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23/09/2026
 

Policial

Polícia Civil deflagra Operação Notre Dame fase II contra grupo envolvido em roubo a residência em Canoas

Redação

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil, por meio da DRACO de Canoas, deflagrou na manhã desta quarta-feira, 24, a Operação Notre Dame – fase II no combate ao crime de roubo à residência, ocorrido no município de Canoas, em 27 de fevereiro do corrente. A ação teve apoio da DISE e do GOE de Taboão da Serra.

Ao todo, foram cumpridos 6 mandados de prisão preventiva e 7 de busca e apreensão nos municípios de Charqueadas, Itapecerica da Serra, Aguaí e Embu das Artes. Até o momento, 5 pessoas foram presas.

Segundo a investigação, a primeira fase da operação havia resultado em quatro prisões temporárias. Com o avanço dos trabalhos, os policiais conseguiram identificar todos os envolvidos no crime, incluindo três executores que teriam invadido a residência, rendido e amarrado as vítimas para subtrair os bens.

Na data do fato, dois indivíduos deram cobertura do lado de fora do imóvel, acompanhando o movimento das vias públicas próximas, além do terceiro indivíduo que organizou, de dentro do presídio de Charqueadas, toda a logística no estado do Rio Grande do Sul, para que os comparsas de São Paulo viessem praticar o crime em solo gaúcho.

O caso teve início após um planejamento detalhado do grupo contra a residência das vítimas. Os suspeitos teriam saído de São Paulo em um veículo locado, com apoio logístico em São Leopoldo antes do crime e em Gravataí após a ação, onde pernoitaram antes de retornar ao estado paulista com os objetos roubados.

Com o auxílio da Brigada Militar, através do setor de inteligência do CPC, de Policiais Civis do Estados (RS e SP), bem como com o auxílio de câmeras de monitoramento das proximidades, acrescido às diversas ferramentas de investigação criminal disponíveis, o serviço de investigação da Draco de Canoas conseguiu chegar a autoria de todos os envolvidos no crime – executores, motoristas dos dois veículos empregados, bem como do responsável pelo apoio logístico.

De acordo com o Delegado Gustavo, trata-se de investigação qualificada que teve por finalidade desarticular grupo criminoso interestadual especializado no roubo a imóveis de luxo, com a descoberta e encarceramento de todos os atuantes no episódio.

“Destaco, por oportuno, a excelente parceria com o Ministério Público e com o Poder Judiciário, os quais acolheram as provas coletadas nos autos, a justificar as segregações cautelares dos criminosos”, declarou o Delegado.

O Delegado Regional, Dr. Cristiano Reschke, ressalta o compromisso da Polícia Civil de Canoas com a comunidade local, destacando, ainda, a queda significativa dos índices criminais de crimes praticados no município. Reforça, ainda, que crimes de natureza grave são prioridade na atual gestão, em consonância com as diretrizes da Secretaria de Segurança Pública.

Policial

Homem de 34 anos morre após confronto com policiais militares no Guajuviras, em Canoas

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Um homem de 34 anos morreu após trocar tiros com policiais militares na tarde de terça-feira, 16, em um condomínio localizado no bairro Guajuviras, em Canoas.

De acordo com informações do 15º Batalhão de Polícia Militar (15º BPM), uma equipe fazia uma abordagem na área comum do condomínio quando determinou que o homem parasse. Segundo a Brigada Militar, ele desobedeceu à ordem e fugiu em direção a um dos apartamentos.

Durante a ocorrência, os policiais identificaram que o homem portava uma arma de fogo. Conforme o relato da BM, ele teria sido novamente orientado a soltar o armamento, mas efetuou disparos contra os agentes. Os policiais responderam aos tiros e, durante o confronto, o homem foi atingido e morreu no local.

No local, os policiais apreenderam uma pistola, dois carregadores e porções de drogas que estavam separadas para possível comercialização. Foram encontrados maconha, ecstasy e crack.

Ainda segundo os registros policiais, o homem tinha antecedentes por tráfico de drogas, três registros por porte ilegal de arma de fogo, homicídio doloso e associação ao tráfico.

A área foi isolada até a chegada da perícia. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas, que deverá apurar as circunstâncias do confronto.

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Polícia Civil prende três suspeitos de vender medicamentos emagrecedores irregulares em Canoas

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil realizou, na manhã desta sexta-feira, 11, uma operação contra um grupo suspeito de comprar medicamentos emagrecedores no Paraguai e revendê-los em cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre. Três mandados de prisão temporária foram cumpridos no bairro Guajuviras, em Canoas.

Os presos são um homem de 34 anos, uma mulher de 26 anos, que formariam um casal, e outro homem, de 31 anos. Segundo a investigação, eles são suspeitos de integrar um grupo responsável pela compra, transporte e comercialização dos produtos. Os nomes dos investigados não foram divulgados.

