Política
PREFEITO EM BRASÍLIA: Aprovado projeto que destina R$ 10 milhões a idosos

Foi aprovado por unanimidade na tarde desta quarta-feira, 16, no Senado Federal, o projeto de lei que cria um subsídio para custear a gratuidade de idosos no transporte coletivo. Canoas deve receber cerca de R$ 30 milhões nos próximos três anos (previsão de duração do projeto), cerca de R$ 10 milhões por ano do Programa Nacional de Assistência à Mobilidade dos Idosos em Áreas Urbanas.
O projeto de autoria dos senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Giordano (MDB-SP) segue para análise na Câmara dos Deputados.
Jairo Jorge, que é vice-presidente de Relações Internacionais da Frente Nacional de Prefeitos – FNP, esteve na tarde da última terça-feira em agenda em Brasília tratando sobre o tema. A FNP defende que a gratuidade dos idosos, prevista pelo Estatuto do Idosos, seja custeada pelo governo federal.
A proposta prevê uma divisão de recursos proporcional à quantidade de idosos nos municípios. O prefeito destaca que o projeto é uma necessidade devido ao custeio da mobilidade dos idosos em um cenário de cada vez mais redução no número de usuários no transporte coletivo. “Estamos fazendo todo o esforço possível para evitar o aumento da tarifa do transporte coletivo. A população não consegue mais pagar essa conta.
Financiamento da gratuidade dos idosos
O Projeto de Lei 4.392/ 2021 institui o Programa Nacional de Assistência à Mobilidade dos Idosos em Áreas Urbanas (PNAMI). A proposta garante o custeio, pelo Governo Federal, das gratuidades destinadas aos idosos acima de 65 anos no transporte público coletivo, instituído pela Lei Federal 10.741/2003 (Estatuto do Idoso). Atualmente, a gratuidade dos idosos é financiada pelos usuários pagantes, impactando no valor da tarifa e sobrecarregando os consumidores mais vulneráveis.
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Política
Projeto na Câmara de Canoas propõe isenção da tarifa de esgoto para imóveis sem ligação à rede pública

O vereador Rodrigo D’Avila (NOVO) protocolou na Câmara Municipal de Canoas um projeto de lei que propõe a isenção da cobrança da tarifa de esgoto em casos em que o imóvel não consegue se conectar à rede pública por limitações técnicas.
Segundo o texto, a medida vale para residências e estabelecimentos que estejam em situação de desnível em relação à tubulação da rua, o que impede o escoamento natural do esgoto. Nesses casos, a ligação só seria possível com uso de sistemas de bombeamento, o que pode gerar custos considerados altos pelos moradores.
O projeto prevê que a isenção seja concedida mediante comprovação técnica da inviabilidade de ligação, por meio de laudo assinado por profissional habilitado ou declaração da concessionária responsável pelo serviço. O benefício deixaria de valer caso a conexão passe a ser possível com eventuais obras ou adequações na rede.
A proposta também abre a possibilidade de devolução ou compensação de valores pagos nos últimos cinco anos por consumidores que comprovarem que já estavam nessa condição de impossibilidade técnica no período.
Na justificativa, o vereador cita o contrato de concessão que prevê a não cobrança quando não há condições de ligação, além de princípios do Código de Defesa do Consumidor e decisões adotadas em outros municípios.
O projeto agora segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser apreciado pelos vereadores.
Política
Vereador Jefferson Otto recorre à Justiça contra o PSD após alegar perseguição política

O vereador de Canoas Jefferson Otto ingressou com uma ação judicial contra o Partido Social Democrático (PSD), alegando ter sido alvo de discriminação pessoal dentro da sigla.
Segundo o parlamentar, os problemas teriam começado após o partido passar a integrar a base do governo municipal, em meados de 2025. De acordo com Otto, desde então seu mandato teria sofrido restrições relacionadas ao exercício das atividades legislativas.
Entre os pontos citados pelo vereador estão a exclusão de comissões especiais, a impossibilidade de apresentar emendas a projetos incluídos na ordem do dia, dificuldades para protocolar pedidos de adiamento de votação e situações de exposição pública que, segundo ele, teriam causado constrangimento.
Em nota, Jefferson Otto afirmou que buscou a via judicial por considerar que não havia outra alternativa para enfrentar a situação.
“Desde que o partido entrou na base do Governo, em meados de 2025, eu passei a sofrer prejuízo das minhas prerrogativas parlamentares que culminaram, por exemplo, na exclusão de participação em comissões especiais, impossibilidade de apresentação de emendas em projetos que constam na ordem do dia, impossibilidade de apresentação de pedidos de adiamento de votação, exposição e constrangimento público, entre vários outros fatores. Dessa forma, não me restou outra alternativa que não buscar a via judicial. Sigo de cabeça erguida e com a certeza que a Justiça vai reparar esse prejuízo que o partido impõe ao meu mandato atualmente”, declarou.

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