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18/02/2026
 

Policial

Rio Grande do Sul registra 15º feminicídio de 2026 após dois novos casos em Maçambará e Cacequi

Redação

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'Punição exemplar para dar um basta à violência contra as mulheres' (por Patrícia Alba - deputada estadual)

Mais duas vítimas de feminicídio foram registradas em diferentes regiões do Estado nos últimos dias. Os casos aconteceram em Maçambará e Cacequi e elevaram para 15º o número de mulheres mortas por violência de gênero em 2026.

O 14º caso foi registrado em Maçambará, na Fronteira Oeste. A servidora pública da saúde Claudia Rosane Cáceres, de 53 anos, foi encontrada morta dentro de casa por colegas de trabalho, depois de não comparecer ao serviço.

O principal suspeito é o companheiro da vítima, Mauro César dos Santos Rodrigues, também de 53 anos. Ele foi preso e o caso é tratado como feminicídio.

Já o 15º crime ocorreu em Cacequi, na Região Central. A vítima, Cássia Girard do Nascimento, de 26 anos, foi morta na madrugada de sábado, 14, na casa de uma amiga, na rua Carlos Catupi, bairro Iponã. Ela foi sepultada no domingo, 15.

O suspeito, Bruno Padilha, de 29 anos, se apresentou à Polícia Civil na tarde de terça-feira, 17, na Delegacia de Rosário do Sul, acompanhado de advogado. Ele permaneceu em silêncio e teve a prisão preventiva decretada. Após o registro, foi encaminhado ao Presídio Estadual de Rosário do Sul.

Segundo o delegado Adriano de Jesus Linhaares Rodrigues, responsável pela investigação, horas antes do crime Cássia havia registrado boletim de ocorrência contra o ex-namorado e conseguiu uma medida protetiva de urgência. O suspeito chegou a ser intimado, mas descumpriu a determinação. Cássia deixa um filho de 6 anos.

Com esses dois casos, o Rio Grande do Sul soma 15º feminicídios em 2026. Somente em fevereiro, quatro mulheres foram mortas por companheiros ou ex-companheiros.

A defesa de Bruno Padilha informou que irá se manifestar apenas nos autos do processo.

Denuncie

Casos de violência doméstica podem ser denunciados pelo telefone 180, que funciona 24 horas por dia, de forma gratuita e anônima. Em situações de emergência, a orientação é acionar o 190.

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Foragido com condenação de 37 anos é preso durante fiscalização de descarte de lixo em Canoas

Redação

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Foragido com condenação de 37 anos é preso durante fiscalização de descarte de lixo em Canoas

Um homem de 36 anos, condenado a mais de 37 anos de prisão em regime fechado por tráfico de drogas e homicídio, foi detido na manhã desta terça-feira, 17, em Canoas, no bairro Guajuviras, durante uma ação de fiscalização de descarte irregular de lixo.

O flagrante ocorreu por volta das 9h30, quando agentes da Fiscalização de Trânsito e da Guarda Municipal abordaram o suspeito na Rua Irmão Tiago. Inicialmente, ele forneceu aos agentes os dados do irmão, mas acabou confessando ter informado informações falsas por ser foragido do sistema prisional.

O homem foi encaminhado à UPA Boqueirão e, em seguida, à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) para registro da ocorrência. O veículo em que ele estava também foi apreendido, pois apresentava adulteração na numeração, e o reboque, que não possuía placas nem registro, também foi recolhido.

Segundo o secretário de Mobilidade Urbana, Marcos Melchior, a ação faz parte de rondas rotineiras em pontos de descarte irregular de lixo, uma orientação do prefeito Airton Souza. “Cuidar do descarte irregular de lixo é uma prioridade, e durante o feriado de Carnaval conseguimos realizar este flagrante”, afirmou o secretário.

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Policial militar que atuava em Canoas é preso por suspeita em envolvimento no desaparecimento de três pessoas da mesma família em Cachoeirinha

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Policial militar que atuava em Canoas é preso por suspeita em envolvimento no desaparecimento de três pessoas da mesma família em Cachoeirinha

O policial militar Cristiano Domingues Francisco, que atuava na 3ª Companhia do bairro Guajuviras, em Canoas, foi preso preventivamente na manhã desta terça-feira, 10, pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, que investiga o desaparecimento de três integrantes de uma mesma família de Cachoeirinha.

