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06/05/2026
 

Geral

Secretaria orienta sobre funcionamento das escolas com previsão de paralisação

Redação

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em

A Secretaria da Educação de Canoas montou um esquema de recuperação de aulas, devido à previsão de uma mobilização de professores nesta quarta-feira, 15. Uma paralisação nacional deve contar com representantes de todos os níveis de ensino, desde o básico até o superior. De acordo com a Secretaria Municipal da Educação (SME), o calendário de recuperação de dias letivos já está sendo definido e nenhum aluno terá prejuízo no conteúdo das disciplinas.

Das 44 Escolas Municipal de Ensino Fundamental (EMEFs), sete funcionarão normalmente, além do Centro de Educação Inclusiva e Acessibilidade (CEIA), outras 25 não terão aula e 12 organizaram o dia letivo em apenas um turno. Já nas Escolas Municipal de Educação Infantil (EMEIs), 19 não terão alterações no funcionamento, 14 devem aderir à paralisação e sete funcionarão parcialmente. Confira como cada instituição está se organizando para o dia de mobilização:

EMEFs

Aula normal
  • EMEF Carlos Drummond de Andrade
  • EMEF David Canabarro
  • EMEF Jacob Longoni
  • EMEF Prefeito Edgar Fontoura
  • EMEF Professora Odette Yolanda Oliveira Freitas
  • EMEF Rio de Janeiro
  • EMEF Theodoro Bogen
  • CEIA – Centro de Educação Inclusiva e Acessibilidade
Paralisação total
  • EMEF Arthur Oscar Jochims
  • EMEF Arthur Pereira de Vargas
  • EMEF Barão de Mauá
  • EMEF Bilíngue para Surdos Vitória
  • EMEF Castelo Branco
  • EMEF Ceará
  • EMEF Coronel Francisco Pinto Bandeira
  • EMEF Duque de Caxias
  • EMEF Doutor Nelson Paim Terra
  • EMEF Engenheiro Ildo Meneghetti
  • EMEF Erna Würth
  • EMEF Farroupilha
  • EMEF General Osório
  • EMEF Gonçalves Dias
  • EMEF Guajuviras
  • EMEF Ícaro
  • EMEF Irmão Pedro
  • EMEF João Paulo I
  • EMEF Max Adolfo Oderich
  • EMEF Ministro Rubem Carlos Ludwig
  • EMEF Paulo VI
  • EMEF Pernambuco
  • EMEF Rio Grande do Sul
  • EMEF Rondônia
  • EMEF Santos Dumont
Paralisação parcial (aula apenas no turno da manhã)
  • EMEF Governador Walter Peracchi de Barcellos
  • EMEF General Neto
  • EMEF Governador Leonel de Moura Brizola
  • EMEF Professora Nancy Ferreira Pansera
  • EMEF Sete de Setembro
  • EMEF Tancredo de Almeida Neves
  • EMEF João Palma da Silva
  • EMEF Assis Brasil
  • EMEF Monteiro Lobato
  • EMEF Professor Doutor Rui Cirne Lima
  • EMEF Professor Thiago Würth
  • EMEF Paulo Freire
EMEIs
Aula normal
  • EMEI Meu Pedacinho de Chão
  • EMEI Vó Maria Aldina
  • EMEI Vó Pedra
  • EMEI Pequeno Polegar
  • EMEI Pintando o Sete
  • EMEI Vó Lola
  • EMEI Julieta Balestro
  • EMEI Profª Terezinha Tergolina
  • EMEI Vó Corina
  • EMEI Ulisses M. Filho
  • EMEI Vó Nelsa
  • EMEI Laney Langaro
  • EMEI Anísio Spínola Teixeira
  • EMEI Profª Carmem Ferreira
  • EMEI Recanto do Filhote
  • EMEI Vó Inezinha
  • EMEI Vó Picucha
  • EMEI Vovó Doralice
  • EMEI Cara Melada
Paralisação total
  • EMEI Carinha de Anjo
  • EMEI Profª Idara Rocha
  • EMEI Profª Marilene Machado
  • EMEI Ledevino Piccinini
  • EMEI Beija-Flor
  • EMEI Tia Maria Lúcia
  • EMEI Jornalista Marione Leite
  • EMEI Pé-de-Moleque
  • EMEI Tia Lourdes
  • EMEI Vó Babali
  • EMEI Gente Miúda
  • EMEI Vó Sara
  • EMEI Irma Chies Stefani
  • EMEI Nilton Leal Maria
Paralisação parcial
  • EMEI Gilda Schiavon
  • EMEI Mundo Mágico
  • EMEI Bem-me-quer
  • EMEI Carrossel
  • EMEI Olga Ronchetti
  • EMEI Mãe Augusta
  • EMEI Pingo de Gente
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Policial

