{"id":26423,"date":"2023-11-21T11:27:57","date_gmt":"2023-11-21T14:27:57","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaltimoneiro.com.br\/?p=26423"},"modified":"2023-11-21T11:31:05","modified_gmt":"2023-11-21T14:31:05","slug":"artigo-o-guernicausto-por-omar-ferri","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaltimoneiro.com.br\/index.php\/2023\/11\/21\/artigo-o-guernicausto-por-omar-ferri\/","title":{"rendered":"Artigo: &#8220;O GUERNICAUSTO&#8221; (por Omar Ferri)"},"content":{"rendered":"<h4>O GUERNICAUSTO<\/h4>\n<h4><em>por Omar Ferri<\/em><\/h4>\n<p>Como regra geral, n\u00e3o acredite na m\u00eddia. Ela, quase sempre est\u00e1 ligada a certas conveni\u00eancias. Habitualmente inverte fatos ou revela apenas parte da verdade<\/p>\n<p>O jornalismo n\u00e3o tem o direito de interpretar os acontecimentos fora de seus contextos, isto \u00e9, n\u00e3o pode ser t\u00e3o faccioso como at\u00e9 agora tem sido. No caso dos palestinos, os respons\u00e1veis pela m\u00eddia t\u00eam que transmitir \u00e0s pessoas a realidade dos fatos sem interpreta\u00e7\u00f5es capciosas. O objetivo da imprensa \u00e9 esclarecer as ocorr\u00eancias, cumprindo com exatid\u00e3o a miss\u00e3o de bem informar. N\u00e3o podemos mais aceitar not\u00edcias estimuladas de acordo com os interesses dos senhores da guerra. Os grupos humanos n\u00e3o podem ser exterminados. Se \u00e9 para se curvar \u00e0s iniquidades, por que a imprensa existe? Na amplitude de bem informar, n\u00e3o pode haver dissimula\u00e7\u00e3o. Sendo assim como ela \u00e9, qual a contribui\u00e7\u00e3o que ela d\u00e1 \u00e0 Democracia?<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel contrariar uma imprensa que controla o mundo? Ou um mundo que controla a imprensa? Esse \u00e9 o grande obst\u00e1culo. As esfarrapadas desculpas do Estado policial comandado pelo ultranacionalista Netanyahu t\u00eam como escopo principal a altera\u00e7\u00e3o da verdade hist\u00f3rica. Portanto, os palestinos t\u00eam o direito de proclamar que todas as justificativas dadas pelo poderoso Estado de Israel n\u00e3o passam de uma grossa mentira. Mentira erroneamente acionada como verdade por grande parte da imprensa internacional.<\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00e3o acredit\u00e1veis as justifica\u00e7\u00f5es americanas, menos ainda as vers\u00f5es sionistas. Ambas se alimentam da pr\u00f3pria falsidade. Uma mentira dita dezenas de vezes passa a ser considerada verdade.<\/p>\n<p>Em torno de quatro milh\u00f5es de palestinos fugiram ou foram expulsos de suas terras. Despidos de qualquer sentimento humano, o governo israelense nega o direito de retorno em flagrante viola\u00e7\u00e3o das leis protetoras dos direitos de cidadania. Israel adotou um sistema de falsidades que se transformaram nas maiores\u00a0<em>fake news<\/em>\u00a0da atualidade. As\u00a0<em>fake news<\/em>\u00a0podem ser conceituadas como degenera\u00e7\u00e3o da dignidade pessoal de seus criadores. Os impostores s\u00e3o os g\u00e2ngsteres da m\u00eddia, no caso, tamb\u00e9m, lun\u00e1ticos fascistoides.<\/p>\n<p>Os disfarces comprometedores da imprensa fazem muito mal \u00e0 sanidade intelectual dos povos. Muitos jornalistas est\u00e3o sendo perseguidos e at\u00e9 assassinados por revelarem fatos que ultrajam a dignidade humana pela brutalidade de pa\u00edses onde predomina a histeria religiosa ou as compon\u00eancias raciais preconceituosas.<\/p>\n<p>Nos tempos b\u00edblicos os hebreus, atendendo as ordens de seu Deus, matavam velhos, mulheres, crian\u00e7as e at\u00e9 primog\u00eanitos de animais. Nos dias atuais seus descendentes mantiveram o mesmo DNA, por\u00e9m, ainda n\u00e3o chegaram ao ponto de matar primog\u00eanitos muares.<\/p>\n<p>As ordens dos servi\u00e7os secretos de Israel s\u00e3o:\u00a0<em>Levante-se e Mate Primeiro<\/em>. Suas guerras s\u00e3o criminosas e s\u00e3o promovidas atrav\u00e9s de um processo desumano que transforma homens em assassinos, ou no m\u00ednimo, em agentes criminosos treinados para matar. O atual massacre contra os palestinos, revela, em car\u00e1ter induvidoso, tratar-se de uma guerra \u00e9tnica. Um verdadeiro pogrom que n\u00e3o pode continuar.