A operação investiga os crimes de associação criminosa e adulteração de medicamentos.

Medicamentos eram vendidos por até R$ 1,4 mil

De acordo com a Polícia Civil, o grupo comercializava ampolas de um medicamento à base de tirzepatida, princípio ativo também presente no Mounjaro. O produto, de uma marca paraguaia, tem comercialização, importação e uso proibidos no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os medicamentos eram adquiridos no Paraguai e transportados para o Rio Grande do Sul. Conforme a investigação, em alguns casos, os produtos eram armazenados e transportados sem as condições adequadas de refrigeração.

A divulgação ocorria principalmente por meio de grupos de WhatsApp e do Instagram. Uma ampola era comercializada por aproximadamente R$ 400, enquanto uma caixa com quatro frascos era anunciada por cerca de R$ 1,4 mil.

A Polícia Civil estima que o grupo tenha movimentado mais de R$ 200 mil com a comercialização dos produtos, embora o valor total ainda não tenha sido calculado.

Investigação começou após denúncia

A apuração teve início em maio, após uma denúncia anônima informar à Polícia Civil sobre a existência do grupo.

No final de agosto, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na residência do casal investigado, em Canoas. No imóvel, foram encontradas caixas vazias dos medicamentos.

Também foram apreendidos aparelhos celulares. Segundo a Polícia Civil, a análise do conteúdo dos dispositivos encontrou mensagens, imagens e negociações que indicariam a comercialização dos produtos há pelo menos um ano.

Nas redes sociais, os investigados utilizavam termos como “mom mom” e “queridinho do emagrecimento” para divulgar o produto. Em conversas privadas entre os integrantes, as ampolas eram chamadas de “camisetas”.

Investigação aponta problemas no armazenamento

As conversas analisadas pela polícia também indicaram preocupação dos próprios integrantes do grupo com a temperatura dos medicamentos durante o transporte.

Em uma das mensagens, um dos suspeitos questiona outro após um comprador relatar que teria visto o medicamento sendo retirado do bolso durante uma entrega. O diálogo mostra um dos integrantes alertando que as ampolas não deveriam ser transportadas dessa forma por causa da temperatura do corpo.

Segundo a Polícia Civil, o armazenamento e transporte inadequados podem comprometer a segurança e a qualidade dos medicamentos.

A operação é coordenada pela delegada Luciane Bertoletti, titular da 3ª Delegacia de Polícia de Canoas. Segundo ela, a compra de medicamentos de fornecedores clandestinos representa risco aos consumidores.

“Quem compra esse tipo de produto na internet ou de fornecedores clandestinos está colocando a própria vida em risco”, afirmou a delegada. Segundo Bertoletti, a investigação busca responsabilizar os envolvidos e impedir a comercialização de produtos que possam oferecer riscos à saúde.

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Policial

Operação prende 14 suspeitos de grupo investigado por tráfico e lavagem de dinheiro em Canoas

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira, 10, 14 pessoas suspeitas de integrar um grupo criminoso com atuação no bairro Rio Branco, em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Segundo a investigação, o grupo estaria envolvido com tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

Oito suspeitos foram presos preventivamente no Rio Grande do Sul e seis em Santa Catarina. Outros três investigados já estavam no sistema prisional. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

De acordo com a Polícia Civil, os investigados utilizariam imóveis em Santa Catarina, principalmente em Florianópolis, para movimentar e ocultar recursos obtidos com atividades criminosas.

Durante a operação, foram apreendidos uma mala com dólares, que podem ser falsos, armas, três veículos e um jet ski. A ação foi coordenada pela 4ª Delegacia de Polícia de Canoas, com apoio das forças de segurança de Santa Catarina. Cerca de 120 agentes participaram da operação, que também contou com o uso de helicópteros.

Investigação

Conforme a Polícia Civil, a investigação identificou uma divisão de funções entre os integrantes do grupo. Os principais investigados teriam movimentado aproximadamente R$ 8,8 milhões entre 2020 e 2025.

A análise financeira apontou, segundo os investigadores, incompatibilidade entre os valores movimentados e as rendas declaradas pelos suspeitos. Alguns deles seriam beneficiários de programas assistenciais, como o Bolsa Família.

A polícia também investiga a participação do grupo em conflitos recentes nos bairros Rio Branco e Niterói, em Canoas. A suspeita é de que os confrontos estejam relacionados à disputa por pontos de venda de drogas.

A investigação teve início após a prisão em flagrante de uma mulher. Na ocasião, foram apreendidas drogas, dinheiro, anotações relacionadas ao tráfico e comprovantes de pagamentos de cartões de crédito que, somados, ultrapassavam R$ 200 mil.

A operação busca reunir novas provas sobre a atuação do grupo e a origem dos recursos investigados.

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