Conecte-se conosco

header-top

sulgas publicidade







 

19/10/2026
 

Clima

Defesa Civil alerta para chuvas fortes no Rio Grande do Sul até quinta-feira, 19

Redação

Publicado

em

Temporais atingem o Rio Grande do Sul no final de semana

A Defesa Civil estadual alerta a população para a previsão de chuvas fortes, volumosas e persistentes ao longo de quase toda a semana no Rio Grande do Sul. Entre a tarde desta segunda, 16, e a quinta-feira, 19, deve haver instabilidades na maioria das regiões do Estado. As precipitações virão acompanhadas de raios, temporais isolados, queda de granizo e rajadas de vento.

Diante das previsões para os próximos dias, a Defesa Civil realizou, nesta segunda, uma reunião preparatória com seu efetivo e as forças de resposta. Além disso, está trabalhando na articulação com os municípios onde há riscos de alagamentos e inundações para que acionem seus Planos de Contingência e estabeleçam medidas de prevenção. Os últimos avisos e alertas da Defesa Civil podem ser conferidos no site do órgão.

Dede a tarde desta segunda, a atuação de uma região de baixa pressão aliada ao fluxo de umidade vindo do norte do país favorece chuva moderada a forte, acompanhada de raios e temporais isolados com queda de granizo no Oeste, nas Missões, na Campanha e em parte do Centro.

Nessas regiões, os acumulados de chuva devem variar entre 40 e 90 mm/dia, enquanto na Costa Doce e Sul devem ficar abaixo de 40 mm/dia. As rajadas de vento variam entre 60 e 80 km/h na metade norte do Estado, ocorrendo antes das instabilidades.

Durante a terça-feira, 17, devem acontecer chuvas fortes a intensas em grande parte do RS, com raios e temporais acompanhados de queda de granizo. Esse cenário será causado pelo aprofundamento do sistema de baixa pressão aliado ao fluxo de umidade proveniente do norte do país.

Os volumes devem variar entre 40 e 80 mm/dia no Sul, na Costa Doce, nos Vales, na Região Metropolitana, no Litoral Médio e na Campanha, podendo atingir 90 mm/dia na região das Missões, em parte do Oeste, no Centro, no Noroeste e no Vale do Rio Pardo. As rajadas de vento ficarão entre 60 e 80 km/h em áreas da metade norte, na Campanha e na Costa Doce, podendo, isoladamente, ultrapassar os 90 km/h antes e durante as instabilidades.

Na quarta, 18, a chuva intensa e persistente continuará, acompanhada de raios, temporais isolados e rajadas de vento de 50 a 80 km/h, associadas às instabilidades. Os acumulados devem variar entre 40 e 90 mm/dia na Costa Doce, no Centro, na Região Metropolitana, no Litoral Médio e no Litoral Norte, podendo atingir os 120 mm/dia no Noroeste, nas Missões, em parte do Centro e no Vale do Rio Pardo. Nas demais regiões, os acumulados ficam abaixo de 40 mm/dia.

Na quinta, 19, o tempo permanecerá instável na maioria das regiões, com acumulados abaixo dos 30 mm/dia. Na região Norte, a chuva forte e contínua, acompanhada de raios, favorecerá volumes de 60 a 90 mm/dia, podendo atingir isoladamente os 100 mm/dia.

A tendência é que, na sexta-feira, 20, as chuvas sigam no Estado, com volumes entre 30 e 50 mm/dia na Campanha, no Sul, no Norte e na Serra.

Riscos de alagamentos e inundações

Ao final desse período, os acumulados de precipitação deverão variar entre 160 e 250 mm no Oeste, nas Missões, no Noroeste, no Centro, na Campanha e no Sudeste. Já na Costa Doce, no Litoral Médio e em parte dos Vales e da Região Metropolitana, ficarão entre 100 e 150 mm. Nas áreas de fronteira com o Uruguai, Sul e Nordeste, os acumulados deverão variar entre 40 e 100 mm.

Em função da previsão de altos volumes de chuva nos próximos dias, principalmente na faixa Central do Estado, no Oeste, no Noroeste e na Costa Doce, há risco de ocorrências de alagamentos em perímetros urbanos e enxurradas, cheias e inundações de arroios e pequenos rios que não possuem monitoramento, além de elevação em rios maiores, que devem variar entre limiares de normalidade e atenção para inundação.