<\/p>\n<p>O Oriente M\u00e9dio viveu em paz durante dois mil anos. Por muito tempo o Imp\u00e9rio Romano ocupou toda a regi\u00e3o. S\u00e9culos depois fez parte do Imp\u00e9rio Otomano.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a Primeira Guerra Mundial a hegemonia militar europeia interveio na cria\u00e7\u00e3o de novas na\u00e7\u00f5es, a maioria sob influxo de seus projetos colonialistas. Por exemplo, o reinado hachemita da Jord\u00e2nia foi inventado por interesses estrat\u00e9gicos do Mandato Brit\u00e2nico em territ\u00f3rios da Palestina. Hoje abriga ao redor de tr\u00eas milh\u00f5es de palestinos refugiados das guerras de 1948 e 1967 e, aproximadamente, dois milh\u00f5es de s\u00edrios, mu\u00e7ulmanos ou crist\u00e3os.<\/p>\n<p>O atual Estado de Israel tem origem no sionismo. H\u00e1 mais de um s\u00e9culo, Theodor Hertz, seu ide\u00f3logo, liderou uma marcha de judeus para ocupar as terras da Palestina, onde implantaram o primeiro kibutz.<\/p>\n<p>Os palestinos n\u00e3o se preocuparam porque imaginavam tratar-se de um grupo isolado, carentes de condi\u00e7\u00f5es para alterar a paz na regi\u00e3o. Mas depois foram chegando muitos outros, muito mais. Ent\u00e3o os \u00e1rabes perceberam que n\u00e3o se tratava apenas de um movimento migrat\u00f3rio, mas de uma penetra\u00e7\u00e3o sorrateira, que tinha o prop\u00f3sito da ocupa\u00e7\u00e3o da Palestina para retomar, a<em>\u00a0Terra Santa\u00a0<\/em>que pertenceu ao\u00a0<em>Povo de Deus<\/em>\u00a0at\u00e9 a destrui\u00e7\u00e3o de Jerusal\u00e9m pelas legi\u00f5es romanas no ano 70 de nossa era.<\/p>\n<p>Em 1917, em nome do Mandato Brit\u00e2nico, o lorde Arthur Balfour declarou apoio incondicional ao estabelecimento de uma na\u00e7\u00e3o judaica, atrav\u00e9s de um modelo de coloniza\u00e7\u00e3o, cujo objetivo subjacente era o de expulsar os \u00e1rabes da regi\u00e3o. Hipocritamente, antes dessa declara\u00e7\u00e3o, o governo brit\u00e2nico havia prometido o estabelecimento de um \u201cgrande\u201d Estado Palestino, que jamais foi criado. Os ingleses eram t\u00e3o mistificadores naquela \u00e9poca, como s\u00e3o os Estados Unidos em nossos tempos.<\/p>\n<p>E foi assim que o Sionismo deu in\u00edcio \u00e0 usurpa\u00e7\u00e3o de terras que n\u00e3o lhe pertencia. Por esse motivo nasceu o conflito. O conflito evoluiu para guerras. A cada uma delas o Golias hebreu ia garantindo e aumentando os territ\u00f3rios conquistados pelas armas.<\/p>\n<p>Aterrorizado, o povo da terra se p\u00f4s em fuga imaginando que logo retornariam para seus lares. Acontece que os judeus sabiam o que queriam e os palestinos ainda n\u00e3o tinham consci\u00eancia do que estava por vir.<\/p>\n<p>Com o tempo, os palestinos perder\u00e3o todas as suas terras. Provavelmente, sobrar\u00e1 apenas o gueto da Faixa de Gaza, restos de terra onde os peda\u00e7os de fam\u00edlias sem p\u00e1tria ficar\u00e3o isolados do mundo. Mais doloroso ainda, sob a tutela israelense. Hoje os palestinos j\u00e1 n\u00e3o sabem mais o que s\u00e3o. E, no momento em que entenderam de defender suas fam\u00edlias, suas moradas e sua P\u00e1tria, passaram a ser acusados de terroristas.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que as causas do terrorismo n\u00e3o tiveram origem nas invas\u00f5es e nas ocupa\u00e7\u00f5es dos territ\u00f3rios palestinos da Cisjord\u00e2nia, de Jerusal\u00e9m Oriental e da Faixa de Gaza? Por acaso, essa deplor\u00e1vel situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o revela um conflito secular entre ap\u00e1tridas e patriotas?<\/p>\n<p>Em 7 de outubro (estamos em 2023), o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa d Gaza, numa doidice insana, lan\u00e7ou um ataque de surpresa contra Israel, matando mais de 1.400 pessoas e capturando ref\u00e9ns.