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31/08/2026
 

Geral

Sulplaster apresenta inovação na construção civil

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MONIQUE LEOTE MENDES*

A Sulplaster é uma empresa jovem em Canoas, mas já se firma no mercado pela agilidade na entrega e a utilização do sistema Drywall, uma tecnologia de construção versátil e sustentável, que não usa água na obra; possui componentes recicláveis e a matéria prima do gesso não gera descartes tóxicos.

A empresa iniciou as atividades em janeiro de 2016 e apostou no ramo de distribuição e instalação desse sistema altamente tecnológico. Segundo o técnico em edificação e sócio proprietário, Guilherme Fagundes, 30 anos, o desejo de abrir a empresa surgiu durante o curso técnico. “Eu ficava rabiscando durante as aulas os nomes que daria para empresa e imaginando como seria gerir meu negócio”, diz.

A experiência e o conhecimento que já tinha sobre o sistema traziam a confiança que o negócio precisava. Ele começou trabalhando com o pai, Vanderlei Silva, que atua na área do gesso há quase 20 anos. Mas, o início não foi fácil para o empreendedor. Ele lembra das dificuldades que enfrentou quando a Sulplaster abriu as portas. “Foi muito difícil abrir a empresa, eu tinha um frio na barriga porque tudo que tinha apostei aqui. Muitos duvidaram da gente. Iniciamos com a compra de uma carga”.

No início, a empresa não tinha funcionários, era Fagundes e a esposa Bruna que administravam tudo. O casal ainda contava com a parceria de terceirizados. “Eu batia de porta em porta e fui para a rua. Não vendia só o material, mas minha experiência. E assim começou a empresa”, diz.

Sistema Drywall

A tecnologia de Drywall é um sistema de construção a seco que se destaca principalmente como solução alternativa à alvenaria, apresentando pontos positivos como a redução de material excedente, relação custo-benefício mais vantajosa, além de possibilitar projetos personalizados, com logística mais ágil e prazos reduzidos de entrega.

Para o empreendedor, o Brasil está atrasado nesse ramo, uma vez que o Drywall já era usado na Europa desde a segunda guerra mundial, quando as pessoas precisavam construir casas de forma rápida e segura. Ele ainda salienta que o mercado brasileiro passou a perceber a importância tecnológica e segurança do Drywall há apenas 10 anos. Nos últimos anos essa forma de tecnologia da construção ganhou força, espaço, e está se consolidando no país.

“Uma obra de alvenaria que pode levar seis meses para ser construída, com o sistema Drywall o tempo de entrega se reduz para 45 dias”, diz Fagundes.
A empresa é também representante dos produtos da mundialmente conhecida Knauf, a qual possui operação internacional e tornou-se referência mundial em sistemas de construção a seco, sendo líder no mercado neste ramo de atuação.

Mercado

A empresa possui abrangência em todo o estado do Rio Grande do Sul e conta com 20 funcionários e diversas parcerias. Atende clientes com obras dos mais variados portes, diversos nichos de consumidor, além de shoppings e pavilhões.

A Sulplaster atua com toda linha do sistema Drywall, como instalação de forros, divisórias, revestimentos, isolamentos términos, acústicos, forros removíveis, modulados e ainda oferece todas as ferramentas necessárias para utilização do sistema. A empresa é loja também e vende diversas marcas em seu espaço, localizado na Rua Almirante Barroso, 236, no bairro Niterói.

Para Fagundes, a preocupação com a qualidade, atendimento e transparência com os clientes são os pontos que destacam o trabalho desenvolvido até hoje e estão consolidando a marca no mercado.

A busca por novas tecnologias que facilitam e promovem a agilidade da entrega da obra também são pontos percebidos de forma positiva pelos clientes, segundo o empresário. Uma delas é o sistema de substituição do andaime por pernas mecânicas. “É um sistema seguro e todos os nossos colaboradores passam pelos melhores treinamentos e capacitações para uso de todas as nossas ferramentas”, explica.

Atualmente, algumas das operações de negócios da empresa são viabilizadas a partir de parcerias desenvolvidas com engenheiros, arquitetos, decoradores e construtoras. O consumidor final também é foco da empresa que investe nas redes sociais para divulgação dos seus produtos e serviços. “Hoje, 80% dos nossos negócios são feitos pelo Facebook, as redes sociais nos possibilitam chegar a todo o Rio Grande do Sul”.

Futuro da empresa

Segundo o empresário, a empresa já está com planos de expansão para o interior do Estado e desenvolvimento do e-commerce, loja online para comercialização dos produtos.

“Nosso e-commerce é um projeto para mais um ano e vamos abrir para todos os nossos fornecedores a opção de colocar um catálogo de seus materiais no site”, explica. A empresa pretende colocar uma equipe especial que cuidará diretamente do e-commerce.

Fagundes salienta que o futuro é sempre uma incógnita, mas que a Sulplaster irá continuar buscando qualificação e o melhor em termos de tecnologia e agilidade para o cliente. “O cliente hoje quer a obra o mais rápido possível, ele tem pressa, quer agilidade e o melhor atendimento, e isso a gente oferece e vai continuar oferecendo”, diz.

