Cultura
Museu da Cultura Hip Hip RS lança cinco editais com chamada pública para projetos de todo Estado

No sábado, 6, o Museu da Cultura Hip Hop RS abre a primeira convocatória do Programa Vem Pro Museu. O edital permanente tem o intuito de receber propostas de instituições, coletivos e artistas do hip hop de todo estado do Rio Grande do Sul, para integrar a programação do Museu, durante os próximos 14 meses.
O Programa Vem Pro Museu contempla cinco editais nas áreas:
Exposições museológicas, eventos esportivos, escritores e escritoras, eventos culturais, produção musical e gravação musical. Além disso, um formulário para recebimento de outras propostas também está disponível, para que o Museu receba projetos de atividades que não se adequam às normas dos editais.
Primeira chamada
Para participar desta primeira chamada, os interessados devem se inscrever através das redes oficiais do Museu – clique aqui – a partir do dia 6 de abril, com prazo até o dia 30 de abril. Já o resultado desta primeira chamada será divulgado dia 06 de maio.
Os projetos inscritos serão analisados por uma curadoria composta por representantes de cada elemento da cultura hip hop: graffiti, breaking, MC, DJ e o conhecimento. O edital Programa Vem Pro Museu é permanente e novas convocatórias serão anunciadas no decorrer do ano.
Verba
Com o valor total de R$ 270 mil de verba orçamentária, os projetos podem apresentar propostas conforme as normas de cada edital.
O Programa Vem Pro Museu faz parte da agenda do Museu de Cultura Hip Hop RS que conta com o financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio master da Petrobras. Realização do Ministério da Cultura, Governo Federal, União e Reconstrução.
Evento de lançamento
Sábado, 6, das 14h às 17h, acontece o evento de lançamento do programa, no Museu da Cultura Hip Hop RS, em Porto Alegre.
Na programação, shows de Cristal e DJ Nezzo, além de apresentação de breaking com DJAN, grafitagem com Erick Citron, roda de conversa com Tamboreiro e visitação guiada com ação educativa.

Museu do Hip Hop RS – @leo_zanini-6
A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados através do Sympla – clique aqui. Também haverá distribuição de ingressos no dia do evento, conforme disponibilidade. O Museu tem capacidade para receber 1200 pessoas.
Programa Vem Pro Museu contempla cinco editais
Exposições Museológicas
Esta convocatória busca receber propostas de exposições museológicas de artistas e coletivos de hip hop para integrar a programação do Museu da Cultura Hip Hop RS.
Nesta primeira chamada três projetos serão contemplados por um total de R$ 100 mil. As exposições selecionadas ficarão em cartaz por cerca de três meses cada, na sala Hip Hop Criado na Rua. Para mais informações acesse o edital aqui, a partir do dia 06 de abril.
Eventos Esportivos
Serão selecionadas propostas de competições esportivas gratuitas com preferência para entidades e coletivos de cultura do hip hop do estado do Rio Grande do Sul. Podem ser inscritos projetos nas modalidades breaking, skate, basquete 3×3 e futebol 7.
Nesta primeira chamada quatro projetos serão contemplados por um total de R$ 40 mil. Após o período de organização, os eventos esportivos serão executados em um dia a definir, na Quadra Petrobras ou na quadra de futebol da praça em frente ao Museu de Cultura Hip Hop RS. Para mais informações, acesse o edital aqui, a partir do dia 06 de abril.