<\/p>\n<p>A gravidade da lament\u00e1vel ocorr\u00eancia, nos obriga a indagar, se esse desatino teve origem na decis\u00e3o de um grupo isolado, ou foi consequ\u00eancia de uma s\u00e9rie de situa\u00e7\u00f5es de anormalidades, decorrentes de invas\u00f5es, ocupa\u00e7\u00f5es terroristas de territ\u00f3rios, modifica\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas e estruturais da regi\u00e3o, genoc\u00eddio de habitantes, pris\u00f5es, assassinatos, perda do estatuto constitucional, e enfim a perda da liberdade de um povo que h\u00e1 s\u00e9culos vivia pacificamente na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Para uma perfeita compreens\u00e3o destes acontecimentos, necess\u00e1rio que informemos ao leitor, fatos da mais alta import\u00e2ncia hist\u00f3rica ocorridos em \u00e9pocas anteriores,<\/p>\n<p>Diga-se preliminarmente que, quando os acontecimentos hist\u00f3ricos se revestem de l\u00f3gica, comprovam que s\u00e3o verdadeiros e, consequentemente, indesment\u00edveis.<\/p>\n<p>Ocupa\u00e7\u00e3o colonial da Palestina foi a origem de todos os conflitos. O Estado de Israel \u00e9 um Estado Ileg\u00edtimo, que p\u00f4s em movimento uma pr\u00e1tica genocida com o objetivo de exterminar os povos \u00e1rabes l\u00e1 residentes, que at\u00e9 ent\u00e3o viviam \u00e0 margem de trag\u00e9dias, provendo seu sustento na forma de agricultura familiar, ali\u00e1s, como nossos ancestrais, imigrantes alem\u00e3es, italianos, \u00e1rabes, polacos, japoneses e tamb\u00e9m judeus, que vieram produzir riqueza nas prov\u00edncias do Sul do Brasil e assim contribuir com o progresso da Na\u00e7\u00e3o, sem usurpar terras de ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XIX havia na Palestina, 500 mil \u00e1rabes, 60 mil crist\u00e3os e 20 mil judeus. O decl\u00ednio da regi\u00e3o come\u00e7ou com as penetra\u00e7\u00f5es do colonialismo europeu. Depois da Segunda Guerra, a popula\u00e7\u00e3o teria aumentado para 650 mil Mu\u00e7ulmanos, 80 mil crist\u00e3os e 60 mil judeus.<\/p>\n<p>O estabelecimento de col\u00f4nias agr\u00edcolas israelenses em terras da Palestina teve por objetivo carimbar o juda\u00edsmo como identidade nacional, e a ocupa\u00e7\u00e3o da Cisjord\u00e2nia por 600 mil judeus, comprova o objetivo de incorpor\u00e1-la ao Estado de Israel.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 verdade, que na Europa oriental, principalmente na R\u00fassia, a institui\u00e7\u00e3o de Pogroms resultou numa matan\u00e7a indiscriminada de judeus. Por esta raz\u00e3o, a partir de 1881, houve um incremento de imigra\u00e7\u00e3o para o oeste da Europa e Estados unidos.<\/p>\n<p>Em 1897, na cidade Su\u00ed\u00e7a de Basileia, um congresso sionista deliberou estabelecer col\u00f4nias na Palestina. Com essa determina\u00e7\u00e3o, ficou claro que o sionismo havia se transformado numa ideologia colonial. Primeiramente, entendiam de estabelecer os judeus na Uganda, Argentina, Estados Unidos, ou Azerbaij\u00e3o. Embora a Uganda fosse uma col\u00f4nia Brit\u00e2nica, os l\u00edderes ficaram convencidos que a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o seria fundar o estado judeu na Palestina. Como justificativa, Theodor afirmava que, daquela maneira levariam a cultura ocidental para o oriente. Como se constata, explica\u00e7\u00e3o incompat\u00edvel com a realidade, pois era exatamente a cultura segregacionista ocidental, que comandava as persegui\u00e7\u00f5es contra os judeus, tanto que, a partir da noite dos cristais, a brutalidade e a selvageria do abomin\u00e1vel regime nazista de Hitler, estimulou a migra\u00e7\u00e3o para a Palestina.