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29/04/2026
 

Geral

Trensurb integra campanha de conscientização sobre a violência contra a mulher

Redação

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em

Trensurb integra campanha de conscientização sobre a violência contra a mulher

Na tarde de quarta-feira, 3, a campanha “Fim da linha para a violência contra a mulher” foi lançada pelo Comitê Gaúcho em Apoio ao HeForShe, que conta com a participação da Trensurb. O Comitê presta apoio local ao HeForShe, projeto da ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas Especializada em Igualdade de Gênero e Empoderamento de Todas Mulheres e Meninas – que tem como finalidade a conscientização e a integração de homens na luta pela equidade de gênero, mobilizando lideranças, universidades, empresas e governos de mais de 190 países. O início da campanha marca a retomada das atividades do Comitê Gaúcho do HeForShe.

As atividades de quarta-feira iniciaram com um encontro entre representantes de diversas entidades integrantes do Comitê, na Estação Mercado, em Porto Alegre, que já conta com peças da nova campanha. De lá, partiram de trem até a Estação Canoas, onde participaram da inauguração do Banco Vermelho, na plataforma de embarque do metrô.

A iniciativa, que já tem peças instaladas nas estações São Leopoldo e Mathias Velho, é um esforço global de luta contra o feminicídio, servindo como símbolo de reflexão e conscientização, além de trazer informações sobre meios de denúncia e acolhimento.

Em seguida, o grupo conheceu um grafite feito pelos artistas Sabrina Brito e Charles Rafael Brito, sob a passarela da estação, com os dizeres “Fim da linha para a violência contra a mulher”, alusivo à campanha.

Por fim, o auditório do Centro Universitário La Salle, também em Canoas, recebeu o ato solene de lançamento da campanha, selando a reativação do Comitê Gaúcho em Apoio ao HeForShe e o compromisso conjunto das entidades participantes no enfrentamento à violência contra a mulher.

A mesa de honra foi composta por: Edegar Pretto, articulador nacional do HeForShe no Brasil; Thedy Corrêa, coordenador do Comitê Gaúcho em Apoio ao HeForShe; Silvia Pinheiro de Brum, subdefensora Pública-Geral; Nazur Garcia, diretor-presidente da Trensurb; Renaldo Vieira de Souza, representante de reitoria do Centro Universitário La Salle; Rafael Diogo dos Santos, representante do Museu de Cultura Hip Hop; Adão Pretto Filho, representante da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Cada componente apresentou reflexões sobre a pauta da igualdade de gênero em seus campos de atuação e destacou as práticas empregadas pelas entidades que representam no combate à violência de gênero, reforçando seu compromisso com a dignidade e as reivindicações das mulheres. Na ocasião, Thedy Corrêa também foi empossado como coordenador do Comitê Gaúcho de Apoio ao HeForShe.

Ao apresentar a campanha, Ricardo Bottega, diretor de criação da agência Moove, relatou que, conforme um alerta da ONU, o lar é um dos lugares mais perigosos para as mulheres. Ele destacou também que o conceito da iniciativa prova-se adequado à dinâmica da Trensurb:

“A conexão com a Trensurb foi muito imediata. A casa da gente também é a saída, a partida e o destino, é de onde saímos para trabalhar e, ao mesmo tempo, voltamos. É o fim da linha e o início da linha também, então se estabelece essa conexão”, refletiu. “E isso nos inspirou muito para criar a nossa campanha. O trem representa o ir e vir de casa para o trabalho, do trabalho para casa e, como eu disse, o lugar perfeito para promovermos essa reflexão em relação à violência doméstica e, principalmente, para chamar para essa ação”, completou.

O diretor-presidente da Trensurb, Nazur Garcia, ressaltou a dedicação da estatal em tratar do tema com seriedade, assim como outras questões sociais que requerem atenção: “Há uma política de Estado na luta contra o feminicídio e a Trensurb está engajada nessa luta. Nós desenvolvemos até agora uma série de ações nesse tema, como um protocolo de ações internas de combate ao racismo, ao assédio moral, ao assédio sexual. Nós nos demos conta que temos que agir com muita força e responsabilidade”, assegurou.

