Clima
Centro de Monitoramento da Defesa Civil prevê possibilidade de geada nos próximos dias no RS

O Centro de Monitoramento da Defesa Civil Estadual atualizou o prognóstico meteorológico para os próximos dias no RS; confira abaixo:
Nesta terça-feira, 10, temperaturas mínimas ainda mais baixas em todo o território gaúcho, variando entre -4°C e 3°C no Oeste, Campanha, Sul, Costa Doce, Sudeste e áreas do Centro, com condições para geada generalizada. Nas demais regiões gaúchas, variam entre 4°C e 10°C, e há chance de geadas pontuais no Norte e Serra. As máximas sobem pouco e oscilam entre 8°C e 15°C.
Na quarta-feira, 11, as temperaturas mínimas variam entre -4°C e 4°C em grande parte do Estado, com condições para geada generalizada. No Noroeste, próximo à Argentina, e no Litoral, variam entre 5°C e 9°C. Já as máximas oscilam entre 8°C e 16°C. A sensação de frio aumenta devido às rajadas de vento que variam entre 20 e 35 km/h em praticamente todo o território gaúcho.
Na quinta-feira, 12, as temperaturas mínimas variam entre -1°C e 6°C na Serra, Norte, RMPOA, Costa Doce, Sul e Campanha, com chance de geada na Serra, parte dos Vales, RMPOA, e áreas altas do Sul e Sudeste. Nas demais regiões, ficam entre 7°C e 12°C. À tarde, as máximas oscilam entre 8°C e 19°C. Novamente há rajadas de vento no Estado, variando entre 20 e 50 km/h ao longo do dia.
Na sexta-feira, 13, as temperaturas mínimas oscilam entre -2°C e 5°C no Sul, Sudeste, Centro, RMPOA e Serra, com chance de geada, e entre 6°C e 12°C nas demais regiões. À tarde, as máximas ficam mais amenas em comparação aos dias anteriores, variando entre 13°C e 19°C. As rajadas de vento variam entre 20 e 50 km/h no Estado.
A tendência é que, no sábado, 14, as temperaturas mínimas sigam baixas na metade Leste do Estado, variando entre 5°C e 11°C, enquanto na metade Oeste, ficam entre 12°C e 15°C. Na tarde, as máximas oscilam entre 13°C e 22°C.
Clima
Ciclone extratropical e frente fria provocam temporais no RS, SC e Paraná nesta semana

A formação de um ciclone extratropical, aliada ao avanço de uma frente fria, deve provocar uma sequência de tempestades no Rio Grande do Sul entre segunda-feira, 6, e quarta-feira, 8. Há previsão de rajadas de vento que podem superar os 90 km/h, além de chuva intensa em pontos isolados e possibilidade de granizo.
Com o deslocamento do sistema em direção ao oceano, a frente fria deve avançar pelo Sul do país e espalhar temporais também por Santa Catarina e pelo Paraná, segundo meteorologistas.
Na segunda-feira, 6, as instabilidades atingem praticamente todo o Estado, incluindo as regiões Oeste, Missões, Noroeste, Norte, Campanha, Sul, Vales, Serra, Centro e Região Metropolitana de Porto Alegre. O risco aumenta ao longo da noite, quando as tempestades avançam do Oeste em direção ao Centro. Os volumes de chuva devem variar entre 10 e 50 milímetros por dia, com acumulados pontuais que podem chegar a 90 milímetros em áreas do Oeste, Centro e Campanha. O mar fica agitado, com condição de ressaca.
Na terça-feira, 7, o cenário de instabilidade persiste em grande parte do Estado. As tempestades devem ocorrer desde a madrugada nas regiões das Missões e Centro, avançando ao longo do dia para outras áreas, como Região Metropolitana, Vales, Noroeste, Norte, Serra e Litoral Norte.
Com o avanço da frente fria associado ao ciclone em alto-mar, os temporais também se espalham por áreas de Santa Catarina e do Paraná.
Há previsão de chuva forte em curto período, com acumulados entre 10 e 60 milímetros por dia e pontos que podem atingir até 120 milímetros, especialmente no Oeste, Missões, Noroeste e Centro. As rajadas de vento seguem intensas e o mar permanece agitado.
Para a quarta-feira, 8, a tendência é de diminuição gradual da instabilidade no Rio Grande do Sul. Ainda há previsão de chuva moderada a forte, com raios, durante a madrugada em áreas do Norte, Nordeste, Serra e Litoral Norte. Ao mesmo tempo, a frente fria segue avançando pelo Sul do país, mantendo condição para temporais entre Santa Catarina e o Paraná.
No decorrer do dia, podem ocorrer chuviscos e variação de nuvens em todo o Estado. Na faixa Leste, as rajadas de vento devem variar entre 60 e 80 km/h, com pontos isolados chegando a 90 km/h, principalmente no Litoral. O mar continua agitado, com ressaca.
Clima
INMET emite alerta vermelho para o RS até as 22h desta segunda-feira

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu, na manhã desta segunda-feira, 23, um alerta vermelho, classificado como “Grande Perigo”, para o Rio Grande do Sul. O aviso teve início às 9h10 e segue válido até as 22h.
De acordo com o INMET, há previsão de chuvas intensas, com volumes superiores a 60 mm por hora ou podendo ultrapassar 100 mm no dia, além de ventos que podem superar os 100 km/h e possibilidade de queda de granizo.
O órgão alerta para riscos de danos em edificações, interrupção no fornecimento de energia elétrica, prejuízos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos no transporte rodoviário.
Clima
Clima na Economia: edital destina R$ 2,5 milhões a projetos que conectem clima e decisões econômicas no Brasil