<\/p>\n<p>Rejeitado na Europa, o Sionismo proclamava que em nome da pureza n\u00e3o poderia haver perda de individualidade \u00e9tnica, nem mistura racial. Os judeus entendem que a ra\u00e7a israelita, uma unidade hist\u00f3rica\/cultural biblicamente dirigida por Yav\u00e9, seria uma ra\u00e7a santa. Os hebreus continuam obedecendo os comandos de seu Deus. Casamentos mistos p\u00f5em em perigo a pureza da ra\u00e7a e a incolumidade da religi\u00e3o. Por estas raz\u00f5es, um estado hebreu na \u00c1sia Menor, seria um posto avan\u00e7ado da civiliza\u00e7\u00e3o contra a barb\u00e1rie do oriente, completando suas aspira\u00e7\u00f5es com o seguinte refr\u00e3o:\u00a0<em>Uma terra sem povo, para um povo sem terra<\/em>.<\/p>\n<p>O movimento sionista \u00e9 ultranacionalista e acredita na superioridade racial e religiosa. Qualquer movimento contra o Sionismo era e \u00e9 considerado antissemitismo.<\/p>\n<p>Paralelamente, como t\u00e1tica de coloniza\u00e7\u00e3o os judeus come\u00e7aram a adquirir terras dos \u00e1rabes pagando mais do que valiam. N\u00e3o havia problema. Foram ajudados pelos cofres do Bar\u00e3o de Rothschild, o banqueiro mais rico da Europa, que enviava enormes import\u00e2ncias, atrav\u00e9s do Fundo Nacional Judeu.<\/p>\n<p>Foi soma desses acontecimentos que extinguiu a paz milenar entre \u00e1rabes, crist\u00e3os e judeus que l\u00e1 viviam pacificamente. Para os Palestinos a situa\u00e7\u00e3o se tornou insuport\u00e1vel. Em 1920 ocorreram os primeiros motins (movimentos de massa).<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo surgiu no cen\u00e1rio dos conflitos a Haganah (defesa), um grupo paramilitar Sionista.<\/p>\n<p>Em 1925 houve uma explos\u00e3o de imigrantes judeus. Em 1928 eles deliberaram em dividir a Palestina em dois governos. A ideia facilitava a chegada de mais judeus, particularidade que fazia crescer. a formaliza\u00e7\u00e3o de um estado paralelo. \u00c0 toda evid\u00eancia, a separa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e o controle da economia foram fontes de conflitos e viol\u00eancia. Mais confrontos ocorreram. Grande n\u00famero de judeus foram mortos. Com a instabilidade europeia de pr\u00e9-guerra, a imigra\u00e7\u00e3o ganhou impulso.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que os judeus adquiriam glebas, os palestinos come\u00e7aram a ficar desempregados., fato que originou problemas sociais. Nas cidades come\u00e7aram a brotar favelas. Para evitar a instabilidade e a inseguran\u00e7a, o Reino Unido inundou a Palestina de soldados, cujas for\u00e7as militares deram in\u00edcio ao desarmamento dos palestinos. Os \u00e1rabes foram proibidos de possuir armas. Os ingleses revistavam pessoas e casas criando humilha\u00e7\u00e3o para os palestinos, tamb\u00e9m passaram a destruir cidades, como foi o caso de Jaffa.<\/p>\n<p>Em 1929 e 1936 ocorreram violentos dist\u00farbios. N\u00e3o tendo condi\u00e7\u00f5es para enfrentar o Mandato Brit\u00e2nico, que fazia o jogo dos judeus, os palestinos, em 1936, promoveram uma greve geral. Houve rea\u00e7\u00e3o policial. No intento de intimidar os grevistas o autoritarismo brit\u00e2nico demolia casas, prendia suspeitos e, brutalmente os submetia a trabalhos for\u00e7ados. Suas lideran\u00e7as foram assassinadas. A \u00e1rea estava sendo higienizada para possibilitar a divis\u00e3o. Ao mesmo tempo, para garantir a seguran\u00e7a do novo estado, foi criado um movimento dissidente da Haganah chamado Irgun, o partido de Natanyahu.<\/p>\n<p>Em 1947 houve um massacre perpetrado pelos brit\u00e2nicos. Em algumas cidades, Centenas de edif\u00edcios foram destru\u00eddos. Concomitantemente, o Irgun transformou-se numa organiza\u00e7\u00e3o terrorista. Os judeus passaram a comandar toda a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1967, na guerra dos 6 dias Israel conquistou a Faixa de Gaza, a Cisjord\u00e2nia, as Colinas de Golan e o Sinai. Em 1973 eclodiu a guerra do Yoon Kipur. Derrotados, os \u00e1rabes come\u00e7aram a entender o que estava acontecendo. O que os franceses fizeram na Arg\u00e9lia, os israelenses estavam fazendo na Palestina. Pior ainda, a ONU aderiu a proposta da divis\u00e3o em dois estados. 