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10/04/2026
 

Saúde

Saiba tudo sobre a vacinação contra a Covid-19 em Canoas

Redação

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A campanha de vacinação contra a Covid-19 começou na última semana em Canoas. As primeiras pessoas a serem vacinadas na cidade receberam a primeira dose da Coronavac, vacina desenvolvida em parceria internacional entre o Instituto Butantan e a farmacêutica Sinovac, na última terça-feira, 19.

Atualmente, Canoas já recebeu do Estado mais de 6,5 mil doses de imunizantes contra a Covid-19, sendo eles 3.507 recebidos da Coronavac, e 3.140 mil da vacina da Fiocruz – Oxford/AstraZenec.

Primeira fase em andamento

A primeira fase da campanha segue em andamento, com objetivo de imunizar profissionais de saúde, idosos institucionalizados (aqueles que moram em asilos), e idosos acima de 75 anos.

Ao total, quatro equipes volantes estão realizando a vacinação em idosos que vivem em instituições de longa permanência e acamados, em todos os quadrantes da cidade. Pontos de imunização dentro do Hospital Pronto Socorro, Hospital Universitário, Hospital da Aeronáutica, Hospital Nossa Senhora das Graças e no setor de imunologia para demais profissionais de saúde residentes em Canoas, mas que não atuam na rede pública do município foram criados para vacinar os profissionais de cada instituição. Vale ressaltar que os profissionais que aplicam as vacinas são servidores municipais do setor de Vigilância em Saúde de Canoas e das UBSs, e deverão estar devidamente uniformizados e identificados.

A segunda fase, que contemplará os grupos prioritários, ainda não tem data definida.

Canoas já vacinou mais de 3 mil pessoas

Segundo dados do Escritório de Comunicação da prefeitura, o município de Canoas alcançou 3.467 vacinados contra a Covid-19 desde o início da campanha de imunização. Na última quarta-feira, 27,475 pessoas receberam a primeira dose da vacina, entre profissionais da saúde e idosos em instituições de longa permanência.

– Total de vacinados em Canoas: 3.467

– Profissionais da saúde: 2.847

– Idosos em ILPIs: 620


Hospital Universitário recebe pacientes de Roraima

Na última terça-feira, 20 pacientes clínicos com Covid-19 vindos de Porto Velho, Rondônia, foram enviados para o Hospital Universitário de Canoas.

No último sábado, 23, o prefeito da cidade, Hildon Chaves, afirmou que os leitos para pacientes com Covid-19 na capital de RO estão lotados. “A solidariedade não tem distância nem fronteiras”, resumiu o governador em exercício Ranolfo Vieira Júnior, nas redes sociais.

Dose de esperança

A canoense Luana Praxedes, enfermeira e funcionária do CTI do Hospital Mãe de Deus, de Porto Alegre, recebeu a vacinação contra o coronavírus nesta semana. Atuante na linha de frente do combate do vírus, desde o começo da pandemia, Luana diz que a palavra que define o começo da vacinação no Brasil é ‘esperança’. “Foram um misto de emoções viver ao longo desses meses na linha de frente, e não foi fácil. Tenho esperança que os dias melhorem. Esperança de que a dor e o sofrimento de tantas famílias sejam curadas, e de que não receba mais tantos pacientes com essa doença. Uma amiga disse e isso resume muito: ‘ A vacina é o começo do fim de todo o mal que a Covid trouxe’”, ressaltou a profissional.

A técnica de enfermagem da UTI do Hospital Pronto Socorro de Canoas, Raquel Riccordi, salientou a importância da vacinação em massa e que somente assim a propagação da doença e as demandas demasiadas do sistema se saúde irão pausar.“ Depois de tudo que vivemos nos últimos meses, tomar vacina me deu muita esperança. Faz acreditar que logo poderemos voltar a conviver com todos que amamos. Foi um dia muito feliz”, assim a profissional relatou o momento e o sentimento de ser vacinada.

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Saúde

Reabertura do HPS de Canoas é adiada para junho de 2027, após atrasos nas obras

Redação

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Hospital de Pronto Socorro de Canoas tem previsão de reabertura parcial para final de setembro

De acordo com informações divulgadas pelo portal GZH na manhã desta sexta-feira, 10, a reabertura do Hospital de Pronto Socorro (HPS) de Canoas deve ocorrer apenas a partir de junho de 2027.

