Geral
Canoas inaugura três Escolas Municipais de Educação Infantil

Durante a semana passada, a Prefeitura de Canoas entregou ao município três Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs). Os bairros Mato Grande, Niterói e Fátima foram contemplados com novas estruturas que atenderão uma demanda histórica na educação, com modernidade, segurança e conforto que as comunidades escolares merecem. Os investimentos fazem parte do pacote de R$ 60 milhões que a Prefeitura, através da Secretaria Municipal da Educação (SME), investe na reconstrução e reforma de instituições de ensino e beneficia todos os quadrantes da cidade.
Toda entrega do município ganha o carinho dos canoenses, mas uma em especial era esperada há muitos anos. As obras da EMEI Mato Grande, localizada no bairro de mesmo nome, foram completamente abandonadas em 2014 e, como a administração passada já havia recebido e gasto cerca de R$ 750 mil do Governo Federal, a Prefeitura poderia devolver o valor ao Ministério ou cobrir o gasto com recursos próprios e retomar a construção, o que foi decidido pelo executivo. Concluída, a nova escola vai receber 244 alunos e contribuir com a ampliação de vagas em creches e pré-escolas, uma das principais conquistas da atual gestão quando o assunto é educação.
Outra entrega realizada pela Prefeitura nesta semana foi a EMEI Tia Maria Lucia, no bairro Niterói. A escola, que tem área de 361,8 m², recebeu R$ 835,2 mil para a sua completa reconstrução, incluindo instalações elétricas e hidrossanitárias, adequações para a acessibilidade de crianças, pais, responsáveis e profissionais, climatização e cobertura na parte externa. Com a obra, a EMEI também ganhou novo mobiliário, muro de alvenaria, sanitários exclusivos para os docentes e espaço de convivência.
O prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato, não escondeu a alegria por, mais uma vez, contribuir com melhorias para as escolas do município. “Fico feliz ao ver que devolvemos a dignidade aos nossos alunos e professores. Os profissionais da educação de Canoas são motivo de muito orgulho para todos nós. É com muito prazer que construímos estruturas melhores para que estes profissionais trabalhem”, conclui.
A conclusão destas obras também fazem parte do trabalho desenvolvido pela vice-prefeita Gisele Uequed, que teve grande participação nos projetos de melhorias na Educação Infantil no município.
Policial
Inquérito sobre desaparecimento da família Aguiar aponta três mortes e indicia suspeito mesmo sem corpos

A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o desaparecimento da família Aguiar e encaminhou o material ao Ministério Público na sexta-feira, 17, após mais de 80 dias de investigação. Mesmo sem a localização dos corpos, os investigadores afirmam ter reunido elementos suficientes para indiciar Cristiano Domingues Francisco por feminicídio, duplo homicídio triplamente qualificado e outros crimes.
Silvana de Aguiar, de 48 anos, e os pais dela, Isail, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, estão desaparecidos desde janeiro. Silvana foi vista pela última vez no dia 24 de janeiro, enquanto os pais desapareceram no dia seguinte, 25 de janeiro. Cristiano é apontado como o principal suspeito.
Além dos homicídios, ele foi indiciado por ocultação de cadáver, abandono de incapaz, falsidade ideológica, furto qualificado, fraude processual, falso testemunho e associação criminosa. As penas máximas somadas podem chegar a 102 anos de reclusão. Caberá ao Ministério Público decidir se oferece denúncia à Justiça.
Durante coletiva de imprensa realizada na sexta-feira, 17, a polícia apresentou a cronologia dos fatos com base em provas técnicas, como imagens de câmeras de segurança e dados de conexão de celulares.
Segundo a investigação, Silvana teria sido morta entre a noite e a madrugada de 24 de janeiro, dentro da própria residência. Registros indicam a presença de um Volkswagen Fox vermelho no local entre 20h33 e 20h41, momento em que um celular vinculado a Cristiano teria se conectado ao wi-fi da casa. Às 21h28, um Ford Ka branco, pertencente à vítima, entra no local e não sai mais. Às 23h32, o Fox retorna e deixa o endereço às 23h45, quando os celulares se desconectam da rede.
A polícia concluiu que os dois estiveram no imóvel ao mesmo tempo e que o crime ocorreu no local. Na madrugada do dia 25 de janeiro, o Fox volta rapidamente à residência por volta das 3h19.
As investigações apontam ainda que Cristiano teria utilizado inteligência artificial para simular a voz de Silvana e atrair o pai dela até a casa. Isail chega ao local às 16h28 do dia 25 de janeiro e, cerca de 20 minutos depois, apenas o suspeito deixa a residência. A mesma estratégia teria sido usada para acessar a casa dos pais da vítima, onde Dalmira estava. Desde então, o casal não foi mais visto.
“Foi um crime tão bem planejado. Percebemos que essa montagem para atrair os idosos já havia sido criada dias antes. Ele preparou um telefone para utilizar no crime e também pensou no pós-crime”, afirmou o delegado Diego Traesel.
Outras cinco pessoas também foram indiciadas por crimes como fraude processual, ocultação de cadáver e associação criminosa. De acordo com a polícia, não há indícios de participação delas nos homicídios, mas sim de atuação posterior.
“Não encontramos elementos de que os demais envolvidos tenham participado antes dos crimes. A conduta deles ocorreu no sentido de tentar isentar o Cristiano da suspeita”, disse o delegado Anderson Spier.
A Polícia Civil chegou a solicitar a prisão preventiva de três desses envolvidos, além de Cristiano, mas o pedido foi negado pelo Tribunal de Justiça.
A motivação do crime, conforme a investigação, estaria relacionada à disputa pela guarda do filho do suspeito com Silvana, além de questões financeiras envolvendo o patrimônio da família.
O inquérito reúne cerca de 20 mil páginas, com depoimentos, relatórios e análises que somam mais de 10 terabytes de dados. Foram apreendidos celulares, computadores e dispositivos de armazenamento, além do cumprimento de mandados de busca e apreensão e quebras de sigilo.
“Se criou a ideia de que sem os corpos não há prova, mas temos um conjunto robusto que aponta para a materialidade dos crimes, que pode ser demonstrada de forma indireta”, afirmou o delegado Anderson Spier.
Policial
Justiça torna réu cardiologista investigado por abuso sexual contra pacientes em Taquara