56% formariam o estado judeu e 54% o estado Palestino. Os \u00e1rabes se revoltaram. A partilha configurava uma brutal injusti\u00e7a, dado ao fato de que 80% da popula\u00e7\u00e3o era \u00e1rabe.<\/p>\n<p>Definidos os limites do Estado Judaico, os ingleses criaram a Jord\u00e2nia integrada por Jerusal\u00e9m Oriental e a Cisjord\u00e2nia. Quando se retiraram, os palestinos j\u00e1 estavam praticamente sem territ\u00f3rio, deixando os judeus livres para atuar do jeito que bem entendiam, pelo que, como primeira tarefa, ocuparam Haifa e cidades pr\u00f3ximas.<\/p>\n<p>Cinquenta mil \u00e1rabes foram expulsos de Haifa. Alguns registros mencionam 70 mil. Milhares foram aprisionados em campos de deten\u00e7\u00e3o (melhor seria dizer, de concentra\u00e7\u00e3o). Os presos eram obrigados a enterrar os pr\u00f3prios cad\u00e1veres. Os objetos de valor foram subtra\u00eddos pelas for\u00e7as de ocupa\u00e7\u00e3o. Logo depois Acra caiu, e 10 mil palestinos foram expulsos.<\/p>\n<p>Prosseguindo com avan\u00e7os, os sionistas passaram a controlar as cinco cidades mais importantes da Palestina. Sob o comando da Haganah quinhentas vilas foram destru\u00eddas. Os israelenses assassinavam o quanto podiam. exatamente como agora (outubro de 23), fato que significava limpeza em favor da etnia pura, que na realidade n\u00e3o deixava de ser tamb\u00e9m uma limpeza cultural para apagar da mem\u00f3ria uma civiliza\u00e7\u00e3o que l\u00e1 existia h\u00e1 v\u00e1rios s\u00e9culos. Estavam instituindo um verdadeiro Apartheid Militar. Setecentos mil palestinos se refugiaram na Cisjord\u00e2nia e Gaza, ou emigraram para outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>Sem consulta pr\u00e9via dos \u00e1rabes, a ONU aprovou em 1947 a divis\u00e3o da Palestina em dois estados, um para os judeus e outro para os \u00e1rabes. Os \u00e1rabes rejeitaram a arbitrariedade que violava os fundamentos do direito hist\u00f3rico constitucional. Sequer tinham o direito de opinar. Para o comando israelense, um fato consumado tinha mais import\u00e2ncia jur\u00eddica do que qualquer concep\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria.<\/p>\n<p>Via de consequ\u00eancia, em 1948 foi criado o estado de Israel, logo admitido como membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas, conforme a Resolu\u00e7\u00e3o 69 da Comiss\u00e3o de Seguran\u00e7a da ONU. O Sionista David Ben Gurion foi seu primeiro-ministro. Este foi o marco principal da origem de todos os males. N\u00e3o nos esque\u00e7amos que os \u00e1rabes vinham ocupando a palestina a partir do ano 636 da nossa era.<\/p>\n<p>Cinco pa\u00edses \u00e1rabes enviaram tropas para impedir a forma\u00e7\u00e3o. Foram recha\u00e7ados. A guerra de 1948 foi o in\u00edcio de um movimento que proclamava o inconformismo do Oriente M\u00e9dio em face da invas\u00e3o ilegal do ex\u00e9rcito judeu. A guerra de 1948 terminou com a vit\u00f3ria de Israel. Os palestinos foram repelidos. Entre 600 e 750 mil fugiram ou foram expulsos de Israel. Se tornaram ap\u00e1tridas.<\/p>\n<p>As sucessivas derrotas permitiram que o territ\u00f3rio fosse oficialmente entregue aos judeus em 1949. Em 1950, Israel decretou que os propriet\u00e1rios ausentes por quatro anos, suas as terras e suas edifica\u00e7\u00f5es passariam a ser propriedade estatal, fato que tipificava um esbulho criminoso. O terror policialesco israelense foi a verdadeira causa da fuga dos palestinos que pediam ref\u00fagio ou se exilavam nos pa\u00edses pr\u00f3ximos (Jord\u00e2nia, L\u00edbano, S\u00edria e outros). Sob o ponto de vista b\u00edblico, os sionistas afirmavam que a palestina pertencia aos judeus. Setenta por cento dos judeus ainda acreditam ingenuamente, que s\u00e3o membros do povo escolhido.