O Instituto Clima e Sociedade (iCS), por meio do HUB de Economia e Clima, lançará, no dia 9 de março, o edital “Clima na Economia: integrando a questão climática à agenda econômica”. A iniciativa tem como objetivo apoiar projetos de pesquisa aplicada voltados à produção de conhecimento com aplicação direta, promovendo a integração entre economia e clima no Brasil e contribuindo para subsidiar decisões de governos, empresas e investidores.
O edital financiará pesquisas capazes de gerar evidências, diagnósticos, ferramentas, modelos e recomendações diretamente aplicáveis por atores estratégicos. Ao todo, serão disponibilizados até R$ 2,5 milhões. O valor de apoio por projeto será de até R$ 500 mil. As propostas deverão ser submetidas exclusivamente por pessoas jurídicas, no site do iCS.
O processo de inscrição ocorrerá em duas etapas. A primeira fase, destinada à submissão inicial das propostas, será realizada de 9 de março a 8 de abril de 2026, até as 16h (horário de Brasília). As propostas pré-selecionadas avançarão para a segunda etapa, com início previsto para 29 de maio, quando deverá ser apresentada a documentação complementar e a versão detalhada do projeto.
Podem submeter propostas tanto instituições brasileiras de pesquisa e universidades públicas quanto universidades privadas sem fins lucrativos cuja missão institucional contemple a realização de pesquisa científica ou tecnológica, ou o desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos. O edital também é direcionado a organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que comprovem experiência em pesquisa aplicada de natureza científica ou tecnológica.
“A agenda climática já impacta decisões econômicas diariamente, mas ainda precisamos fortalecer a produção de evidências aplicadas que dialoguem diretamente com formuladores de políticas públicas, gestores e investidores. Este edital nasce para aproximar a pesquisa econômica da prática e oferecer subsídios qualificados para decisões que influenciam o desenvolvimento do Brasil no longo prazo”, explica a coordenadora técnica do HUB de Economia e Clima do iCS, Sarah Irffi.
As propostas deverão se enquadrar em uma das quatro linhas temáticas, que se encontram detalhadas no Edital, e resumidas a seguir:
Adaptação às mudanças climáticas
Temas como gestão hídrica, impactos na saúde, passivo/impacto fiscal em termos de redução das receitas são áreas de interesse. Acrescentam-se também , orçamento para adaptação climática e aumento dos gastos públicos (reparação dos danos, atenção às emergências, gastos imprevistos), priorização de investimentos em infraestrutura resiliente e avaliação econômica de riscos e instrumentos de adaptação no setor agropecuário e de geração/transmissão e distribuição de eletricidade.
Macroeconomia e meio ambiente/mudanças climáticas
Visa compreender como as mudanças climáticas afetam a dinâmica econômica e como políticas econômicas influenciam riscos e resiliência. Demandam aprofundamento temas como riscos climáticos e estabilidade financeira, rastreamento de gastos e subsídios no orçamento público e mecanismos fiscais para eventos extremos e modelagem dos efeitos de choques climáticos sobre produtividade, inflação, custos de produção e atividade econômica. Espera-se que os projetos contribuam para aprimorar modelos de previsão macroeconômica, desenvolver instrumentos de política fiscal verde e apoiar a gestão de riscos climáticos no sistema financeiro.
Microeconomia e clima
A vertente microeconômica busca entender como decisões de produtores, empresas e gestores influenciam emissões, adaptação, inovação e eficiência econômica. Há lacunas sobre como choques climáticos afetam produtividade, custos e decisões de investimento, especialmente em setores expostos a riscos físicos e de transição. Espera-se que as pesquisas nessa linha ofereçam evidências aplicadas para orientar políticas públicas e estratégias empresariais, acelerando a transição para uma economia resiliente e de baixo carbono.
Finanças públicas e mudanças climáticas
O tema examina como instrumentos fiscais, tributários e orçamentários podem orientar a ação climática e viabilizar a transição para uma economia de baixo carbono. Demandam especial atenção temas como financiamento climático subnacional, revisão de subsídios, instrumentos tributários verdes e incorporação de riscos climáticos ao ciclo orçamentário. Espera-se a produção de orientações práticas e ferramentas aplicáveis, que auxiliem gestores públicos a alinhar sustentabilidade fiscal e ação climática, fortalecendo a capacidade de planejamento e execução de investimentos de longo prazo.
Serviço
Edital “Clima na Economia: integrando a questão climática à agenda econômica”
Lançamento: 9 de março de 2026
Inscrições, 1ª etapa: de 9 de março a 8 de abril de 2026 (até 16h, horário de Brasília)
Valor total disponível: até R$ 2,5 milhões
Apoio por projeto: até R$ 500 mil
Mais informações: hubdeeconomiaeclima.org.br/ (a partir do dia 9)
O HUB de Economia e Clima e o Instituto Clima e Sociedade (iCS)
O HUB de Economia & Clima, criado em 2025 pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS), tem como objetivo impulsionar a pesquisa econômica aplicada no país, na qual a questão climática esteja integrada à agenda econômica. A iniciativa acredita que as soluções para as questões climáticas e econômicas exigem decisões complexas, que envolvem redirecionamento de investimentos públicos e privados, planejamento estratégico e inovações que integrem centros de pesquisas, empresas, investidores e formuladores de políticas públicas.
O iCS é uma organização filantrópica que apoia projetos e instituições que visam o fortalecimento da economia brasileira e do posicionamento geopolítico do país, além da redução da desigualdade por meio do enfrentamento das mudanças climáticas e soluções sustentáveis. Por meio de diferentes editais e frentes programáticas, o instituto financia e catalisa iniciativas estratégicas que conectam clima, desenvolvimento econômico e políticas públicas no Brasil.

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