Museu do Hip Hop RS – @leo_zanini-6
Escritores e Escritoras
Esta convocatória busca receber propostas de escritores e escritoras de livros, histórias em quadrinho e/ou fanzines autorais. A ideia é integrar a programação do Museu da Cultura Hip Hop do RS, apresentações literárias, poéticas ou visuais gratuitos para o público.
Nesta primeira chamada, 14 projetos serão contemplados por um total de R$ 27 mil. Os escritores e escritoras selecionados terão suas propostas executadas em um dia de programação, na Biblioteca Divilas. Para mais informações, acesse o edital aqui., a partir do dia 6 de abril.
Eventos Culturais
O calendário do Museu conta com a realização de seis eventos durante os próximos 14 meses. E para compor as atrações desses eventos, serão selecionados, através deste chamamento, DJs, MCs, grafiteiros e dançarinos de breaking.
Nesta primeira chamada, 44 artistas serão contemplados por um total de R$ 90 mil. Após o período de organização, os artistas terão suas apresentações no Multipalco, conforme a realização dos seis eventos. Para mais informações, acesse o edital aqui, a partir do dia 06 de abril.
Produção e Gravação
Esta chamada busca receber propostas de artistas para produção musical (beat, gravação, mixagem e masterização) músicas do gênero rap. As canções serão lançadas pelo Estúdio do Museu da Cultura Hip Hop RS.
Nesta primeira chamada, cinquenta projetos serão contemplados. Os selecionados terão quatro horas de produção e gravação no Estúdio DEEJAY ONLY JAY. Para mais informações, acesse o edital aqui, a partir do dia 06 de abril.
Museu da Cultura Hip Hop do RS também disponibiliza formulário
O Programa Vem Pro Museu, além dos cinco editais, ainda anuncia o lançamento de um formulário fixo, disponível no site oficial do Museu da Cultura Hip Hop RS – acesse aqui, a partir do dia 6 de abril.
Através deste formulário, podem ser enviadas propostas de atividades de artistas, coletivos e instituições ligadas à cultura hip hop, esporte e educação de todo estado do Rio Grande do Sul.
A ideia é que a curadoria do Museu seja abastecida por projetos que não se encaixam nas normas dos editais durante todo o ano.
Como visitar o Museu da Cultura Hip Hop do RS?

Museu da Cultura Hip Hip RS – @leo_zanini-6
Localizado na Rua Parque dos Nativos 545, Vila Ipiranga, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o Museu fica aberto para visitação de quarta à domingo, das 9h às 12h e das 14h às 17h, inclusive aos feriados. Neste período, é possível optar por visitas agendadas ou livres.
As visitas agendadas acontecem duas vezes ao dia, às 9h e às 14h, sendo destinadas a grupos de até 50 pessoas. Para marcar uma visita basta acessar o formulário de agendamento – clique aqui.
Toda visita agendada é guiada por mediadores que conduzem o grupo com explicações sobre as mostras em cartaz.
As visitas livres são abertas ao público, não sendo obrigatório agendamento. Nesta modalidade, caso o interessado deseje ser guiado pelos mediadores, basta chegar ao Museu no horário em que se iniciam as visitas agendadas para participar junto ao grupo do dia.
Mais informações sobre programação através das redes oficiais do Museu da Cultura Hip Hop RS.
Sobre o Museu da Cultura Hip Hop RS
Inaugurado no ano do cinquentenário do hip hop no mundo, o Museu da Cultura Hip Hop RS é o primeiro da América Latina dedicado ao movimento.
Com um espaço de quatro mil metros quadrados, o Museu é uma iniciativa coletiva da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, e objetiva o fortalecimento de outros estados brasileiros para criação de museus, organizando uma rede capaz de construir o Museu Brasileiro da Cultura Hip Hop nos próximos cinco anos.
O complexo conta com cerca de seis mil itens de acervo físico e digital sobre a história do hip hop gaúcho. Inspirado no The Universal Hip Hop Museum nos Estados Unidos, conta com salas expositivas, atelier de oficinas, café, loja, estufa agroecológica, biblioteca, estúdio musical, multipalco e a Quadra Petrobras.
O Museu da Cultura Hip Hop do RS tem financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio master da Petrobras. Realização do Ministério da Cultura, Governo Federal, União e Reconstrução.
Cultura
Associação Canoense de Escritores promove atividade da Semana do Livro

