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14/10/2026
 

Geral

Entidades defendem que escolas infantis permaneçam abertas

Redação

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Todo o estado do Rio Grande do Sul está em bandeira preta, desde o último sábado, 27, suspendendo várias atividades em medida de decreto. Uma das exceções fica por conta das atividades de Educação Infantil e para os 1° e 2° anos do Ensino Fundamental, os quais o governo havia autorizado.

Na última segunda-feira, 1º, a juíza Rada Metzger Kepes Zaman, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, suspendeu, por enquanto estiver vigente a bandeira preta no sistema de distanciamento controlado, a realização de aulas presenciais nas escolas públicas e privadas do Rio Grande do Sul, o que causou indignação para o Sindicato Intermunicipal dos Estabelecimentos de Educação Infantil do Estado do Rio Grande do Sul (SINDICRECHES), e alguns pais e responsáveis. Na terça-feira, 2, o Grupo de Escolas Infantis de Canoas, realizou a “ Carreata de Conscientização pela Educação”,  que percorreu diversos bairros da cidade.

Carreata

Segundo o Grupo de Escolas Infantil de Canoas, formado por quase 100 entidade de ensino privado, a carreata foi realizada com o intuito de solicitar o apoio do prefeito Jairo e que para categoria fosse vista de forma diferente pelos canoenses.

Segundo Talina Romano, a responsabilidade das entidades, ao quererem que as aulas retornem, é com as crianças. “Entendemos que a Educação Infantil que passou pelo crivo dos protocolos sanitários, e foi autorizada, tem condições de receber os alunos. Estes estão sendo prejudicados. No nosso retorno, em outubro de 2020, recebemos crianças necessitando de muita atenção quanto a problemas de ressocialização e atrasos em seus desenvolvimentos. Estes alunos são os mais prejudicados”.

O grupo acredita que está decisão está falha e que muitas decisões não foram levadas em consideração, assim como o número e pesquisas.

Mais decisões judiciais

Na última terça-feira, 2, o SINDICRECHES-RS ingressou judicialmente contra a decisão que proíbe as atividades dos estabelecimentos de Educação Infantil e séries iniciais. A entidade solicitou por meio de uma ação com pedido de urgência, a suspensão imediata da liminar. Segundo o Sindicato,

O propósito é reiterar e resgatar os direitos das nossas representadas, crianças, mães e pais que necessitam deixar seus filhos em local seguro, com ambiente controlado, seguindo todas as regras sanitárias determinadas pelo governo.

Na quarta-feira, 3, o sindicato publicou uma nota sobre a decisão ainda não ter sido julgada.

Veja a nota:

Comunicamos que nessa quarta-feira, 03/03/21, o desembargador relator que está julgando os Agravos de Instrumento que buscam a suspensão da liminar que determina a suspensão das aulas presenciais da Educação Infantil, publicou decisão em dois Agravos (são vários), entre eles o do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, mantendo a determinação de suspensão das atividades presenciais.

O agravo impetrado pelo Sindicreches ainda não foi julgado. Até o momento segue valendo a decisão liminar que impede o funcionamento presencial das escolas de Ensino Infantil e Ensino Fundamental e Anos Iniciais (1º e 2º).

Estamos buscando as medidas judiciais cabíveis para que possamos resolver de vez essa questão e obter autorização de funcionamento.  Mesmo com essas decisões que julgaram os Agravos (recursos) o processo terá segmento no momento apropriado.

Tão logo tenhamos novas informações repassaremos às representadas.

 Responsáveis dão suas opiniões

Para alguns responsáveis a ideia de mais uma vez paralisar as aulas das crianças é péssimo, pois elas perdem o contato e convívio com as entidades e os muitos destes pais necessitam trabalhar.

“Eu continuo trabalhando, minha empresa não fechou e com isso tive que ir atrás de babá. Isso significa que ele teve que passar por mais uma adaptação com uma pessoa diferente. Durante todo o tempo que ele frequentou a escolinha, todos os cuidados necessários foram tomados pela instituição, acho muito mais confiável deixar ele na escola, do que permitir que uma pessoa frequente minha casa, sem saber se está se cuidando ou não”, explicou Juliana Souza.

Contudo, há pais que concordam com a decisão da justiça. “Sou contra o retorno das aulas presenciais, enquanto não houver vacina. Mesmo com os protocolos, as crianças não tem entendimento real da pandemia. No meu ver, como professora, não existe adaptação de um aluno com distanciamento social. Não tem como a educadora alimentar ou trocar um aluno de berçário ou maternal com todos os procedimentos corretos, pois os menores são os mais vulneráveis, enquanto cuidar. Em todos os lugares do mundo, onde houve esse retorno, houve contaminados e mortes de professores”, finalizou Gisele Vidal.

