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05/02/2026
 

Geral

Secretaria orienta sobre funcionamento das escolas com previsão de paralisação

Redação

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A Secretaria da Educação de Canoas montou um esquema de recuperação de aulas, devido à previsão de uma mobilização de professores nesta quarta-feira, 15. Uma paralisação nacional deve contar com representantes de todos os níveis de ensino, desde o básico até o superior. De acordo com a Secretaria Municipal da Educação (SME), o calendário de recuperação de dias letivos já está sendo definido e nenhum aluno terá prejuízo no conteúdo das disciplinas.

Das 44 Escolas Municipal de Ensino Fundamental (EMEFs), sete funcionarão normalmente, além do Centro de Educação Inclusiva e Acessibilidade (CEIA), outras 25 não terão aula e 12 organizaram o dia letivo em apenas um turno. Já nas Escolas Municipal de Educação Infantil (EMEIs), 19 não terão alterações no funcionamento, 14 devem aderir à paralisação e sete funcionarão parcialmente. Confira como cada instituição está se organizando para o dia de mobilização:

EMEFs

Aula normal
  • EMEF Carlos Drummond de Andrade
  • EMEF David Canabarro
  • EMEF Jacob Longoni
  • EMEF Prefeito Edgar Fontoura
  • EMEF Professora Odette Yolanda Oliveira Freitas
  • EMEF Rio de Janeiro
  • EMEF Theodoro Bogen
  • CEIA – Centro de Educação Inclusiva e Acessibilidade
Paralisação total
  • EMEF Arthur Oscar Jochims
  • EMEF Arthur Pereira de Vargas
  • EMEF Barão de Mauá
  • EMEF Bilíngue para Surdos Vitória
  • EMEF Castelo Branco
  • EMEF Ceará
  • EMEF Coronel Francisco Pinto Bandeira
  • EMEF Duque de Caxias
  • EMEF Doutor Nelson Paim Terra
  • EMEF Engenheiro Ildo Meneghetti
  • EMEF Erna Würth
  • EMEF Farroupilha
  • EMEF General Osório
  • EMEF Gonçalves Dias
  • EMEF Guajuviras
  • EMEF Ícaro
  • EMEF Irmão Pedro
  • EMEF João Paulo I
  • EMEF Max Adolfo Oderich
  • EMEF Ministro Rubem Carlos Ludwig
  • EMEF Paulo VI
  • EMEF Pernambuco
  • EMEF Rio Grande do Sul
  • EMEF Rondônia
  • EMEF Santos Dumont
Paralisação parcial (aula apenas no turno da manhã)
  • EMEF Governador Walter Peracchi de Barcellos
  • EMEF General Neto
  • EMEF Governador Leonel de Moura Brizola
  • EMEF Professora Nancy Ferreira Pansera
  • EMEF Sete de Setembro
  • EMEF Tancredo de Almeida Neves
  • EMEF João Palma da Silva
  • EMEF Assis Brasil
  • EMEF Monteiro Lobato
  • EMEF Professor Doutor Rui Cirne Lima
  • EMEF Professor Thiago Würth
  • EMEF Paulo Freire
EMEIs
Aula normal
  • EMEI Meu Pedacinho de Chão
  • EMEI Vó Maria Aldina
  • EMEI Vó Pedra
  • EMEI Pequeno Polegar
  • EMEI Pintando o Sete
  • EMEI Vó Lola
  • EMEI Julieta Balestro
  • EMEI Profª Terezinha Tergolina
  • EMEI Vó Corina
  • EMEI Ulisses M. Filho
  • EMEI Vó Nelsa
  • EMEI Laney Langaro
  • EMEI Anísio Spínola Teixeira
  • EMEI Profª Carmem Ferreira
  • EMEI Recanto do Filhote
  • EMEI Vó Inezinha
  • EMEI Vó Picucha
  • EMEI Vovó Doralice
  • EMEI Cara Melada
Paralisação total
  • EMEI Carinha de Anjo
  • EMEI Profª Idara Rocha
  • EMEI Profª Marilene Machado
  • EMEI Ledevino Piccinini
  • EMEI Beija-Flor
  • EMEI Tia Maria Lúcia
  • EMEI Jornalista Marione Leite
  • EMEI Pé-de-Moleque
  • EMEI Tia Lourdes
  • EMEI Vó Babali
  • EMEI Gente Miúda
  • EMEI Vó Sara
  • EMEI Irma Chies Stefani
  • EMEI Nilton Leal Maria
Paralisação parcial
  • EMEI Gilda Schiavon
  • EMEI Mundo Mágico
  • EMEI Bem-me-quer
  • EMEI Carrossel
  • EMEI Olga Ronchetti
  • EMEI Mãe Augusta
  • EMEI Pingo de Gente
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Geral

