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09/07/2026
 

Geral

Secretaria orienta sobre funcionamento das escolas com previsão de paralisação

Redação

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em

A Secretaria da Educação de Canoas montou um esquema de recuperação de aulas, devido à previsão de uma mobilização de professores nesta quarta-feira, 15. Uma paralisação nacional deve contar com representantes de todos os níveis de ensino, desde o básico até o superior. De acordo com a Secretaria Municipal da Educação (SME), o calendário de recuperação de dias letivos já está sendo definido e nenhum aluno terá prejuízo no conteúdo das disciplinas.

Das 44 Escolas Municipal de Ensino Fundamental (EMEFs), sete funcionarão normalmente, além do Centro de Educação Inclusiva e Acessibilidade (CEIA), outras 25 não terão aula e 12 organizaram o dia letivo em apenas um turno. Já nas Escolas Municipal de Educação Infantil (EMEIs), 19 não terão alterações no funcionamento, 14 devem aderir à paralisação e sete funcionarão parcialmente. Confira como cada instituição está se organizando para o dia de mobilização:

EMEFs

Aula normal
  • EMEF Carlos Drummond de Andrade
  • EMEF David Canabarro
  • EMEF Jacob Longoni
  • EMEF Prefeito Edgar Fontoura
  • EMEF Professora Odette Yolanda Oliveira Freitas
  • EMEF Rio de Janeiro
  • EMEF Theodoro Bogen
  • CEIA – Centro de Educação Inclusiva e Acessibilidade
Paralisação total
  • EMEF Arthur Oscar Jochims
  • EMEF Arthur Pereira de Vargas
  • EMEF Barão de Mauá
  • EMEF Bilíngue para Surdos Vitória
  • EMEF Castelo Branco
  • EMEF Ceará
  • EMEF Coronel Francisco Pinto Bandeira
  • EMEF Duque de Caxias
  • EMEF Doutor Nelson Paim Terra
  • EMEF Engenheiro Ildo Meneghetti
  • EMEF Erna Würth
  • EMEF Farroupilha
  • EMEF General Osório
  • EMEF Gonçalves Dias
  • EMEF Guajuviras
  • EMEF Ícaro
  • EMEF Irmão Pedro
  • EMEF João Paulo I
  • EMEF Max Adolfo Oderich
  • EMEF Ministro Rubem Carlos Ludwig
  • EMEF Paulo VI
  • EMEF Pernambuco
  • EMEF Rio Grande do Sul
  • EMEF Rondônia
  • EMEF Santos Dumont
Paralisação parcial (aula apenas no turno da manhã)
  • EMEF Governador Walter Peracchi de Barcellos
  • EMEF General Neto
  • EMEF Governador Leonel de Moura Brizola
  • EMEF Professora Nancy Ferreira Pansera
  • EMEF Sete de Setembro
  • EMEF Tancredo de Almeida Neves
  • EMEF João Palma da Silva
  • EMEF Assis Brasil
  • EMEF Monteiro Lobato
  • EMEF Professor Doutor Rui Cirne Lima
  • EMEF Professor Thiago Würth
  • EMEF Paulo Freire
EMEIs
Aula normal
  • EMEI Meu Pedacinho de Chão
  • EMEI Vó Maria Aldina
  • EMEI Vó Pedra
  • EMEI Pequeno Polegar
  • EMEI Pintando o Sete
  • EMEI Vó Lola
  • EMEI Julieta Balestro
  • EMEI Profª Terezinha Tergolina
  • EMEI Vó Corina
  • EMEI Ulisses M. Filho
  • EMEI Vó Nelsa
  • EMEI Laney Langaro
  • EMEI Anísio Spínola Teixeira
  • EMEI Profª Carmem Ferreira
  • EMEI Recanto do Filhote
  • EMEI Vó Inezinha
  • EMEI Vó Picucha
  • EMEI Vovó Doralice
  • EMEI Cara Melada
Paralisação total
  • EMEI Carinha de Anjo
  • EMEI Profª Idara Rocha
  • EMEI Profª Marilene Machado
  • EMEI Ledevino Piccinini
  • EMEI Beija-Flor
  • EMEI Tia Maria Lúcia
  • EMEI Jornalista Marione Leite
  • EMEI Pé-de-Moleque
  • EMEI Tia Lourdes
  • EMEI Vó Babali
  • EMEI Gente Miúda
  • EMEI Vó Sara
  • EMEI Irma Chies Stefani
  • EMEI Nilton Leal Maria
Paralisação parcial
  • EMEI Gilda Schiavon
  • EMEI Mundo Mágico
  • EMEI Bem-me-quer
  • EMEI Carrossel
  • EMEI Olga Ronchetti
  • EMEI Mãe Augusta
  • EMEI Pingo de Gente
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Policial

Mulher é presa preventivamente por suspeita de coagir testemunha em investigação de estupro de vulnerável em Canoas

Redação

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em

Uma mulher foi presa preventivamente na quarta-feira, 8, em Canoas, por suspeita de coagir uma testemunha em um processo que apura um caso de estupro de vulnerável. A ação foi realizada por policiais da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), sob a coordenação do delegado Maurício Barison.

