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22/03/2026
 

Geral

DetranRS: 374 veículos e sucatas vão a leilão na próxima quarta, 17

Redação

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DetranRS: 374 veículos e sucatas vão a leilão na próxima quarta, 17

O DetranRS realiza, na próxima quarta-feira, 17, o leilão de 374 veículos e sucatas, que estão em Centros de Remoção e Depósito (CRD) de Caxias do Sul, Nova Petrópolis, Bento Gonçalves, Veranópolis, Farroupilha e Garibaldi, todos municípios da Serra. O evento acontece às 10h e será transmitido diretamente no site do leiloeiro responsável.

Itens ofertados

Na ocasião serão ofertados 103 veículos aptos à circulação, que podem ser arrematados pelo público em geral, e 49 lotes de sucatas (271 veículos), disponíveis apenas para Centros de Desmanches de Veículos (CDV) credenciados à autarquia. Entre os veículos que vão a leilão, estão um Jeep Renegade Sport ATD 2015/2016, com lance mínimo de R$ 5.000,00 e um Nissan Kicks SV CVT 2019/2020, a partir de R$ 5.000,00.

Os endereços dos depósitos podem ser conferidos no item III do Edital 030/2025. Para participar, é preciso ler atentamente o edital do leilão e realizar o cadastro no site do leiloeiro até 24 horas antes do início do certame virtual.

Avaliação dos bens

A autarquia reforça a necessidade de que os interessados realizem a visitação pública, tendo em vista que os veículos serão leiloados no estado e condições em que se encontram, não cabendo reclamações posteriores. O período de visitas aos depósitos inclui os quatro dias úteis que antecedem o leilão, das 09h às 17h.

Leilão virtual 

O modo de realização é semelhante ao formato presencial. O leiloeiro, em vídeo ao vivo, apresenta os lotes e os arrematantes enviam seus lances on-line. Será considerado vencedor o interessado que tiver feito a maior oferta aceita, não sendo validados quaisquer lances enviados após o encerramento do apregoamento do lote.

Também haverá a opção de realização do pré-lance on-line, ou seja, antes da abertura do leilão virtual. Os lotes que receberem ofertas nessa modalidade iniciarão o leilão a partir do maior lance registrado no sistema. Caso não haja, no ato, lance superior, o lote será considerado arrematado pelo licitante responsável pelo maior pré-lance.

As informações sobre os bens leiloados, bem como os endereços dos locais de visitação e os próximos eventos previstos podem ser conferidos no site do DetranRS, menu Veículos, Leilões, Calendário de Leilões.

Alerta 

O DetranRS reforça a atenção com os golpes de falsos leilões realizados em sites utilizando a marca da autarquia e o endereço de seus credenciados. Dessa forma, alguns cuidados são necessários para interessados em participar de leilões:

  • Conferir no site oficial do DetranRS os próximos eventos > detran.rs.gov.br > menu Veículos > Leilões > Calendário de Leilões;
  • Verificar nos editais do leilão todos os veículos disponíveis para compra em cada depósito credenciado, seus lances iniciais, o site do leiloeiro oficial e demais informações;
  • Se possível, realizar visita ao depósito (CRD) onde está o veículo para verificar suas condições pessoalmente;
  • Participar do leilão na data e horário agendados pelo DetranRS e divulgados no site oficial (detran.rs.gov.br);
  • Caso seja atraído por um anúncio, desconfiar de sites de leiloeiros que não sejam hospedados no Brasil (sem o final “.br”);
  • Pesquisar a empresa em sites de reclamação e/ou mídias sociais;
  • Suspeitar de veículos que pareçam novos ou de concessionárias;
  • Não fazer transferências bancárias. Nos leilões do DetranRS, o pagamento do valor de arremate se dá por meio de guia de arrecadação própria (GAD-L), quitada na rede bancária conveniada. Somente o valor da comissão do leiloeiro será conforme instruções do mesmo (detalhadas sempre no item 9.4 do Edital).

Quem for vítima desse tipo de golpe, deve comunicar o fato à Polícia Civil, por meio de um boletim de ocorrência. O registro pode ser feito presencialmente em uma Delegacia de Polícia ou, preferencialmente, pela internet, por meio da Delegacia Online.

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Procon RS discute alta dos combustíveis e anuncia reforço na fiscalização no Estado

Redação

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O Departamento de Defesa do Consumidor do Procon RS se reuniu na última quinta-feira, 19, com representantes do Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Rio Grande do Sul para discutir o aumento nos preços dos combustíveis no Estado. O encontro aconteceu na sede do Procon, em Porto Alegre, e buscou esclarecer como o setor tem atuado diante da alta registrada em todo o país.

Durante a reunião, a subsecretária de Justiça e Integridade Institucional, Cristiane Viana, ressaltou a preocupação com os impactos diretos no bolso do consumidor.

“Estamos diante de um contexto em que diversos fatores contribuem para o aumento dos preços dos combustíveis. No entanto, é fundamental garantir que esses reajustes ocorram dentro da legalidade e sem práticas abusivas”, afirmou.

De acordo com o Procon RS, a elevação dos preços está ligada a uma série de fatores, tanto externos quanto internos. Entre eles estão a alta do petróleo no mercado internacional, influenciada por conflitos e instabilidades globais, a valorização do dólar, que encarece a importação de combustíveis, especialmente o diesel, e o aumento da demanda no período de colheita agrícola no Estado. Também pesam questões logísticas, possíveis limitações na oferta e o chamado “efeito psicológico”, quando o medo de desabastecimento acaba pressionando ainda mais os preços.

