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20/04/2026
 

Geral

Greve Geral nesta sexta-feira, 14, paralisa serviços na cidade

Redação

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em

Uma Greve Geral convocada pelas centrais sindicais ocorre nesta sexta-feira, 14, em todo o Estado, contra a Reforma da Previdência. Em Canoas, diversas categorias confirmaram adesão e a mobilização deve parar a cidade.

Saúde

Os mais de 100 mil trabalhadores representados pelo Sindisaúde-RS (técnicos e trabalhadores de nível médio em geral, categoria majoritária), Sergs (enfermeiros), Sindifars (farmacêuticos) e Sinditest-RS (técnicos de segurança do trabalho) também declararam adesão, após decisão em assembleia.  “Na saúde, acaba com a aposentadoria especial dos trabalhadores que passam décadas expostos a todo tipo de risco e ataca covardemente as mulheres”, afirmou o presidente do Sindisaúde-RS Arlindo Ritter.

Transporte

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do RS (Sindimetrô) anunciou através das redes sociais que os trens não funcionarão durante o dia inteiro, em decorrência da greve.

A empresa Sogal, responsável por operar o sistema no município, comunicou a Secretaria Municipal de Transportes e Mobilidade (SMTM) que, em diálogo com o Sindicato dos Rodoviários de Canoas, ficou acertado que os trabalhadores não paralisarão as atividades em virtude da Greve Geral, e será cumprida normalmente a tabela horária.

Bancos

O Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) aprovou em reunião apoio à paralisação geral. Everton Gimenis, presidente do sindicato defende a participação da categoria, mas pondera que ainda não é possível apontar qual será o nível de adesão dos profissionais ao movimento.

Educação

Nossa equipe conversou com o Vinícius, vice-presidente da Associação Municipal de Estudantes de Canoas (AMEC), que confirmou a participação dos alunos canoenses: “14 de junho vai ter estudante nas ruas de novo contra os cortes na educação e contra a Reforma da Previdência. Um governo que quer a sua população ignorante e sem conhecimento não merece nosso respeito”, declarou.

O Sindicato dos Profissionais em Educação de Canoas (Sinprocan) engrossa o coro contra a Reforma e os cortes na área da Educação e também prometem parar, porém sem atos confirmados para a data.

Veja como a paralisação afetará cada escola municipal de Canoas:

EMEFs

Paralisação total

EMEF Arthur Oscar Jochims
EMEF Barão de Mauá
EMEF Carlos Drummond de Andrade
EMEF Castelo Branco
EMEF Ceará
EMEF Coronel Francisco Pinto Bandeira
EMEF David Canabarro
EMEF Doutor Nelson Paim Terra
EMEF Duque de Caxias
EMEF Engenheiro Ildo Meneghetti
EMEF Erna Würth
EMEF General Neto
EMEF General Osório
EMEF Gonçalves Dias
EMEF Governador Leonel de Moura Brizola
EMEF Guajuviras
EMEF Jacob Longoni
EMEF João Palma da Silva
EMEF João Paulo I
EMEF Max Adolfo Oderich
EMEF Ministro Rubem Carlos Ludwig
EMEF Paulo Freire
EMEF Paulo VI
EMEF Pernambuco
EMEF Prefeito Edgar Fontoura
EMEF Professor Doutor Rui Cirne Lima
EMEF Professor Thiago Würth
EMEF Professora Nancy Ferreira Pansera
EMEF Professora Odette Yolanda Oliveira Freitas
EMEF Rio de Janeiro
EMEF Rio Grande do Sul
EMEF Rondônia
EMEF Santos Dumont
EMEF Sete de Setembro
EMEF Tancredo de Almeida Neves
EMEF Theodoro Bogen
CEIA – Centro de Educação Inclusiva e Acessibilidade

Aula normal

EMEF Bilíngue para Surdos Vitória
EMEF Ícaro

Paralisação parcial

EMEF Arthur Pereira de Vargas
EMEF Assis Brasil
EMEF Farroupilha
EMEF Governador Walter Peracchi de Barcellos
EMEF Irmão Pedro
EMEF Monteiro Lobato