Policial

Operação Cerco Fechado prende 13 pessoas e mira esquema de tráfico de drogas em Butiá

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil, por meio da 4ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (4ªDIN/Denarc), deflagrou na manhã desta quarta-feira, 29, a Operação Cerco Fechado. A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa ligada ao tráfico de drogas no município de Butiá.

Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial. Até o momento, 13 pessoas foram presas. Durante a operação, drogas, munições e outros materiais foram apreendidos.

Segundo a delegada Ana Flávia Leite, a investigação começou em maio de 2025 a partir de denúncias anônimas que apontavam que um homem, mesmo preso, continuava comandando o tráfico na região.

“A investigação teve início em maio de 2025, a partir do recebimento de informações anônimas que indicavam que um indivíduo, mesmo recolhido ao sistema prisional, continuava exercendo papel de liderança no tráfico de entorpecentes, coordenando a distribuição de drogas, o fluxo financeiro da atividade ilícita e a atuação de comparsas em liberdade”, explicou a delegada.

Ela também destacou que o grupo mantinha apoio externo para garantir a continuidade das atividades criminosas.

As primeiras diligências ocorreram em endereços de Butiá e também dentro da unidade prisional onde estava o suspeito apontado como liderança. Nessas ações, foram apreendidos cocaína, porções de maconha, armas de fogo, munições, celulares, balança de precisão, dinheiro em espécie, materiais usados para fracionamento de drogas, anotações do tráfico e um veículo. Um dos investigados chegou a ser preso em flagrante.

Ainda no presídio, os policiais encontraram celulares, chips e uma porção semelhante a crack, reforçando a suspeita de comunicação ilícita a partir do cárcere.

Com o avanço da investigação, a análise dos celulares apreendidos permitiu aprofundar a estrutura do grupo. A partir da extração de dados, os policiais identificaram a divisão de funções, pontos de venda e a forma como eram feitos os repasses e ordens.

As conversas revelaram negociações de drogas, vendas diretas, cobrança de dívidas e transferências via Pix. Também mostraram a atuação organizada dos envolvidos, com funções específicas dentro do esquema.

Outro ponto identificado foi o monitoramento da atuação policial. Os investigados trocavam informações sobre viaturas e movimentações de agentes na região.

“A apuração demonstrou que, quando um ponto estava temporariamente inativo, compradores eram encaminhados a outros locais, mantendo a continuidade da mercancia ilícita e evidenciando a estabilidade da associação criminosa”, explicou a delegada Ana Flávia.

Mesmo preso, o investigado apontado como liderança seguia influenciando o esquema, segundo a polícia, controlando valores, pagamentos e ordens repassadas a comparsas em liberdade.

A investigação também encontrou registros financeiros paralelos, com anotações de nomes, valores e cálculos, além de movimentações consideradas suspeitas.

De acordo com a delegada, os elementos reunidos mostram uma estrutura criminosa organizada e estável.

“A Operação Cerco Fechado integra a estratégia da Polícia Civil de intensificar as ações de repressão qualificada ao tráfico de entorpecentes e à atuação de associações criminosas no Rio Grande do Sul”, completou Ana Flávia Leite.

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Policial

Operação Nacional Proteção Integral IV prende três pessoas por crimes sexuais infantojuvenis no RS

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul participou, na manhã desta terça-feira, 28, da Operação Nacional Proteção Integral IV, coordenada pela Polícia Federal e realizada simultaneamente nos 27 estados do país. No estado, três pessoas foram presas, sendo duas em flagrante e uma por prisão preventiva.

A ação contou com a atuação do Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPGV), por meio de policiais da Divisão Estadual da Criança e do Adolescente (Deca), com apoio de equipes do próprio departamento e de peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP).

No Rio Grande do Sul, a operação foi coordenada pelo diretor da Deca, delegado André Ciardullo Mocciaro, com apoio das delegadas Sabrina Doris Teixeira, titular da 2ª Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (2ª DPCA), e Alice Jantsch Fernandes, titular da 3ª DPCA.