<\/p>\n<p>Como resposta, em maio de 1964, a Palestina fundou a OLP (Organiza\u00e7\u00e3o para a Liberta\u00e7\u00e3o da Palestina), que era uma frente \u00fanica de v\u00e1rios movimentos contra os judeus, tendo como principal grupo a Al Fatah, sob a lideran\u00e7a de Yasser Arafat. Na guerra do Yoon Kipur os \u00e1rabes foram derrotados. Dada a a impossibilidade de rea\u00e7\u00e3o, contra o poderoso ex\u00e9rcito de Israel, em 1968 a OLP passou a apoiar oficialmente uma solu\u00e7\u00e3o bi-estatal com israelenses e palestinos vivendo lado a lado.<\/p>\n<p>De qualquer forma, sentindo-se v\u00edtimas do terror judaico, os palestinos criaram um movimento de rebeli\u00e3o denominado de intifada, com o objetivo de atacar os abusos dos invasores, com paus e pedras e atiradeiras, o \u00fanico armamento que podiam dispor. Interesses pol\u00edticos e religiosos incendiaram a regi\u00e3o. Yasser Arafat recusou as propostas de paz formuladas por Israel.<\/p>\n<p>Em 1982 a Falange Maronita Crist\u00e3, com a colabora\u00e7\u00e3o do ex\u00e9rcito israelense, perpetrou na capital do L\u00edbano o terr\u00edvel massacre de Sabra e Chatila onde viviam acampados em barracas mais de 3 mil refugiados palestinos.<\/p>\n<p>Os assassinatos foram vergonhosos, covardes e sanguinolentos. Foram denominados por Ronen Bergman de massacres aterradores. Ronen apontou Ariel Sharon de respons\u00e1vel direto pela opera\u00e7\u00e3o. Mataram indistintamente velhos, mulheres e crian\u00e7as. Foi uma verdadeira carnificina.<\/p>\n<p>Uma mulher gravida foi assassinada. Rasgaram-lhe o ventre de onde tiraram uma crian\u00e7a j\u00e1 sem vida, que foi esquarteja sob o aplauso dos israelenses que bradavam:\u00a0<em>mais um futuro terrorista morto<\/em>. O terrorismo e os assassinatos n\u00e3o foram inven\u00e7\u00e3o do Hamas. Desde a antiguidade b\u00edblica os judeus eram experts nessas empreitadas.<\/p>\n<p>Foi ent\u00e3o que presidentes norte-americanos se deram conta que somente atrav\u00e9s da paz e do entendimento, o conflito poderia ser solucionado. Surgiram no cen\u00e1rio Carter e Clinton que propunham um acordo. Yasser Arafat representando a Autoridade Palestina concordou e finalmente, Yitzhak Rabin e Shimon Peres representando Israel aderiram. Declara\u00e7\u00f5es conjuntas puseram fim \u00e0s desaven\u00e7as. Os acordos de Oslo, assinados em 04.05.1994, ratificaram os princ\u00edpios firmados em Washington. Dois estados seriam criados e, assim, as diverg\u00eancias seriam encerradas.<\/p>\n<p>Ainda, conforme Bergman, ap\u00f3s o acordo de Oslo, acreditando na pacifica\u00e7\u00e3o, os palestinos se comprometeram a suspender a intifada.<\/p>\n<p>N\u00e3o levando em conta aspectos cronol\u00f3gicos, a hist\u00f3ria registra que apenas o Estado de Israel foi criado. Ficava claro que, a marcha sionista de 1880 produzira frutos e a cada guerra mais os israelenses se apossavam de terras palestinas. As invas\u00f5es eram \u201ccient\u00edficas\u201d, isto \u00e9, estrategicamente bem-organizadas. Clinton e Carter j\u00e1 n\u00e3o eram mais presidentes. Rabin tinha sido assassinado por um israelense contr\u00e1rio \u00e0 pacifica\u00e7\u00e3o. Shimon Peres perdeu a elei\u00e7\u00e3o para Benjamin Netanyahu. As muralhas desmoronaram. Atrav\u00e9s de milhares de assentamentos, os judeus iam aos poucos tomando conta da Cisjord\u00e2nia que deveria integrar o territ\u00f3rio palestino. As pr\u00e9-concebidas ideias do a\u00e7ougueiro Ariel Sharon foram aceitas pela maioria dos israelenses e ent\u00e3o tudo se agravou. Enquanto os \u00e1rabes reagiam com atentados e intifadas, os israelenses assassinavam todos os grandes l\u00edderes palestinos. A essas a\u00e7\u00f5es eles denominavam de assassinatos selecionados. N\u00e3o conseguiram matar Arafat. Sharon levou para seu caix\u00e3o essa dor em seu cora\u00e7\u00e3o petrificado por \u00f3dios seculares.<\/p>\n<p>O fato de os israelenses n\u00e3o cumprirem os acordos de Oslo, fez com que Yasser Arafat e a Autoridade Palestina perdessem prest\u00edgio, circunst\u00e2ncia que fortificou politicamente o Hamas e que por isso mesmo, venceu as elei\u00e7\u00f5es na Faixa de Gaza.