{"id":2644,"date":"2016-02-05T12:05:18","date_gmt":"2016-02-05T14:05:18","guid":{"rendered":"http:\/\/otimoneiro.com.br\/?p=2644"},"modified":"2016-02-05T12:05:18","modified_gmt":"2016-02-05T14:05:18","slug":"a-volta-por-cima-o-arduo-caminho-para-vencer-as-drogas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaltimoneiro.com.br\/index.php\/2016\/02\/05\/a-volta-por-cima-o-arduo-caminho-para-vencer-as-drogas\/","title":{"rendered":"A VOLTA POR CIMA: O \u00e1rduo caminho para  vencer as drogas"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_2645\" style=\"width: 728px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/otimoneiro.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DSC9143-edit.jpg\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2645\" class=\" wp-image-2645\" src=\"http:\/\/otimoneiro.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DSC9143-edit-1024x683.jpg\" alt=\"Leandro Magalh\u00e3es Correa, 20 anos. Foto: Bruno Lara\/OT\" width=\"718\" height=\"475\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2645\" class=\"wp-caption-text\">Leandro Magalh\u00e3es Correa, 20 anos. Foto: Bruno Lara\/OT<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Bruno Lara<\/strong><\/p>\n<p>O caminho \u00e9 intenso at\u00e9 o Centro de Recupera\u00e7\u00e3o e Ressocializa\u00e7\u00e3o de Dependentes Qu\u00edmicos Bom Samaritano, na estrada dos Ramires, em Sapucaia do Sul. O trecho compreende ladeiras, a falta de sinaliza\u00e7\u00e3o e uma estrada de terra batida trai\u00e7oeira. Mas o trajeto \u00e9 ainda pior para aqueles que h\u00e1 anos convivem com as drogas.<br \/>\nUma das piores drogas da contemporaneidade \u00e9, sem d\u00favida, o crack. A subst\u00e2ncia facilmente encontrada em todos os munic\u00edpios leva cerca de 10 minutos para fazer efeito, gerando euforia e excita\u00e7\u00e3o em quem a consome. \u00c9 o efeito da coca\u00edna, de cinco a sete vezes mais potente por ser misturada com bicabornato de s\u00f3dio. O efeito curto, de aproximadamente cinco minutos, leva a ser uma demanda recorrente. Leandro precisou de anos para se livrar.<\/p>\n<p><strong>Morador do Guajuviras<\/strong><br \/>\nMorador do bairro Guajuviras, um dos mais perigosos da cidade, Leandro Magalh\u00e3es Correa, 20 anos, trabalhador no ramo da constru\u00e7\u00e3o civil, conheceu o crack em 2014, mas a sua hist\u00f3ria com os entorpecentes come\u00e7ou muito antes. \u201cEu conheci o crack ainda em 2014, onde eu morava, no Guajuviras. Trabalhava e estudava de noite, fazendo o (Ensino de Jovens e Adultos) EJA na escola Nancy Pancera. Comecei a n\u00e3o ir \u00e0 aula, ficava na rua. Como trabalhava, comprava as coisas com o meu dinheiro. Ent\u00e3o fui me aprofundando. Comecei usando coca\u00edna e parei de usar depois de tr\u00eas anos. Comecei a usar maconha. Depois da maconha comecei com o crack. Cheguei a um estado cr\u00edtico, onde tinha sa\u00eddo do conv\u00edvio com a fam\u00edlia e com as minhas filhas. Uma de quatro e outra de cinco anos. Let\u00edcia e Larissa\u201d, explica arrumando a gravata. No momento, n\u00e3o tem contato com as meninas que moram com a m\u00e3e no bairro Est\u00e2ncia Velha.<\/p>\n<div id=\"attachment_2646\" style=\"width: 726px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/otimoneiro.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DSC9141.jpg\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2646\" class=\" wp-image-2646\" src=\"http:\/\/otimoneiro.