Cristiano é ex-companheiro de Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, que desapareceu com seus pais, Isail Vieira de Aguiar, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, desde os dias 24 e 25 de janeiro. Até o momento, as circunstâncias do sumiço não foram esclarecidas.

Divulgação Polícia Civil

Divulgação Polícia Civil

O caso

De acordo com a Polícia Civil, Silvana fez uma publicação em redes sociais no sábado, 24, na qual afirmou ter sofrido um acidente de trânsito enquanto retornava de Gramado, na Serra Gaúcha. Após a mensagem, os pais teriam saído para procurá-la, mas também não foram mais vistos. Segundo a polícia, não há registro oficial de acidentes no trecho mencionado.

As investigações apontam que o contato com os familiares foi interrompido em momentos distintos. Silvana é mãe de um menino de 9 anos, que estava sob os cuidados do pai no fim de semana do desaparecimento. Os pais dela são proprietários de um minimercado que funciona junto à residência da família. O estabelecimento está fechado desde o dia 25 de janeiro, data em que os idosos foram vistos pela última vez.

O caso foi debatido em uma reunião realizada na segunda-feira, 9, em Cachoeirinha, com a participação de agentes da Polícia Civil, delegados e da subchefe da Polícia Civil no Rio Grande do Sul, Patrícia Tolotti. Segundo o delegado Spier, o encontro teve como objetivo aprofundar a análise do caso e confrontar informações já levantadas durante a investigação.

A Polícia Civil aguarda os resultados de perícias realizadas nas residências da família, no minimercado e em veículos, além da análise de imagens de câmeras de segurança que registraram movimentações nos dias do desaparecimento. Um celular encontrado nas proximidades da casa dos idosos também passará por perícia.

O caso segue em apuração e, até agora, não há informações oficiais sobre o paradeiro da família.

 

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Rio Grande do Sul registra mais dois casos e chega ao 13º feminicídio no interior do Estado em menos de 24h

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No Rio Grande do Sul, o ano já registra o 13º feminicídio, com dois casos recentes no interior do estado que estão sob investigação da Polícia Civil.

O primeiro crime ocorreu na madrugada de sábado, 7, em São Francisco de Paula. A vítima foi morta a facadas dentro do quarto do casal, na residência onde vivia com o companheiro. Os dois haviam vindo da Paraíba e estavam morando na cidade há poucos meses.

Após o ataque, o suspeito fugiu usando o carro de um familiar e se escondeu em Bom Jesus, onde mantém vínculos com parentes e amigos. Ele foi preso na segunda feira, 9, depois de um trabalho intenso de investigação que mobilizou equipes de várias delegacias da região, além do apoio do Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos.

Segundo a delegada Fernanda Seibel Aranha, responsável pelo caso, a Polícia Civil atuou de forma ininterrupta desde as primeiras horas após o crime. O homem preso tem antecedentes por homicídio, roubo e outros delitos.

O segundo caso foi registrado em Santa Clara do Sul, na Região dos Vales. Na manhã desta terça feira, 10, uma mulher de 30 anos e o ex marido, de 37, foram encontrados mortos em uma residência. A Brigada Militar foi acionada após um carro ter invadido a garagem do imóvel.

A mulher estava dentro da casa, e o ex marido foi encontrado sem vida embaixo do veículo envolvido no acidente. Segundo informações apuradas, ele mantinha uma boa convivência com a ex companheira e havia ido até a residência para visitar a filha do casal.

As investigações apontam que o crime foi cometido por um ex namorado da vítima. O atual companheiro dela, de 45 anos, foi encontrado ferido no local e levado para atendimento no Hospital Bruno Born, em Lajeado.

A filha da mulher, de apenas 5 anos, estava trancada em um dos cômodos da casa. Ela foi retirada em segurança pelos policiais e entregue aos cuidados de um familiar.

A Polícia Civil trata o episódio como feminicídio seguido de homicídio e trabalha para esclarecer a dinâmica do crime e apontar o responsável pelas mortes. O local foi isolado para perícia, e as investigações seguem em andamento.

Em caso de violência contra a mulher, denuncie pelo 180 ou acione a Brigada Militar pelo 190.

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