<\/p>\n<p>O fortalecimento do Hamas deu condi\u00e7\u00f5es para que assumissem posi\u00e7\u00f5es no cen\u00e1rio internacional, de modo especial, com intens\u00e3o de fazer fracassar os acordos de Israel com os pa\u00edses \u00e1rabes, com relev\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o a Ar\u00e1bia Saudita. Para os \u00e1rabes, as a\u00e7\u00f5es do Hamas estavam repletas de raz\u00e3o. Para os judeus o Hamas \u00e9 um grupo de terroristas. A palavra pegou.<\/p>\n<p>Hoje o mundo todo tem em seu subconsciente que os palestinos s\u00e3o um grupo de perigosos terroristas que pratica atos de terrorismo contra o pac\u00edfico povo israelense. Estratificou-se na imprensa mundial que os palestinos, a Al Fatah, o Hamas e o Hezbollah s\u00e3o grupos terroristas. Pode ser, mas tamb\u00e9m pode n\u00e3o ser. Ser\u00e1 que quem luta pela sua P\u00e1tria e pelas suas terras comete terrorismo? Ser\u00e1 que quem luta para defender ou retomar o que \u00e9 seu \u00e9 terrorista? Ser\u00e1 que aqueles que formavam uma Na\u00e7\u00e3o que hoje foi destru\u00edda s\u00e3o terroristas? Como algu\u00e9m ousaria afirmar que n\u00e3o, se toda a imprensa mundial diz que sim?<\/p>\n<p>Todavia, a pergunta que paira no ar \u00e9 a seguinte: havia outra forma de luta contra o poderoso ex\u00e9rcito de Israel? \u00c9 justo que os palestinos, que tiveram seus lares destru\u00eddos, sejam condenados a viver em guetos na Faixa de Gaza, onde, a h\u00e1 dezesseis anos est\u00e3o submetidos a bloqueio israelense?<\/p>\n<p>Em homenagem \u00e0 declara\u00e7\u00e3o universal dos direitos da humanidade n\u00e3o temos raz\u00f5es para nos recolher ao sil\u00eancio: terroristas s\u00e3o aqueles que est\u00e3o cremando os beb\u00eas palestinos nas fornalhas incendi\u00e1rias das bombas israelenses<\/p>\n<p>Em homenagem aos direitos vitais, n\u00e3o encontramos raz\u00f5es para obrigar um povo a rezar pela cartilha dos covardes. H\u00e1 muitas maneiras de algu\u00e9m ser terrorista. Certamente, o termo jamais servir\u00e1 para manchar o ideal de quem luta pelos seus filhos, pelas suas propriedades, pela sua p\u00e1tria, pela sua liberdade, enfim, por justi\u00e7a.<\/p>\n<p>As na\u00e7\u00f5es s\u00e3o criadas por um processo hist\u00f3rico, jamais por imposi\u00e7\u00f5es autorit\u00e1rias de grupos invasores. Igualmente, na cria\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses n\u00e3o existe nascimento espont\u00e2neo, muito menos autorit\u00e1rio.<\/p>\n<p>Um promotor do Tribunal de Nuremberg, pedindo a condena\u00e7\u00e3o dos respons\u00e1veis pelo Holocausto, proclamava que os judeus tinham o direito de viver em paz e dignidade.<\/p>\n<p>N\u00e3o seria o caso de estender este mesmo direito aos palestinos?<\/p>\n<p>O jornalista israelense Bruno Altman j\u00e1 afirmava que a propriedade da terra tem muitas origens, mas com toda a certeza, n\u00e3o a que prov\u00e9m de tradi\u00e7\u00f5es religiosas.<sup>\u00a0<\/sup>\u00a0N\u00e3o existe direito hist\u00f3rico que justifique ocupa\u00e7\u00f5es n\u00e3o consentidas. Os l\u00edderes sionistas fizeram mal em ocupar territ\u00f3rio que n\u00e3os lhes pertencia, impedindo a soberania de outro povo.<\/p>\n<p>A solu\u00e7\u00e3o \u00e9 aceitar a manuten\u00e7\u00e3o do Estado de Israel, mas, tamb\u00e9m, em igualdade de direitos, permitir o estabelecimento de um Estado Palestino independente na Cisjord\u00e2nia.<\/p>\n<p>Se Israel ganhar a guerra, com toda a certeza perder\u00e1 a paz. \u00c9 fato comprovado que Israel mata 10 vezes mais \u00e1rabes e, sem d\u00favida, embora n\u00e3o se tenham estat\u00edsticas, 50 vezes mais crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Mas, ser\u00e1 que a falta de liberdade, a perda do futuro, o desespero, as destrui\u00e7\u00f5es de cidades inteiras, a dor infinita de verem suas fam\u00edlias se despeda\u00e7arem, com hospitais j\u00e1 sem condi\u00e7\u00f5es para salvar as dolorosas mortes de rec\u00e9m-nascidos, muitos morrendo nos bra\u00e7os de seus pa\u00eds, cujos gritos de desespero ecoam por todo o mundo, e tudo devidamente comprovado pelas comovedoras imagens das televis\u00f5es, n\u00e3o s\u00e3o casos suficientes para rebeli\u00f5es defensivas?