Justiça aceita denúncia do MP e torna três réus por mortes e desaparecimento da família Aguiar em Cachoeirinha

Redação

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em

A Justiça do Rio Grande do Sul aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réus, no início da noite de segunda-feira, 4, três investigados no caso do desaparecimento da família Aguiar, ocorrido há cerca de 100 dias. O principal suspeito é o policial militar Cristiano Domingues Francisco, que responderá por oito crimes.

Silvana de Aguiar, de 48 anos, e os pais dela, Isail Vieira de Aguiar, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, não são vistos desde os dias 24 e 25 de janeiro.

Além de Cristiano, também se tornaram réus a atual esposa dele, Milena Ruppental Domingues, e o irmão, Wagner Domingues Francisco.

As defesas de Cristiano e Milena informaram que ainda não tiveram acesso à íntegra do processo e que irão se manifestar posteriormente. Já a defesa de Wagner afirmou que as acusações divulgadas até o momento são unilaterais e não passaram pelo contraditório, pedindo cautela na formação de conclusões.

Acusações

Cristiano responde por dois feminicídios, referentes às mortes de Silvana e Dalmira, e por um homicídio qualificado, no caso de Isail. Também é acusado de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, falsidade ideológica, furto e abandono de incapaz. O Ministério Público pediu ainda a perda do cargo público e a suspensão do poder familiar. A acusação por falso testemunho, inicialmente apontada pela Polícia Civil, não foi mantida.

Milena é acusada de participação nos dois feminicídios e no homicídio qualificado, além de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, furto e falso testemunho. Segundo o Ministério Público, ela teria atuado no planejamento dos crimes, na criação de álibis e na manipulação de provas.

Wagner responde por ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa.

Denúncia do Ministério Público

De acordo com o Ministério Público, Cristiano e Milena teriam agido por motivo torpe e mediante emboscada nos crimes contra Silvana e Dalmira. A acusação aponta que Milena não participou diretamente das mortes, mas teve envolvimento intelectual e organizacional.

Os dois também foram denunciados pelo homicídio qualificado de Isail e por furto de bens da residência de Silvana após o desaparecimento.

Ainda conforme o órgão, os três réus teriam atuado juntos na ocultação dos corpos e na alteração de provas para dificultar a investigação, o que fundamenta as acusações de fraude processual e associação criminosa.

Cristiano também responde por falsidade ideológica, por utilizar dados de terceiros na ativação de chips de celular.

Outros desdobramentos

O filho de Cristiano e Silvana está sob acompanhamento do Ministério Público e permanece com a avó paterna.

O Ministério Público recorreu da decisão que negou a prisão de Milena e Wagner. O pedido está em análise no Tribunal de Justiça.

Outros três investigados não foram denunciados por não terem, segundo o Ministério Público, participação direta nos fatos principais. Esses casos poderão ser tratados em processos separados.