A partir de quarta, há risco de inundação para os rios Ibirapuitã (em Alegrete), Santa Maria (em Rosário do Sul) e Jacuí (em Cachoeira do Sul).

Confira os comportamentos esperados para cada situação

Os alertas da Defesa Civil têm as seguintes cores, representando sua gravidade:

  • Verde para situações de normalidade;
  • Amarelo para alerta moderado;
  • Laranja para alerta alto;
  • Vermelho para alerta muito alto;
  • Roxo para alertas de ação imediata.

Esteja atento – Alerta Amarelo

  • Acompanhe sempre as informações nos canais oficiais da Defesa Civil Estadual e da sua cidade;
  • Verifique com a Defesa Civil da sua cidade se o status do risco é direcionado para a área onde você mora ou transita;
  • Informe-se sobre histórico de alagamentos/inundações/deslizamentos de terra na sua região;
  • Adote medidas de prevenção como verificar condições de telhados e árvores, em caso de previsão de ventos e temporais;
  • Acione a Defesa Civil municipal se você identificar bueiros entupidos ou com a tampa danificada;
  • Antes da época de chuvas, mantenha em dia a manutenção de calhas e ralos da sua casa;
  • Conheça o Plano de Contingência da sua cidade e os riscos aos quais você pode estar exposto, bem como as orientações sobre locais seguros e como agir.

Esteja preparado – Alerta Laranja

  • Considere ajustar sua rotina para evitar estar exposto durante os fenômenos;
  • Caso vá sair, feche sua casa e informe-se sobre as condições dos trajetos que geralmente utiliza;
  • Abrigue e/ou solte guias e correntes dos animais domésticos antes de sair de casa, mantendo-os no pátio;
  • Avalie o local onde irá estacionar seu veículo (presença de placas, árvores e postes);
  • Mantenha lanternas e pilhas em local acessível e em condições de uso;
  • Tenha preparado um kit (documentos, muda de roupas, medicamentos, garrafa de água etc.) para sair imediatamente, caso necessário;
  • Se você mora em locais com histórico de alagamentos ou inundações, verifique com a Defesa Civil municipal a necessidade da retirada de móveis e outros objetos;
  • Se você mora em locais com histórico de alagamentos/inundações/deslizamentos de terra, informe-se com a Defesa Civil municipal se é necessário sair dessas áreas de risco;
  • Busque informações sobre o Plano de Contingência da sua cidade e os riscos aos quais você pode estar exposto, e siga as orientações locais sobre como agir.

Tome uma atitude – Alerta Vermelho

  • Mantenha-se informado sobre a evolução do evento, inclusive durante a noite;
  • Se observar quaisquer sinais de deslizamentos de terra (tais como rachaduras no terreno ou nas paredes; inclinação em postes e árvores; barulhos ou vibrações nas paredes, no piso ou no teto), saia imediatamente;
  • Comunique às autoridades (Defesa Civil municipal, Corpo de Bombeiros) sobre os sinais constatados a respeito de deslizamento de terra;
  • Esteja pronto para sair ou saia de locais com riscos de alagamentos, inundações, enxurradas, deslizamentos de terra;
  • Não atravesse áreas inundadas ou alagadas (a pé ou de carro);
  • Busque abrigo ou permaneça em locais de segurança até cessarem as fontes de risco;
  • Não exponha a si mesmo e seus familiares a riscos;
  • Colabore com as pessoas com dificuldade de mobilidade, como crianças e idosos, caso precisem sair rapidamente;
  • Se possível, compartilhe informações com moradores próximos;
  • Obedeça às orientações do Plano de Contingência da sua cidade e as informações locais sobre como agir;
  • Se precisar sair rapidamente, garanta a segurança dos animais domésticos levando-os consigo ou deixando-os soltos de guias, coleiras e gaiolas;
  • Não retorne para as áreas que foram evacuadas até que os órgãos oficiais informem que o local é seguro.

