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01/10/2026
 

Clima

Defesa Civil de Canoas alerta para risco de temporais e chuva forte entre a tarde e início da noite de sexta-feira, 9

Redação

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Chuvas alagam lado Oeste de Canoas e aulas são suspensas na região; 89 pessoas ficaram desalojadas e 28 desabrigados

A Secretaria de Defesa Civil e Resiliência Climática de Canoas está em alerta para as previsões meteorológicas que apontam para risco de temporais e chuva de forte a torrencial, entre a tarde e o início da noite de sexta-feira, 9, com potenciais de transtornos no município.

Os prognósticos dos institutos de meteorologia indicam que, a partir do final da tarde, os volumes podem oscilar de 50 a 70 milímetros de precipitações, enquanto as rajadas de vento, já na metade da tarde, podem atingir velocidade entre 70 a 100 km/h, o que pode resultar em problemas como destelhamentos, queda de árvores e falta de energia elétrica. O nível de chuva, mesmo que de forma torrencial, não deve refletir em nova situação de enchente nas bacias do Rio do Sinos, do Rio Gravataí ou mesmo da Delta do Jacuí.

Em reunião ainda na manhã desta quinta-feira, 8, na sede da Segurança Pública de Canoas, com presença do prefeito Airton Souza e do secretário da Defesa Civil, Vanderlei Marcos, o gabinete de crise junto ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) discutiu o cenário e organizou ações para combater possíveis danos resultantes do evento climático por meio da mobilização de diversas secretarias.

O encontro contou ainda com a presença de um representante da RGE, a fim de alinhar canais e formas de contato com a companhia caso sejam demandados diante de quedas de árvores na rede ou fios caídos necessitando desligamento da energia.

“Quero dizer que as nossas Casas de Bombas estão funcionando e receberam recentemente reforma e manutenção de todas elas. Aqui está nosso grupo do governo, com secretarias e Subprefeituras, se organizando e preparando para estar atendendo e auxiliando nossa comunidade. Nada de pânico. É uma previsão de chuva densa, que não irá nem surtir efeito se esses volumes de chuva previstos forem diluídos em dois dias. Se ela tiver uma densidade espalhada e não cair num momento apenas, não teremos problemas”, afirma o prefeito Airton, acrescentando a importância do monitoramento dos prognósticos.

“A Defesa Civil e a Prefeitura estão com todos os seus órgãos preparados para dar uma resposta rápida para a população, caso seja necessário. É importante informar que o volume que está previsto para a nossa cidade, para a Região Metropolitana, não causará evento de inundação ou enchente das bacias dos rios como no mês de maio do ano passado. Equipes da Secretaria de Serviços Urbanos e Obras passarão o dia (quinta) juntamente com os subprefeitos fazendo ações de prevenção naqueles pontos que tradicionalmente alagam”, afirma o secretário Vanderlei.

Emergências

Situações de emergência relacionados a chuva, ventos, quedas de árvores ou outras intempéres podem ser comunicados nos telefones 190, 193 ou no (51) 98255 0805. A Guarda Municipal (GM) de Canoas também estará de prontidão no telefone 153, enquanto que as demandas de sinalização devem ser comunicadas à Diretoria de Trânsito, no número 156.

Os canoenses que tiverem problemas com desabastecimento de energia elétrica podem entrar em contato com a RGE pelo telefone WhatsApp (51) 99955 0002, aplicativo CPFL Energia ou então enviar um SMS com o código (presente na conta), para o número 27350.

Clima

Temporal deixa mais de 54 mil pessoas afetadas e danifica 8 mil casas no RS

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Frente fria que trará chuvas ao Estado

O Rio Grande do Sul registrou 146 ocorrências relacionadas às condições meteorológicas adversas desde sexta-feira, 25. Segundo o balanço da Defesa Civil, atualizado até as 17h desta terça-feira, 29, o episódio atingiu 128 municípios e deixou 54.065 pessoas afetadas.

Quatro pessoas ficaram feridas: duas em Pontão, uma em Alegrete e uma em Capão do Cipó. Até o momento, não há registro de mortes ou desaparecidos relacionados ao evento.

Entre as ocorrências estão chuvas intensas, queda de granizo, vendavais, inundações, alagamentos, deslizamentos e corridas de massa, que envolvem o deslocamento de solo e lama.

Ao todo, 6.298 pessoas precisaram deixar suas casas. O levantamento aponta ainda 8.181 residências danificadas. Também foram registrados 171 imóveis destelhados e 46 casas atingidas por alagamentos. Não há registro de casas totalmente destruídas.

Além das residências, os temporais provocaram danos em 38 estabelecimentos de ensino, oito unidades de saúde, 27 prédios públicos e outros 93 estabelecimentos.

Os dados são preliminares e podem mudar à medida que os municípios encaminham novas informações à Defesa Civil. O órgão estadual informou que está auxiliando as cidades mais afetadas com o envio de materiais, como lonas e telhas.

Santiago concentra maior número de pessoas afetadas

Entre os municípios com maior número de pessoas afetadas estão Santiago, Capão do Cipó, Santo Antônio das Missões, Alegrete, Almirante Tamandaré do Sul, Santana do Livramento, Santa Margarida do Sul, Itaara, São Luiz Gonzaga e Casca.

