e atendimento psicológico, com foco no apoio de profissionais da saúde da cidade de Canoas. O serviço será capitaneado pela La Salle Saúde, clínica da instituição que oferece uma gama de atendimentos especializados. Neste período de pandemia os atendimentos estarão ocorrendo por meio dos profissionais da La Salle Saúde de forma voluntária. No decorrer da semana serão divulgadas mais informações de como a comunidade poderá acessar o serviço.

Também, a Universidade deve colocar à disposição dos órgãos de saúde o Laboratório de Bioquímica do Centro de Pesquisa Translacional – do Mestrado Profissional em Saúde e Desenvolvimento Humano – da Universidade La Salle, juntamente com o trabalho de seus pesquisadores e técnicos. A infraestrutura disponibilizada servirá para a quantificação de Imunoglobulinas IgM e IgG em soro de pacientes que estiverem internados ou com sintomas, possibilitando a identificação de casos da COVID-19 e consequentemente sua atenção e cuidados.

De acordo com a Reitoria da Unilasalle, estas e outras ações também respondem a uma demanda proposta pelo Secretário Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Luis Lamb. A Secretaria está buscando apoio nas iniciativas das instituições comunitárias de ensino superior (ICES), integrantes do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), com o entendimento de que estas possuem conhecimento, recursos humanos e estrutura que podem contribuir no combate da COVID-19 em nosso Estado.

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Exame toxicológico entra na lista de exigências para primeira habilitação nas categorias A e B no RS

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A partir de 1º de setembro, candidatos à primeira habilitação no Rio Grande do Sul deverão realizar exame toxicológico para obter a Permissão para Dirigir (PPD). A exigência vale para quem iniciar formalmente o processo de habilitação no Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (DetranRS), por meio de um Centro de Formação de Condutores (CFC), a partir dessa data.

A medida, prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), passa a alcançar também os candidatos às categorias A e B, destinadas à condução de motocicletas e automóveis. O exame já é exigido de condutores profissionais das categorias C, D e E em exames periódicos.

A nova regra tem como base a Lei 15.153, de 2025, que acrescentou os parágrafos 10 e 11 ao artigo 148-A do CTB. A legislação determina a apresentação de resultado negativo em exame toxicológico como condição para a obtenção da primeira habilitação nas categorias A e B.

O teste deverá ser realizado em laboratório credenciado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e poderá ser feito em qualquer etapa do processo de habilitação. A relação dos laboratórios autorizados está disponível no site da Senatran.

A Permissão para Dirigir somente será emitida após o laboratório registrar no sistema o resultado negativo do exame toxicológico do candidato.

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Pedágios sobem novamente no RS; veja os novos valores

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Entrou em vigor nesta segunda-feira, 24, o reajuste de 4,64% nas tarifas de sete praças de pedágio de rodovias federais do Rio Grande do Sul. Os pontos estão localizados na freeway e nas BR-386 e BR-101, em trechos administrados pela Motiva ViaSul.

Com a atualização aprovada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a tarifa para carros passou de R$ 6,60 para R$ 6,90. Para caminhões de dois eixos, o valor subiu de R$ 13,20 para R$ 13,80. Já as motocicletas passaram de R$ 3,30 para R$ 3,45.

Este é o segundo reajuste aplicado às tarifas em um intervalo de dois meses. A atualização ocorre após um período de dois anos sem alteração nos valores.

O primeiro aumento entrou em vigor em junho e considerou o período de 12 meses iniciado em agosto de 2024. O novo reajuste, aprovado na sexta-feira, 21, corresponde à atualização referente ao último ano.

Dos R$ 0,30 acrescentados à tarifa para carros, R$ 0,11 correspondem à inflação e R$ 0,19 são relacionados ao período em que o reajuste deixou de ser aplicado.

Com as duas atualizações, a tarifa, que era de R$ 5,50 antes do reajuste de junho, chega a R$ 6,90 nesta segunda-feira. A previsão é de que os valores permaneçam sem nova alteração até agosto de 2027.

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Famílias de desaparecidos podem fazer coleta de DNA no RS entre 24 e 28 de agosto

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Entre os dias 24 e 28 de agosto, familiares de pessoas desaparecidas poderão fornecer material genético em pontos de coleta do Rio Grande do Sul durante a quarta edição da Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. A ação ocorre simultaneamente em todo o país e busca ampliar os cruzamentos entre perfis genéticos de familiares e de pessoas não identificadas.

No Estado, todos os Postos Médico-Legais (PMLs) estarão mobilizados para realizar as coletas. Em Porto Alegre, o procedimento também será feito no Centro Regional de Excelência em Perícias Criminais do Sul (Crepec), localizado na Rua Comendador Álvaro Guaspari, 40.

Na quinta-feira, 27, haverá ainda um ponto de coleta junto ao Monumento ao Expedicionário, no Parque Farroupilha, em Porto Alegre.

Quem deve participar

A mobilização é destinada principalmente a familiares de pessoas desaparecidas que ainda não forneceram material genético à perícia oficial. O material coletado será comparado com perfis genéticos de pessoas não identificadas, vivas ou mortas, que estão cadastrados nos bancos de DNA.

O cruzamento dos dados é realizado continuamente pelas equipes responsáveis pela busca e identificação de pessoas desaparecidas.

O material genético coletado será utilizado exclusivamente para a identificação de pessoas desaparecidas. Quem já realizou a coleta junto à perícia oficial anteriormente não precisa repetir o procedimento.

Familiares prioritários

A orientação é que a coleta seja feita, preferencialmente, por familiares de primeiro grau, seguindo esta ordem:

Pai e/ou mãe biológicos;
Filhos biológicos da pessoa desaparecida e o outro genitor desses filhos;
Irmãos biológicos, filhos do mesmo pai e da mesma mãe.

Em situações nas quais não seja possível seguir essa ordem, a equipe responsável poderá avaliar a coleta de material de outros familiares.

Como é feita a coleta

O material genético pode ser obtido por meio de um pequeno cotonete passado na parte interna da bochecha ou pela coleta de uma pequena gota de sangue da ponta de um dos dedos.

Familiares que não conseguirem comparecer a um dos pontos de atendimento devem entrar em contato por telefone com o local de coleta mais próximo. A equipe poderá avaliar a situação e buscar uma alternativa para viabilizar o procedimento.

Documentos necessários

Para realizar a coleta, é necessário apresentar documento de identidade e informações do boletim de ocorrência referente ao desaparecimento.

Também é recomendado levar, se possível, objetos pessoais da pessoa desaparecida que possam conter material genético, como escova de dentes, dente de leite guardado ou cordão umbilical.

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