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28/07/2026
 

Clima

Defesa Civil e órgãos estaduais atuam na preparação e resposta aos temporais no RS

Redação

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Defesa Civil e órgãos estaduais atuam na preparação e resposta aos temporais no RS

Diante dos eventos meteorológicos que atingiram diversas regiões do Estado na segunda-feira, 31, o Governo do Rio Grande do Sul está atuando com prioridade em garantir a segurança da população. Desde o sábado, 29, a Defesa Civil emitiu avisos para os municípios potencialmente afetados, intensificando os comunicados até a segunda, e as forças de segurança estavam mobilizadas.

Com o temporal que atingiu diversas regiões do Estado, e com impacto significativo na região metropolitana de Porto Alegre, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) mobilizou mais de 570 policiais militares.

Os órgãos integrantes do Conselho Estadual de Proteção e Defesa Civil também foram acionados, e receberam informações preliminares para que mantivessem em prontidão suas equipes nas áreas da saúde e do fornecimento de energia elétrica e água, além de outras áreas essenciais.

No domingo , 30, os avisos da Defesa Civil classificaram diversas regiões em status de alerta (laranja) – incluindo Oeste, Missões, Norte, Noroeste, Serra, Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPOA), Vales, Litoral Norte e partes do Centro e da Campanha. O restante do Estado permaneceu sob status de atenção (amarelo).

Previsões

As previsões indicavam a passagem de uma frente fria, com possibilidade de temporais e chuvas intensas, acompanhadas de rajadas de vento que poderiam atingir 80 km/h. De acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Porto Alegre registrou o maior volume de chuvas, com 60,4 mm.

Em Soledade, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o acumulado foi de 48,2 mm. As cidades de Três de Maio e Cerro Largo registraram 47 mm cada, conforme dados da Agência Nacional de Águas (ANA).

A capital do Estado também apresentou as maiores rajadas de vento, chegando a 111 km/h. Em Canoas, na Região Metropolitana, os ventos alcançaram 100 km/h, segundo a Rede de Meteorologia do Comando da Aeronáutica (Redemet).

Orientações à população

Para minimizar os impactos dos temporais, a Defesa Civil divulgou orientações essenciais, como buscar locais seguros e evitar o uso de equipamentos eletroeletrônicos durante as tempestades. Ao longo da segunda-feira, alertas continuaram sendo enviados a moradores cadastrados no serviço de avisos da Defesa Civil, especialmente àqueles das áreas com risco identificado. Para receber os alertas, basta enviar o CEP da residência para o número 40199, de forma gratuita.

Além dos avisos meteorológicos, também foram emitidos alertas de riscos hidrológicos, informando sobre a possibilidade de alagamentos em zonas urbanas e o rápido aumento do nível de rios, arroios e córregos. A Defesa Civil reforçou a recomendação para que a população evite atravessar áreas inundadas, tanto a pé quanto de carro.

Até o momento, dez municípios relataram danos e ocorrências, principalmente destelhamentos de residências e prédios públicos, além da queda de árvores. Os coordenadores regionais da Defesa Civil estão oferecendo suporte constante aos municípios afetados, seja no diagnóstico dos locais afetados ou na entrega de ajuda humanitária.

Equipes estiveram hoje em alguns municípios, como em Eldorado do Sul, onde foram prestar apoio no levantamento dos danos com o emprego de drones.

Para auxiliar no atendimento das ocorrências, a SSP mobilizou efetivos da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. Em Porto Alegre, 570 policiais militares atenderam a 456 chamados, atuando na gestão do trânsito e no patrulhamento de áreas afetadas.

A Brigada Militar deu apoio à gestão do trânsito, com equipes posicionadas em vários pontos estratégicos para garantir a segurança de veículos e pedestres. Além disso, foi realizado patrulhamento nas imediações de estações da Trensurb e em paradas de ônibus.

O Corpo de Bombeiros Militar prestou assistência em dez municípios, realizado sete salvamentos de pessoas (cinco em Porto Alegre e duas em Viamão), cortando 27 árvores para desobstruir vias e fios elétricos (15 em Porto Alegre), vistoriando riscos estruturais e distribuindo lonas para cobertura de edificações destelhadas.

Durante a noite de segunda e a madrugada da terça-feira , 1º, a Polícia Civil reforçou a segurança em bairros sem fornecimento de energia elétrica. O patrulhamento se estendeu por toda a cidade com o objetivo de prevenir delitos, com foco na redução de roubos e furtos em um cenário de emergência.

Clima

Em coletiva, Governo faz alerta: chuva pode chegar a 150 mm em 24 horas no RS

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Em coletiva, Governo faz alerta chuva pode chegar a 150 mm em 24 horas no RS

O Governo do Rio Grande do Sul apresentou, nesta segunda-feira, 27, um plano de mobilização preventiva para enfrentar a previsão de novos eventos climáticos extremos no Estado. Em coletiva de imprensa, autoridades destacaram o fortalecimento das ações de monitoramento, os riscos de temporais e inundações e as medidas adotadas para reduzir os impactos à população.

Segundo o Centro de Monitoramento da Defesa Civil (CMDEC), a previsão indica tempestades com possibilidade de granizo e rajadas de vento superiores a 90 km/h nesta segunda-feira, 27. O Estado deve enfrentar dois períodos de maior instabilidade: o primeiro entre 27 e 29 de julho e o segundo entre 31 de julho e 3 de agosto.