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Policial

Polícia investiga suspeita de xenofobia contra juiz sergipano em restaurante de Porto Alegre

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Foto: Amepe/Divulgação

A Polícia Civil investiga uma suspeita de ataque xenofóbico contra um juiz natural de Aracaju, em Sergipe, durante uma visita a um restaurante em Porto Alegre. O caso teria ocorrido no bairro Praia de Belas e envolve relatos de ofensas relacionadas à origem nordestina do magistrado.

Segundo o relato do juiz Francisco Tojal, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o episódio começou quando ele pediu informações sobre o prato à la minuta, tradicional no Rio Grande do Sul. Ao demonstrar que não conhecia a refeição pelo nome, ele teria sido alvo de comentários debochados e xingamentos feitos por um homem que estava em uma mesa próxima.

Conforme o magistrado, as ofensas teriam sido motivadas por seu sotaque e sua origem regional. O homem também teria feito referências políticas durante a discussão.

Investigação policial

A ocorrência foi registrada em 8 de outubro. A Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância solicitou as imagens das câmeras de segurança do estabelecimento, além da identificação do suspeito e de duas testemunhas.

Até a publicação das informações, o restaurante ainda não havia respondido à solicitação, e o suspeito não havia se manifestado à polícia nem apresentado advogado.

Juiz estava em Porto Alegre para palestra

Francisco Tojal estava na Capital gaúcha para ministrar uma palestra sobre violência de gênero na infância e na adolescência.

O caso é investigado como uma possível prática de discriminação por origem regional. A apuração busca esclarecer as circunstâncias do episódio e identificar os envolvidos.

Atos de discriminação contra pessoas em razão de sua origem regional podem ser enquadrados na legislação antirracismo, conforme as circunstâncias do caso.

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Policial

Pastor de 53 anos é morto a tiros dentro de igreja em São Leopoldo

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Foto: Arquivo/Pessoal

Um pastor de 53 anos foi morto a tiros dentro de uma igreja na noite de segunda-feira, 12, em São Leopoldo, no Vale do Sinos. O crime ocorreu na Igreja Esperança em Jesus Cristo, localizada na Rua Eva Moreira dos Santos, na comunidade Santa Marta, bairro Arroio da Manteiga.

A vítima foi identificada como Cláudio Roberto da Silva. Ele teria sido abordado nas proximidades de casa e levado até a igreja por dois homens encapuzados.

No local, os suspeitos efetuaram disparos contra o pastor e fugiram em seguida. Cláudio foi atingido no tórax e morreu no local.

Polícia investiga o homicídio

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Leopoldo. Até a publicação das informações, os suspeitos não haviam sido identificados e ninguém havia sido preso.

A investigação busca esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis pela morte do pastor.

Velório e sepultamento

O velório de Cláudio estava previsto para terça-feira, 13, a partir das 20h. O sepultamento foi marcado para quarta-feira, 14, às 10h, no Cemitério da Feitoria, em São Leopoldo.

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Geral

Prefeitura de Gravataí vai publicar chamamento para Mercado Público a partir da próxima terça-feira

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A Prefeitura de Gravataí publicará, no dia 13 de outubro, o chamamento público para selecionar os permissionários que ocuparão os espaços do Mercado Público. As inscrições ficarão abertas até 13 de novembro, e os selecionados devem ser divulgados até o fim do mês.

A inauguração do espaço está prevista para 25 de março de 2027, durante a realização da Feira do Peixe.

A formalização dos contratos com os permissionários está programada para a primeira semana de dezembro. Depois disso, cada estabelecimento deverá apresentar seu projeto, que será analisado pela Prefeitura até 24 de dezembro. O município também realizará licitações para contratar os serviços necessários ao funcionamento do Mercado.

A administração municipal assumirá temporariamente a gestão do espaço enquanto prepara a abertura ao público. A medida foi adotada após a atual concessionária não comprovar o cumprimento das obrigações previstas no contrato, no edital e em seus anexos. Em setembro, a Prefeitura iniciou os procedimentos para rescindir o contrato.

O município pretende concluir a seleção dos permissionários, a contratação dos serviços e a preparação da estrutura para abrir o Mercado Público em março de 2027.

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