Atualização anual do DAS do MEI já está em vigor e altera valor da contribuição mensal

Redação

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Atualização anual do DAS do MEI já está em vigor e altera valor da contribuição mensal

Já está valendo a atualização anual do valor do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) para os Microempreendedores Individuais (MEIs). O reajuste é decorrente da alteração do salário-mínimo nacional, fixado em R$ 1.621,00, e impacta o valor da contribuição mensal obrigatória, cuja próxima guia vence no dia 20 de fevereiro.

A quitação do DAS dentro do prazo é necessária para a manutenção do acesso a benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade. A regularidade também evita a geração de débitos, aplicação de multas e possíveis restrições ao exercício da atividade econômica.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação (SMDEI) informa que o Escritório do Empreendedor, por meio da Sala do MEI, disponibiliza atendimento gratuito para esclarecimentos sobre os valores atualizados, emissão de guias, opções de parcelamento e regularização de pendências.

O serviço é oferecido presencialmente na Rua Dr. Barcelos, nº 969, no Centro, e também por meio do WhatsApp, pelo número (51) 98255-0914. No espaço, os MEIs têm acesso a suporte técnico para a formalização e a continuidade de suas atividades.

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Geral

Consulta pública está aberta para reconhecer a pesca com botos como patrimônio cultural

Redação

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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan, mantém aberta a consulta pública que avalia o reconhecimento da pesca com botos como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A participação da sociedade é aberta e considerada essencial para o andamento do processo.

A prática, registrada no litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, é conhecida pela cooperação entre pescadores artesanais e botos na captura da tainha. Esse saber tradicional é transmitido há mais de cem anos entre gerações e permanece restrito a poucos estuários do sul do país.

Quem deseja participar pode enviar sua manifestação até o dia 28 de fevereiro. As contribuições podem ser feitas de forma digital ou presencial, por diferentes canais disponibilizados pelo Iphan.

As manifestações podem ser enviadas por e-mail para conselho.consultivo@iphan.gov.br.

Também é possível participar pelo Protocolo Digital do Iphan, disponível no site Aqui.

Outra opção é o envio de correspondência para o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, no endereço: SEPS 702/902, Centro Empresarial Brasília 50, Bloco B, Torre Iphan, 5º andar, Brasília, Distrito Federal, CEP 70390-135.

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Policial

Operações da Polícia Civil resultam na prisão de 31 agressores de mulheres no Rio Grande do Sul

Redação

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Operações da Polícia Civil resultam na prisão de 31 agressores de mulheres no Rio Grande do Sul

Duas operações especiais, realizadas pela Polícia Civil em janeiro, colocaram foco nos agressores para coibir a violência de gênero, doméstica e familiar, reforçando a proteção às vítimas. A ação policial foi organizada em resposta aos episódios violentos que marcaram o início do ano no Rio Grande do Sul. Foram executados 30 mandados de prisão e uma prisão em flagrante, relacionados ao descumprimento de medidas protetivas de urgência e a novas ocorrências.

Juntas, as operações “Ano-novo, Vida Nova” e “Mulher Segura” mobilizaram mais de 400 agentes da Polícia Civil e terminaram com a prisão de 31 agressores.