Ação imediata – Alerta Roxo

  • Saia imediatamente de locais da área identificada como área de risco;
  • Se estiver em local seguro, permaneça até cessarem os fenômenos;
  • Não transite em áreas alagadas ou inundadas (a pé ou de carro);
  • Saia imediatamente de locais com risco de deslizamento de terra;
  • Apoie a saída de pessoas com problemas de mobilidade e vulneráveis sob seus cuidados;
  • Siga as orientações da Defesa Civil da sua cidade;
  • Não retorne para as áreas que foram evacuadas até que os órgãos oficiais informem que o local é seguro;
  • Se possível, compartilhe informações com moradores próximos.

Riscos identificados a partir dos fenômenos mais comuns no RS: chuvas intensas, alagamentos, inundações, enxurradas, vendaval, granizo, movimentos de massa.

Clima

Temporais avançam pelo RS nesta quarta-feira, 7, com risco de granizo e ventos de 100 km/h

Avatar

Publicado

em

Foto: Lizele Garcia/OT

Apesar do tempo firme no início desta quarta-feira, 7, em grande parte do Rio Grande do Sul, a previsão indica retorno da chuva e possibilidade de temporais ao longo da tarde. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja, de perigo, válido das 12h às 23h59.

A instabilidade deve avançar pelo Estado em uma faixa que se estende de Quaraí, na Fronteira Oeste, até Frederico Westphalen, no Norte, atingindo também áreas das Missões e do Noroeste. Há possibilidade de chuva mais intensa nas regiões Centro, Campanha e Sul.

O alerta prevê acumulados entre 30 e 100 milímetros, rajadas de vento que podem chegar a 100 km/h e possibilidade de queda de granizo.

Na Região Metropolitana, Serra e em parte do Litoral Norte e do Norte, o Inmet mantém alerta amarelo, de perigo potencial, com início às 18h e validade até as 23h59. Nessas áreas, os volumes de chuva podem variar entre 20 e 50 milímetros, com ventos de até 60 km/h e possibilidade de granizo.

A previsão também indica instabilidade nos próximos dias. Conforme a Climatempo, a quinta-feira, 8, deve ter temporais, rajadas superiores a 90 km/h e acumulados que podem chegar a 100 milímetros em pontos das Missões. A condição deve continuar na sexta-feira, 9.

Rios permanecem acima da cota de inundação

Além dos impactos provocados pelas tempestades, a Defesa Civil mantém o monitoramento dos níveis dos rios. Cinco pontos de acompanhamento permanecem acima da cota de inundação no Estado.

No Rio Uruguai, o nível chegou a 9,99 metros em São Borja, quase um metro acima da cota de inundação. Em Itaqui, o rio está em 9,08 metros, enquanto a cota é de 8,30 metros. Em Uruguaiana, o nível registrado é de 9,03 metros, acima da cota de 8,50 metros.

No Rio Ibirapuitã, em Alegrete, o nível é de 10,14 metros, diante de uma cota de inundação de 9,70 metros. Já o Rio Jacuí, em Cachoeira do Sul, está em 10,02 metros, acima da cota de 9 metros.

Com a previsão de novas chuvas, os níveis dos rios seguem sendo monitorados.

Continuar a ler

Clima

Temporal deixa mais de 54 mil pessoas afetadas e danifica 8 mil casas no RS

Avatar

Publicado

em

Frente fria que trará chuvas ao Estado

O Rio Grande do Sul registrou 146 ocorrências relacionadas às condições meteorológicas adversas desde sexta-feira, 25. Segundo o balanço da Defesa Civil, atualizado até as 17h desta terça-feira, 29, o episódio atingiu 128 municípios e deixou 54.065 pessoas afetadas.

Quatro pessoas ficaram feridas: duas em Pontão, uma em Alegrete e uma em Capão do Cipó. Até o momento, não há registro de mortes ou desaparecidos relacionados ao evento.

Entre as ocorrências estão chuvas intensas, queda de granizo, vendavais, inundações, alagamentos, deslizamentos e corridas de massa, que envolvem o deslocamento de solo e lama.

Ao todo, 6.298 pessoas precisaram deixar suas casas. O levantamento aponta ainda 8.181 residências danificadas. Também foram registrados 171 imóveis destelhados e 46 casas atingidas por alagamentos. Não há registro de casas totalmente destruídas.

Além das residências, os temporais provocaram danos em 38 estabelecimentos de ensino, oito unidades de saúde, 27 prédios públicos e outros 93 estabelecimentos.