<\/p>\n<p>A morte de crian\u00e7as soterradas ou sufocadas pelos v\u00f4mitos dos m\u00edsseis lan\u00e7ados contra dezenas de cidades, ser\u00e1 que isso n\u00e3o conta?<\/p>\n<p>Os judeus acusam o Hamas de terrorista, mas eles, que matam fam\u00edlias inteiras que nenhuma culpa tem da guerra, s\u00e3o o que? As imagens aterradoras das TVs falam mais alto do que o sil\u00eancio amargurado de todos quantos sentem a injusti\u00e7a e nada podem fazer. Combater a barb\u00e1rie do terrorismo com a insanidade de uma guerra genocida, qual a diferen\u00e7a?<\/p>\n<p>Desde os primeiros movimentos sionistas, depois de vencerem todas as batalhas, tomarem todas as terras, expulsarem todas as fam\u00edlias, est\u00e1 claro que o ex\u00e9rcito israelense mata por \u00f3dio racial, para que nenhum palestino fique vivo, Estes fatos provam que o objetivo proposto desde os movimentos iniciais \u00e9 o de eliminar a etnia \u00e1rabe para instalar definitivamente o povo de Deus na Terra Santa. Quem viver ver\u00e1.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a terr\u00edvel verdade que anima em car\u00e1ter irresist\u00edvel a guerra de conquista.<\/p>\n<p>O povo de Deus repete Josu\u00e9, uma esp\u00e9cie de Gengis Khan judeu, que arrasou cidades inteiras, n\u00e3o deixando pedra sobre pedra, matando velhos, mulheres, crian\u00e7as, todos os seres vivos, inclusive primog\u00eanitos dos animais, at\u00e9 conquistar a terra de Cana\u00e3. As conquistas sempre terminavam em saque e pilhagens,<\/p>\n<p>Estes acontecimentos comprometem os israelenses como respons\u00e1veis por um racismo genocida, praticados por homens sem sentimento, sem humanismo, destitu\u00eddos de qualquer resqu\u00edcio de raz\u00e3o, muito embora, as partes em conflito tenham o mesmo Deus. Nesta Guerra tudo \u00e9 inexplic\u00e1vel e tudo tem explica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Sionismo afirma que a ra\u00e7a israelita trata-se de uma estirpe santa. Casamentos mistos p\u00f5em em perigo a pureza da ra\u00e7a e da religi\u00e3o. Ela encerra uma unidade hist\u00f3rica cultural que teve seu DNA programado, montado, e dirigido por Deus.<\/p>\n<p>Yuval Harari, uma das vozes israelenses de maior alcance, autor de Sapiens (uma Breve hist\u00f3ria da Humanidade), pediu ao jornal The Guardian, <em>que a amplia\u00e7\u00e3o do conflito seja evitada.<\/em>\u00a0<em>For\u00e7as externas precisam intervir par desescalar o conflito<\/em>. Disse ver a regi\u00e3o dominada por\u00a0<em>fan\u00e1ticos religiosos irrespons\u00e1veis<\/em>, dos dois lados<\/p>\n<p>Num dos memor\u00e1veis encontros entre Einstein e Freud, Einstein pergunto-lhe: <em>Por que tanto \u00f3dio entre os homens,<\/em>\u00a0e ele mesmo respondeu:\u00a0<em>\u00e9 porque o homem encerra dentro de si um desejo de \u00f3dio e destrui\u00e7\u00e3o<\/em>\u00a0e, Freud referindo-se aos motivos acrescentou:<em>\u00a0o prazer de agress\u00e3o e de destrui\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p>Os fatos est\u00e3o se consumando. A Faixa de Gaza \u00e9 a Guernica de nosso tempo. Shimon Peres tinha raz\u00e3o: das guerras s\u00f3 sobram os cad\u00e1veres. O Holocausto para os judeus teve fim em 1945. O Holocausto palestino, come\u00e7ou a dezenas de anos, sem que se saiba quando ter\u00e1 fim.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O GUERNICAUSTO por Omar Ferri Como regra geral, n\u00e3o acredite na m\u00eddia. Ela, quase sempre est\u00e1 ligada a certas conveni\u00eancias. Habitualmente inverte fatos ou revela apenas parte da verdade O jornalismo n\u00e3o tem o direito de interpretar os acontecimentos fora de seus contextos, isto \u00e9, n\u00e3o pode ser t\u00e3o faccioso como at\u00e9 agora tem sido. 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