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10/06/2026
 

Geral

Secretaria orienta sobre funcionamento das escolas com previsão de paralisação

Redação

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em

A Secretaria da Educação de Canoas montou um esquema de recuperação de aulas, devido à previsão de uma mobilização de professores nesta quarta-feira, 15. Uma paralisação nacional deve contar com representantes de todos os níveis de ensino, desde o básico até o superior. De acordo com a Secretaria Municipal da Educação (SME), o calendário de recuperação de dias letivos já está sendo definido e nenhum aluno terá prejuízo no conteúdo das disciplinas.

Das 44 Escolas Municipal de Ensino Fundamental (EMEFs), sete funcionarão normalmente, além do Centro de Educação Inclusiva e Acessibilidade (CEIA), outras 25 não terão aula e 12 organizaram o dia letivo em apenas um turno. Já nas Escolas Municipal de Educação Infantil (EMEIs), 19 não terão alterações no funcionamento, 14 devem aderir à paralisação e sete funcionarão parcialmente. Confira como cada instituição está se organizando para o dia de mobilização:

EMEFs

Aula normal
  • EMEF Carlos Drummond de Andrade
  • EMEF David Canabarro
  • EMEF Jacob Longoni
  • EMEF Prefeito Edgar Fontoura
  • EMEF Professora Odette Yolanda Oliveira Freitas
  • EMEF Rio de Janeiro
  • EMEF Theodoro Bogen
  • CEIA – Centro de Educação Inclusiva e Acessibilidade
Paralisação total
  • EMEF Arthur Oscar Jochims
  • EMEF Arthur Pereira de Vargas
  • EMEF Barão de Mauá
  • EMEF Bilíngue para Surdos Vitória
  • EMEF Castelo Branco
  • EMEF Ceará
  • EMEF Coronel Francisco Pinto Bandeira
  • EMEF Duque de Caxias
  • EMEF Doutor Nelson Paim Terra
  • EMEF Engenheiro Ildo Meneghetti
  • EMEF Erna Würth
  • EMEF Farroupilha
  • EMEF General Osório
  • EMEF Gonçalves Dias
  • EMEF Guajuviras
  • EMEF Ícaro
  • EMEF Irmão Pedro
  • EMEF João Paulo I
  • EMEF Max Adolfo Oderich
  • EMEF Ministro Rubem Carlos Ludwig
  • EMEF Paulo VI
  • EMEF Pernambuco
  • EMEF Rio Grande do Sul
  • EMEF Rondônia
  • EMEF Santos Dumont
Paralisação parcial (aula apenas no turno da manhã)
  • EMEF Governador Walter Peracchi de Barcellos
  • EMEF General Neto
  • EMEF Governador Leonel de Moura Brizola
  • EMEF Professora Nancy Ferreira Pansera
  • EMEF Sete de Setembro
  • EMEF Tancredo de Almeida Neves
  • EMEF João Palma da Silva
  • EMEF Assis Brasil
  • EMEF Monteiro Lobato
  • EMEF Professor Doutor Rui Cirne Lima
  • EMEF Professor Thiago Würth
  • EMEF Paulo Freire
EMEIs
Aula normal
  • EMEI Meu Pedacinho de Chão
  • EMEI Vó Maria Aldina
  • EMEI Vó Pedra
  • EMEI Pequeno Polegar
  • EMEI Pintando o Sete
  • EMEI Vó Lola
  • EMEI Julieta Balestro
  • EMEI Profª Terezinha Tergolina
  • EMEI Vó Corina
  • EMEI Ulisses M. Filho
  • EMEI Vó Nelsa
  • EMEI Laney Langaro
  • EMEI Anísio Spínola Teixeira
  • EMEI Profª Carmem Ferreira
  • EMEI Recanto do Filhote
  • EMEI Vó Inezinha
  • EMEI Vó Picucha
  • EMEI Vovó Doralice
  • EMEI Cara Melada
Paralisação total
  • EMEI Carinha de Anjo
  • EMEI Profª Idara Rocha
  • EMEI Profª Marilene Machado
  • EMEI Ledevino Piccinini
  • EMEI Beija-Flor
  • EMEI Tia Maria Lúcia
  • EMEI Jornalista Marione Leite
  • EMEI Pé-de-Moleque
  • EMEI Tia Lourdes
  • EMEI Vó Babali
  • EMEI Gente Miúda
  • EMEI Vó Sara
  • EMEI Irma Chies Stefani
  • EMEI Nilton Leal Maria
Paralisação parcial
  • EMEI Gilda Schiavon
  • EMEI Mundo Mágico
  • EMEI Bem-me-quer
  • EMEI Carrossel
  • EMEI Olga Ronchetti
  • EMEI Mãe Augusta
  • EMEI Pingo de Gente
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Geral

APAE Canoas e Nova Santa Rita realizam Campanha do Agasalho 2026 para doação de roupas

Redação

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em

Foto: Freepik

A instituição APAE Canoas, em parceria com a APAE Filial Nova Santa Rita, está promovendo a Campanha do Agasalho 2026 com foco na arrecadação de roupas de inverno e cobertores para distribuição a pessoas em situação de vulnerabilidade.

