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14/02/2026
 

Saúde

MANIFESTAÇÃO: Sindisaúde cobra solução para pagamento de gestantes, puérperas e lactantes ligadas ao Gamp

Redação

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Na manhã desta quarta-feira, 13, representantes do Sindisaúde-RS e ex-colaboradores do Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (Gamp) estiveram reunidos em frente à Prefeitura Municipal de Canoas para buscar uma solução para a situação das trabalhadoras gestantes e lactantes, que não foram demitidas pelo Gamp, e que, por estarem grávidas ou amamentando, não podem ir trabalhar.

Segundo o presidente do Sindicato, Julio Jesien, que conversou com a nossa reportagem, elas deixaram de receber do Município, pois uma determinação judicial assim o impediu. “Nossa pauta inicia com uma manifestação, que deve ser ouvida, e vai até a construção de uma proposta de um projeto de lei paralelo”.

De acordo com Jesien, em uma reunião com o prefeito de Canoas, Nedy de Vargas Marques, ainda nesta quinta-feira, o governo municipal assumiu um compromisso e deixou outro com o Sindicato, ou seja, “agora nós temos que entrar, através do nosso jurídico, com uma petição como terceiro interessado para manifestação do desembargador da 4ª Vara para viabilizar os pagamentos”, relatou.

Prefeitura se posiciona

De acordo com nota enviada à nossa redação, a Prefeitura afirma que no dia 8 de março a tomou conhecimento da decisão da 4ª Vara Cível de Canoas, que extinguiu o Comitê Interventor do Gamp, impossibilitando o Município de fazer qualquer movimento no sentido de pagar as ex-colaboradoras. E que entrou no dia 8 de abril com uma apelação no Tribunal de Justiça, para que a 4ª Vara Cível esclareça questões importantes que foram deixadas de lado na sentença, como a questão das gestantes e puérperas. Ainda, que até o momento, a Procuradoria-Geral do Município não obteve resposta sobre o pedido, e aguarda o posicionamento da Justiça, a fim de que siga buscando a construção de uma solução para o caso. Neste momento, não há nada que possamos fazer, até que o Tribunal de Justiça permita seguir com as tratativas.

O texto finaliza dizendo que “o Município irá avaliar a possibilidade de elaborar um Projeto de Lei para criar auxílio emergencial para estas mulheres, como forma de subsídio para permitir o pagamento das grávidas, puérperas e lactantes”.

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Saúde

Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Redação

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Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Segundo informações do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), o Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Canoas teve os atendimentos temporariamente suspensos até as 19 horas desta quarta-feira, 11, devido à insuficiência de médicos nas escalas de plantão. A interrupção, de acordo com a nota, ocorreu após a ausência de profissionais para a troca de turno, o que levou os médicos que já estavam em serviço a permanecerem além do horário previsto.

Ainda de acordo com informações enviadas pelo Simers, a decisão foi tomada com orientação da entidade, que ofereceu respaldo ético e jurídico aos profissionais envolvidos. Diante da situação, a administração hospitalar optou por suspender temporariamente os atendimentos no setor, mantendo os médicos em regime de sobreaviso para casos de emergência.

De acordo com o sindicato, os profissionais vinham relatando de forma recorrente falhas na cobertura dos plantões e encaminharam alertas formais à gestão hospitalar sobre possíveis riscos assistenciais. Conforme a entidade, não teriam sido adotadas medidas efetivas para solucionar o problema.

Com orientação do Simers, os médicos registraram boletim de ocorrência e acionaram a Comissão Técnica da instituição. A diretora do sindicato, Denise Afonso, afirmou que os profissionais não podem ser responsabilizados por falhas estruturais da gestão. “Nossa atuação é para proteger o profissional e, ao mesmo tempo, preservar a segurança do paciente”, declarou.

A crise ocorre em meio a uma transição na gestão das escalas médicas. A empresa MedIntegra deixou de atuar no hospital em 1º de fevereiro, e a nova prestadora de serviços, Promed, ainda em fase de negociação, tem previsão de assumir o atendimento em 1º de março. O intervalo entre as contratações teria contribuído para a redução progressiva do número de médicos nas escalas.

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Saúde

Rede Básica de Saúde de Canoas passa a oferecer implante contraceptivo hormonal gratuito

Redação

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A partir do dia 23 de fevereiro, a rede de atenção básica à saúde de Canoas começará a disponibilizar gratuitamente o implante contraceptivo subdérmico Implanon. O método é considerado um dos mais confiáveis, com índice de falha de apenas 0,05%, superando até procedimentos como laqueadura e vasectomia.

O implante poderá ser usado por meninas e mulheres entre 14 e 49 anos. Para receber o serviço, é necessário agendar a colocação na Unidade Básica de Saúde de referência, após avaliação médica.

Além de prevenir a gravidez, o Implanon auxilia no tratamento de endometriose, adenomiose, miomas e sangramentos uterinos irregulares. Também contribui para reduzir cólicas e sintomas de TPM. O dispositivo pode ser removido a qualquer momento, e a fertilidade retorna rapidamente após a retirada.

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Saúde

HU de Canoas passa a integrar programa federal que amplia cirurgias especializadas pelo SUS

Redação

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HU de Canoas passa a integrar programa federal que amplia cirurgias especializadas pelo SUS

O Hospital Universitário (HU) de Canoas começou a executar, nesta sexta-feira, 6, as ações do programa federal Agora Tem Especialista, voltado à ampliação do acesso a procedimentos cirúrgicos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa prevê a realização de mais de 1,6 mil cirurgias na instituição, com foco na redução das filas de espera.

A adesão ao programa ocorre por meio de parceria com o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) e contempla áreas com grande demanda reprimida, como cirurgia geral, vascular, dermatológica, urológica, oftalmológica e ginecológica. A expectativa é acelerar o atendimento de pacientes que aguardam por cirurgias eletivas.

A implantação do programa no HU foi marcada por um ato institucional com a presença de autoridades municipais e representantes das entidades envolvidas. Participaram do evento o prefeito Airton Souza, a secretária municipal de Saúde, Ana Boll, o CEO da Associação Saúde em Movimento (ASM), Cláudio Vitti, a superintendente da entidade, Tatiani Pacheco, e o presidente do GHC, Gilberto Barrichello. No primeiro dia de execução, foram realizados cinco procedimentos cirúrgicos.

Segundo informações do GHC, o Hospital Universitário de Canoas é o primeiro hospital da Região Sul a iniciar a segunda modalidade do programa. No Rio Grande do Sul, a previsão é de que mais de 4 mil cirurgias sejam realizadas nos próximos três a quatro meses, considerando todas as unidades participantes.

A Secretaria Municipal de Saúde destacou que o programa amplia a capacidade do hospital para atender pacientes que aguardam cirurgias eletivas, sem comprometer os serviços já prestados, como atendimentos de urgência, centro obstétrico e unidades de terapia intensiva.

De acordo com a Associação Saúde em Movimento, os primeiros procedimentos realizados no HU por meio do programa foram enxertos de pele e cirurgias dermatológicas de média e baixa complexidade. A meta é executar 1.637 procedimentos no prazo de até 180 dias, priorizando moradores de Canoas que aguardam há mais tempo por atendimento.

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