EMEIs

Paralisação total

EMEI Bem-me-quer
EMEI Cara Melada
EMEI Carinha de Anjo
EMEI Carrossel
EMEI Irma Chies Stefani
EMEI Jornalista Marione Leite
EMEI Laney Langaro
EMEI Ledevino Piccinini
EMEI Mãe Augusta
EMEI Meu Pedacinho de Chão
EMEI Mundo Mágico
EMEI Nilton Leal Maria
EMEI Olga Ronchetti
EMEI Pé-de-Moleque
EMEI Pequeno Polegar
EMEI Pingo de Gente
EMEI Profª Idara Rocha
EMEI Profª Carmem Ferreira
EMEI Recanto do Filhote
EMEI Tia Maria Lúcia
EMEI Vó Corina
EMEI Vó Inezinha
EMEI Vó Lola
EMEI Vó Maria Aldina
EMEI Vó Nelsa
EMEI Vó Pedra
EMEI Vó Picucha

Aula normal

EMEI Anísio Spínola Teixeira
EMEI Beija-Flor
EMEI Gente Miúda
EMEI Julieta Balestro
EMEI Pintando o Sete
EMEI Tia Lourdes
EMEI Ulisses M. Filho
EMEI Vó Babali
EMEI Vovó Doralice

Paralisação parcial

EMEI Gilda Schiavon
EMEI Profª Marilene Machado
EMEI Profª Terezinha Tergolina
EMEI Vó Sara

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Policial

Inquérito sobre desaparecimento da família Aguiar aponta três mortes e indicia suspeito mesmo sem corpos

Redação

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A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o desaparecimento da família Aguiar e encaminhou o material ao Ministério Público na sexta-feira, 17, após mais de 80 dias de investigação. Mesmo sem a localização dos corpos, os investigadores afirmam ter reunido elementos suficientes para indiciar Cristiano Domingues Francisco por feminicídio, duplo homicídio triplamente qualificado e outros crimes.

Silvana de Aguiar, de 48 anos, e os pais dela, Isail, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, estão desaparecidos desde janeiro. Silvana foi vista pela última vez no dia 24 de janeiro, enquanto os pais desapareceram no dia seguinte, 25 de janeiro. Cristiano é apontado como o principal suspeito.

Além dos homicídios, ele foi indiciado por ocultação de cadáver, abandono de incapaz, falsidade ideológica, furto qualificado, fraude processual, falso testemunho e associação criminosa. As penas máximas somadas podem chegar a 102 anos de reclusão. Caberá ao Ministério Público decidir se oferece denúncia à Justiça.

Durante coletiva de imprensa realizada na sexta-feira, 17, a polícia apresentou a cronologia dos fatos com base em provas técnicas, como imagens de câmeras de segurança e dados de conexão de celulares.

Segundo a investigação, Silvana teria sido morta entre a noite e a madrugada de 24 de janeiro, dentro da própria residência. Registros indicam a presença de um Volkswagen Fox vermelho no local entre 20h33 e 20h41, momento em que um celular vinculado a Cristiano teria se conectado ao wi-fi da casa. Às 21h28, um Ford Ka branco, pertencente à vítima, entra no local e não sai mais. Às 23h32, o Fox retorna e deixa o endereço às 23h45, quando os celulares se desconectam da rede.

A polícia concluiu que os dois estiveram no imóvel ao mesmo tempo e que o crime ocorreu no local. Na madrugada do dia 25 de janeiro, o Fox volta rapidamente à residência por volta das 3h19.

As investigações apontam ainda que Cristiano teria utilizado inteligência artificial para simular a voz de Silvana e atrair o pai dela até a casa. Isail chega ao local às 16h28 do dia 25 de janeiro e, cerca de 20 minutos depois, apenas o suspeito deixa a residência. A mesma estratégia teria sido usada para acessar a casa dos pais da vítima, onde Dalmira estava. Desde então, o casal não foi mais visto.

“Foi um crime tão bem planejado. Percebemos que essa montagem para atrair os idosos já havia sido criada dias antes. Ele preparou um telefone para utilizar no crime e também pensou no pós-crime”, afirmou o delegado Diego Traesel.

Outras cinco pessoas também foram indiciadas por crimes como fraude processual, ocultação de cadáver e associação criminosa. De acordo com a polícia, não há indícios de participação delas nos homicídios, mas sim de atuação posterior.

“Não encontramos elementos de que os demais envolvidos tenham participado antes dos crimes. A conduta deles ocorreu no sentido de tentar isentar o Cristiano da suspeita”, disse o delegado Anderson Spier.