Durante as investigações, o Núcleo de Operações Cibernéticas (NOC/Deca) monitorou suspeitos de armazenar e compartilhar arquivos de abuso sexual infantojuvenil. Dois homens foram presos em flagrante.

Um deles, de 58 anos e sem antecedentes policiais, foi detido por armazenamento de conteúdo ilegal. O outro, de 41 anos, que já possuía antecedentes por estupro de vulnerável, foi preso por armazenar e compartilhar centenas de arquivos de abuso sexual infantojuvenil.

Nas residências dos suspeitos, foram apreendidos diversos equipamentos eletrônicos, que serão encaminhados ao Núcleo de Combate à Pedofilia e ao Abuso Infantojuvenil (Nucope), do IGP, para perícia.

Além disso, a 2ª DPCA cumpriu a prisão preventiva de um homem de 36 anos, sem antecedentes policiais, investigado por aliciar virtualmente uma adolescente de 13 anos e posteriormente cometer estupro de vulnerável.

Na casa dele, também foi cumprido mandado de busca e apreensão, com a apreensão de um celular que passará por perícia.

Segundo a Polícia Civil, após os procedimentos legais, os três presos serão encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça.

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Policial

Polícia Civil prende dois suspeitos por maus-tratos a animais e interdita canil em Dois Irmãos

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul prendeu em flagrante duas pessoas por maus-tratos a animais na manhã de quarta-feira, 22, em Dois Irmãos. A ação ocorreu após uma denúncia anônima que apontava irregularidades em um canil no bairro Travessão.

A investigação foi conduzida pela Delegacia de Polícia do município, que reuniu elementos que indicavam possíveis crimes no local. Com base nisso, foi cumprido mandado de busca e apreensão com apoio da Vigilância Sanitária, da Associação de Proteção aos Animais e de médicas veterinárias, que avaliaram as condições dos animais.

Durante a fiscalização, o canil foi interditado. Os animais foram apreendidos e ficaram sob responsabilidade de um depositário fiel, que ficará encarregado dos cuidados. No local, foram encontrados cerca de 200 animais, entre cães e gatos, muitos de alto valor comercial, mantidos dentro do imóvel e também no pátio.

Segundo os profissionais que atuaram na ocorrência, foram identificadas graves falhas estruturais, sanitárias e sinais de maus-tratos. A situação foi considerada grave pelas equipes.

Um homem e uma mulher foram presos em flagrante. De acordo com a Polícia Civil, os dois já tinham histórico de prisão por crimes semelhantes, durante a Operação Geisel, quando outras cinco pessoas também foram detidas pelo mesmo tipo de prática.

Entre as irregularidades apontadas, o canil não tinha controle reprodutivo dos animais, sem registros de cio, coberturas, gestações, idade ou intervalo entre crias, o que vai contra a legislação ambiental.

Também foi constatada a ausência de estrutura adequada para maternidade, falta de acompanhamento do desenvolvimento dos filhotes, sem controle de peso e sem comprovação de vacinação dentro da idade indicada. Não havia garantia de que os filhotes permaneciam com as mães pelo período recomendado.

Na parte sanitária, os animais não tinham comprovação de vermifugação ou vacinação periódica. Também não havia relatórios técnicos responsáveis pelo acompanhamento. Outro ponto identificado foi a ausência de controle de parasitas, como pulgas, carrapatos e ácaros.

O Delegado Felipe Borba enfatizou a gravidade da conduta e o papel da investigação:

“Estamos diante de uma situação de elevada reprovabilidade social, em que animais são submetidos a sofrimento em um contexto de exploração econômica. A atuação da Polícia Civil visa a interromper essa prática e a responsabilizar os envolvidos. Também é importante destacar que denúncias anônimas são levadas a sério e frequentemente constituem o ponto de partida para ações como esta, permitindo a pronta resposta do Estado diante de crimes dessa natureza”, afirmou o Delegado.

Foram constatadas irregularidades sanitárias, além de evidentes sinais de maus-tratos.

Foram constatadas irregularidades sanitárias, além de evidentes sinais de maus-tratos.

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