O diretor do Procon RS, Cleiton Silvestre Munhoz de Freitas, afirmou que o órgão deve intensificar a fiscalização nos próximos dias.

“Estamos trabalhando de forma articulada para identificar e coibir irregularidades. Reforçamos que o Procon RS está ao lado do consumidor e seguirá atuando para garantir transparência e equilíbrio nas relações de consumo”, destacou.

O diretor também orientou que consumidores que se sentirem prejudicados registrem denúncias nos Procons municipais ou diretamente no Procon estadual, em cidades onde não há unidade local.

Além das autoridades citadas, também participaram do encontro o diretor-adjunto do Procon RS, Sérgio Renato Teixeira, o presidente do sindicato, Fabricio Braz, o ex-presidente João Carlos Dal’Aqua e o assessor jurídico Antônio Augusto Queruz.

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“Água para quem?”; programa debate saneamento, urbanização e preservação em Canoas

Redação

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O Canoas Podcast trouxe ao centro do debate a relação da sociedade com os recursos hídricos no episódio intitulado “Água para quem? Reflexões sobre saneamento, urbanização e vida”. A discussão reuniu a ambientalista Inês, do Projeto Rio Guri, e o engenheiro Eduardo Carvalho, vice-presidente da ABES-RS.

Durante a entrevista, os convidados abordaram os desafios da universalização do saneamento básico, especialmente diante dos impactos climáticos que marcaram a cidade de Canoas em 2024. A conversa destacou como a urbanização acelerada e a impermeabilização do solo, causada pelo avanço do asfalto, alteram o ciclo natural da água, contribuindo para o aumento de alagamentos e a degradação de cursos hídricos.

Um dos exemplos citados foi o Arroio Araçá, apontado como um recurso natural essencial que, ao longo do tempo, passou a ser negligenciado pela população. Segundo os especialistas, essa desconexão evidencia a necessidade urgente de reconectar as pessoas com o meio ambiente em que vivem.

A educação ambiental foi outro ponto central do debate. Os participantes ressaltaram que atitudes cotidianas, como a separação correta de resíduos e a preservação de nascentes, são fundamentais para a conservação dos recursos hídricos. Além disso, destacaram que a conscientização individual é o primeiro passo para fortalecer a cobrança por políticas públicas mais eficazes e inclusivas.

O episódio também marcou a divulgação da Semana Interamericana da Água, reforçando a importância de ampliar o debate sobre o uso e a preservação da água. A iniciativa busca destacar que esse recurso não deve ser visto apenas como fonte de consumo humano, mas como um bem comum essencial para a manutenção da vida em todos os seus aspectos, incluindo a fauna e a flora.

Ao longo da conversa, ficou evidente que enfrentar os desafios do saneamento e da preservação ambiental exige tanto ações coletivas quanto mudanças individuais. O episódio se apresenta, assim, como um convite à reflexão e à participação ativa da sociedade na construção de um futuro mais sustentável.

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Canoas promove 7º Fórum Nacional de Proteção de Dados e reúne especialistas e gestores de todo o país

Redação

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Canoas é sede nesta sexta-feira, 20, do 7º Fórum Nacional de Proteção de Dados dos Municípios, iniciativa que reúne representantes de diversas regiões do Brasil para debater a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) na administração pública.  

O encontro ocorre no Canoas Parque Hotel, no Salão Dourado, com organização da Secretaria de Transparência, Controladoria e Governo Digital, reunindo gestores públicos, especialistas e autoridades de cidades como Recife, Brasília e Manaus. Ao longo da programação, o fórum se consolida como um dos principais espaços de diálogo e troca de experiências sobre proteção de dados no setor público municipal. 

O secretário municipal de Transparência, Controladoria e Governo Digital, Gustavo Ferenci, destacou:  

“A proteção de dados pessoais envolve informações como CPF, nome, endereço e telefone, que fazem parte da vida de todos. O fórum permite discutir como essas informações são utilizadas e como os municípios podem garantir mais segurança no tratamento desses dados”, afirmou.  

Entre os participantes, o encarregado de dados do Governo do Distrito Federal, Alberto Peres Neto, ressaltou:  

“Estamos compartilhando a experiência do Distrito Federal na implementação da LGPD, apresentando modelos que podem contribuir com os municípios na construção de soluções adequadas às suas estruturas”, explicou. 

Durante a programação da tarde da quinta-feira, 19, o advogado, professor e conselheiro do Conselho Nacional de Proteção de Dados e da Privacidade (CNPD), Rodrigo Pironti, abordou o tema da soberania de dados:  

“A soberania de dados é algo bastante importante, porque ela foca na necessidade dos órgãos públicos de ter um controle efetivo sobre os seus dados. Os dados pessoais, enfim, dos cidadãos e todos os dados manipulados pela estrutura de governo”, destacou. 

Pironti também alertou para os riscos relacionados ao compartilhamento e armazenamento dessas informações:  

“Qual o grande problema de não se ter um controle? O compartilhamento desses dados é feito com muitas estruturas. E, normalmente, essas estruturas têm um armazenamento inclusive fora do país. Portanto, a transferência internacional de dados é uma preocupação bastante presente”, explicou. 

O evento conta com a participação de representantes de 35 municípios de 13 estados brasileiros. Desde sua criação, em 2021, o fórum vem fortalecendo a construção coletiva de conhecimento, com grupos de trabalho, produção técnica e articulações institucionais junto a entidades nacionais.  

Entre os temas debatidos estão a educação para proteção de dados, a conscientização da alta gestão, a implementação prática da LGPD e os principais desafios enfrentados pelos municípios, demonstrando que, apesar das diferentes realidades, as demandas são semelhantes em todo o país. 

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