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11/04/2026
 

Política

“O que seu vereador anda fazendo…” entrevista Eric Douglas (PTB)

Redação

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Vereador Eric Douglas Dorneles Feijó (PTB)

Jornal Timoneiro: O que já realizou durante o seu mandato?

Eric Douglas Dorneles Feijó (Fera): Nestes três anos de mandato, apresentei 25 projetos, dos quais 7 tornaram-se leis, como por exemplo: o projeto que torna obrigatório os estabelecimentos de ensino de educação infantil, compreendendo creches e pré-escolas e de recreação infantil da rede privada, no município de Canoas, a capacitar 30% do quadro de funcionários em noções básicas de primeiros socorros, no mínimo um em cada turno de funcionamento do estabelecimento (Lei 6.220/2018). Também enfatizo o projeto sobre obrigatoriedade de prestação de informação digital, em tempo real, dos locais e horários dos meios de transportes coletivos, visando a segurança e o conforto para os usuários (Lei 6.199/2018) no transporte público. Além de projetos que visam a criação de políticas públicas de prevenção, conscientização e combate, como da violência cometida contra à pessoa idosa (Lei 6.116/2017), e o projeto de lei 39/2019 que propõem à sociedade uma reflexão sobre a depressão, defendendo a realização de debates com autoridades e especialistas sobre o assunto, a criação e a divulgação de políticas públicas voltadas para minimizar o sofrimento humano.

Timoneiro: Quais as principais demandas dos populares que procuram seu gabinete?

Eric Douglas: Recebemos diariamente demandas da população que visam a melhoria de seu bairro, tais como o recolhimento de entulho, o conserto de vazamento de água, a troca de lâmpada queimada, a revitalização da sinalização de trânsito, o asfaltamento, a fiscalização dentre outros, totalizando até o mês de outubro/2019 4.738 pedidos de providência e 210 indicações.

Timoneiro: Das promessas de campanha, o que ainda falta ser realizado?

Eric Douglas: Não fiz promessas, e sim, me comprometi em buscar soluções em prol da saúde, de melhorias para o transporte público e da criação de políticas públicas de incentivo ao esporte.

Timoneiro: Pretende se candidatar na eleição de 2020?

Eric Douglas: Sim, pretendo concorrer à reeleição ao cargo de vereador que me foi confiado pelos canoenses, para que possamos lutar por mais melhorias para nossa cidade, visando o bem comum de todos.

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Política

Cachoeirinha terá nova eleição no próximo domingo após cassação de prefeito e vice

Redação

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Eleitoras e eleitores de Cachoeirinha voltam às urnas neste domingo, 12, para escolher o novo prefeito e vice-prefeito do município. A eleição suplementar foi convocada após a cassação dos mandatos dos gestores eleitos anteriormente.

A data do pleito segue a Resolução nº 443/2026 do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Ao todo, 102.143 eleitores estão aptos a votar na cidade, que integra a 143ª Zona Eleitoral. A votação ocorrerá em 277 seções distribuídas por 34 locais.

Quatro chapas disputam a eleição:

Claudine de Lima Silveira e Marco Aurélio Albernaz de Oliveira (PP)

Jussara Maria da Silva e Luis Carlos Azevedo da Rosa (Coligação Compromisso com a Nossa Gente)

Laís Rocha Cardoso e Breno de Oliveira Munhoz (Federação PSOL/REDE)

Tairone Rodrigo Pereira Keppler e Cláudia Azevedo de Oliveira (Federação Brasil da Esperança – PT/PCdoB/PV)

A nova eleição ocorre após a Câmara de Vereadores de Cachoeirinha cassar os diplomas do então prefeito Cristian Wasem Rosa e do vice, Delegado João Paulo. A decisão teve como base acusações de irregularidades fiscais no Instituto de Previdência do município e de atentado contra o Legislativo.

Durante o dia de votação, também será realizado o teste de integridade das urnas eletrônicas. A auditoria, prevista pelo Tribunal Superior Eleitoral, simula uma votação oficial com candidatos reais para verificar a segurança na captação e contabilização dos votos. O procedimento ocorre no plenário do TRE-RS, das 8h às 17h, com transmissão ao vivo pela internet.

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Política

Assembleia do RS aprova auxílio de um salário mínimo para órfãos de feminicídio

Redação

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A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou o Projeto de Lei nº 471/2023, de autoria da deputada estadual Delegada Nadine, que prevê a criação de um benefício financeiro para crianças e adolescentes que perderam suas mães em casos de feminicídio.

O texto institui o Auxílio RS Ampara, com pagamento mensal de um salário mínimo a beneficiários de até 18 anos. Para ter acesso, é necessário residir no estado, estar matriculado na escola e ter acompanhamento dos serviços de assistência social. Em casos considerados de vulnerabilidade, o auxílio poderá ser estendido até os 24 anos, desde que o jovem esteja cursando o ensino superior. O valor poderá ser ajustado na fase de regulamentação.

Segundo a autora, a proposta busca atender crianças e adolescentes impactados diretamente pela violência. “Estamos falando de crianças e adolescentes que tiveram suas vidas marcadas por uma violência extrema. O Estado precisa estar presente não apenas na repressão ao crime, mas também no cuidado com quem fica. O Auxílio RS Ampara é uma resposta concreta, humana e necessária”, afirmou.

Com a aprovação em plenário, o projeto segue para sanção do Poder Executivo.

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Política

Presidente Lula sanciona leis com tornozeleira para agressores e amplia conceito de violência na Lei Maria da Penha

Redação

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou três projetos de lei voltados à ampliação da proteção às mulheres e ao enfrentamento da violência doméstica e do feminicídio no Brasil. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira, 10.

Um dos principais pontos é o Projeto de Lei nº 2.942/2024, convertido na Lei nº 15.383/2026, que autoriza o uso de monitoração eletrônica de agressores como medida protetiva independente no âmbito da Lei Maria da Penha. A norma permite a utilização de tornozeleiras eletrônicas, com delimitação de área de circulação e emissão de alertas em caso de aproximação da vítima.

A legislação também prevê prioridade para aplicação da medida em situações de risco, aumento de pena em caso de descumprimento e ampliação de recursos destinados a ações de combate à violência contra a mulher.

Outro projeto sancionado, o PL nº 3.880/2024 (Lei nº 15.384/2026), inclui o conceito de violência vicária na legislação brasileira. Esse tipo de violência ocorre quando o agressor atinge pessoas próximas à vítima, como filhos ou familiares, com o objetivo de causar sofrimento ou exercer controle.

A nova lei também tipifica o homicídio vicário no Código Penal, com pena de 20 a 40 anos de reclusão quando o crime for cometido contra pessoas ligadas à vítima nesse contexto. A punição pode ser agravada em casos envolvendo crianças, idosos, pessoas com deficiência, quando ocorre na presença da vítima ou em descumprimento de medidas protetivas.

Completa o conjunto o Projeto de Lei nº 1.020/2023 (Lei nº 15.382/2026), que institui o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, a ser celebrado anualmente em 5 de setembro.

As medidas atualizam a legislação sobre violência de gênero e introduzem novos mecanismos legais para prevenção, proteção das vítimas e responsabilização de agressores.

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