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DSC9141-1024x683.jpg\" alt=\"Leandro Magalh\u00e3es Correa, 20 anos, venceram o crack. Foto: Bruno Lara\/OT\" width=\"716\" height=\"477\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2646\" class=\"wp-caption-text\">Leandro Magalh\u00e3es Correa, 20 anos, venceram o crack. Foto: Bruno Lara\/OT<\/p><\/div>\n<p><strong>Perda da fam\u00edlia<\/strong><br \/>\nPara a vendedora Graziele Magalh\u00e3es Correa, 18 anos, irm\u00e3 do ex-viciado, a hist\u00f3ria se desenrola em fun\u00e7\u00e3o de uma fam\u00edlia j\u00e1 abalada pelos v\u00edcios. \u201cFoi um processo bem dif\u00edcil. Como a gente j\u00e1 teve uma hist\u00f3ria bem dif\u00edcil de vida, pai e m\u00e3e nada a se espelhar, ao decorrer do tempo, acabou gerando que nos perdemos. J\u00e1 tive um irm\u00e3o assassinado por conta das drogas. A nossa fam\u00edlia, de unida, n\u00e3o era mais nada\u201d, conta, lembrando que o irm\u00e3o estava perdido dos outros tr\u00eas irm\u00e3os.<br \/>\nNo dia 14 de novembro de 2015, mais um choque. A m\u00e3e havia falecido. \u201cFoi muito mais dif\u00edcil lidar com isso, muitas perdas. \u00c9 muita coisa para aguentar, para leva nas costas. Talvez n\u00e3o o ter\u00edamos o encontrado\u201d, conta Graziele que desde os sete anos de idade n\u00e3o convive com o pai, tamb\u00e9m usu\u00e1rio de t\u00f3xicos.<\/p>\n<p><strong>\u201cMe pegaram no port\u00e3o\u201d<\/strong><br \/>\n\u201cContinuei me envolvendo com o Crack, que \u00e9 a pedra de hoje em dia. Morei um pouco na casa do meu pai, mas por quest\u00f5es familiares entre ele e a mulher, sa\u00ed e fui morar com um amigo que arrumei aqui em Sapucaia\u201d, explica. O amigo pertencia a uma igreja Assembleia de Deus e o convenceu a ir para o retiro. \u201cEle ent\u00e3o me trouxe para c\u00e1 no dia seguinte, de manh\u00e3, eles me pegaram no port\u00e3o, me aceitaram, me internaram e eu estou seguindo. J\u00e1 estou h\u00e1 seis meses, quase sete, para vencer\u201d, aponta.<br \/>\nEle se refere ao Crer Bom Samaritano, Centro que atualmente atende 35 residentes que buscam uma mudan\u00e7a em suas vidas atrav\u00e9s da f\u00e9 e da psicologia. O tratamento, gratuito, dura em torno de um ano e, segundo o diretor geral da institui\u00e7\u00e3o, Roberto Silva, 31 anos, sem o uso de medica\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c9 um trabalho social, sem fins lucrativos. Trabalhamos com a ajuda da igreja (Universal) e da comunidade. A maioria vem das ruas. Hoje, cerca de 90% s\u00e3o moradores de rua\u201d, explica.<br \/>\nO tratamento consiste em uma rotina de nove meses de intenso trabalho e mais tr\u00eas meses de ressocializa\u00e7\u00e3o, tudo isso seguindo um norte com tr\u00eas pilares: Espiritualidade, psicologia e trabalho. \u201cEstamos reeducando eles para voltarem a sociedade\u201d, comenta o diretor. A primeira e mais dura fase, que dura os primeiros 15 a 30 dias, os internos passam em um espa\u00e7o em grupo preparado para a desintoxica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_2649\" style=\"width: 724px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/otimoneiro.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DSC9150.jpg\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2649\" class=\" wp-image-2649\" src=\"http:\/\/otimoneiro.