A Polícia Civil chegou a solicitar a prisão preventiva de três desses envolvidos, além de Cristiano, mas o pedido foi negado pelo Tribunal de Justiça.

A motivação do crime, conforme a investigação, estaria relacionada à disputa pela guarda do filho do suspeito com Silvana, além de questões financeiras envolvendo o patrimônio da família.

O inquérito reúne cerca de 20 mil páginas, com depoimentos, relatórios e análises que somam mais de 10 terabytes de dados. Foram apreendidos celulares, computadores e dispositivos de armazenamento, além do cumprimento de mandados de busca e apreensão e quebras de sigilo.

“Se criou a ideia de que sem os corpos não há prova, mas temos um conjunto robusto que aponta para a materialidade dos crimes, que pode ser demonstrada de forma indireta”, afirmou o delegado Anderson Spier.

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Policial

Justiça torna réu cardiologista investigado por abuso sexual contra pacientes em Taquara

Redação

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu, na quinta-feira, 17, o cardiologista Daniel Pereira Kollet, investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes em Taquara.

A decisão é do juiz Rafael Silveira Peixoto, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Taquara, e tem como base a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. Com isso, o médico passa a responder formalmente ao processo.

Segundo o MP, Kollet é acusado de estupro de vulnerável. A Promotoria sustenta que as vítimas estavam em situação de vulnerabilidade circunstancial, devido à relação de confiança estabelecida entre médico e paciente durante os atendimentos.

De acordo com a denúncia, assinada pela promotora Silvia Inês Miron Jappe, os supostos abusos ocorreram durante consultas em consultório particular, quando as pacientes precisavam permanecer parcialmente despidas para a realização de exames cardiológicos. O Ministério Público afirma que o médico teria se aproveitado da condição profissional e da fragilidade das vítimas no contexto do atendimento.

O órgão também pediu à Justiça a condenação do réu ao pagamento de indenização às pacientes.

Na esfera policial, Daniel Pereira Kollet foi indiciado por violência sexual mediante fraude. Conforme o delegado Valeriano Garcia Neto, três inquéritos já foram concluídos e encaminhados ao Judiciário.

O número de possíveis vítimas que registraram ocorrência chega a 44, conforme atualização de quinta-feira , 17. Outras 20 mulheres também procuraram a polícia e avaliam formalizar denúncia.

A defesa do médico, representada pelo advogado Ademir Campana, não se manifestou ainda.

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Policial

Corpo de corretora morta em Florianópolis é liberado após um mês e será sepultado neste sábado em Canoas

Redação

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Foto: Redes Sociais

O corpo da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas foi liberado para sepultamento mais de um mês após o crime que chocou o país. O velório está marcado para este sábado, 18, em Canoas.

A liberação ocorreu após a conclusão de exames realizados pela Polícia Científica de Santa Catarina, que confirmou por meio de DNA a identidade da vítima. O corpo havia sido encontrado em um córrego no município de Major Gercino, no dia 11 de março.

Segundo familiares, a espera foi marcada por angústia até a confirmação oficial. Nas redes sociais, parentes manifestaram alívio com a possibilidade de realizar o sepultamento e reforçaram o pedido por justiça.

De acordo com a Polícia Científica, o tempo até a liberação foi necessário para a análise genética, procedimento que busca garantir a identificação correta e preservar a dignidade da vítima e de seus familiares.

Natural de Alegrete, Luciani foi criada em Canoas. Ela deixa a mãe e irmãos. O pai morreu há cerca de 20 anos, também vítima de latrocínio.

Investigação

Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, sendo um homem de 27 anos e duas mulheres, de 47 e 30 anos. Eles moravam no mesmo conjunto residencial que a vítima, em Florianópolis. Os nomes não foram divulgados.

Conforme o delegado Anselmo Cruz, responsável pelo caso, o corpo foi inicialmente avistado por moradores no dia 9 de março e retirado dois dias depois pelas autoridades.

A principal linha de investigação aponta que o crime tenha sido motivado por interesse financeiro. A polícia identificou compras realizadas em nome da vítima após o desaparecimento, incluindo eletrônicos e artigos esportivos.

A dinâmica e a causa da morte ainda não foram totalmente esclarecidas pelas autoridades.

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