Conecte-se conosco

header-top







 

26/08/2026
 

Geral

Lojistas dividem opiniões sobre abertura do comércio em Canoas

Redação

Publicado

em

A disseminação da Covid-19 e sua letalidade comprovada em números, especialmente em outros países, não é a única preocupação dividida por todos. Com o fechamento do comércio e a interrupção de alguns serviços por tempo indeterminado para a contenção do contágio, a possibilidade de um colapso na economia preocupa. Mesmo sem fluxo de caixa, as responsabilidades trabalhistas e comerciais persistem. Mesmo diante este cenário,  empresários dividem opiniões sobre a abertura do comércio na cidade.

“Preciso abrir a loja para sobreviver”

A reportagem conversou com diversos lojistas que expressaram o descontentamento com a orientação estadual, que é não abrir o comércio. Em diversos pontos da cidade é possível ver lojas que não se enquadram no que é serviço essencial em pleno funcionamento.  Uma amostra de que isso ocorre com frequência é o número de denúncias que a Guarda Municipal contabiliza. Até o dia 22 de abril foram realizadas 638 denúncias e 637 vistorias o que corresponde a 99,8%.

A dona de uma loja de roupas, numa rua movimentada da cidade, disse que parou de trabalhar por alguns dias, mas a necessidade “bateu na porta” e teve que reabrir a loja. “Faz dois dias que estamos abertos e vendi R$ 30,00 reais. Preciso sobreviver e tenho despesa de aluguel, mercadorias paradas e temos que sustentar a casa”, expressou a lojista.

Após 30 dias sem vender nenhum centavo, e ficar com a loja fechada, o proprietário de uma loja de calçados diz que teve que inovar o atendimento e atender os clientes na porta da loja, por estar muito afetado pela pandemia. “Tenho seis funcionários, mercadorias chegando, contas para pagar, aluguel da sala para pagar, condomínio e a obrigação de sustentar minha família. Ficamos desde o dia 21 fechados, acho que foi necessário, só que esticar isso afeta outras coisas. Estamos precisando muito e acredito que temos como se cuidar e temos como abrir as lojas”.

Medo e insegurança de trabalhar

Mesmo com entidades que representam o comércio pedindo a abertura imediatamente das lojas no município, diversos empresários são cautelosos mesmo que isso influencie nas finanças do seu negócio. Senhor Omar, morador do bairro Guajuviras e proprietário de uma carrocinha de cachorro-quente, se diz com medo e inseguro para trabalhar. “Está difícil pra mim, sou autônomo, tenho que sustentar meus filhos, mas consigo me virar por enquanto sem trabalhar. Poderia estar trabalhando, mas sei o risco que iria trazer para dentro de casa e poderia ser muito pior do que está”.

A dona de um mercado na cidade descreve do que se trata o medo. Com duas filhas e uma mãe de 70 anos, ela descreve a tensão que é estar em exposição.

“Tomamos as medidas preventivas exigidas no decreto. Cada funcionário recebeu um kit higiene, com máscara, luva e álcool em gel. A entrada na loja também tem restrição, o cliente precisa higienizar as mãos e com no máximo 20 clientes na loja”, conta a dona de um supermercado.

Continuar a ler

Geral

Exame toxicológico entra na lista de exigências para primeira habilitação nas categorias A e B no RS

Avatar

Publicado

em

A partir de 1º de setembro, candidatos à primeira habilitação no Rio Grande do Sul deverão realizar exame toxicológico para obter a Permissão para Dirigir (PPD). A exigência vale para quem iniciar formalmente o processo de habilitação no Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (DetranRS), por meio de um Centro de Formação de Condutores (CFC), a partir dessa data.

A medida, prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), passa a alcançar também os candidatos às categorias A e B, destinadas à condução de motocicletas e automóveis. O exame já é exigido de condutores profissionais das categorias C, D e E em exames periódicos.

A nova regra tem como base a Lei 15.153, de 2025, que acrescentou os parágrafos 10 e 11 ao artigo 148-A do CTB. A legislação determina a apresentação de resultado negativo em exame toxicológico como condição para a obtenção da primeira habilitação nas categorias A e B.

O teste deverá ser realizado em laboratório credenciado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e poderá ser feito em qualquer etapa do processo de habilitação. A relação dos laboratórios autorizados está disponível no site da Senatran.