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu, na quinta-feira, 17, o cardiologista Daniel Pereira Kollet, investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes em Taquara.
A decisão é do juiz Rafael Silveira Peixoto, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Taquara, e tem como base a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. Com isso, o médico passa a responder formalmente ao processo.
Segundo o MP, Kollet é acusado de estupro de vulnerável. A Promotoria sustenta que as vítimas estavam em situação de vulnerabilidade circunstancial, devido à relação de confiança estabelecida entre médico e paciente durante os atendimentos.
De acordo com a denúncia, assinada pela promotora Silvia Inês Miron Jappe, os supostos abusos ocorreram durante consultas em consultório particular, quando as pacientes precisavam permanecer parcialmente despidas para a realização de exames cardiológicos. O Ministério Público afirma que o médico teria se aproveitado da condição profissional e da fragilidade das vítimas no contexto do atendimento.
O órgão também pediu à Justiça a condenação do réu ao pagamento de indenização às pacientes.
Na esfera policial, Daniel Pereira Kollet foi indiciado por violência sexual mediante fraude. Conforme o delegado Valeriano Garcia Neto, três inquéritos já foram concluídos e encaminhados ao Judiciário.
O número de possíveis vítimas que registraram ocorrência chega a 44, conforme atualização de quinta-feira , 17. Outras 20 mulheres também procuraram a polícia e avaliam formalizar denúncia.
A defesa do médico, representada pelo advogado Ademir Campana, não se manifestou ainda.
Policial
Corpo de corretora morta em Florianópolis é liberado após um mês e será sepultado neste sábado em Canoas

O corpo da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas foi liberado para sepultamento mais de um mês após o crime que chocou o país. O velório está marcado para este sábado, 18, em Canoas.
A liberação ocorreu após a conclusão de exames realizados pela Polícia Científica de Santa Catarina, que confirmou por meio de DNA a identidade da vítima. O corpo havia sido encontrado em um córrego no município de Major Gercino, no dia 11 de março.
Segundo familiares, a espera foi marcada por angústia até a confirmação oficial. Nas redes sociais, parentes manifestaram alívio com a possibilidade de realizar o sepultamento e reforçaram o pedido por justiça.
De acordo com a Polícia Científica, o tempo até a liberação foi necessário para a análise genética, procedimento que busca garantir a identificação correta e preservar a dignidade da vítima e de seus familiares.
Natural de Alegrete, Luciani foi criada em Canoas. Ela deixa a mãe e irmãos. O pai morreu há cerca de 20 anos, também vítima de latrocínio.
Investigação
Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, sendo um homem de 27 anos e duas mulheres, de 47 e 30 anos. Eles moravam no mesmo conjunto residencial que a vítima, em Florianópolis. Os nomes não foram divulgados.
Conforme o delegado Anselmo Cruz, responsável pelo caso, o corpo foi inicialmente avistado por moradores no dia 9 de março e retirado dois dias depois pelas autoridades.
A principal linha de investigação aponta que o crime tenha sido motivado por interesse financeiro. A polícia identificou compras realizadas em nome da vítima após o desaparecimento, incluindo eletrônicos e artigos esportivos.
A dinâmica e a causa da morte ainda não foram totalmente esclarecidas pelas autoridades.

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