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09/10/2026
 

Geral

Escritora Melissa Barbosa fala sobre publicação do seu segundo livro

Redação

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A canoense Melissa Barbosa esteve, na última terça-feira, 29, revisitando a redação do Timoneiro. A autora de O Olho do Monstro e Outros Contos, pela Andross Editora (selo Simbiose), que foi lançado recentemente em outubro, já compôs o quadro de jornalistas deste jornal. Melhor do que relembrar os velhos tempos e receber um exemplar de presente, foi poder conversar sobre fantasia em plena tarde, já que é este o tema da sua segunda obra.
Melissa me explicou que o fascinante de trabalhar com a produção destas estórias é o de transitar por vários mundos, existentes ou não. “Quando se explora o desconhecido, se pode tudo, sempre podendo fazer um paralelo com a vida real”, revelou. Fiz perguntas leigas e Melissa relembrou o famoso Harry Potter para poder ilustrar melhor este universo de fantasia e ficção científica.
De volta para casa, no trem, eu li o pequeno conto do livro “O confidente oculto”: “Quando voltei para casa no fim do dia, cheguei muito braba por alguma coisa que havia acontecido no trabalho e achei muito bom ter alguém com que desabafar, mesmo que este alguém fosse um doende invisível. Depois disso, passei a falar com ele todas as noites, conforme a mulher havia orientado”. Foi boa a viagem.
Para saber mais sobre Melissa e suas obras, e também como adquirir os livros, acesse http://www.melissabarbosa.com.br/.

Sobre Melissa

Melissa Barbosa é egressa da Oficina de Criação Literária da PUCRS, ministrada pelo escritor Luiz Antonio de Assis Brasil. Já participou de mais de 20 coletâneas, entre elas King Edgar Hotel – Onde Medos e Horrores se Revelam, que entrou na lista dos melhores livros de terror de 2015 da Biblioteca do Terror. Em 2016 publicou seu primeiro livro solo, Um dia como qualquer outro (Giostri). Melissa é jornalista, professora e vive em Canoas/RS.

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Policial

Justiça concede liberdade à mãe de menino de 3 anos morto após agressão em Viamão

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Justiça concede liberdade à mãe de menino de 3 anos morto após agressão em Viamão

A Justiça do Rio Grande do Sul concedeu, na quinta-feira, 8, liberdade provisória a Mayanna Angelina Rodgers, mãe de Oliver Grayson, de três anos, que morreu após ser agredido pelo pai, em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A decisão substitui a prisão preventiva por medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.

Mayanna responde a quatro acusações de tortura por omissão, relacionadas ao menino e aos três irmãos. A denúncia contra ela por homicídio foi arquivada.

A decisão foi proferida pela 1ª Vara Criminal do Tribunal do Júri e de Execução Criminal da Comarca de Viamão. No despacho, o juiz Guilherme Pires Mitidiero considerou que o cenário processual atual é diferente daquele existente quando a prisão preventiva foi decretada.

“Embora sejam graves os fatos descritos na denúncia, verifica-se que o panorama processual atualmente existente é distinto daquele considerado por ocasião da decretação da prisão, de modo que os fundamentos para a manutenção da medida extrema se encontram significativamente enfraquecidos”, afirma o magistrado.

Entre as medidas impostas estão a obrigação de manter o endereço atualizado, comparecer aos atos processuais quando intimada e não sair da Comarca de Porto Alegre ou do Brasil sem autorização judicial.

Mayanna também deverá cumprir recolhimento domiciliar das 20h às 6h e nos dias de folga, não manter contato nem se aproximar dos filhos, salvo determinação judicial em contrário, utilizar tornozeleira eletrônica e entregar o passaporte em cartório no prazo de 24 horas após a soltura.

O pai da criança, o missionário norte-americano D’andre Grayson, de 33 anos, responde por homicídio qualificado com dolo eventual e quatro crimes de tortura. Ele permanece preso preventivamente.

Menino morreu três dias após agressão

O caso passou a ser investigado após a polícia receber informações de que Oliver havia sofrido lesões graves em 5 de julho. Conforme o inquérito, o menino teria sido agredido pelo pai porque não teria dado “bom dia” a ele.

Segundo a investigação, D’andre teria dado socos na criança e batido a cabeça dela contra o chão. O homem foi preso em flagrante no mesmo dia, e a prisão foi convertida em preventiva no dia seguinte.

Oliver morreu em 8 de julho. O exame necroscópico apontou traumatismo cranioencefálico grave como causa da morte.

