Saúde
Setor de Nutrição do Hospital Universitário passa por problemas
Um problema relatado por O Timoneiro em março deste ano, envolvendo o setor de Nutrição do Hospital Universitário, novamente ganha notoriedade. O impasse judicial entre o Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (Gamp) e a empresa terceirizada que presta serviços na área de Nutrição tem causado problemas e reclamações por parte de funcionários da instituição.
Faltou comida
De acordo com o relato de funcionários do HU, na última terça-feira, 13 de junho, o almoço dos servidores havia sido apenas ovo cozido. Tânia Koefender, representante das prestadoras de serviços da área, afirma que o Gamp não repassa os valores do contrato corretamente desde dezembro de 2016. A falta de dinheiro atrasou o acerto da folha de pagamento dos funcionários do setor no último mês. “Os fornecedores não estão mais entregando, estamos com problemas sérios. Os funcionários ameaçam parar de trabalhar”, relata Koefender. A empresa também atende os pacientes do hospital, que tem sido priorizados, de acordo com Tânia.
Nova empresa
Diante da situação, que ganhava caráter emergencial, o Gamp anunciou, nesta quarta-feira, 14, que contratou uma nova prestadora de serviços de alimentação, em caráter emergencial, para “suprir a demanda que a empresa responsável até então não vinha cumprindo”.
Em nota, o grupo afirma que nesta quarta, 14, o café da manhã e o almoço já foram complementados pela nova empresa, que atuará desta forma até que as questões judiciais sejam definidas e o contrato seja rescindido, conforme petição do Gamp junto à Justiça.
Conciliação
Ainda em nota, o Gamp afirmou que uma audiência de conciliação foi marcada e que até o final do dia 14 o GAMP depositaria em juízo R$ 130 mil, valor que cobriria a folha de pagamento dos funcionários da empresa. O presidente do Conselho Executivo do Gamp, Cassio Santos, destaca que todos os funcionários da empresa serão absorvidos. “Trabalhamos para que o serviço fosse prontamente restabelecido o mais rápido possível, agora cabe à Justiça determinar a rescisão de contrato por parte da prestadora de serviço pelo não cumprimento de suas obrigações”, ressalta.
O que diz a Prefeitura
Em nota, a Prefeitura de Canoas afirma que acompanha o tema de perto. “A equipe de fiscalização da Secretaria Municipal da Saúde esteve no Hospital Universitário (HU) em diferentes ocasiões na semana passada e verificou que os estoques de alimentos encontravam-se regularizados. O Gamp e a empresa terceirizada têm agendada nesta quarta-feira uma audiência de conciliação, pois o contrato é motivo de ação judicial. Em caráter emergencial, outro prestador de serviço foi contratado para garantir o fornecimento das refeições no HU. Até o final do dia, o Gamp depositará em juízo R$ 130 mil, valor que cobrirá a folha de pagamento dos funcionários da empresa”.
Histórico
O Gamp afirma que, desde que assumiu a gestão do HU, encontrou uma série de problemas na forma como a empresa fazia o fornecimento de alimentos aos pacientes e funcionários do hospital. “Em janeiro deste ano a empresa foi notificada pelo Gamp, sendo que a gestora anterior do HU já havia feito notificações também, por falta de qualidade no serviço prestado, não cumprimento da remoção de lixo seco, orgânico e hospitalar resultante de suas atividades e descumprimento das obrigações trabalhistas, encargos sociais, previdenciários, fiscais e tributários.”
Saúde
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Saúde
Anvisa determina interdição de três repelentes após laudos apontarem irregularidades

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta segunda-feira, 3, a interdição cautelar de três repelentes de insetos após análises do Instituto Adolfo Lutz, laboratório de referência do Estado de São Paulo, apontarem resultado insatisfatório no ensaio de DEET.
O DEET é uma substância ativa utilizada em repelentes para afastar mosquitos, carrapatos e outros insetos. O componente atua bloqueando os sentidos dos insetos, dificultando que eles identifiquem o odor da pele humana.
A medida impede temporariamente a fabricação, comercialização, distribuição, uso ou funcionamento dos produtos afetados até a conclusão das investigações e a adequação às normas sanitárias.
Os produtos e lotes interditados são:
• Repelente com filtro solar FPS 30 Above Protec
Lote: 189952
• Above Protect Repelente de Insetos
Lote: 205688
• Repellere Repelente de Insetos Aerossol
Lote: 2601001449
Segundo a Anvisa, a interdição cautelar é uma ação preventiva e temporária, com prazo de até 90 dias, conforme previsto na legislação. Durante esse período, os produtos ficam impedidos de serem vendidos ou utilizados até que a situação seja avaliada.
Saúde
Canoas orienta pacientes que aguardam consulta com oftalmologista a atualizar cadastro

A Prefeitura de Canoas orienta pacientes que aguardam consulta com oftalmologista pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a entrar em contato com a Ouvidoria da Saúde para verificar a situação do encaminhamento e dar andamento ao agendamento. O aviso é direcionado a moradores que já possuem encaminhamento para a especialidade, mas ainda não foram chamados para a consulta.
Segundo a prefeitura, a medida faz parte do processo de regularização da fila de consultas em oftalmologia. A administração municipal solicita que os pacientes atualizem as informações para que seja possível dar continuidade ao agendamento das consultas.
O contato com a Ouvidoria da Saúde pode ser feito pelo WhatsApp (51) 3425-7628.
A prefeitura também orienta que a informação seja compartilhada com outras pessoas que estejam aguardando consulta com oftalmologista e ainda não tenham sido chamadas.

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