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Policial

Tia de menina de 4 anos morta após agressão é presa por suspeita de omissão em Porto Alegre

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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira, 27, na zona Sul de Porto Alegre, Beatriz Eduarda Costa Ramiro, de 22 anos, tia de Samylle Valentina Borba Ramiro, de quatro anos. A menina morreu após ser agredida pelo tio, Nicolas Gabriel Almeida Staubuss, também de 22 anos, que está preso desde 20 de agosto.

Beatriz teve a prisão preventiva decretada e, segundo a investigação, também é responsabilizada pela morte da sobrinha por ter se omitido diante das agressões. Ela deverá responder por homicídio qualificado.

De acordo com a delegada Alice Fernandes, responsável pelo caso, a agressão ocorreu no dia 16 de agosto. Beatriz teria aguardado cerca de três horas antes de levar a menina para atendimento médico. Quando chegaram à UPA Bom Jesus, Samylle já estava morta.

Segundo a polícia, a omissão teria contribuído para o resultado morte. A investigação aponta que Beatriz, na condição de responsável pela criança, teria deixado de buscar socorro em tempo hábil.

Nicolas, companheiro de Beatriz, confessou ter agredido a menina. Em depoimento, afirmou que teria dado apenas palmadas na criança após ela fazer cocô nas calças.

Laudos preliminares do Instituto-Geral de Perícias (IGP) apontaram que Samylle morreu em decorrência de politraumatismo. Conforme a polícia, ainda não é possível determinar se todas as lesões identificadas foram provocadas por agressões ou se tiveram outras causas. A hipótese de violência sexual foi descartada.

A Polícia Civil deve concluir o inquérito nos próximos dias.

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Policial

PF investiga fraude de R$ 406 milhões em licitações de máquinas e cumpre mandado em Canoas

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 27, a Operação Terra Arrasada, que investiga um esquema de fraude em licitações para a venda de máquinas pesadas de terraplenagem. A ação cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em cinco cidades do Rio Grande do Sul e em Jacareí (SP).

Segundo a investigação, empresas do Rio Grande do Sul firmaram, entre 2017 e 2026, contratos com o poder público que somam mais de R$ 406 milhões para a venda de 724 máquinas. O esquema teria atingido centenas de municípios gaúchos, com cerca de 40% dos contratos envolvendo órgãos federais.

Os mandados foram cumpridos em oito endereços de Venâncio Aires, um em Santa Cruz do Sul, um em Lajeado, um em Canoas, um em Santa Maria e um em Jacareí (SP), totalizando 13 ordens judiciais. Uma das empresas investigadas é a GRA Máquinas, de Venâncio Aires.

Durante a operação, foram apreendidos oito veículos de luxo, além de celulares e documentos. Ninguém foi preso.

Como funcionava o esquema

Conforme a PF, um grupo empresarial utilizava empresas que, apesar de formalmente independentes, seriam controladas pelos mesmos responsáveis. A investigação aponta que as empresas simulavam concorrência em processos licitatórios, apresentavam propostas previamente combinadas e utilizavam adesões a atas de registro de preços para reduzir a competição.

A prática teria permitido manter os preços dos equipamentos artificialmente elevados. Entre as irregularidades investigadas também estão a cobrança de valores acima dos praticados no mercado, o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos e a lavagem de dinheiro.

A Justiça Federal determinou o sequestro de imóveis e veículos até o limite de aproximadamente R$ 14 milhões, valor relacionado ao prejuízo apurado em desfavor da União.

Também foi determinada a suspensão do direito de três empresas investigadas de participar de novas licitações e de firmar contratos com o poder público.

Os investigados poderão responder pelos crimes de frustração do caráter competitivo de licitação, corrupção ativa, organização criminosa e lavagem de capitais.

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Geral

Prazo para resgatar R$ 17 mil em prêmios da Nota Fiscal Gaúcha termina na próxima semana

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R$ 13 mil em prêmios do Nota Fiscal Gaúcha ainda aguardam resgate; prazo termina no domingo, 21

Os participantes do Programa Nota Fiscal Gaúcha (NFG) têm até 5 de setembro para resgatar os valores premiados no sorteio mensal nº 164, realizado em maio. Após o prazo, os prêmios expiram e não poderão mais ser solicitados.

Ao todo, cerca de R$ 17 mil ainda estão pendentes de resgate. De acordo com as regras do programa, os ganhadores têm 90 dias, contados a partir da homologação do resultado, para solicitar o pagamento.

Para verificar se há algum valor disponível, o participante deve acessar o site ou o aplicativo do NFG, fazer login com a conta gov.br e consultar a aba “Meus prêmios”.

O pagamento pode ser solicitado para uma conta do Banrisul ou para outras instituições financeiras por meio de Pix, desde que a chave cadastrada seja o CPF.

O dinheiro não é depositado imediatamente após a solicitação. No entanto, depois que o pedido de resgate é realizado dentro do prazo, o repasse do valor fica garantido.

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