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DSC9150-1024x683.jpg\" alt=\"Sem\u00e1foro na entrada do retiro marca o in\u00edcio de uma nova fase. Foto: Bruno Lara\/OT\" width=\"714\" height=\"473\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2649\" class=\"wp-caption-text\">Sem\u00e1foro na entrada do retiro marca o in\u00edcio de uma nova fase. Foto: Bruno Lara\/OT<\/p><\/div>\n<p><strong>Vida nada f\u00e1cil<\/strong><br \/>\nA vida na rua n\u00e3o \u00e9 nada f\u00e1cil e Leandro sentiu isso na pele. \u201cA gente passa por bastantes dificuldades, bastantes lutas. L\u00e1 fora n\u00e3o era nada agrad\u00e1vel, n\u00e3o era uma vida que precis\u00e1vamos ter na quest\u00e3o de perdas, de falta de familiar, falta de afeto. Muitas vezes a falta de compromisso nos faz perder os valores. E aqui a gente encontra os valores. Aprendemos a ser honesto, a ter um car\u00e1ter verdadeiro. Aprende a virar um ser humano, ter fam\u00edlia, buscar conquistas, objetivos e permanecer. Ser forte e cumprir o tratamento. Mostrar que a gente pode mudar sim. Que as drogas n\u00e3o matam a pessoa, que as drogas n\u00e3o destroem a vida da pessoa se ela quiser mudar. Tem solu\u00e7\u00e3o e a solu\u00e7\u00e3o est\u00e1 em Jesus, est\u00e1 na nossa f\u00e9 e nas pessoas que nos ajudam\u201d, motiva.<br \/>\nA falta da fam\u00edlia foi um fator decisivo. \u201cPara mim era muito dif\u00edcil encontrar minha fam\u00edlia. Nem sabia onde minha irm\u00e3 estava morando. Fiquei sabendo que poderiam ter vendido a nossa casa. Gra\u00e7as a Deus, aqui, gerou o encontro da minha fam\u00edlia. Tudo indo para o caminho certo\u201d, agradece.<\/p>\n<p><strong>Droga avassaladora<\/strong><br \/>\nO relat\u00f3rio mensal de atividades do m\u00eas de junho de 2015 do Centro Pop, \u00f3rg\u00e3o ligado a Diretoria de Vigil\u00e2ncia Socioassistencial e Gest\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o da Secretaria Municipal de Desenvolvimento social de Canoas, o qual O Timoneiro teve acesso com exclusividade, mostrava um n\u00famero alarmante. Das 68 (sendo apenas seis mulheres) pessoas atendidas no m\u00eas, 54 eram usu\u00e1rios de drogas il\u00edcitas (como o crack) e 60 de drogas l\u00edcitas (como o \u00e1lcool).<br \/>\nSegundo relat\u00f3rio, 38 destas pessoas foram para as ruas em fun\u00e7\u00e3o das drogas. Seguida dos desentendimentos familiares, que tirou 19 deles de casa, e o desemprego, que levou mais 11. De todos os internos, naquele m\u00eas, cinco voltaram para o mercado de trabalho e tr\u00eas para o v\u00ednculo familiar.<\/p>\n<p><strong>Um futuro<\/strong><br \/>\nUm dos cinco canoenses internados no Crer Bom Samaritano, Leandro, que desacreditava em um futuro muito melhor do que o presente, passou a orar por uma carreira e uma fam\u00edlia de sucesso. \u201cNo futuro eu quero estudar, ter uma boa profiss\u00e3o, ter uma fam\u00edlia aben\u00e7oada com meus irm\u00e3os comigo. Quero seguir uma vida boa, com a presen\u00e7a de Deus, uma vida religiosa e aprender a ter a honestidade que estou aprendendo aqui hoje e poder compartilhar com as outras pessoas. Assim como as pessoas que me estenderam a m\u00e3o quando eu precisei, que eu possa estender a m\u00e3o no futuro para as que precisarem tamb\u00e9m\u201d, faz o \u00faltimo pedido.<\/p>\n<p><strong>S\u00f3 chegar no port\u00e3o<\/strong><br \/>\nO ingresso n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil. \u201c\u00c9 s\u00f3 chegar no port\u00e3o. Basta dizer que quer mudar de vida, que quer sair daquela situa\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 o que nos motiva\u201d, lembra Roberto. Assim, ao longo dos sete anos de vida do retiro, mais de 1.500 pessoas j\u00e1 passaram pela estrutura. \u201cAs pessoas chegam aqui sem uma perspectiva de vida. Entram aqui sem nada. Nestes nove meses trabalhamos para reeduc\u00e1-los e os entregamos. Temos empresas parceiras. Eles saem daqui prontos para trabalhar, uns em padarias, oficinas, empreiteiras\u201d, conta. A mudan\u00e7a \u00e9 radical. \u201cQuando eles chegam aqui fazem uma entrevista. Depois de tr\u00eas meses, quando fazem a entrevista novamente, o pensamento \u00e9 outro, querem vencer, est\u00e3o motivados\u201d, se orgulha.