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11/06/2026
 

Geral

Sesc Envolva-se inicia nova turma de artesanato sustentável na Penitenciária Estadual de Canoas

Redação

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Sesc Envolva-se inicia nova turma de artesanato sustentável na Penitenciária Estadual de Canoas

Na última semana, o programa Sesc Envolva-se iniciou nova turma de artesanato sustentável na Penitenciária Estadual de Canoas.

O curso, voltado a pessoas privadas de liberdade, terá um total de 40 horas, divididas em encontros que ocorrerão semanalmente até 22 de novembro.

Ele ensinará como resíduos têxteis – doados ao programa por indústrias parceiras – podem ser transformados em itens de valor econômico e social, como bolsas, ecobags, mandalas e almofadas.

O objetivo é estimular a prática sustentável e formar os participantes para uma oportunidade de obtenção de renda, auxiliando em sua reinserção na sociedade e no mercado de trabalho no futuro.

Programa Sesc Envolva-se

O Programa Sesc Envolva-se tem por propósito capacitar organizações e pessoas através dos princípios da sustentabilidade para a geração de trabalho e renda.

As ações são pautadas pelo conceito de moda sustentável, entendida como a criação de estilos, costumes e padrões de produção e consumo alinhados com práticas sustentáveis de um ponto de vista ambiental, social e econômico, promovendo impacto positivo para a sociedade.

Para isso, empresas doam resíduos sólidos que tenham potencial de virar matéria-prima para a confecção de novos produtos; o Sesc faz a coleta e distribuição das doações, além de oferecer cursos e oficinas para a criação de peças; e instituições sociais promovem impacto positivo com as comunidades atendidas a partir da promoção dessas capacitações e auxílio nas confecções dos materiais.

Mais informações em www.sesc-rs.com.br/assistencia/envolvase.

 

Policial

Polícia Civil deflagra operação contra esquema de lavagem de dinheiro do tráfico no RS

Redação

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 10, a Operação Apakani, uma ampla ação voltada ao combate à lavagem de dinheiro vinculada ao tráfico de drogas. A ofensiva resultou, até o momento, na prisão de 26 pessoas, na apreensão de R$ 22 mil em espécie e de uma arma de fogo. Além disso, foram bloqueadas 58 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas ligadas à investigação.

A operação é conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime de Lavagem de Dinheiro (DRLD/DINARC) e pela Divisão de Inteligência Policial e Análise Criminal (DIPAC), sob coordenação dos delegados Antônio Carlos Ractz Júnior e Adriano Nonnenmacher de Souza. A ação integra a Operação Narke 6, iniciativa nacional coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo a investigação, a organização criminosa atuava na distribuição de drogas em larga escala no Rio Grande do Sul e em outros estados, utilizando um sofisticado esquema de ocultação patrimonial e movimentação financeira para lavar recursos oriundos do narcotráfico.

Mandados em dois estados e dentro de presídios

Por determinação judicial, foram expedidos 28 mandados de prisão preventiva, cinco de prisão temporária e 58 mandados de busca e apreensão. A Justiça também autorizou o bloqueio de 58 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas e o sequestro de 14 veículos supostamente vinculados à organização criminosa.

As diligências ocorreram em Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Gravataí, Nova Santa Rita, Farroupilha, Gramado, Caxias do Sul e Santa Maria. Em Santa Catarina, os mandados foram cumpridos em Criciúma, Balneário Rincão, Lauro Müller, Palhoça, São José e Florianópolis.

A operação também alcançou estabelecimentos prisionais no Rio Grande do Sul e no Paraná, incluindo a Penitenciária Estadual de Porto Alegre (PEPOA), a Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ), a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (PASC), o Presídio Regional de Passo Fundo e o Centro de Integração Social de Piraquara, vinculado à Penitenciária Feminina do Paraná II.

Ao todo, 299 policiais civis participaram da ação, sendo 249 do Rio Grande do Sul e 50 de Santa Catarina.

Investigação começou após apreensão de 1,3 tonelada de maconha

As apurações tiveram início em 2023, após a apreensão de 1,3 tonelada de maconha em Canoas. A partir dessa ocorrência, os investigadores identificaram uma estrutura criminosa responsável pela distribuição de cocaína e crack em larga escala, utilizando rotas interestaduais e imóveis alugados em áreas nobres para armazenar entorpecentes e dificultar o rastreamento policial.

Durante mais de um ano de investigação, foram executadas 71 medidas cautelares sigilosas, incluindo quebras de sigilo bancário, fiscal, financeiro e telemático.

