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14/04/2026
 

Geral

Entidades defendem que escolas infantis permaneçam abertas

Redação

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em

Todo o estado do Rio Grande do Sul está em bandeira preta, desde o último sábado, 27, suspendendo várias atividades em medida de decreto. Uma das exceções fica por conta das atividades de Educação Infantil e para os 1° e 2° anos do Ensino Fundamental, os quais o governo havia autorizado.

Na última segunda-feira, 1º, a juíza Rada Metzger Kepes Zaman, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, suspendeu, por enquanto estiver vigente a bandeira preta no sistema de distanciamento controlado, a realização de aulas presenciais nas escolas públicas e privadas do Rio Grande do Sul, o que causou indignação para o Sindicato Intermunicipal dos Estabelecimentos de Educação Infantil do Estado do Rio Grande do Sul (SINDICRECHES), e alguns pais e responsáveis. Na terça-feira, 2, o Grupo de Escolas Infantis de Canoas, realizou a “ Carreata de Conscientização pela Educação”,  que percorreu diversos bairros da cidade.

Carreata

Segundo o Grupo de Escolas Infantil de Canoas, formado por quase 100 entidade de ensino privado, a carreata foi realizada com o intuito de solicitar o apoio do prefeito Jairo e que para categoria fosse vista de forma diferente pelos canoenses.

Segundo Talina Romano, a responsabilidade das entidades, ao quererem que as aulas retornem, é com as crianças. “Entendemos que a Educação Infantil que passou pelo crivo dos protocolos sanitários, e foi autorizada, tem condições de receber os alunos. Estes estão sendo prejudicados. No nosso retorno, em outubro de 2020, recebemos crianças necessitando de muita atenção quanto a problemas de ressocialização e atrasos em seus desenvolvimentos. Estes alunos são os mais prejudicados”.

O grupo acredita que está decisão está falha e que muitas decisões não foram levadas em consideração, assim como o número e pesquisas.

Mais decisões judiciais

Na última terça-feira, 2, o SINDICRECHES-RS ingressou judicialmente contra a decisão que proíbe as atividades dos estabelecimentos de Educação Infantil e séries iniciais. A entidade solicitou por meio de uma ação com pedido de urgência, a suspensão imediata da liminar. Segundo o Sindicato,

O propósito é reiterar e resgatar os direitos das nossas representadas, crianças, mães e pais que necessitam deixar seus filhos em local seguro, com ambiente controlado, seguindo todas as regras sanitárias determinadas pelo governo.

Na quarta-feira, 3, o sindicato publicou uma nota sobre a decisão ainda não ter sido julgada.

Veja a nota:

Comunicamos que nessa quarta-feira, 03/03/21, o desembargador relator que está julgando os Agravos de Instrumento que buscam a suspensão da liminar que determina a suspensão das aulas presenciais da Educação Infantil, publicou decisão em dois Agravos (são vários), entre eles o do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, mantendo a determinação de suspensão das atividades presenciais.

O agravo impetrado pelo Sindicreches ainda não foi julgado. Até o momento segue valendo a decisão liminar que impede o funcionamento presencial das escolas de Ensino Infantil e Ensino Fundamental e Anos Iniciais (1º e 2º).

Estamos buscando as medidas judiciais cabíveis para que possamos resolver de vez essa questão e obter autorização de funcionamento.  Mesmo com essas decisões que julgaram os Agravos (recursos) o processo terá segmento no momento apropriado.

Tão logo tenhamos novas informações repassaremos às representadas.

 Responsáveis dão suas opiniões

Para alguns responsáveis a ideia de mais uma vez paralisar as aulas das crianças é péssimo, pois elas perdem o contato e convívio com as entidades e os muitos destes pais necessitam trabalhar.

“Eu continuo trabalhando, minha empresa não fechou e com isso tive que ir atrás de babá. Isso significa que ele teve que passar por mais uma adaptação com uma pessoa diferente. Durante todo o tempo que ele frequentou a escolinha, todos os cuidados necessários foram tomados pela instituição, acho muito mais confiável deixar ele na escola, do que permitir que uma pessoa frequente minha casa, sem saber se está se cuidando ou não”, explicou Juliana Souza.

Contudo, há pais que concordam com a decisão da justiça. “Sou contra o retorno das aulas presenciais, enquanto não houver vacina. Mesmo com os protocolos, as crianças não tem entendimento real da pandemia. No meu ver, como professora, não existe adaptação de um aluno com distanciamento social. Não tem como a educadora alimentar ou trocar um aluno de berçário ou maternal com todos os procedimentos corretos, pois os menores são os mais vulneráveis, enquanto cuidar. Em todos os lugares do mundo, onde houve esse retorno, houve contaminados e mortes de professores”, finalizou Gisele Vidal.

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Policial

Polícia Civil deflagra Operação Verdades Reveladas contra crimes sexuais contra crianças e prende quatro suspeitos no RS

Redação

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil deflagrou, na segunda-feira, 13, a Operação Verdades Reveladas, por meio da Delegacia de Polícia de Triunfo. A ação tem como foco o combate a crimes graves contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

Mandados de prisão temporária e de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Triunfo, Montenegro e Esteio. Ao todo, quatro pessoas foram presas temporariamente, além da apreensão de telefones celulares.