A Associação Canoense de Escritores (ACE) realizou, na quinta-feira, 23, uma atividade da Semana do Livro na Biblioteca João Palma da Silva, em Canoas.
O tema escolhido para o encontro foi “Mário Quintana e a Ecologia”, com palestras da professora Maria Inês Pacheco e do ambientalista Walter Kühne Junior.
Após as apresentações, os participantes puderam fazer perguntas, compartilhar opiniões e recitar poemas de Mário Quintana.
Participaram da atividade integrantes da direção da ACE, representantes da Casa do Poeta e um grupo de alunos da Escola Estadual de Ensino Médio André Leão Puente, acompanhados por uma professora.
Cultura
Semana da Dança de Canoas movimenta a cidade com programação gratuita até dia 29 de abril

Até o dia 29 de abril, Canoas vai ser palco da Semana da Dança, evento que vai reunir uma programação recheada de atrações em diferentes pontos da cidade. Com o tema “Do que é feita a tua dança?”, o festival promove apresentações, oficinas e ações formativas em espaços urbanos, equipamentos culturais e áreas de grande circulação, consolidando a parceria entre o Colegiado de Dança e o Sesc Canoas, com apoio ampliado do poder público municipal.
A abertura aconteceu no feriado de 21 de abril, no Shopping Canoas, com apresentações de grupos locais. Já no dia 22, intervenções artísticas ocupam estações da Trensurb em diferentes horários, ampliando o alcance das ações culturais. No dia 23, a Praça da Emancipação recebe espetáculos ao meio-dia, enquanto à noite o palco do Teatro do Sesc Canoas concentra as apresentações, que seguem também na sexta-feira (24). Ao longo do fim de semana, o teatro abriga mostras infantil e estudantil, além de atividades voltadas a projetos sociais.
Já no sábado, dia 25, têm início as oficinas formativas, que incluem quatro encontros, que foram antecedidos por uma residência de criação realizada antes da abertura oficial do evento. O workshop residência, conduzido por Soraya Portela, teve foco em processos criativos e experimentação em dança. As programações formativas serão realizadas na Antiga Estação de Trem, com destaque para temas como iluminação cênica, improvisação, danças urbanas e orientais.
No domingo, 26, o Teatro do Sesc recebe a terceira edição da Mostra de Dança Infantil, às 17h, reunindo grupos formados por crianças de 4 a 12 anos. A programação segue na segunda-feira, 27 de abril, com a Mostra Estudantil e de Projetos Sociais em dois horários, às 15h e 19h30, destacando trabalhos de escolas, instituições, associações e ONGs de Canoas, ampliando o espaço de visibilidade para diferentes iniciativas ligadas à dança na cidade. No dia 28, o Calçadão recebe a performance “Corpo Samba – Oficena”, do coletivo Abre Corpo, que propõe uma experiência interativa a partir de referências afro-diaspóricas e da cultura do samba.
O encerramento ocorre em 29 de abril, no Dia Internacional da Dança, com uma celebração no Teatro do Sesc reunindo grupos profissionais e artistas locais. A noite destaca a diversidade das linguagens presentes na cidade, reafirmando o papel do evento como espaço de encontro, criação e valorização da dança.
Programação
sexta-feira (24/04)Semana da Dança de Canoas segue até 29 de abril com apresentações, oficinas e atividades gratuitas em diferentes pontos da cidade, celebrando o Dia Internacional da Dança.
Local: Teatro Sesc Canoas
19h30: Mostra de dança
sábado (25/04)
Local: Antiga estação de trem
10h: Oficina de Iluminação Cênica com Maurício Rosa
Local: Canoas Shopping
13h: Mostra de Dança
18h: Mostra de dança
Domingo (26/04)
Local: Antiga estação de trem
10h:Oficina de dança com Everton Somber
12h: Oficina de dança com Everton Somber
14h: Oficina de dança com Everton Somber
Local: Teatro Sesc Canoas
17h: Mostra Infantil de Dança
Segunda-feira (27/04)
Local: Teatro Sesc Canoas
15h: Mostra de Dança Estudantil e de Projetos Sociais
Terça-feira (28/04)
Local: Calçadão de Canoas
12h20:Performance “Corpo Samba – Oficena”
Quarta-feira (29/04)
Local: Teatro do Sesc Canoas
19h30: Celebração de Encerramento
Cultura
Espetáculo CorpoSamba leva arte e samba ao centro de Canoas

