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28/09/2026
 

Geral

80% das calçadas da cidade são irregulares ou inexistentes

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Ser pedestre em Canoas é um desafio. Andar pelas calçadas da cidade sem correr algum tipo de risco é para poucos, em poucas regiões. Em 2014, a gestão municipal instituiu a lei nº 5883, que previa a padronização das calçadas da cidade. Até agora, o problema está longe de ser resolvido. De acordo com a prefeitura, a situação atual é preocupante: 80% das calçadas do município estão irregulares ou são inexistentes.

Riscos

“Não dá pra caminhar. É perigoso, tem matagal. Toda a rua está ruim, tem partes que estão sem calçada”, afirma Celeste Leot, 69 anos, moradora da rua Eng. Chang com a Guilherme Schell. Ela afirma que o problema atinge diversas pessoas da vizinhança, e alerta para a falta de segurança de caminhar por ali: “já cai duas vezes”, diz Celeste.

Lei

De acordo com a lei, o Calçada Cidadã tem como finalidade disciplinar a construção e a recuperação de calçadas no Município de Canoas. O texto ainda aponta que “é dever dos proprietários ou possuidores de imóveis, edificados ou não, a pavimentação e conservação da calçada fronteiriça ao imóvel”.

Projeto

A atual administração afirma que segue atendendo o que determina a legislação do programa Calçada Cidadã. Em nota, a Prefeitura afirma que “está intensificando a fiscalização e notificando os proprietários” para adequação das calçadas. O procedimento é o mesmo. O cidadão que descumprir os prazos de adaptação é punido com multa, conforme determina a legislação.

Dúvidas

Mesmo com o término dos prazos para a adequação em julho de 2015, a fiscalização e o método de aplicação das multas já geravam dúvidas na ocasião. O projeto também foi questionado pela oposição da época, que não concordava com a exigência de piso tátil em todas as ruas da cidade.

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Policial

Operação Desmanche apreende 10 toneladas de peças automotivas e prende homem em Viamão

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As forças de segurança apreenderam aproximadamente 10 toneladas de peças automotivas e 105 quilos de cabos de alumínio pertencentes à CEEE Equatorial durante a 204ª edição da Operação Desmanche, realizada na0 última quinta-feira, 24, em Viamão.

Durante a fiscalização, um homem foi preso por receptação qualificada e por crime ambiental relacionado à poluição hídrica. O estabelecimento também recebeu uma notificação do Corpo de Bombeiros Militar.

A ação contou com equipes da Secretaria da Segurança Pública, Brigada Militar, Polícia Civil, Instituto-Geral de Perícias, Corpo de Bombeiros Militar e DetranRS, além de um técnico da CEEE Equatorial.

A Operação Desmanche é realizada de forma permanente no Rio Grande do Sul e tem como objetivo combater o comércio irregular de peças automotivas de origem suspeita.

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Policial

Operação da Polícia Civil do RS iniciada em Canoas investiga golpe de falso leilão de veículos

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Divulgação Polícia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, nesta quinta-feira, 24, uma operação contra um grupo suspeito de aplicar golpes por meio de falsos leilões de veículos. A investigação, conduzida pela 3ª Delegacia de Polícia de Canoas, aponta mais de 90 vítimas em diferentes estados e prejuízo estimado em cerca de R$ 1 milhão.

A operação ocorre em cidades de São Paulo e conta com a participação da Polícia Civil paulista e do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça.

Golpe começou em Canoas

O caso que deu origem à investigação envolve um morador de Canoas que procurava oportunidades de compra de veículos em leilões. Segundo a polícia, ele encontrou na internet uma página que simulava uma plataforma de leilões e, depois de se cadastrar, passou a conversar com um suposto responsável pelo negócio por meio do WhatsApp.

A vítima recebeu a informação de que havia arrematado um Nissan Kicks Sense 1.6, ano 2024, e recebeu documentos que simulavam uma negociação legítima. Convencido de que o leilão era verdadeiro, o morador transferiu R$ 51.739,80 aos suspeitos.

Depois do pagamento, os criminosos teriam exigido mais R$ 5.711, alegando que o valor seria necessário para o recolhimento de impostos e a liberação do veículo. A nova cobrança levantou suspeitas e levou a vítima a procurar a polícia.

Sites e documentos eram usados para enganar vítimas

De acordo com a investigação, o grupo utilizava sites falsos, documentos fraudulentos e aplicativos de mensagens para dar aparência de legitimidade aos leilões.

A polícia identificou suspeitos que teriam funções diferentes dentro do esquema, incluindo o contato com as vítimas, a organização das falsas negociações e a movimentação dos valores recebidos.

Mais de 90 vítimas já foram identificadas em diferentes estados. A investigação continua para localizar outras possíveis vítimas e esclarecer a participação de cada suspeito.

Prisões e apreensões

Durante a operação, são cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, além de medidas para bloquear valores relacionados ao esquema. As ações ocorrem em municípios do Estado de São Paulo.

Até a atualização mais recente, quatro pessoas haviam sido presas. A página utilizada nas fraudes também foi suspensa.

A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil do Rio Grande do Sul e busca identificar outros possíveis integrantes do grupo.

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Policial

Homem de 34 anos morre após confronto com policiais militares no Guajuviras, em Canoas

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Um homem de 34 anos morreu após trocar tiros com policiais militares na tarde de terça-feira, 16, em um condomínio localizado no bairro Guajuviras, em Canoas.

De acordo com informações do 15º Batalhão de Polícia Militar (15º BPM), uma equipe fazia uma abordagem na área comum do condomínio quando determinou que o homem parasse. Segundo a Brigada Militar, ele desobedeceu à ordem e fugiu em direção a um dos apartamentos.

Durante a ocorrência, os policiais identificaram que o homem portava uma arma de fogo. Conforme o relato da BM, ele teria sido novamente orientado a soltar o armamento, mas efetuou disparos contra os agentes. Os policiais responderam aos tiros e, durante o confronto, o homem foi atingido e morreu no local.

No local, os policiais apreenderam uma pistola, dois carregadores e porções de drogas que estavam separadas para possível comercialização. Foram encontrados maconha, ecstasy e crack.

Ainda segundo os registros policiais, o homem tinha antecedentes por tráfico de drogas, três registros por porte ilegal de arma de fogo, homicídio doloso e associação ao tráfico.

A área foi isolada até a chegada da perícia. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas, que deverá apurar as circunstâncias do confronto.

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