Região Metropolitana
Polícia desarticula quadrilha que recrutava motoristas de aplicativo para distribuir drogas

Nesta quarta-feira, 1°, a Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico (1ª DIN) do Denarc, deflagrou a Operação Nivek com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico de drogas e o comércio ilegal de armas na Região Metropolitana de Porto Alegre.
Ao todo, foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão e 28 mandados de prisão preventiva. As ações ocorreram em diferentes municípios da região metropolitana, além de unidades do sistema penitenciário gaúcho nas cidades de Charqueadas, Rio Grande, Montenegro, Venâncio Aires, Canoas e Porto Alegre. Até o momento, 19 pessoas foram presas.
De acordo com o delegado Ewerton de Melo Sousa, a investigação teve início após o recebimento de informações indicando que um imóvel localizado em Esteio estaria sendo utilizado para atividades relacionadas ao tráfico de drogas.
Após diligências, policiais abordaram um veículo e realizaram a prisão em flagrante de um suspeito apontado como integrante do grupo criminoso. Durante a ação, foram apreendidos 2,39 quilos de maconha, 56 comprimidos de ecstasy, 5,5 gramas de cocaína, sementes de maconha, uma balança de precisão e cinco aparelhos celulares.
A partir da quebra de sigilo telefônico e telemático de um dos celulares apreendidos, os investigadores conseguiram confirmar as informações iniciais e identificar outros envolvidos no esquema. Conforme a apuração, o grupo atuava em diversos crimes, incluindo tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte e posse ilegal de arma de fogo, comércio ilegal de armas, extorsão e sequestro.
As investigações também apontaram que a organização recrutava motoristas de aplicativo para realizar a distribuição dos entorpecentes. Entre as substâncias comercializadas estão cocaína, maconha, ecstasy, LSD e MDMA, além da negociação de armas de fogo.
Ainda segundo a polícia, foram identificadas trocas de mensagens entre integrantes do grupo e detentos do sistema prisional, que mantinham comunicação ativa para planejar e ordenar crimes, como sequestros e a comercialização de drogas.
“A investigação encontra-se em estágio avançado, sendo as medidas adotadas essenciais para a conclusão do inquérito policial e o aprofundamento na identificação dos vínculos entre os investigados”, afirmou o delegado Ewerton de Melo Sousa.
A operação integra a estratégia da Polícia Civil de intensificar a presença do Estado em áreas afetadas pelo tráfico de drogas, com foco na desarticulação financeira de organizações criminosas e na responsabilização de suas lideranças.


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