Santiago registra o maior número de pessoas afetadas. Segundo o levantamento, mais de 26 mil moradores foram atingidos pela queda de granizo. O município contabiliza 13 pessoas desabrigadas e cerca de 6 mil desalojadas.

Na cidade, 5 mil residências foram danificadas. Também foram registrados danos em uma unidade de saúde e 20 escolas.

Capão do Cipó aparece entre os municípios mais atingidos tanto em número de pessoas afetadas quanto em danos materiais. Mais de 3 mil pessoas foram atingidas, incluindo uma pessoa ferida. O município registra ainda 12 desabrigados e 120 desalojados.

Na cidade, 500 casas foram danificadas. Também houve danos em duas unidades de saúde, duas escolas, seis estabelecimentos públicos e três estruturas de infraestrutura pública.

Municípios com mais danos materiais

Considerando o número de danos materiais registrados, os municípios que aparecem no levantamento são Santiago, Capão do Cipó, Santana do Livramento, Alegrete, São Luiz Gonzaga, Erval Grande, Santo Antônio das Missões, Catuípe, Benjamin Constant do Sul e Pejuçara.

A relação de pessoas afetadas e de danos materiais é atualizada conforme os municípios enviam novos registros às autoridades estaduais.

Informações sobre abrigos e pessoas acolhidas são reunidas em um painel administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).

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Clima

Ciclone extratropical traz risco de temporais e ventos de até 100 km/h no RS

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Foto: Lizele Garcia

O Rio Grande do Sul enfrenta nesta terça-feira, 29, uma nova rodada de instabilidade causada pela formação de um ciclone extratropical e pela passagem de uma frente fria. A previsão indica chuva forte, possibilidade de granizo e rajadas de vento que podem chegar a 100 km/h em algumas regiões.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém dois alertas para o Estado. O aviso laranja, que indica perigo, prevê volumes de chuva entre 30 e 100 milímetros, ventos de até 100 km/h e possibilidade de granizo. A área inclui municípios da Fronteira Oeste, Campanha, Missões, Noroeste e Norte, além de pontos da Região Central e da Serra.

Já o alerta amarelo, de perigo potencial, abrange praticamente todo o Rio Grande do Sul. Nessas áreas, são esperados volumes entre 20 e 50 milímetros, rajadas de até 60 km/h e possibilidade de granizo.

A Defesa Civil estadual também alerta para condições de tempo severo, principalmente durante a madrugada e a manhã. As rajadas podem superar 90 km/h, enquanto os acumulados de chuva entre segunda-feira, 28, e terça-feira, 29, podem variar de 80 a 120 milímetros, com possibilidade de volumes acima de 150 milímetros em pontos do Oeste, Centro e Missões.

Risco de elevação dos rios

A sequência de chuvas também aumenta a preocupação com os níveis dos rios. Há risco de inundação nos rios Ibirapuitã, São Sepé, Jacuí, Taquari e Caí.

Na região hidrográfica do Guaíba, os rios Jacuí, Sinos e Gravataí já apresentam níveis acima do limiar de alerta para inundação.

Os acumulados registrados nos últimos dias também são elevados. Entre a sexta-feira, 25, e a manhã de segunda-feira, 28, Santana do Livramento registrou 167 milímetros, enquanto Santa Maria e Rosário do Sul tiveram 156 milímetros cada.

A previsão indica que a instabilidade continuará influenciando o Estado ao longo da semana. Entre 28 de setembro e 5 de outubro, os maiores acumulados de chuva do país estão previstos para a Região Sul, com possibilidade de até 200 milímetros na faixa central do Rio Grande do Sul.

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Clima

Calor aumenta no RS no fim de semana e chuva retorna ao Estado

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Foto: Lizele Garcia

O Rio Grande do Sul terá elevação das temperaturas nesta sexta-feira (25), com predomínio de sol em grande parte do Estado. As máximas podem chegar aos 32°C, enquanto a possibilidade de chuva permanece baixa em algumas regiões.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta amarelo para tempestades em áreas da metade sul. A previsão indica chuva entre 20 e 50 milímetros, ventos de até 60 km/h e possibilidade de granizo. O aviso abrange as regiões Sul, Campanha e parte do Centro.

No sábado (26), as temperaturas podem chegar novamente aos 32°C. Entre a tarde e a noite, a instabilidade deve atingir o Oeste, a Campanha e o Centro, com previsão de 20 a 60 milímetros de chuva, além de possibilidade de granizo e rajadas superiores a 80 km/h.

No domingo (27), a chuva deve se concentrar no Sul e na Campanha, com acumulados acima de 20 milímetros em alguns pontos. No Norte e Noroeste, o calor permanece, com máximas de até 35°C.

Previsão para esta sexta-feira (25):

Porto Alegre: 13°C a 28°C
Caxias do Sul: 13°C a 26°C
Bagé: 14°C a 26°C
Uruguaiana: 15°C a 32°C
Pelotas: 12°C a 27°C
Capão da Canoa: 16°C a 25°C
Santa Maria: 11°C a 29°C
Passo Fundo: 13°C a 27°C
* Santa Rosa: 16°C a 31°C

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