Organização movimentou mais de R$ 21 milhões

De acordo com a Polícia Civil, a organização criminosa movimentou R$ 21,3 milhões durante o período investigado. O esquema utilizava mecanismos sofisticados para ocultar a origem dos recursos, como fracionamento de depósitos, triangulação financeira, uso de contas de terceiros, contas de passagem, saques rápidos e movimentações em casas lotéricas e caixas eletrônicos.

As investigações apontam que os valores circulavam entre líderes, gerentes e operadores ligados ao tráfico de drogas, além de pessoas interpostas utilizadas para mascarar a origem dos recursos ilícitos.

Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi a utilização de 21 empresas consideradas peças-chave no esquema de lavagem de dinheiro. Essas empresas estavam localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul e, segundo a polícia, serviam para inserir recursos do tráfico na economia formal.

AÇÃO INTEGRADA À OPERAÇÃO NARKE 6

Segundo os delegados responsáveis pela operação, o foco principal da ação é descapitalizar a organização criminosa e responsabilizar seus líderes, além dos operadores financeiros e logísticos envolvidos no esquema.

Para o diretor da DINARC, delegado Alencar Carraro, a relevância da operação está no enfrentamento de grandes distribuidores de drogas com elevado grau de organização e experiência criminosa. Já o diretor do DENARC, delegado Carlos Henrique Wendt, destacou a importância da integração entre o Judiciário, o Ministério Público e as Polícias Civis do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

“A atuação conjunta entre as instituições foi fundamental para atingir uma estrutura criminosa com conexões interestaduais e forte capacidade operacional, responsável pelo abastecimento de drogas na Região Sul do país”, afirmou.

A Operação Apakani integra a Operação Narke 6, mobilização nacional que reúne ações de inteligência, cumprimento de mandados, prisões, apreensões e bloqueio de bens para combater o tráfico de drogas, a lavagem de dinheiro e as organizações criminosas em todo o território nacional.

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Geral

APAE Canoas e Nova Santa Rita realizam Campanha do Agasalho 2026 para doação de roupas

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Foto: Freepik

A instituição APAE Canoas, em parceria com a APAE Filial Nova Santa Rita, está promovendo a Campanha do Agasalho 2026 com foco na arrecadação de roupas de inverno e cobertores para distribuição a pessoas em situação de vulnerabilidade.

A ação ocorre em um período em que as baixas temperaturas aumentam a necessidade de itens básicos para proteção contra o frio, especialmente entre famílias que não têm acesso adequado a vestuário térmico.

De acordo com a organização da campanha, as doações devem priorizar peças em boas condições de uso, incluindo agasalhos limpos, cobertores conservados e roupas sem rasgos, manchas ou outros danos.

Os pontos de coleta são:

APAE Canoas
Av. Victor Barreto, 3248 – Centro, Canoas

APAE Filial Nova Santa Rita
Av. Santa Rita, 1823 – Centro, Nova Santa Rita

A campanha segue até o período de inverno e tem como objetivo reunir materiais que serão destinados à população atendida pelas instituições.

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Geral

Rede de Bancos de Alimentos promove nova edição do Sábado Solidário no RS

Redação

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A Rede de Bancos de Alimentos do Rio Grande do Sul promove no próximo sábado,13, mais uma edição do Sábado Solidário, campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis realizada em supermercados parceiros de diversas cidades do Estado.

Durante a ação, consumidores poderão adquirir alimentos e entregá-los aos voluntários identificados com o jaleco do Banco de Alimentos, que estarão nos estabelecimentos participantes.

Participam desta edição os Bancos de Alimentos de Alegrete, Alvorada, Cachoeirinha, Camaquã, Canoas, Caxias do Sul, Gravataí, Porto Alegre, Região do Calçado (Campo Bom, Estância Velha, Novo Hamburgo e Sapiranga), Santa Maria, Torres, Tramandaí (Tramandaí e Imbé), Vale dos Sinos (Esteio, Portão, São Leopoldo e Sapucaia do Sul) e Viamão.

Segundo a organização, houve redução no volume de alimentos recebidos nos últimos meses. Em Porto Alegre, o estoque disponível corresponde atualmente a cerca de 40% da quantidade necessária para atender a demanda cadastrada.

Os alimentos arrecadados durante a campanha serão destinados às instituições sociais e famílias atendidas pelos Bancos de Alimentos participantes.

Entre os itens que podem ser doados estão arroz, feijão, massa, farinha, óleo e outros alimentos não perecíveis.

Como participar

Para colaborar com a campanha, o consumidor deve:

Fazer compras em um supermercado participante do Sábado Solidário;

Adquirir ao menos um quilo de alimento não perecível;

Entregar a doação aos voluntários do Banco de Alimentos presentes no local.

A campanha será realizada durante o horário de funcionamento dos supermercados participantes nas cidades envolvidas.

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