Policiais civis e militares de todo o Estado estão preparados para o atendimento às vítimas e, no âmbito da Secretaria da Segurança Pública (SSP), o tema vem sendo monitorado diariamente, como informou a secretária-adjunta da pasta, Adriana da Costa.

“Com apoio de todas as instituições ligadas à SSP e em parceria com outras secretarias, como a da Mulher e da Saúde, temos realizado o combate e a prevenção aos casos, mas a mudança de mentalidade depende também de conscientização. Por isso, são realizados programas de prevenção e educação, além de parcerias com outros órgãos. Esse é um problema de toda a sociedade”, afirmou.

Janeiro

Coordenada pelo Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPGV) e realizada pela Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher (Dipam), a operação “Ano-novo, Vida Nova” foi desencadeada em 20 de janeiro e durou 24 horas, com ordens judiciais cumpridas em 53 municípios gaúchos. A ação envolveu 363 policiais e resultou na apreensão de quatro armas de fogo, além de munições.

Na quarta-feira, 28, foi realizada uma operação integrada com as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher de Porto Alegre. Durante a ação, três armas e munições foram apreendidas. Dois homens foram presos, um deles em flagrante.

Feminicídios

O Rio Grande do Sul registrou 11 feminicídios em janeiro de 2026. Embora outros crimes tenham sido reduzidos no Rio Grande do Sul, a violência contra a mulher é um desafio para toda a sociedade.

“O feminicídio e a agressão à mulher não são um problema contemporâneo. Infelizmente, esse tipo de crime está arraigado em nossa cultura machista, onde o homem pensa que é dono da mulher. Acredito que a sociedade está se transformando: nunca se discutiu tanto esse tema e com tanta disponibilidade de instituições públicas e privadas unidas para combater esse tipo de crime”, disse o diretor do DPGV, delegado Juliano Ferreira.

Reforço nas operações e no atendimento às vítimas

O trabalho policial é sistemático e será intensificado. Na sexta-feira, 30, Ferreira anunciou que o departamento instituirá, no início de fevereiro, a Equipe de Pronta Resposta, voltada ao atendimento rápido e qualificado das vítimas em locais de crimes relacionados aos grupos vulneráveis. A ação representa um avanço significativo na capacidade operacional do DPGV, ao garantir a presença de policiais em todos os locais de crime.

Inicialmente, o trabalho dessas equipes se intensifica na capital e, em breve, será expandido para todo o Estado. “Nos casos de feminicídio e outras ocorrências que envolvem esses grupos vulneráveis, teremos agentes especializados para o atendimento de diligências específicas, o que vai melhorar muito nossa capacidade de resposta às ocorrências e reduzir o tempo das investigações”, afirmou o delegado.

Ferreira destacou que a ação será repetida, com a checagem de cada uma das denúncias. “O trabalho é repressivo e preventivo. Outra frente em que nos emprenharemos cada vez mais é a qualificação do trabalho do policial. Os agentes que atendem às vítimas estarão cada vez mais preparados para as abordagens e irão colaborar para o fortalecimento da rede de proteção dessas mulheres. Outro ponto importante é trazer atores sociais diversos para a discussão sobre o machismo estrutural, como empresas públicas e privadas, envolvendo também os cidadãos, afinal, é preciso conscientizar a todos sobre a violência, que não é um problema de polícia, mas uma questão que envolve toda a sociedade”, ressaltou.

A diretora da Dipam, delegada Waleska Alvarenga, anunciou que em fevereiro será realizada outra operação especial para o combate à violência contra a mulher. A ação dará continuidade às estratégias do governo estadual para o enfrentamento dos feminicídios e da violência doméstica e familiar, com apoio das instituições vinculadas à SSP – Polícia Civil, Brigada Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Instituto-Geral de Perícias.

Canais de denúncia

Em caso de urgência, a Brigada Militar deve ser acionada pelo 190. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 181 ou pelo site da Delegacia Online.

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