Cultura
33ª Feira do Livro de Canoas é encerrada com programação variada
A festa da magia, da cultura e das artes deu um até logo aos canoenses neste sábado (8). A 33ª Feira do Livro de Canoas teve uma programação variada no seu último dia. Teve presença do xerife, encontro com a escritora Adriana Carranca, escritora de um livro sobre a menina Malala, e finalizou com show do músico Serginho Moah.
No ato de encerramento, o prefeito Luiz Carlos Busato lembrou que a Feira superou as expectativas. Foram mais de 10.000 livros vendidos, o que representa um aumento de 15% com relação à edição passada. “Quero agradecer a todos vocês e convidar para o ano que vem fazermos um feira ainda melhor, mais bonita”, afirmou.
O secretário da Cultura e do Turismo, Mauri Grando, agradeceu o empenho de cada um que colaborou na organização ou prestigiou o evento. Também destacou aos presentes a importância de continuar o fomento da cultura. “O Ziraldo, que inclusive este ano é o homenageado da Feira e dá nome a este auditório, disse aqui nesse palco ‘ler é a coisa mais importante que tem’”, lembrou.
O patrono Demétrio Alves Leite também ressaltou o sucesso da Feira. Ele salientou ainda a aproximação com as instituições de ensino. “As escolas fizeram uma grande movimentação na Feira. Foi uma alegria recebê-las, pois elas vieram em busca de conhecimento e dos livros”, frisou.
A vice-prefeita de Canoas, Gisele Uequed, também prestigiou o último dia do evento. “Entramos na praça e sentimos a troca de informação, de cultura. Isso alimenta a nossa alma e agrega conhecimento à nossa cidade”, comentou.
Música para dar tchau
O último ato da grande peça cultural que foi a Feira do Livro coube a Serginho Moah, vocalista da banda Papas da Língua. Era para ser um show solo, mas o músico foi acompanhado por um Auditório Ziraldo lotado que cantava e acompanhava as canções com palmas.
Moah mudou parte da letra de uma de suas músicas para agradecer aos canoenses.Cantou “Vou viajar, mas levo Canoas comigo”, provocando animação na platéia.
Boas vindas do xerife
Quem chegava à 33ª Feira do Livro de Canoas era recebido com poemas de Mário Quintana, Cecília Meireles, Fernando Pessoa, entre outros. O recitador, com os textos na ponta da língua, era Odair Fonseca, o xerife do evento. Com pernas de pau, ele encantou adultos e crianças. “A poesia está um pouco dentro da gente, eu só externo isso para as pessoas”, disse. Também marcou presença na Feira a Chapeleira Maluca, personagem em alusão ao filme “Alice no país das maravilhas”.
Cultura
Semana do Cinema começa nesta quinta-feira, 5, em Canoas com ingressos a R$ 10 e R$ 12

A 1ª Semana do Cinema de 2026 começa nesta quinta-feira, 5, e segue até o dia 11 de fevereiro, oferecendo ingressos promocionais em Canoas. Até as 17h, as entradas custam R$ 10, e após esse horário passam para R$ 12.
A campanha é válida para salas tradicionais em 2D e 3D e também traz descontos nos combos de pipoca. Ficam de fora da promoção as salas VIP, IMAX, pré-estreias e sessões especiais.
Na cidade, a Semana do Cinema acontece no Cinemark do Canoas Shopping e no UCI do ParkShopping Canoas. Para garantir o valor promocional, a recomendação é comprar os ingressos com antecedência pelos sites ou aplicativos do Cinemark, UCI ou Ingresso.com.
Cultura
Nova Santa Rita assina contrato para aquisição de van cultural MovCEU

A Prefeitura de Nova Santa Rita assinou nesta semana contrato com o Governo Federal para a aquisição do MovCEU, uma van cultural itinerante que será utilizada para a realização de atividades artísticas, ações formativas e acesso à produção audiovisual e literária em diferentes regiões do município. O investimento total é de R$ 610 mil, sendo R$ 485 mil em recursos federais e R$ 125 mil de contrapartida da prefeitura.
O MovCEU faz parte de uma política pública do Ministério da Cultura voltada à ampliação do acesso à cultura por meio de um equipamento móvel. A iniciativa é direcionada, principalmente, a municípios, áreas rurais, comunidades periféricas e locais com menor oferta de espaços culturais fixos.
A van conta com estrutura para funcionamento como centro cultural itinerante. Entre os equipamentos disponíveis estão biblioteca com acervo de livros, espaço para oficinas e ações formativas, estúdio para produção e edição audiovisual, óculos de realidade virtual, projetor, telão, palco montável, computadores, câmeras, equipamentos de som e suporte técnico.

Divulgação/PMNSR
De acordo com a proposta, o MovCEU deve circular por bairros e comunidades de Nova Santa Rita, com a realização de sessões de cinema ao ar livre, oficinas, apresentações culturais, atividades educativas e ações voltadas a artistas locais.
Durante a assinatura do contrato, o prefeito Rodrigo Battistella afirmou que o objetivo é ampliar o acesso da população a atividades culturais em diferentes pontos da cidade.
A representante do Ministério da Cultura, Patrícia Afonso, destacou que o programa busca levar equipamentos culturais a locais onde não há estruturas fixas disponíveis.
Já o secretário municipal de Cultura e Turismo, Vagner Silva, afirmou que o projeto será utilizado para ampliar as ações culturais no município e incentivar a participação da comunidade.
A previsão é que a van cultural chegue a Nova Santa Rita até o mês de abril. Após a entrega, o equipamento passará a integrar a programação cultural do município, com ações organizadas pela Secretaria de Cultura e Turismo.
Cultura
Casa de Artes Villa Mimosa abre calendário de exposições de 2026 com mostra de Alice Rossoni

A Casa de Artes Villa Mimosa iniciou o calendário de exposições de 2026 com a mostra da artista Alice Rossoni. A exposição reúne obras produzidas pela artista de 17 anos e permanece aberta à visitação por 30 dias no espaço cultural.
A Villa Mimosa mantém programação ao longo de todo o ano e recebe exposições de artistas interessados em apresentar seus trabalhos ao público. O local é voltado à difusão cultural e ao incentivo às artes visuais.
Segundo Alice Rossoni, o projeto começou no fim de 2024, a partir da produção de pinturas com peixes e de pesquisas sobre o peixe beta, espécie comum em aquários.
“A ideia de fazer essa exposição surgiu no fim de 2024, quando comecei a pintar muitos peixes e a pesquisar mais sobre os peixes betas, que são peixes de aquário. A partir disso, passei a usar a arte como uma crítica social. Com o tempo, todo o contexto foi se modificando, porque eu olhava para a parede e me via ali: eles tinham minha alma, minha personalidade, meus medos e inseguranças”, afirmou a artista.
A gestora da Casa de Artes Villa Mimosa, Rosangela Cardoso, destacou o papel do espaço no cenário artístico.
“Aqui é um espaço tanto para artistas já renomados quanto para aqueles que estão começando agora. A casa é um nome extremamente importante para o currículo”, declarou.

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