Os volumes de chuva podem atingir 150 milímetros em apenas 24 horas em regiões como Centro, Oeste, Vales, Campanha, Costa Doce e Sul. As projeções meteorológicas também indicam a continuidade de chuvas expressivas em grande parte do território gaúcho até 10 de agosto.

Risco de inundações

A Defesa Civil alertou para a possibilidade de novos aumentos no nível dos rios, especialmente nas regiões Centro e Oeste, devido ao chamado “repique”, quando os cursos d’água voltam a subir após um período de redução.

As bacias dos rios Camaquã, Ibicuí, Santa Maria e Vacacaí permanecem em alerta para inundação. Na Região Hidrográfica do Guaíba, a atenção está voltada para os rios Jacuí, Caí, Sinos e Gravataí. Já as bacias de resposta rápida, como Taquari e Caí, apresentam, neste momento, risco considerado baixo.

Monitoramento ampliado

O Estado informou que o Centro de Monitoramento da Defesa Civil conta com uma equipe formada por 8 meteorologistas e 7 hidrólogos. A estrutura inclui 130 estações hidrometeorológicas e um sistema de radares em expansão, com novos equipamentos previstos para ampliar a cobertura em todo o Rio Grande do Sul.

Outra ferramenta destacada é o sistema de Cell Broadcast, que permite o envio de alertas diretamente para os celulares das pessoas localizadas em áreas de risco.

Ações preventivas reduzem impactos

Durante a apresentação, o governo destacou resultados obtidos por meio de políticas de prevenção e reassentamento de famílias em áreas vulneráveis.

Em Santa Tereza, 24 famílias removidas de áreas sujeitas a inundações não foram afetadas pelas cheias registradas em julho. Em Estrela, a necessidade de remoções caiu de 600 para 60 famílias, enquanto em Encantado o número foi reduzido de 350 para 89 famílias após as intervenções preventivas.

Orientação à população

O governador Eduardo Leite e a Defesa Civil reforçaram que, apesar dos avanços na previsão meteorológica, os fenômenos climáticos ainda apresentam incertezas. A orientação é para que a população acompanhe os alertas oficiais, conheça os planos de contingência de seus municípios e siga as recomendações das autoridades durante os períodos de instabilidade.

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Clima

Temporais no RS: sobe para 461 o número de pessoas em abrigos

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Temporais no RS: sobe para 461 o número de pessoas em abrigos

As fortes chuvas que atingem o Rio Grande do Sul deixaram 461 pessoas abrigadas em nove municípios do Estado, conforme atualização do monitoramento de abrigos Calamidade RS/2026, divulgada nesta quarta-feira, 22, pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).

O levantamento aponta que Lajeado concentra o maior número de pessoas acolhidas, com 201 abrigados. Em seguida aparecem Muçum, com 46 pessoas, e Encantado, com 40.

Também mantêm abrigos ativos os municípios de Santa Cruz do Sul, com 33 pessoas acolhidas; São Sebastião do Caí, com 31; Roca Sales, com 20; Passo Fundo, com 19; Cruzeiro do Sul, com 16; e Bom Retiro do Sul, com 10.

Os dados fazem parte do monitoramento diário realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e refletem a ocupação dos abrigos destinados às famílias afetadas pelos temporais. O número pode sofrer alterações ao longo do dia, conforme a atualização das informações encaminhadas pelos municípios.

Pessoas abrigadas por município

  • Lajeado: 201
  • Muçum: 46
  • Encantado: 40
  • Santa Cruz do Sul: 33
  • São Sebastião do Caí: 31
  • Roca Sales: 20
  • Passo Fundo: 19
  • Cruzeiro do Sul: 16
  • Bom Retiro do Sul: 10

Total de pessoas abrigadas: 461

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Clima

Temporais com rajadas de até 100 km/h devem atingir o RS a partir de quinta-feira

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O Rio Grande do Sul deve registrar uma mudança nas condições do tempo a partir de quinta-feira, 16, com previsão de temporais em diversas regiões do estado. Segundo os institutos de meteorologia, há risco de chuva intensa, ventos fortes, queda de granizo e possibilidade de tornados em áreas isoladas. A instabilidade deve permanecer até a próxima segunda-feira, 20.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), foram emitidos alertas de tempestade para o estado. As rajadas de vento podem atingir até 100 km/h, enquanto os volumes de chuva podem chegar a 100 milímetros por dia entre sexta-feira, 17, e sábado, 18.

Conforme a Climatempo Meteorologia, a mudança no tempo começa entre a tarde e a noite de quinta-feira, inicialmente nas regiões Oeste, Campanha e Central. A formação dos temporais está associada ao avanço de uma área de baixa pressão, combinada ao transporte de umidade. Antes da chegada da instabilidade, as temperaturas devem subir, aumentando a sensação de calor.

Até quarta-feira, 15, a previsão é de tempo firme em todo o estado. A atuação de uma massa de ar seco mantém o predomínio de sol e favorece a elevação das temperaturas durante a tarde, principalmente nas regiões Oeste, Missões, Campanha, Central e Vales.

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