A Permissão para Dirigir somente será emitida após o laboratório registrar no sistema o resultado negativo do exame toxicológico do candidato.

Continuar a ler

Geral

Pedágios sobem novamente no RS; veja os novos valores

Avatar

Publicado

em

Entrou em vigor nesta segunda-feira, 24, o reajuste de 4,64% nas tarifas de sete praças de pedágio de rodovias federais do Rio Grande do Sul. Os pontos estão localizados na freeway e nas BR-386 e BR-101, em trechos administrados pela Motiva ViaSul.

Com a atualização aprovada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a tarifa para carros passou de R$ 6,60 para R$ 6,90. Para caminhões de dois eixos, o valor subiu de R$ 13,20 para R$ 13,80. Já as motocicletas passaram de R$ 3,30 para R$ 3,45.

Este é o segundo reajuste aplicado às tarifas em um intervalo de dois meses. A atualização ocorre após um período de dois anos sem alteração nos valores.

O primeiro aumento entrou em vigor em junho e considerou o período de 12 meses iniciado em agosto de 2024. O novo reajuste, aprovado na sexta-feira, 21, corresponde à atualização referente ao último ano.

Dos R$ 0,30 acrescentados à tarifa para carros, R$ 0,11 correspondem à inflação e R$ 0,19 são relacionados ao período em que o reajuste deixou de ser aplicado.

Com as duas atualizações, a tarifa, que era de R$ 5,50 antes do reajuste de junho, chega a R$ 6,90 nesta segunda-feira. A previsão é de que os valores permaneçam sem nova alteração até agosto de 2027.

Continuar a ler

Geral

Famílias de desaparecidos podem fazer coleta de DNA no RS entre 24 e 28 de agosto

Avatar

Publicado

em

Entre os dias 24 e 28 de agosto, familiares de pessoas desaparecidas poderão fornecer material genético em pontos de coleta do Rio Grande do Sul durante a quarta edição da Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. A ação ocorre simultaneamente em todo o país e busca ampliar os cruzamentos entre perfis genéticos de familiares e de pessoas não identificadas.

No Estado, todos os Postos Médico-Legais (PMLs) estarão mobilizados para realizar as coletas. Em Porto Alegre, o procedimento também será feito no Centro Regional de Excelência em Perícias Criminais do Sul (Crepec), localizado na Rua Comendador Álvaro Guaspari, 40.

Na quinta-feira, 27, haverá ainda um ponto de coleta junto ao Monumento ao Expedicionário, no Parque Farroupilha, em Porto Alegre.

Quem deve participar

A mobilização é destinada principalmente a familiares de pessoas desaparecidas que ainda não forneceram material genético à perícia oficial. O material coletado será comparado com perfis genéticos de pessoas não identificadas, vivas ou mortas, que estão cadastrados nos bancos de DNA.

O cruzamento dos dados é realizado continuamente pelas equipes responsáveis pela busca e identificação de pessoas desaparecidas.

O material genético coletado será utilizado exclusivamente para a identificação de pessoas desaparecidas. Quem já realizou a coleta junto à perícia oficial anteriormente não precisa repetir o procedimento.

Familiares prioritários

A orientação é que a coleta seja feita, preferencialmente, por familiares de primeiro grau, seguindo esta ordem:

Pai e/ou mãe biológicos;
Filhos biológicos da pessoa desaparecida e o outro genitor desses filhos;
Irmãos biológicos, filhos do mesmo pai e da mesma mãe.

Em situações nas quais não seja possível seguir essa ordem, a equipe responsável poderá avaliar a coleta de material de outros familiares.

Como é feita a coleta

O material genético pode ser obtido por meio de um pequeno cotonete passado na parte interna da bochecha ou pela coleta de uma pequena gota de sangue da ponta de um dos dedos.

Familiares que não conseguirem comparecer a um dos pontos de atendimento devem entrar em contato por telefone com o local de coleta mais próximo. A equipe poderá avaliar a situação e buscar uma alternativa para viabilizar o procedimento.

Documentos necessários

Para realizar a coleta, é necessário apresentar documento de identidade e informações do boletim de ocorrência referente ao desaparecimento.

Também é recomendado levar, se possível, objetos pessoais da pessoa desaparecida que possam conter material genético, como escova de dentes, dente de leite guardado ou cordão umbilical.

Continuar a ler
publicidade
festivalSicrediGraduação Lasalle

Destaques

hokitoto