<\/p>\n<div id=\"attachment_2647\" style=\"width: 730px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/otimoneiro.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DSC9130.jpg\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2647\" class=\" wp-image-2647\" src=\"http:\/\/otimoneiro.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DSC9130-1024x683.jpg\" alt=\"Roberto Silva, diretor geral do Crer Bom Samaritano. Foto: Bruno Lara\/OT\" width=\"720\" height=\"480\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2647\" class=\"wp-caption-text\">Roberto Silva, diretor geral do Crer Bom Samaritano. Foto: Bruno Lara\/OT<\/p><\/div>\n<p>Mas o trabalho n\u00e3o para por a\u00ed. Para Roberto, a fam\u00edlia \u00e9 um ponto importante na recupera\u00e7\u00e3o dos viciados, pois ela tamb\u00e9m fica doente. \u201cA nossa miss\u00e3o n\u00e3o \u00e9 somente o interno, \u00e9 tamb\u00e9m a fam\u00edlia. Nesta altura do campeonato a fam\u00edlia tamb\u00e9m est\u00e1 sofrida, doente, passando por dificuldades. Ent\u00e3o amparamos a fam\u00edlia e o interno\u201d, aponta.<br \/>\nDoa\u00e7\u00f5es e parcerias s\u00e3o bem vindas. No domingo, 31, houve a inaugura\u00e7\u00e3o da pedra fundamental que marca a constru\u00e7\u00e3o do Alojamento e Centro de Eventos que receber\u00e1 mais internos, tendo em vista que uma grande lista de espera aguarda sua oportunidade. Mais 100 jovens dependentes ter\u00e3o ali um lugar para repensar o futuro. \u201cA gente fica triste por n\u00e3o poder dar o amparo. Por isso vimos a necessidade e buscamos parceiros para poder fazer essa obra. Muitos n\u00e3o querem ir embora. Seis dos que est\u00e3o aqui n\u00e3o querem mais ir embora\u201d, ostenta. No local, tudo o que \u00e9 feito tem a participa\u00e7\u00e3o dos internos, inclusive uma horta, \u00fatil nas refei\u00e7\u00f5es e no dia a dia.<br \/>\nO caminho de volta, no entanto, promete ser mais perigoso que o da chegada. Uma luta di\u00e1ria que Leandro e todos os outros internos, familiares, funcion\u00e1rios e curiosos n\u00e3o se esquecer\u00e3o jamais.<\/p>\n<div id=\"attachment_2648\" style=\"width: 726px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/otimoneiro.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DSC9147.jpg\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2648\" class=\" wp-image-2648\" src=\"http:\/\/otimoneiro.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DSC9147-1024x683.jpg\" alt=\"Horta feita pelos internos \u00e9 utilizada nas refei\u00e7\u00f5es e para auxiliar no trabalho dos internos. Foto: Bruno Lara\/OT\" width=\"716\" height=\"476\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2648\" class=\"wp-caption-text\">Horta feita pelos internos \u00e9 utilizada nas refei\u00e7\u00f5es e para auxiliar no trabalho dos internos. Foto: Bruno Lara\/OT<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bruno Lara O caminho \u00e9 intenso at\u00e9 o Centro de Recupera\u00e7\u00e3o e Ressocializa\u00e7\u00e3o de Dependentes Qu\u00edmicos Bom Samaritano, na estrada dos Ramires, em Sapucaia do Sul. O trecho compreende ladeiras, a falta de sinaliza\u00e7\u00e3o e uma estrada de terra batida trai\u00e7oeira. 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