A performance artística CorpoSamba – Oficena segue em circulação pelo Rio Grande do Sul e chega a Canoas no dia 28 de abril. A apresentação será realizada às 12h30, no calçadão da cidade, com acesso gratuito e ao ar livre. A proposta mistura dança, música ao vivo e interação com o público no espaço urbano, criando uma experiência leve, divertida e, ao mesmo tempo, provocativa.
Criado em Caxias do Sul (RS), o trabalho reúne artistas-pesquisadores de diferentes áreas, como Igor Cavalcante Medina, com trajetória ligada ao samba e às danças de salão; Assaury Hiroshi, da dança contemporânea; e Ezequiel Zanoni Duarte (Zeca Duarte), vinculado ao samba e à música popular brasileira. A criação conta ainda com a participação da bailarina Jenifer Bonho e do percussionista Marcelinho Silva.
Com trilha sonora autoral executada ao vivo, CorpoSamba – Oficena parte da ideia de que o corpo também é território de memória, resistência e criação. Ao longo da apresentação, surgem provocações sobre o próprio corpo e sobre corpos frequentemente marginalizados, como os das mulheres e das pessoas negras. Essas questões, porém, aparecem sem rigidez, abrindo espaço para uma relação lúdica com o público, que é convidado a experimentar passos iniciais de samba e a interagir com os bailarinos e integrar-se ao clima de carnaval no qual se encerra o espetáculo, vivenciando e construindo a cena em tempo real, junto aos artistas.
Hiroshi, bailarino, coreógrafo e um dos diretores do espetáculo, afirma que o trabalho dá continuidade a uma investigação sobre o corpo brasileiro e sobre o samba como uma de suas expressões mais genuínas.
“A partir de minhas pesquisas, vejo o samba como uma manifestação artística marcada por relações sociais, raciais e de gênero que atravessam a história do país e que, por isso, também se estabelece como espaço de resistência, diálogo e transformação social”, observa.
Para ele, a obra parte de um corpo que se posiciona e que transforma resistência em movimento e movimento em identidade.
Para o também diretor Medina, a Oficena se apresenta não apenas como linguagem artística, mas também como ferramenta de transformação social, ao provocar reflexão, questionar estruturas de opressão e reafirmar a potência do corpo em movimento. “A proposta convida o público a vivenciar o samba como força vital, resistência e expressão cultural profunda”, aponta.
A produtora executiva Uyara Camargo destaca que a circulação em espaços públicos e históricos de cidades gaúchas foi pensada para ampliar o acesso à arte e descentralizar o acesso à cultura. “A escolha desses locais reforça o compromisso do projeto com a democratização da cultura, ao mesmo tempo em que valoriza a cultura popular, fortalece identidades locais e pode estimular o turismo cultural e o comércio.”
A construção do espetáculo também se apoia nas trajetórias de seus criadores. Medina, homem negro e sambista, tensiona em cena o racismo presente nas sutilezas do cotidiano. Hiroshi, a partir de sua ancestralidade oriental e indígena, investiga encontros e fusões culturais no corpo que samba. Já a bailarina Jenifer, como mulher, incorpora reflexões sobre a violência de gênero e seus impactos sociais e corporais. Juntas, essas perspectivas ampliam o olhar sobre a identidade brasileira e sobre o samba como expressão de alegria, crítica social e permanência cultural.
Todas as apresentações contam com intérprete de Libras, ampliando o acesso e reconhecendo diferentes formas de experiência estética.
Antes de chegar a Canoas, o projeto realizará uma apresentação gratuita em Porto Alegre no dia 18 de abril, às 17h, no Parque Harmonia (ao ar livre). CorpoSamba – Oficena é financiado pelo Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul.

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