As investigações indicam que um professor do ensino fundamental é suspeito de manter relações sexuais com crianças, algumas com idades entre 9 e 12 anos. Na primeira fase da operação, o celular do principal investigado foi apreendido e deve passar por análise.

“Na análise preliminar do dispositivo, foram identificadas inúmeras conversas com outros indivíduos, contendo relatos de abusos sexuais contra menores”, explicou o Delegado Alex Assmann.

As mensagens também revelaram referências a crimes de extrema gravidade, incluindo a condução de crianças para a prática de atos sexuais e a intenção de localizar outros menores para exploração. Diante da seriedade dos fatos, quatro indivíduos tiveram suas prisões temporárias decretadas pela Justiça e seguem sendo investigados.

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Meio Ambiente

Ação no Calçadão de Canoas promove conscientização ambiental e distribuição de mudas

Redação

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Foto: Julia Krauspenhar

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Canoas realizou, na sexta-feira, 10, uma ação voltada à conscientização ambiental no Calçadão da cidade. A iniciativa integra o projeto Meio Ambiente em Ação e buscou orientar a população sobre práticas de preservação e sustentabilidade.

Durante a atividade, foram distribuídas mudas de espécies nativas, além de materiais informativos com serviços oferecidos pelo Minizoo. Educadores ambientais também estiveram no local para orientar os moradores sobre o descarte correto de resíduos e a separação de materiais recicláveis.

A proposta da ação é incentivar hábitos mais sustentáveis no dia a dia e ampliar o acesso da comunidade a informações sobre cuidados com o meio ambiente.

Durante a ação, o prefeito Airton Souza realizou a entrega de mudas nativas como ato simbólico, reforçando o compromisso do município com a sustentabilidade.

“A gente acredita que pequenas atitudes, como plantar uma árvore, geram grandes transformações no futuro da cidade de Canoas. Essa ação aproxima a população do cuidado com o meio ambiente e incentiva práticas mais conscientes no dia a dia”, destacou o prefeito.

O secretário municipal do Meio Ambiente Guilherme Haygert, falou sobre o objetivo da iniciativa e sua importância para a comunidade.

“Nosso intuito com essa distribuição de plantas nativas, orientações e o uso correto do descarte e separação de resíduos é mostrar à população o quanto a participação da comunidade é importante para nossa cidade. Essa ação de educação ambiental contribui na redução da poluição e na conservação da biodiversidade” afirmou.

“A gente trouxe nos estandes um pouco dos materiais recicláveis que podem ser reaproveitados,entre eles, as garrafas pet e o alumínio. Enquanto a garrafa pet pode ser reaproveitada para confecção de artesanatos como vasos e luminárias, o alumínio pode ser utilizado para fabricação de latas de bebidas e outros produtos. Além disso, nós mostramos a separação correta dos produtos na hora de descartar os residuos” relatou a educadora ambiental da cooperativa Coopcamate, Cauana Spido.

Felipe Santos, biólogo do Minizoo, mostrou à população a importância do cuidado com os animais silvestres para a recuperação da fauna o do meio ambiente.

“Trouxemos uma mostra de animais texturizados como forma de explicar para a comunidade que o cuidado com as espécies nativas e a devolução desses animais à natureza é fundamental para um equilíbrio ecológico local. Estamos também distribuindo cartilhas com informações e serviços para o canoense que quiser fazer uma visita ao Minizoo”, disse.

Leoni Witczak, que estava no centro passeando pelo Calçadão, contou como ficou sabendo da ação e de sua importância para o município.

“Estava passeando pelo Centro, parei aqui e aproveitei para levar uma muda de laranjeira. Apoio 100% essa iniciativa porque sou fã de uma cidade mais arborizada. Tenho várias plantas frutíferas no meu pátio”, ressaltou a aposentada de 65 anos.

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Policial

Justiça decreta prisão preventiva de suspeito por desaparecimento da família Aguiar em Cachoeirinha

Redação

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A Justiça decretou a prisão preventiva de Cristiano Domingues Francisco, de 39 anos, apontado como principal suspeito pelo desaparecimento da família Aguiar, em Cachoeirinha. O pedido foi encaminhado pela Polícia Civil na segunda-feira, 6.

Cristiano está detido desde 10 de fevereiro no Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre. Até então, a prisão era temporária e havia sido prorrogada, com término previsto para o fim desta semana. Com a decisão judicial, a detenção passa a não ter prazo determinado.

O suspeito é policial militar e está afastado das funções. Ele é ex-companheiro de Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, desaparecida desde o dia 24 de janeiro. Os pais dela, Isail Vieira de Aguiar, de 69 anos, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, teriam ido até a casa da filha para procurá-la e também não foram mais vistos.

A Polícia Civil trata o caso como crime e afirma já ter indícios para indiciar Cristiano por feminicídio, no caso de Silvana, além de duplo homicídio e ocultação de cadáver das outras duas vítimas.

De acordo com o delegado responsável pela investigação, Anderson Spier, o inquérito está em fase final e deve ser concluído nos próximos dias. A expectativa é de que o relatório seja encaminhado à Justiça até 16 de abril, dentro do prazo legal que se encerra no dia 20.

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