De acordo com a Polícia Civil, a prisão preventiva foi determinada pela Justiça após a investigação apontar indícios de que a suspeita teria tentado intimidar uma testemunha envolvida no processo criminal. A conduta é investigada, em tese, como crime de coação no curso do processo, previsto no artigo 344 do Código Penal.

Conforme a decisão judicial, a medida foi adotada para preservar a ordem pública e garantir a regularidade da instrução processual, evitando possíveis interferências na produção de provas.

O delegado Maurício Barison destacou a gravidade desse tipo de crime.

“A coação de testemunhas é uma conduta gravíssima, pois compromete a busca pela verdade e a segurança de quem colabora com a Justiça. A Polícia Civil atuará sempre que houver tentativa de intimidação no curso de uma investigação”, afirmou.

A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Canoas informou que segue comprometida com a proteção de vítimas e testemunhas, além da preservação da integridade das investigações conduzidas pela unidade.

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Policial

Brigada Militar socorre bebê de 7 meses após engasgamento em Canoas

Redação

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Policiais militares da Brigada Militar salvaram um bebê de 7 meses que havia parado de respirar durante um episódio de engasgamento em Canoas.

De acordo com informações divulgadas pela corporação, a ocorrência foi registrada no Condomínio Arlindo, no bairro Rio Branco. Durante patrulhamento na região, policiais da 4ª Companhia do 15º Batalhão de Polícia Militar (15º BPM) foram acionados por moradores que pediram ajuda para a criança.

Os soldados Timm e Hugo iniciaram imediatamente os primeiros socorros, realizando a manobra de Heimlich para lactentes. A técnica permitiu a desobstrução das vias aéreas e fez com que o bebê voltasse a respirar.

Após o atendimento inicial, a criança, identificada como Samuel, foi encaminhada à UPA Niterói para avaliação médica.

Segundo a Brigada Militar, a rápida intervenção dos policiais foi decisiva para preservar a vida do bebê.

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Policial

Menino de 3 anos morre após agressões em Viamão; pai, missionário norte-americano, segue preso

Redação

Publicado

em

Foto: Arquivo Pessoal

A Polícia Civil confirmou, na madrugada desta quinta-feira, 9, a morte de Oliver Golden Grayson, de 3 anos, que estava internado em estado gravíssimo após ser violentamente agredido em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O principal suspeito é o próprio pai da criança, Dandre Jermaine Grayson, missionário norte-americano de 33 anos, que permanece preso preventivamente.

Durante depoimento à polícia, o investigado admitiu ter cometido as agressões e afirmou que a violência foi motivada porque o filho não lhe deu “bom dia”.

Conforme a delegada Luana Tamiozzo Medeiros, responsável pela investigação, Dandre Jermaine Grayson confessou ter desferido socos no tórax e no abdômen da criança, além de bater a cabeça do menino contra o chão. O caso ocorreu no distrito de Águas Claras, onde a família residia.

Após as agressões, o próprio pai levou o menino ao hospital de Viamão, no último domingo, 5. Em razão da gravidade dos ferimentos, a vítima foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do Hospital de Pronto Socorro (HPS) de Porto Alegre, onde não resistiu.

Ao identificar diversas lesões compatíveis com violência, a equipe médica acionou o 18º Batalhão de Polícia Militar. Dandre Jermaine Grayson foi preso em flagrante ainda na unidade hospitalar. No dia seguinte, durante audiência de custódia, a Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva.

As investigações também apontam que outros filhos do casal podem ter sido vítimas de maus-tratos. Segundo a Polícia Civil, há registros em pelo menos dois estados brasileiros indicando que três crianças, de 5, 7 e 9 anos, apresentaram indícios de agressões semelhantes. A situação de um bebê de um ano segue sendo apurada e, até o momento, não há confirmação de que ele tenha sofrido violência.

Por determinação do Conselho Tutelar, os cinco filhos do casal foram encaminhados para acolhimento institucional. Além das suspeitas de maus-tratos contra as crianças, a Polícia Civil investiga possíveis episódios de violência doméstica praticados contra a esposa do investigado, para quem foi solicitada uma medida protetiva.

De acordo com as autoridades, a família mora no Brasil há cerca de nove anos e havia se estabelecido em Viamão aproximadamente seis meses antes do crime.

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