A ação ocorre em um período em que as baixas temperaturas aumentam a necessidade de itens básicos para proteção contra o frio, especialmente entre famílias que não têm acesso adequado a vestuário térmico.

De acordo com a organização da campanha, as doações devem priorizar peças em boas condições de uso, incluindo agasalhos limpos, cobertores conservados e roupas sem rasgos, manchas ou outros danos.

Os pontos de coleta são:

APAE Canoas
Av. Victor Barreto, 3248 – Centro, Canoas

APAE Filial Nova Santa Rita
Av. Santa Rita, 1823 – Centro, Nova Santa Rita

A campanha segue até o período de inverno e tem como objetivo reunir materiais que serão destinados à população atendida pelas instituições.

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Geral

Rede de Bancos de Alimentos promove nova edição do Sábado Solidário no RS

Redação

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A Rede de Bancos de Alimentos do Rio Grande do Sul promove no próximo sábado,13, mais uma edição do Sábado Solidário, campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis realizada em supermercados parceiros de diversas cidades do Estado.

Durante a ação, consumidores poderão adquirir alimentos e entregá-los aos voluntários identificados com o jaleco do Banco de Alimentos, que estarão nos estabelecimentos participantes.

Participam desta edição os Bancos de Alimentos de Alegrete, Alvorada, Cachoeirinha, Camaquã, Canoas, Caxias do Sul, Gravataí, Porto Alegre, Região do Calçado (Campo Bom, Estância Velha, Novo Hamburgo e Sapiranga), Santa Maria, Torres, Tramandaí (Tramandaí e Imbé), Vale dos Sinos (Esteio, Portão, São Leopoldo e Sapucaia do Sul) e Viamão.

Segundo a organização, houve redução no volume de alimentos recebidos nos últimos meses. Em Porto Alegre, o estoque disponível corresponde atualmente a cerca de 40% da quantidade necessária para atender a demanda cadastrada.

Os alimentos arrecadados durante a campanha serão destinados às instituições sociais e famílias atendidas pelos Bancos de Alimentos participantes.

Entre os itens que podem ser doados estão arroz, feijão, massa, farinha, óleo e outros alimentos não perecíveis.

Como participar

Para colaborar com a campanha, o consumidor deve:

Fazer compras em um supermercado participante do Sábado Solidário;

Adquirir ao menos um quilo de alimento não perecível;

Entregar a doação aos voluntários do Banco de Alimentos presentes no local.

A campanha será realizada durante o horário de funcionamento dos supermercados participantes nas cidades envolvidas.

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Policial

Investigação iniciada em Canoas leva à prisão de 14 suspeitos de golpes em empresas

Redação

Publicado

em

Foto: Policia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta terça-feira, 9, uma operação contra um grupo criminoso suspeito de aplicar golpes em empresas de diferentes regiões do país. Até o momento, 14 pessoas foram presas.

A ação, denominada Operação Ciberlab, cumpre 27 mandados de prisão e 60 de busca e apreensão em seis cidades dos estados de Mato Grosso e Rio Grande do Norte, locais de onde os investigados atuariam. Segundo a polícia, os suspeitos se passavam por executivos de empresas para convencer funcionários do setor financeiro a realizar transferências bancárias.

As investigações tiveram início após o registro de um caso envolvendo uma empresa de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, ocorrido no ano passado. De acordo com a Polícia Civil, uma operadora financeira recebeu mensagens de um contato que utilizava a foto do presidente da companhia. Como o executivo estava em viagem, a funcionária não desconfiou da abordagem.

O golpista alegou ter trocado de número de telefone e passou a solicitar pagamentos que, supostamente, seriam destinados a fornecedores, procedimento considerado comum na rotina da empresa.

Conforme a delegada Luciane Bertoletti, titular da 3ª Delegacia de Polícia de Canoas e responsável pela investigação, foram realizadas dez transferências antes que a funcionária percebesse a frequência incomum dos pedidos. Até então, cerca de R$ 200 mil já haviam sido enviados aos criminosos.

“A finalidade, de acordo com o golpista que se passava pelo presidente da empresa, era fazer pagamentos para fornecedores. É algo muito comum na atividade deles do dia a dia”, afirmou a delegada.

Luciane Bertoletti destacou ainda que a estratégia utilizada pelos suspeitos foi baseada em técnicas de engenharia social, reproduzindo detalhes da rotina da empresa para dar credibilidade às mensagens enviadas.

“A forma como eles abordaram ela, a engenharia social, foi muito bem feita. Era realmente a forma como esse presidente solicitava os pagamentos. Como ele estava viajando e estava em reunião, falou que teve de trocar de número, teve um problema. Ela não desconfiou porque a conversa era muito verossímil”, completou.

A Polícia Civil informou que ainda apura a existência de outras vítimas em diferentes estados brasileiros. Segundo os investigadores, empresas de médio e grande porte eram os principais alvos do grupo. Após os repasses, os valores eram distribuídos para diversas contas bancárias, numa tentativa de dificultar o rastreamento do dinheiro.

As investigações prosseguem para identificar todos os envolvidos no esquema e dimensionar o prejuízo causado às empresas atingidas.

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