Os dados são preliminares e podem mudar à medida que os municípios encaminham novas informações à Defesa Civil. O órgão estadual informou que está auxiliando as cidades mais afetadas com o envio de materiais, como lonas e telhas.

Santiago concentra maior número de pessoas afetadas

Entre os municípios com maior número de pessoas afetadas estão Santiago, Capão do Cipó, Santo Antônio das Missões, Alegrete, Almirante Tamandaré do Sul, Santana do Livramento, Santa Margarida do Sul, Itaara, São Luiz Gonzaga e Casca.

Santiago registra o maior número de pessoas afetadas. Segundo o levantamento, mais de 26 mil moradores foram atingidos pela queda de granizo. O município contabiliza 13 pessoas desabrigadas e cerca de 6 mil desalojadas.

Na cidade, 5 mil residências foram danificadas. Também foram registrados danos em uma unidade de saúde e 20 escolas.

Capão do Cipó aparece entre os municípios mais atingidos tanto em número de pessoas afetadas quanto em danos materiais. Mais de 3 mil pessoas foram atingidas, incluindo uma pessoa ferida. O município registra ainda 12 desabrigados e 120 desalojados.

Na cidade, 500 casas foram danificadas. Também houve danos em duas unidades de saúde, duas escolas, seis estabelecimentos públicos e três estruturas de infraestrutura pública.

Municípios com mais danos materiais

Considerando o número de danos materiais registrados, os municípios que aparecem no levantamento são Santiago, Capão do Cipó, Santana do Livramento, Alegrete, São Luiz Gonzaga, Erval Grande, Santo Antônio das Missões, Catuípe, Benjamin Constant do Sul e Pejuçara.

A relação de pessoas afetadas e de danos materiais é atualizada conforme os municípios enviam novos registros às autoridades estaduais.

Informações sobre abrigos e pessoas acolhidas são reunidas em um painel administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).

Continuar a ler

Clima

Ciclone extratropical traz risco de temporais e ventos de até 100 km/h no RS

Avatar

Publicado

em

Foto: Lizele Garcia

O Rio Grande do Sul enfrenta nesta terça-feira, 29, uma nova rodada de instabilidade causada pela formação de um ciclone extratropical e pela passagem de uma frente fria. A previsão indica chuva forte, possibilidade de granizo e rajadas de vento que podem chegar a 100 km/h em algumas regiões.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém dois alertas para o Estado. O aviso laranja, que indica perigo, prevê volumes de chuva entre 30 e 100 milímetros, ventos de até 100 km/h e possibilidade de granizo. A área inclui municípios da Fronteira Oeste, Campanha, Missões, Noroeste e Norte, além de pontos da Região Central e da Serra.

Já o alerta amarelo, de perigo potencial, abrange praticamente todo o Rio Grande do Sul. Nessas áreas, são esperados volumes entre 20 e 50 milímetros, rajadas de até 60 km/h e possibilidade de granizo.

A Defesa Civil estadual também alerta para condições de tempo severo, principalmente durante a madrugada e a manhã. As rajadas podem superar 90 km/h, enquanto os acumulados de chuva entre segunda-feira, 28, e terça-feira, 29, podem variar de 80 a 120 milímetros, com possibilidade de volumes acima de 150 milímetros em pontos do Oeste, Centro e Missões.

Risco de elevação dos rios

A sequência de chuvas também aumenta a preocupação com os níveis dos rios. Há risco de inundação nos rios Ibirapuitã, São Sepé, Jacuí, Taquari e Caí.

Na região hidrográfica do Guaíba, os rios Jacuí, Sinos e Gravataí já apresentam níveis acima do limiar de alerta para inundação.

Os acumulados registrados nos últimos dias também são elevados. Entre a sexta-feira, 25, e a manhã de segunda-feira, 28, Santana do Livramento registrou 167 milímetros, enquanto Santa Maria e Rosário do Sul tiveram 156 milímetros cada.

A previsão indica que a instabilidade continuará influenciando o Estado ao longo da semana. Entre 28 de setembro e 5 de outubro, os maiores acumulados de chuva do país estão previstos para a Região Sul, com possibilidade de até 200 milímetros na faixa central do Rio Grande do Sul.

Continuar a ler
publicidade
festivalSicrediGraduação Lasalle

Destaques

Merdekawin hokitoto