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13/05/2026
 

Geral

Feira do Peixe de Canoas começa na terça-feira, 15, e se estende até a sexta-feira santa

Redação

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Feira do Peixe de Canoas começa na terça-feira, 15, e se estende até a sexta-feira santa

Para os canoenses que pretendem visitar a Feira do Peixe de Canoas, devem ficar atentos: nos dias 15,16 e 17 a feira estará aberta das 8 às 20 horas, e no dia 18, das 8 às 12 horas. Serão 16 bancas espalhadas em cinco bairros da cidade: Centro, Mathias Velho, Guajuviras, Niterói e Marechal Rondon. Apenas a feira da Av. Inconfidência começa na quarta-feira, 16.

Em todos os locais haverá diversidade de peixes inteiros e filés, como filés de anjo, merluza, tilápia, tainha e traíra, carpa, além de camarão e siri. Já nos bairros Mathias Velho e Guajuviras, haverá peixes vivos, mantidos em água de poço. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação, todos os custos da feira estão sendo arcados pelos próprios feirantes.

Segundo o Secretário Adjunto de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Odavir de Melo Júnior, Juninho, “reconhecemos a importância da Feira do Peixe de Canoas, tanto do ponto de vista dos feirantes, pois estimula o empreendedorismo e traz mais renda para eles, como do canoense, que já está acostumado com a tradição que a Feira representa”.

Datas e Horários:

– 15, 16 e 17 de abril: das 8h às 20h
– 18 de abril (sexta-feira santa): das 8h às 12h
– Feira do Marechal Rondon: começa na quarta-feira (16)

Locais:

  • Centro: Rua Cônego José Leão Hartmann (em frente à Igreja Matriz São Luiz Gonzaga)
  • Mathias Velho: Praça Igreja Pio X (rua em frente à Igreja)
  • Guajuviras: Rua 1, junto à rótula de acesso principal ao bairro Guajuviras, pela Av. Boqueirão
  • Niterói: Rua José Maurício x Júlio de Castilhos (em frente à Praça Dona Mocinha)
  • Marechal Rondon: Av. Inconfidência (Largo da Inconfidência)

Policial

Homem é preso suspeito de estuprar a enteada de 7 anos em Canoas

Redação

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Foto: Redes Sociais delegado

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta terça-feira, 12, um homem de 40 anos suspeito de estupro de vulnerável contra enteada de 7 anos, em Canoas. A prisão foi realizada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) no município de Cachoeirinha.

Segundo a investigação, os abusos ocorreram no bairro Guajuviras. O inquérito foi instaurado em março deste ano, após a madrinha da criança procurar a polícia para denunciar o caso.

Conforme o relato apresentado à DPCA, a mãe da menina teria acordado durante a madrugada, em dezembro de 2025, e presenciado o companheiro praticando ato sexual contra a criança na cama onde os três dormiam.

A vítima foi ouvida posteriormente pelos investigadores e confirmou os abusos. De acordo com a Polícia Civil, os crimes seriam recorrentes.

Ainda segundo a investigação, mesmo após presenciar a situação, a mãe da criança não registrou ocorrência e permitiu que o suspeito continuasse frequentando a residência. Por isso, ela também é investigada por omissão de cuidados.

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Policial

Operação Contra-Ataque prende oito suspeitos de monitorar policiais e atuar no tráfico no RS

Redação

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira, 12, a Operação Contra-Ataque, coordenada pela Delegacia de Polícia de Venâncio Aires, para combater o tráfico de drogas e a atuação de um grupo criminoso investigado por monitorar movimentações de policiais e viaturas na região.

Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão temporária nas cidades de Venâncio Aires, Gravataí e São Leopoldo. Dois dos mandados foram executados dentro da Penitenciária Estadual de Venâncio Aires, com apoio da Polícia Penal. Até o momento, oito pessoas foram presas.

De acordo com o delegado Guilherme Dill, a investigação apura a atuação de um grupo envolvido com tráfico de drogas, associação para o tráfico e monitoramento sistemático de viaturas e agentes de segurança por meio de aplicativos de mensagens.

Segundo a Polícia Civil, os investigados mantinham uma rede de “campanas digitais”, compartilhando em tempo real informações sobre viaturas descaracterizadas, locais onde policiais faziam refeições, deslocamentos em bairros e proximidades de delegacias. O objetivo, conforme a investigação, era facilitar a atuação do tráfico e dificultar ações policiais.

Ainda conforme a apuração, o grupo avisava integrantes sobre a presença ou ausência de viaturas estacionadas e até mesmo quando veículos deixavam a delegacia da cidade.

A investigação teve início após a apreensão de um telefone celular durante o cumprimento de um mandado judicial em 2024. A análise técnica do aparelho permitiu identificar conversas, grupos de mensagens e elementos que indicariam a atuação contínua da organização criminosa.

“A participação em grupos destinados ao monitoramento de policiais, compartilhamento de informações sobre viaturas e auxílio à movimentação do tráfico de drogas demonstra colaboração direta com a atividade criminosa, podendo configurar o crime de associação para o tráfico de drogas, cuja pena pode chegar a 10 anos de reclusão, a depender das circunstâncias apuradas durante a investigação”, afirmou o delegado Guilherme Dill.

A operação contou com cerca de 40 policiais civis, com apoio de delegacias da região de Santa Cruz do Sul, além da Draco de São Leopoldo, 2ª DP de Gravataí e Draco de Lajeado.

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Policial

Homem é preso suspeito de incendiar casa e matar enteada de 15 anos em Garruchos

Redação

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Polícia Rodoviária Federal / Divulgação

A Polícia Civil investiga a morte de uma adolescente de 15 anos após um incêndio em uma residência na manhã de domingo, 10, em Garruchos, no Noroeste do Estado. O padrasto da vítima, um homem de 35 anos, foi preso preventivamente e é apontado como suspeito do crime.

Segundo a investigação, o caso é tratado inicialmente como homicídio. A principal linha apurada pela polícia é de que o crime teria sido motivado por ciúmes em relação à companheira do suspeito, mãe da adolescente.

A vítima foi identificada como Carla Giovana Siqueira Duarte. Conforme a polícia, a mãe da jovem não estava na cidade no momento do ocorrido.

O delegado Gerson Assis Sousa informou que o suspeito permaneceu em silêncio durante o interrogatório e que ainda existem dúvidas sobre a dinâmica do crime. A Polícia Civil aguarda os laudos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) para determinar se a adolescente morreu antes ou depois do incêndio e se o fogo foi utilizado para provocar a morte ou ocultar o crime.

“Inicialmente, há de se analisar as circunstâncias do fato. Se a vítima morreu antes ou após o incêndio. O animus do suspeito. Caso a morte tenha ocorrido posteriormente ao incêndio, se o suspeito tinha a intenção de matar a vítima ou não”, afirmou o delegado.

O homem está preso no presídio de São Borja. O suspeito e a mãe da adolescente devem prestar depoimento entre esta segunda-feira, 11 e terça-feira, 12.

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