O novo prazo está ligado à segunda fase das obras de recuperação da unidade, que sofreu danos durante a enchente de maio de 2024. A previsão inicial indicava a retomada das atividades em dezembro de 2026, mas o cronograma foi revisado.

Segundo o texto, o município divulgou edital para contratar a empresa responsável pelo projeto e pela execução das obras. A abertura das propostas está marcada para o dia 22 de abril. Caso não haja recursos administrativos ou questionamentos judiciais, a assinatura do contrato pode ocorrer no início do segundo semestre.

Conforme o edital, o prazo estimado para conclusão da reforma é de 12 meses, com entrega prevista para junho de 2027. O contrato com a empresa vencedora terá vigência de 18 meses.

Entre as intervenções previstas estão a recuperação da cobertura, substituição de revestimentos, melhorias nas casas de máquinas e reservatórios, além de adequações nos sistemas elétrico e hidrossanitário, instalação de climatização, pintura e serviços de paisagismo. O investimento pode chegar a R$ 10,13 milhões.

Após a conclusão das obras, ainda será necessária a compra de móveis e equipamentos médicos. Em setembro de 2024, a prefeitura suspendeu o processo de aquisição desses itens. Até o momento, não há definição sobre quando o hospital voltará a operar plenamente.

Procurada pela reportagem do Jornal O Timoneiro, a prefeitura de Canoas informou que em breve enviará uma nota sobre o assunto.

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Saúde

Casos graves de influenza quase dobram no Brasil em comparação a 2025

Redação

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Levantamento aponta que a temporada de gripe no Brasil começou mais cedo e com maior intensidade em 2026. Dados do Instituto Todos pela Saúde, com base em análises laboratoriais, indicam que os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados pelo vírus influenza quase dobraram entre janeiro e meados de março na comparação com o mesmo período de 2025.

Neste ano, foram registrados 3.584 casos, contra 1.838 no ano passado. As informações reforçam o cenário de aumento na circulação de vírus respiratórios no país.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 800 pessoas morreram em decorrência de vírus respiratórios nesse intervalo. Ao todo, o Brasil soma cerca de 14 mil casos de SRAG até meados de março.

O avanço antecipado da gripe já provoca impactos em cidades brasileiras. Em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi decretada situação de emergência devido ao aumento das doenças respiratórias.

Especialistas apontam que a pandemia de Covid-19 alterou o comportamento dos vírus respiratórios. O virologista Anderson Brito explica:

“O que a gente tem observado é que a sazonalidade, ou seja, o período onde os vírus respiratórios costumavam mais estar presente, que era ali em torno do inverno, né, se modificou muito após a chegada da pandemia de Covid-19. O que acontece é que aquele isolamento que a gente fez durante a pandemia alterou o ciclo sazonal da maioria dos vírus”

Para conter o avanço da gripe, a principal recomendação das autoridades de saúde é a vacinação. O governo federal antecipou a campanha de imunização em 2026, com meta de vacinar 90% dos grupos prioritários até 30 de maio. Até agora, cerca de 6 milhões de doses já foram aplicadas.

Estão entre os grupos prioritários crianças, idosos, gestantes, profissionais de saúde, professores, povos indígenas e pessoas com comorbidades.

A infectologista Miriam Dalben faz um alerta sobre a gravidade da doença:

“As pessoas acabam banalizando um pouco a gripe, achando que é uma coisa muito besta, que não pode evoluir com gravidade. Isso não é verdade. Tem gente que só descobre quando fica doente de maneira grave, igual tem paciente agora internado com gripe muito grave. Tem paciente inclusive na UTI agora.”

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Saúde

Anvisa suspende lote de dipirona da Hypofarma após identificar risco de contaminação

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou, na quarta-feira, 8, o recolhimento de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/mL, apresentado em caixas com 100 ampolas de 2 mL, produzido pela Hypofarma.

Além do recolhimento, o órgão também suspendeu a comercialização, distribuição e uso do lote 24112378 do medicamento em todo o país.

De acordo com a Resolução (RE) 1.380/2026, a decisão foi tomada após a confirmação de desvio de qualidade, identificado pela presença de material particulado não dissolvido e estranho à formulação do produto.

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