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Policial

MPRS denuncia policial militar por homicídio, duplo feminicídio e desaparecimento de família Aguiar

Redação

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MPRS denuncia policial militar por homicídio, duplo feminicídio e desaparecimento de família Aguiar

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunciou nesta segunda-feira, 4, o policial militar Cristiano Domingues Francisco, de 39 anos, por uma série de crimes graves ligados ao desaparecimento da família Aguiar, no fim de janeiro. Entre as acusações estão duplo feminicídio, homicídio qualificado, ocultação de cadáver, falsidade ideológica, fraude processual, furto, associação criminosa e abandono de incapaz.

Cristiano é ex-companheiro de Silvana de Aguiar e ex-genro de Isail Aguiar, de 69 anos, e Dalmira German Aguiar, de 70. Os três seguem desaparecidos.

Segundo o Ministério Público, o crime contra Silvana teria ocorrido de forma premeditada, com emboscada dentro da própria residência. O órgão aponta ainda que a motivação estaria ligada a conflitos envolvendo a guarda do filho do casal e desentendimentos familiares.

O MP também pediu a perda do cargo público do policial e a declaração de incapacidade para exercer o poder familiar. Além disso, solicitou novas diligências sobre a guarda da criança, a atuação funcional do investigado e a quebra de dados bancários e telemáticos dos envolvidos.

Outros denunciados

A atual companheira de Cristiano, Milena Tainá Ruppenthal Domingues, de 28 anos, também foi denunciada. Ela responde por participação nos dois feminicídios e no homicídio qualificado, além de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, furto e falso testemunho. Segundo o MP, ela teria ajudado a montar álibis e manipular provas antes e depois dos crimes.

O irmão do policial, Wagner Domingues Francisco, de 31 anos, foi denunciado por ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa, por suposta participação na tentativa de esconder os corpos e dificultar a investigação.

O promotor Caio Isola de Aro afirmou que a atuação da companheira de Cristiano teria incluído conhecimento técnico para atrapalhar a coleta de provas. Ele destacou ainda a crueldade dos crimes.

Já a subprocuradora-geral Alessandra Bastian da Cunha afirmou que o Ministério Público seguirá atuando, junto com a Polícia Civil, para localizar os corpos das vítimas e dar uma resposta às famílias.

Investigação e indiciamentos

Cristiano está preso desde fevereiro e já havia sido indiciado pela Polícia Civil em abril por duplo homicídio, feminicídio, ocultação de cadáver e outros crimes. A investigação aponta que as três vítimas foram mortas, mas os corpos ainda não foram encontrados. O policial e Silvana têm um filho de nove anos.

De acordo com a Polícia Civil, os crimes foram cometidos de forma planejada e com tentativa de ocultação de provas. O delegado Anderson Spier afirmou que o suspeito teria matado o casal para encobrir o assassinato de Silvana.

A apuração indica que as mortes ocorreram em locais diferentes e em momentos distintos. Um veículo usado na ação também não foi localizado.

Outros investigados

Em relação a outros suspeitos, o Ministério Público decidiu adotar medidas diferentes conforme o grau de envolvimento. As mães do policial e da companheira tiveram parte das acusações arquivadas, mas podem responder por fraude processual em apuração separada.

Já um amigo do casal teve o caso arquivado em parte, com possibilidade de investigação específica por falso testemunho.

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Policial

Adolescente morto em assalto na estação Fátima é sepultado em Canoas

Redação

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Um adolescente de 17 anos, com a identidade não divulgada, estudante do 3º ano do curso técnico em Informática do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), campus de Venâncio Aires, morreu na tarde do último sábado, 2, após ser atacado com um objeto cortante na estação Fátima da Trensurb, em Canoas. O jovem foi sepultado no domingo, 3.

De acordo com a Brigada Militar, outro adolescente, cuja idade não foi informada, é apontado como autor do golpe, que causou ferimentos graves na vítima. O jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

Após o crime, policiais realizaram buscas na região e localizaram o suspeito ainda no mesmo bairro, além do objeto utilizado no ataque.

A Polícia Civil investiga o caso e trabalha com a hipótese de latrocínio, além de apurar as circunstâncias do ocorrido.

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