A perícia também identificou cicatrizes antigas no corpo do menino. De acordo com a investigação, as marcas seriam resultado de lesões anteriores e não teriam relação direta com a agressão fatal.

Investigação apontou marcas em outras crianças

Após a prisão do pai, surgiram informações de que os outros filhos do casal também poderiam ser vítimas de maus-tratos e de que a mãe teria conhecimento das agressões.

A Polícia Civil afirma ter reunido indícios de que os episódios ocorriam de forma recorrente havia cerca de nove anos.

Segundo a investigação, exames físicos identificaram marcas no corpo de todas as crianças, com exceção do bebê de um ano. Foram encontradas cicatrizes e mordeduras de diferentes períodos, atribuídas a possíveis agressões com instrumentos distintos.

A polícia também aponta indícios de que Mayanna orientava os filhos a esconder as marcas no corpo e a não contar a outras pessoas sobre os episódios.

As crianças foram encaminhadas para avaliação psicológica. Conforme a investigação, apenas uma delas conseguiu conversar brevemente com a perita, enquanto as demais se recusaram a falar.

Ainda segundo a Polícia Civil, os filhos teriam sido orientados pelos pais a evitar conversas com outras pessoas e a esconder os sinais de violência.

O que diz a defesa de Mayanna

Em nota, a defesa afirmou que a decisão reconhece a ausência de envolvimento da mãe no homicídio do próprio filho, cuja acusação foi arquivada. Os advogados também sustentam que não há justificativa para a manutenção da prisão preventiva.

A defesa declarou ainda que Mayanna responde exclusivamente por uma suposta conduta omissiva e que ela permanece à disposição da Justiça para colaborar com a investigação e demonstrar sua inocência durante o processo.

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Policial

Auxiliar da comissão técnica do Grêmio, Alexandre Mendes é preso no aeroporto de Porto Alegre

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O auxiliar da comissão técnica do Grêmio, Alexandre Mendes, foi preso no início da tarde desta quinta-feira, 8, no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele chegava à capital gaúcha com a delegação do clube após a viagem a Belém.

A prisão está relacionada ao suposto descumprimento de uma medida protetiva, em vigor desde 5 de março de 2026. O caso teria ocorrido durante a Expointer deste ano.

Segundo informações preliminares, Mendes teria frequentado o mesmo local que a suposta vítima, sem que tenha ocorrido contato direto entre os dois.

A defesa do profissional confirmou a detenção e informou que irá se manifestar sobre o caso no momento oportuno.

Mendes tornou-se réu após uma denúncia apresentada pelo Ministério Público em um processo que apura uma suposta situação de violência psicológica. A vítima é uma mulher com quem ele manteve um relacionamento durante seis anos.

A denúncia foi recebida em 10 de julho de 2025 pelo 2º Juizado de Violência Doméstica e Familiar do Foro Central da Comarca de Porto Alegre e posteriormente aceita pela Justiça. Conforme o documento, Mendes teria constrangido, humilhado e manipulado a mulher.

Grêmio se manifesta

O Grêmio divulgou uma nota oficial na tarde desta quinta-feira, 8, sobre o caso.

O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense informa que acompanha com atenção os desdobramentos do caso que envolve o profissional Alexandre Mendes, após as informações divulgadas na tarde desta quinta-feira, 8.

O Clube monitora a apuração dos fatos, de natureza estritamente pessoal, pelas autoridades competentes e irá se manifestar assim que reunir todos os elementos relativos ao processo.

 

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Policial

Dois homens morrem e outro fica ferido após ataque a tiros no bairro Niterói, em Canoas

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Foto: Imagens cedidas/Brigada Militar

Dois homens morreram após serem baleados na noite de quarta-feira, 7, na Rua Chico Mendes, no bairro Niterói, em Canoas. As vítimas foram identificadas como Jonas Davissom Moraes Chrisothemos, de 20 anos, e Mathues Arruda Quadrado, de 22.

Um terceiro homem, de 23 anos, também foi atingido pelos disparos. Conforme a Brigada Militar, ele foi socorrido e encaminhado a um hospital. Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde.

De acordo com a Polícia Civil, as três vítimas estavam em frente a uma residência quando um veículo vermelho chegou ao local. Um grupo formado por três ou quatro homens teria descido do carro e ordenado que as vítimas colocassem as mãos sobre a cabeça.

Na sequência, os suspeitos efetuaram diversos disparos contra o grupo e fugiram do local.

A investigação está sob responsabilidade do delegado Leandro Bodoia. Segundo ele, os autores do ataque ainda não foram identificados e, até o momento, não há uma linha definida sobre a motivação do crime.

A Polícia Civil investiga o caso.

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